História de Montanhas

Montanhas – Rio Grande do Norte – Brasil

Cidade da região Leste Potiguar, microrregião Litoral Sul. Tem autonomia política desde 1962, está a 87m de altitude, 95 Km distante de Natal e em 2007 o IBGE estima sua população em 12.224 habitantes.

Mesorregião Leste Potiguar  Microrregião Litoral Sul  Municípios limítrofes Ao norte: Pedro Velho; Ao sul: Estado da Paraíba; Ao Leste: Pedro Velho; Ao oeste: Nova Cruz.  Distância até a capital 103 quilômetros  Características geográficas  Área 82 km²  População 12.383 hab. IBGE 2007  Densidade 151,1 hab./km²  Fuso horário UTC-3  Indicadores  IDH 0,586 PNUD/2000  PIB R$ 29.186,00 IBGE/2005  PIB per capita R$ 2.355,03 IBGE/2005

Nossa Terra

Montanhas

Em 4 de dezembro de 1754, o padre José Vieira Afonso, recebeu a sesmaria na lagoa das Queimadas, às margens do rio Curimataú, iniciando então, a povoação da área. O nome Queimada referia-se à queima inicial dos aceiros para a fundação de plantios.

A Lagoa de Queimadas mudou de nome no século XIX, passando a se chamar de Montanhas, numa referência direta a sua localização entre montanhas. A Lagoa de Montanha sempre teve um clima agradável e ameno, a ponto de ser considerada a Suíça do Agreste. A povoação de Lagoa de Montanhas alcançou progresso a partir da fertilidade de suas terras que garantiram grande produção de cereais. A chegada da estrada de ferro, interligando a região à capital do Estado no ano de 1882, foi um acontecimento que veio ajudar, ainda mais, o crescimento do povoado. Lagoa de Montanhas foi considerado distrito do município de Pedro Velho, em outubro de 1938. No dia 8 de janeiro de 1962, de acordo com a Lei nº 2.727 o distrito de Lagoa de Montanhas desmembrou-se de Pedro Velho e tornou-se município, mas somente em 20 de julho do ano seguinte, o município passou a se chamar definitivamente de Montanhas.

Fonte: Idema-RN

Geografia

Localizado na microrregião do Litoral Sul. De acordo com o censo realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) no ano 2007, sua população é de 12.393 habitantes. Área territorial de 82 km² IBGE 2007. O acesso rodoviário para Montanhas é feito pela BR-101, sentido Sul. Em Canguaretama, entra-se à direita, na RN-269. Depois de Pedro Velho, são mais 9 km. A distância de Montanhas até a capital Natal é de 103 km. Turismo

  • Janeiro
    • Dias 5 e 6 — Tradicional Festa de Santos Reis.
    • Data móvel — Tradicional vaquejada.
  • Junho
    • Durante todo o mês acontece a comemoração em homenagem ao padroeiro do município, São João Batista, com muitos festejos próprios da época junina, atos religiosos, muita fé e devoção.
  • Julho
    • Dia 20 — Aniversário da cidade. Um dia inteiro de comemorações, com varias modalidades esportivas, shows de calouros, tradicional pau-de-sebo destre outras. Os festejos culmina com a partilha de um bolo gigante, cuja quantidade de metros é igual a idade da cidade. Por fim, shows com bandas musicais durante toda a noite

Prefeitos

  • 19621962 — Fase de emancipação política
  • 19631964 — José Galvão Tavares “Zé Galvão”
  • 19651970 — Cícero Firmino de Lima
  • 19711971 — Manuel Ferreira de Farias “Neco Ferreira” (Renunciou em março de 1971, após três meses de mandato)
  • 19711972 — José Inácio Coutinho (Assumiu após a renúncia do Prefeito Manuel Ferreira de Farias)
  • 19731974 — João Soares de Melo
  • 19751978 — Cícero Firmino de Lima
  • 19791982 — João Soares de Melo
  • 19831988 — José Firmino de Lima e Silva
  • 19891992 — José Balduino Bispo “Dedé Balduino”
  • 19931996 — Otêmia Maria de Lima e Silva
  • 19972000 — José Balduino Bispo “Dedé Balduino”
  • 20012004 — Otêmia Maria de Lima e Silva
  • 20052008 — Otêmia Maria de Lima e Silva
  • 20092012 — Maria Eliete Coutinho Bispo “Letinha”
  • 2013–2016 — Algacir Antonio de Lima Januário

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial. Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 dez. 2010.
  3. Censo Populacional 2010. Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Página visitada em 11 de dezembro de 2010.
  4. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  5. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 11 dez. 2010.

DADOS ATUALIZADOS SOBRE O MUNICÍPIO DE MONTANHAS RN:

  • Domícilios ocupados em Montanhas: 3.099
  • Crescimento populacional em Montanhas na última década: -4,44%
  • População em Montanhas: 11.418
  • População masculina em Montanhas: 5.666 (Quantidade de homens em Montanhas)
  • População feminina em Montanhas: 5.752 (Quantidade de mulheres em Montanhas)
  • Em Montanhas existem 1.01 mulheres para cada homem
  • Em Montanhas existem 0.98 homens para cada mulher
  • População urbana em Montanhas é de: 8.875 e representa 77,7% da população de Montanhas
  • População rural em Montanhas é de: 2.543 e representa 22,3% da população de Montanhas
  • Em Montanhas 49,6% são homens
  • Em Montanhas 50,4% são mulheres
  • Em Montanhas existem mais mulheres do que homens

Fonte: brasil.ogenial.com.br

    ____________________________________________

Por Professor Genival Medeiros

HISTÓRIA DO SURGIMENTO DE MONTANHAS (RN)

            Montanhas RN             A Suiça do Agreste

              Assim como aconteceu com todos os povos socialmente organizados, a História do Município de Montanhas (RN) se deu a partir do momento em que os primeiros homens começaram a modificar a natureza, podendo registrar e divulgar seus feitos ainda que oralmente. Alguns historiadores e/ou autodidatas que defendem as ideias oficiais contam a História de Montanhas (RN) a partir de uma data que a consideram o momento da criação desse município, 20 de julho de 1963.  No entanto, é importante lembrar que nenhuma civilização com estrutura políticoeconômica e sociocultural organizada ocorreu de forma tão rápida sem que antes pudesse ter passado por momento de lentidão no seu desenvolvimento, nem mesmo quando um dado povo passou a dominar outro – os romanos sobre os hebreus.

                Considerando que o mais antigo homem da América habitou São Raimundo Nonato, no Piauí, à cerca de 50000 anos, num período em que ele era nômade, e que caminhando em linha reta direcionado para o leste, este homem pode ter chegado ao Lajedo de Solidade, Apodi, Rio Grande do Norte, por volta de 10000 anos. É possível que no mesmo período este homem tenha se deslocado de Apodi rumando para o sul desse Estado em direção a Montanhas (RN), fato que deve ser levado em consideração quando se tratar da história desse município.

                Entendendo que o homem da América está neste continente há 50 mil anos e no RN a 10000, é evidente que a sua presença em Montanhas (RN) corresponde entre 10 e 3 mil anos, quando nesse período deve ter ocorrido a produção das pinturas rupestres encontradas na Pedra Sabina, no Distrito do Riachão dos Clementinos, à cerca de 6 quilômetros da sede.

                Quando se menciona a história de Montanhas (RN), logo se faz uma referência ao dia 20 de julho de 1963, uma data que sem dúvida é de grande importância, afinal senão se chamasse Montanhas (RN), que adjetivo pátrio teriam os seus filhos!?

                Contudo é preciso entender que essa data corresponde a outro fato, que muitos o interpretam como sendo o dia que Montanhas (RN) ficou independente de Pedro Velho (RN).

                Para melhor entender que o 20 de julho não corresponde ao dia da emancipação de Montanhas (RN), Luis da Câmara Cascudo, um dos maiores historiadores clássicos do Rio Grande do Norte, testemunha em sua obra Nomes da Terra, o equívoco que suas palavras causou a quem até então as tentou interpretá-las.

“MONTANHAS FOI CONSIDERADO DISTRITO DE PEDRO VELHO, EM OUTUBRO DE 1938. NO DIA 8 DE JANEIRO DE 1962, DE ACORDO COM A LEI 2.727, O DISTRISTRO FOI DESMEMBRADO DE PEDRO VELHO E SE TORNOU MUNICIPIO. MAS SOMENTE EM 20 DE JULHO DE 1963, O MUNICIPIO PASSOU A SE CHAMAR DEFINITIVAMENTE MONTANHAS (Câmara Cascudo, 1968)”.

                De acordo com Cascudo a emancipação de Montanhas (RN) não se deu em 20 de julho de 1963, mas em 8 de janeiro de 1962, essa primeira data corresponde, portanto, ao dia em que Montanhas (RN) deixou de se chamar Lagoa de Montanhas, um dos seus primeiros nomes.

                A data 20 de julho de 1963, em outras obras também é mencionada, a exemplo de Terras Potiguares, assim como a do celebre Cascudo, confirmam ter sido o momento em que esse município recebeu o nome definitivamente de Montanhas e que em 8 de janeiro de 1962, Montanhas (RN) se emancipou de Pedro Velho (RN).

                O equívoco sobre a data de sua emancipação, sem dúvida, orgulhosa; Montanhas (RN) se sente mais experiente com os braços abertos a receber a todos os filhos e aventureiros que por razões distintas teimam em visitá-la ou nela viver.

                Que a data de 20 de julho seja comemorada e respeitada por todos que se orgulham de ser montanhense, ou que assim se sinta, pois se trata da data que oficialmente seus habitantes receberam definitivamente seu adjetivo pátrio, porém, é preciso está atento para não cometer injustiça com aqueles que um dia viveram em Montanhas (RN) quando ainda esse território sequer tinha nome, os homens primitivos, que apesar de não possuir uma linguagem expressiva e elaborada, já fazia uso de gestos rudimentares de linguagem, conforme defende os gerativistas, suas expressões se davam de forma bastante diferente das que se conhecem atualmente. Enfim, Montanhas (RN) tem sua história reportada na Pré-história.

                Portanto, Montanhas (RN) é um município, cujo surgimento se deu desde os tempos mais remotos, a princípio com os homens primitivos quando se fizeram presente no Riachão dos Clementinos, vivendo um modelo de sociedade bastante rudimentar, mas que se apresentavam em bando compartilhando do mínimo que produziam ou utilizavam, da gruta da Pedra Sabina, por exemplo, da fauna, da flora, da água da bacia hidrográfica ali existente. E depois com os índios, estes já de forma socialmente organizada, uma vez que vivem em comunidade com seus hábitos e costumes. Os índios da tribo dos Paiaguás na proximidade da lagoa do Capim Grosso, no distrito do mesmo nome, estabeleceram sua cultura, como pode ainda ser visto resto de material produzido a partir de argila, solo existente na região, o que é possível dizer que esses homens, os índios dessa região se comportavam de maneira organizada, provavelmente, vivendo de pequenas roças, da pesca e da caça e produzindo seus utensílios domésticos, vasos de cerâmicas, o que comprova sua presença seminômade. Os Paiaguás eram índios que habitavam uma faixa de terra entre o litoral e o agreste, sobretudo, correspondente àquela que formam os municípios de Canguaretama (RN), Espírito Santo (RN), Várzea (RN), Pedro Velho (RN), Montanhas (RN), evidentemente divididos em aldeias. Nenhuma evidência sobre o nome da tribo que habitou o Capim Grosso, território montanhense, contudo é importante enfocar o quanto os índios potiguares, da tribo dos Paiaguás, contribuíram com o surgimento de Montanhas (RN), ainda que de forma indireta, quando tiveram que deixar suas terras férteis nas proximidades das seis lagoas existentes na sede desse município – lagoa da Porteira da Lapa, lagoa das Erradas, lagoa Grande ou Montanhas, lagoa de Zé Aranha, lagoa do Capim Grosso e lagoa das Queimadas, a última deu origem ao primeiro nome do município, para colonizadores do século XVII e XVIII, como é retratado por Cascudo, ainda que de forma sucinta.

“O PADRE JOSÉ VIEIRA AFONSO RECEBEU UMA SESMARIA NA LAGOA DAS QUEIMADAS, ÀS MARGENS DO CURIMATAÚ INICIANDO A POVOAÇÃO DA ÁREA. (Câmara Cascudo, 1968)”.

                É preciso em fim, está consciente sobre a quem se deve atribuir o surgimento do município de Montanhas (RN). Necessariamente, a história de Montanhas (RN) deve ser pautada a partir do homem primitivo e do índio que aqui estiveram antes dos colonizadores, desbravadores de terras e riquezas.  Essa jovem “senhora” tem uma experiência incalculável e que deve ser levada em consideração toda sua história.

HISTÓRIA DE CRIAÇÃO DA CIDADE DE MONTANHAS (RN)  

                   O povoamento de Montanhas dá início a partir de 04 de dezembro de 1754, período que o Padre José Vieira Afonso recebeu a Sesmaria da Lagoa das Queimadas, fato, aliás, coincide com a concessão de datas de terras a esse padre no município de Serra Caiada em o1 de dezembro, quando começa chegar os primeiros moradores, destacando-se algumas famílias como a Pinheiro, Tiago, Pereira, Bonfim entre outras.

                No início as dificuldades para colonizar o Brasil eram enormes e mesmo no século XVIII elas se faziam presentes, principalmente, quando se tratava de exploração do interior do território. Essas dificuldades contribuíram para que Montanhas (RN) desenvolvesse sua economia baseada na prática das atividades agrícolas, daí dizer que o seu mais antigo topônimo, Lagoa das Queimadas, é uma referência ao preparo da terra, sobretudo, com o desenvolvimento das coivaras nas proximidades das lagoas existentes no local. Lagoa das Queimadas é uma toponímia que demonstrou bastante criatividade dos seus primeiros habitantes.

                O Padre José Vieira Afonso como sesmeiro direto tinha que imediatamente distribuir lote de terra numa tentativa de fazer a sesmaria produzir, ao contrário, ela seria devolvida ao governo. Nesse período D. José I, rei de Portugal, havia determinado que o Rio Grande (do Norte) tornara a ser sub-capitania pertencente juridicamente a Paraíba e em termo administrativo a capitania de Pernambuco. Evidentemente que Pernambuco tinha todo interesse que a então sub-capitania voltasse a produzir como antes da Invasão Holandesa, podendo dessa forma ter lucro, principalmente, com os impostos cobrados

                Ser sesmeiro não era tarefa fácil, no Rio Grande (do Norte), então, era pior, havia incontáveis problemas que atrapalharam a colonização dessa capitania. No século XVI, os donatários não puderam colonizar, razões a exemplos da resistência dos nativos em aceitar a presença dos colonizadores em seu território, e depois devido a necessidade de mão-de-obra que para tê-la era preciso subjugar os índios, a falta de capital para investir nas atividades que pudessem dá lucros, a distância em que se encontrava a colônia em relação à metrópole.    As sesmarias nem sempre foram exploradas pela ação do sesmeiro, o que era necessário a todo custo fazer doações de lotes a outras pessoas, o que as tornariam sesmeiros indiretos.

                A presença da família Pinheiro em Montanhas (RN) é de um tempo em que se acredita ter sido Miguel Pinheiro o primeiro morador dessa cidade, ressalvando aí a presença do homem primitivo na localidade do Riachão dos Clementinos e dos Paiaguás no Distrito do Capim Grosso.  Nesse sentido, fica em evidência que o Padre José Vieira Afonso como sesmeiro doou parte de suas terras, a Sesmaria da Lagoa das Queimadas, para o primeiro morador da cidade uma vez que terra era o que ele mais possuía a contar da sesmaria que recebeu em Serra Caiada. Essa sequência demonstra que o Padre José Vieira Afonso, assim como o próprio João de Barros donatário da capitania do Rio Grande (do Norte), também não tomou de fato posse do seu lote de terra, a Lagoa das Queimadas.

                As primeiras atividades econômicas em Montanhas (RN) se desenvolveram a partir do momento que Miguel Pinheiro propagou as ideias do Capitão-mor Antonio Vaz Gondiz oriundas do ano de 1654.

“DOU SESMARIA E INCENTIVOU A PECUARIA DO GADO BOVINO, PRINCIPALMENTE PORQUE O GADO SENDO CRIADO NO LITORAL, PREJUDICAVA A PLANTAÇÃO DA CANA-DE-AÇÚCAR.”(Marlúcia Galvão Brandão, 1993)

                Miguel Pinheiro, assim como o capitão-mor, Jerõnimo de Alberquerque, que deixou Pernambuco rumo ao Rio Grande (do Norte) para fundar a cidade do Natal, sai da Paraíba para se estabelecer na Lagoa das Queimadas como senhor de escravos, poucos evidentes, aliás, o Rio Grande (do Norte) não teve em grande número como a principal mão-de-obra, mas percebe-se que ele era um nobre numa época que em alusão ao século XVIII desenvolveu atividades relacionadas à pecuária e à agricultura e ainda utilizou-se da técnica rústica de fazer farinha, produto que juntamente com a carne seca eram de grande valor econômico. A carne seca e farinha continuaram até o século XX sendo mercadorias que a família Pinheiro, através de Manuel Antonio Pinheiro, descendente do Miguel Pinheiro, trabalhava com elas. Manuel Antonio Pinheiro era proprietário de uma casa de farinha e negociava com carne seca.

                A casa de farinha do Manuel Antonio Pinheiro estava situada na então Rua Manuel Pinheiro. Nela se produzia consecutivamente o equivalente 3 meses de farinha com mandiocas de sua propriedade. Os meses que ele não fazia a farinha eram destinados a fabricação a terceiros, pessoas da comunidade.

Por Professor Genival Medeiros Do Blog progenie-genival.blogspot.com

  1. Maria Eulalia Barbosa de Azevêdo

    Só uma pessoa com tanta competencia como vc ,para homenagear nossa cidade com este maravilhoso jornal ,que eu amei, e passei para os meus filhos a historia da minha cidade, quero mais, um abraço, Eulália…..

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  2. Atanael Borges

    Apesar de tantas irregularidades que esistem em Montanhas, só queria saber de uma porque ainda não foi ligada a energia do marcado público, na reforma gastaram centenas de mil reais, e a energia heimmmm? entrou para o quarto ano.

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  3. Maicon Barbosa Massini

    Bom ainda não conheço essa cidade mas a familia de minha esposa é daí e fala muito bem dela, no final deste ano de 2012 provavelmente vou passar o natal e o ano novo em Pedro velho e terei a maior satisfação em conhecer essa cidade,atualmente eu e minha esposa moramos no sul do espirito-santo,desde já deixo um forte abraço para todos de montanhas,Valeu.

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  4. Inésia conceição alves rio lima

    EU AMO MONTANHAS.

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  5. montanhas e a melhor cidade da regiao agreste lugar pacato agradavel o clima muito bom quem conhece montanhas nao que mais sair.

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  6. Erivaldo Zacarias

    Eu não vejo a hora de voltar a essa terra querida!

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  7. Alcides B de Souza

    Eu acabo de ler sobre a historia de Montanhas. Muito interessante. Que Deus tenha sempre os seus olhos voltado para esta cidade e seus habitantes e oxala um dia possa ir conhece-la.

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  8. passei toda minha infância praticamente nesta cidade,só em 1961 eu viajei p\ são paulo,mas adoro esta cidade,esdudei no grupo escolar com professor, não lembro direito mais acho era prof.Domingos.um abraço aos meus conterrâneos

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  9. Humberto Costa (Vulgo Muamba)

    Estou um pouco afastado de mnha cidade, mas um dia pretendo voltar. Me emociono quando vejo falar de Montanhas. Foi ai que residir, passei um tempo na Fazenda Capim grosso, tomei banho nas aguas salobra da lagoa do Capim Grosso e na de montanhas, pesquei e finalmente vivi um pouco da minha infância da minha adolecencia, casei-me ai em Montanhas, mas por força maior tive que me ausentar. Mais um dia pretendo voltar para fazer de alguma forma algo pela a minha cidade e pelos meus conteranêos parabens montanhas, parabens povos montanheses, precisamos nos unir em torno do crecimento e do bem estar de cada um de vocês, que Deus os guie para a decisão acertada na escolha da quele que ira conduzir, gerenciar os destinos desta Maravilhosa Cidade por mais 4 anos. Vocês montanhenses merecem portanto e só corrigir os erros atual e cobrar o que não foi feito no passado e continuar com pespectiva e cobrar e da pretenção atual o que não foi feito só são mais 4 anos não deixe o certo pelo o duvidoso retroceder porque se podemos avancar. Um abraço de seu conterraneo Humberto Costa de Azevedo ( Vulgo Muambá) que apasar de estar um pouco ausente, mas estou com o povo e a cidade no meu coração.

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    • Marcelo Tavares

      Muamba, que legal!
      apesar do teu comentário ser datado de 2 anos atrás, resolvi manter contato. realmente as nossas raízes falam mas alto, independente de onde estamos. um abraço do também conterrâneo Marcelo Tavares.

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  10. valmir dionisio de souza

    eu,valmir dionisio de souza,eu tenho um emenço orgulhode cer un montanhensse,cinto muito falta dessa cidade,maravilhoso. saie da ir muito novo mas numca esquecie a minha,cidade,a q eu tanto o amo,eu sou da familia souza,com os pegados meu bisavo,era amanço pegado meu avo era josé amacio pegado unas das pessoa q eu tenho muito orgulho de cer desta familia q fizerão parte do cresimanto desta linda cidade q é montanhas? meus conterraneo,cuide bem desta pedra preciosa q é nossa cidade,de montanhas,meu pai é antonio dionisio de souza,minha maé ela é mas conhecida por noca,filha de josé amancio pegado?

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  11. dade loterio

    Eu amo minha cidade natal, minha filha adora vijar pra essa cidade, e fala, mamae as pessoas falam q o rio e janeiro e a cidade maravilhosa,falam pq nao conhece montanahas….kkkkkkkkkkk
    e eu concordo, pois tem mtos lugares divertidos e q dar pra curtir mto….
    aquir fica meus bjos , pra minha mae quinha, meu pai zezinho do camarao , e tdos os amigos q amo ….xauzinho…

    e no final do estarei ai………..

    saudades mil de tdos…….

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  12. ALSIMAR TIAGO DE OLIVEIRA

    Nasci em Montanhas,mas o destino me levou para lugares distantes. Por uma melhor busca profissional fui para a Marinha, onde conheci lugares maravilhosos como: Nova York, EUA; Cape Town na África do Sul, todos os países sul americanos, parte da África; América Central e algumas cidades da Europa. Hoje, apesar de viver no Rio de Janeiro, sempre tenho uma recordação especial no meu coração dessa cidade querida, onde possuo grandes amigos e sempre quando minhas atividades permitem, passo alguns momentos nessa cidade querida, matando as saudades. Que Deus ilumine a todos. Sejam felizes.
    ALCIMAR TIAGO DE OLIVEIRA

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    • Marcelo Tavares

      Valeu Alsimar!
      bom saber que você anda pelo Rio. moras aonde? quem sabe agora podemos formar o nosso conjunto musical.
      um abraço

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  13. cleuma irmao do famoso cao

    nossa adorei a pagina pois conheçer historias da minha cidade e muito bom e sempre que posso estou ae pra matarmos saudades desse povo maravilhoso que e o montanhense bjso em todos.

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  14. Maria Zelia Nóbrega.

    Eu, nasci nessa linda Suiça do Agreste, todo ano vou a festa do dia 20 de julho e em janeiro a de santos Reis, moro em Natal mais amo de coração minha cidade natal(montanhas rn) beijos a todos que fazem a Pousada da Salete…..

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  15. Tenho muito carinho por esta cidade, onde meus Pais ( Luzia Inácio Coutinho de Oliveira e Lauro Claudino de Oliveira, já falecidos), foram criados. Viajaram para São paulo volta de 1962 para tentar uma vida melhor e se estabeleceram na cidade de Guarulhos, onde até hoje eu e meus irmãos moramos, tenho muita vontade de conhecer essa terra e ainda não tive oportunidade.

    abraço a todos os cidadãos de Montanhas em especial para a Família COUTINHO a qual eu tenho orgulho de fazer parte.

    Gelson Coutinho.

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  16. Josafá Pinheiro do Nascimento

    Em novembro de 1950, nasci em Lagoa de montanha, filho de Joaquim Pimheiro do Nascimento e Antônia Pinheiro do Vale, aos seis anos tomos morar no Rio de Janeiro, em busca de melhores condiçôes de vida, hoje, moro em Vila Velha-Es. Tenho muita saudades da velha casa onde morei, também lembro-me ainda da casa de farinha de meu avô, Manuel Antônio Pinheiro, como também do casarão na quaj ele morava. Está difícil de voltar.Gostaria de receber notícias da antiga rua do fogo,e de receber algumas fotos do local. Abraços para todos.
    Josafá Pinheiro do Nascimento.

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  17. josineide coutinho de paula alves

    Amo minha cidade, onde morei ate os 20 anos, sai quando casei e hoge moro no estado de São Paulo, mais faço questão de todos os anos, visitar minha cidade,
    qual nunca esqueço mora no meu coração

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    • josineide coutinho de paula alves

      Amo minha cidade, onde morei ate os 20 anos, sai quando casei e hoje moro no estado de São Paulo, mais faço questão de todos os anos, visitar minha cidade,
      qual nunca esqueço mora no meu coração

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  18. eu gosto de muitas lagos e montanhs
    um dia eu quero ver de perto as duas coisas esse é o meu sonho
    eu moro em sp
    tenho 18 anos to em busca de um novo namorado eu sou muito gata
    no parque arariba
    numero 60 casa 2

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  19. Algacyr Ribas Melzer junior

    atenção moradores de montanhas,sou dentistamoro em curitiba, e nos anos de 1972participei do projeto. Rondônia,eu como dentista,tinha um farmacêutico,um medico e um contador que tocava acordeões,que nao me lembro o nome.fiicamos hospedados no inicio na casa do prefeito que renunciou,gente humilde mas que nos tratou muito bem.depois fomos acolhidos na casa do sr José Inácio Coutinho,uma família muito querida, cuja esposa era considerada nossa más pela nossa equipe.Peco por favor,se alguém puder me dar alguma informação sobre esta família que me passe um e-mail ou o tel . Dos familiares do sr. Inácio, pois no mês de outubro irei aNatal e teria um prazer enorme de rever estas pessoas que me foram muito queridas,por favor me ajudem a encontra-los.meu.tel e 04191987513 e meu e-mail e armj60@hotmail.com, meu nome e Algacyr

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  20. Montanhas é bem legal, eu moro aqui desde que nasci, pra mim é a melhor cidade pra si viver 🙂

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  21. Parabéns ao Secretário Municipal de Educação de Montanhas e toda sua equipe pela realização da caravana ecologica do IDEMA em Montanhas. Nossa cidade se orgulha de ter pessoas comprometidas com a educação do nosso municipio.

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  22. sheila soares de melo

    Gostaria de saber, se ainda existe indígenas em montanhas

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  23. Sou de montanhas, tenho grande orgulho desse lugar onde estudei com grandes Professoras dona Marlinda, Antônia pedrosa e outras, sei que dei muito trabalho no Ocila Bezerril e no Carlos gomes mais foi uma época muito boa na minha vida, e se não fosse essas pessoas maravilhosas que me ensinaram hoje eu não estava morando fora de montanhas e trabalhando em uma das melhores e maiores empresas de aviação da américa do sul, ainda tenho muita saudade de alguns amigos que moram aí e também minha mãe Iracema que é uma pessoa guerreira e batalhadora e não esquecendo ainda do meu mano Iremar, um forte abraço em todos os montanhenses de coração e breve estarei de volta a minha terra natal, revendo amigos, parentes e quem sabe até voltar, já que o novo AEROPORTO ALUISÍO ALVES vai inaugurar em maio, montanhas AMO de CORAÇÃO…

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  24. GERSON CLAUDINO

    Gostei de Montanhas, é muito aconchegante. Mais estava querendo ver se em algum eventos desse via nas fotos a Elisângela conhecida por (Branca) inclusive ela já foi ou é Vereadora dai.

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  25. calixtocilene

    oi eu sou cilene calixto filha de joao calixto nasci ai estudei na escola carlos gomes e na escola prof ocila bezerril que saudade que sinto de montanhas fui ai o ano passando matei a saudade dos meus familiares e amigos que saudade de montanhas

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  26. Marcelo Tavares

    oi Cilene!
    legal eu tb estudei no Carlos Gomes e Ocila Bezerril. lembro também de Joao e Solange. você tem noticias por onde eles andam? Gosto muito da minha terra.

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  27. vitoria vaitiekunas

    oi eu sou vitoria filha da severina pinheiro morei muitos anos ai em montanhas cidade maravilhosa sinto muitas saudades gostaria muito de rever minhas amigas silvia ló marielma e todos que gostava de mim.
    ,

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  28. José Dias

    Sinto muito orgulho de ser montanhense, sinto muita saudade da minha época de estudante no Carlos Gomes, minha primeira escola, e no Ocila Bezerril, onde tive ótimos mestres, que contribuíram bastante para minha vida educacional e profissional, hoje em dia, mesmo trabalhando a 13 anos em Jacaraú/PB e a 8 anos em Pedro Velho/RN, continuo e pretendo continuar vivendo nesta cidade até o dia em que Deus permitir.

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  29. Maria Cláudia de Freitas

    Gostei muito do artigo. Nasci no RJ mas minha família, especialmente minha amada avó, que já se foi (Marina Pequeno de Barros) me contava muitas histórias de Montanhas e amava muito esse lugar, voltou várias vezes para visitar os amigos. Tenho muita vontade de conhecer Montanhas e consequentemente, parte de minha origem. Amei saber um pouco mais dessa história. Parabéns pela clareza dos fatos.

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  30. FREDMO TAVARES

    Caro Bira,
    Relembrei os meus tempo de criança e adolescência, vividos nessa cidade !
    Grato, Fredmo

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  31. Lei por curiosidade é descobri que o Manuel António Pinheiro de quem si fala era o meu bisavó

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  1. Pingback: Montanhas RN – Muita expectativa para este 20 de julho Aniversário da cidade | Montanhas em Ação

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