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Em 1982, o cantor e compositor Vital Farias já previa o que viria acontecer na Amazônia

Capa do LP “Sagas Brasileiras”, de Vital Farias

O músico, cantor e compositor paraibano Vital Farias lançou, em 1982, pela Poligram, o LP Sagas Brasileiras, que traz o épico “Saga da Amazônia”, cuja letra expressa a preocupação do artista com a degradação das espécies, a exploração desenfreada da mão de obra infantil, a poluição galopante dos rios e mananciais e, consequentemente, a defesa da preservação da natureza e a sustentabilidade das ações do homem, antecipando o movimento ecológico que tomaria força no final daquela década.

Logo, foi uma visão vanguardista do mestre Vital Farias que, além de construir uma belíssima letra, ainda conclamava as pessoas a repensarem as suas atitudes, sob pena de inviabilizarem a vida no planeta para as gerações vindouras. Atitudes estas, não praticadas pelos governantes atuais.

SAGA DA AMAZÔNIA
Vital Farias

Era uma vez na Amazônia a mais bonita floresta
mata verde, céu azul, a mais imensa floresta
no fundo d’água as Iaras, caboclo lendas e mágoas
e os rios puxando as águas
Papagaios, periquitos, cuidavam de suas cores
os peixes singrando os rios, curumins cheios de amores
sorria o jurupari, uirapuru, seu porvir
era: fauna, flora, frutos e flores
Toda mata tem caipora para a mata vigiar
veio caipora de fora para a mata definhar
e trouxe dragão-de-ferro, pra comer muita madeira
e trouxe em estilo gigante, pra acabar com a capoeira
Fizeram logo o projeto sem ninguém testemunhar
pra o dragão cortar madeira e toda mata derrubar:
se a floresta meu amigo, tivesse pé pra andar
eu garanto, meu amigo, com o perigo não tinha ficado lá
O que se corta em segundos gasta tempo pra vingar
e o fruto que dá no cacho pra gente se alimentar?
depois tem o passarinho, tem o ninho, tem o ar
igarapé, rio abaixo, tem riacho e esse rio que é um mar
Mas o dragão continua a floresta devorar
e quem habita essa mata, pra onde vai se mudar???
corre índio, seringueiro, preguiça, tamanduá
tartaruga: pé ligeiro, corre-corre tribo dos Kamaiura
No lugar que havia mata, hoje há perseguição
grileiro mata posseiro só pra lhe roubar seu chão
castanheiro, seringueiro já viraram até peão
afora os que já morreram como ave-de-arribação
Zé de Nana tá de prova, naquele lugar tem cova
gente enterrada no chão:
Pois mataram índio que matou grileiro que matou posseiro
disse um castanheiro para um seringueiro que um estrangeiro
roubou seu lugar
Foi então que um violeiro chegando na região
ficou tão penalizado que escreveu essa canção
e talvez, desesperado com tanta devastação
pegou a primeira estrada, sem rumo, sem direção
com os olhos cheios de água, sumiu levando essa mágoa
dentro do seu coração
Aqui termina essa história para gente de valor
prá gente que tem memória, muita crença, muito amor
prá defender o que ainda resta, sem rodeio, sem aresta
era uma vez uma floresta na Linha do Equador…

“O que acontecerá aos corações, se o tempo não passar?”, perguntam Vital Lima e Nilson Chaves

Lima e Chaves, grandes compositores paraenses

O cantor e compositor paraense Carlos Nilson Batista Chaves, na letra de “Tempo e Destino”, em parceria com Vital Lima, retrata etapas, acontecimentos e conquistas que obtemos no passar do tempo. Essa música foi gravada por Sebastião Tapajós e Nilson Chaves no CD Amazônia brasileira, em 1997, pela Outros Brasis.

TEMPO E DESTINO
Vital Lima e Nilson Chaves

Há entre o tempo e o destino
Um caso antigo, um elo, um par
Que pode acontecer, menino,
Se o tempo não passar?
Feito essas águas que subindo
Forçaram a gente a se mudar
Que pode acontecer, meu lindo,
Se o tempo não passar?
O tempo é que me deu amigos
E esse amor que não me sai
Que doura os campos de trigo
E os cabelos de meu pai
Faz rebentar as paixões
Depois se nega às criações
E assim mantém a vida…
(Que acontecerá aos corações
Se o tempo não passar?)
Não mato o meu amor, no fundo,
Porque tenho amizade nele
Que já faz parte do meu mundo
O tempo entre eu e ele…

Por: Paulo PeresPoemas & Canções

“Da janela vê-se o Corcovado, o Redentor, que lindo!”, dizia Jobim, na Era da Bossa Nova

Tom fez a canção para sua mulher, Teresa Hermanny

O arranjador, instrumentista e compositor carioca Antonio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim (1927-1994), na letra da música “Corcovado”,  faz um retrato do Rio de Janeiro visto da janela do apartamento em que morava em Ipanema, na Rua Nascimento Silva, 107, de onde se avistava o Corcovado e se podia sonhar em encontrar um grande amor e, consequentemente, fazê-lo conhecer o que é a felicidade, depois de sonhos, tristezas e descrenças deste mundo.

CORCOVADO
Tom Jobim

Um cantinho, um violão
Esse amor, uma canção
Pra fazer feliz a quem se ama

Muita calma pra pensar
E ter tempo pra sonhar
Da janela vê-se o Corcovado,
O Redentor que lindo!

Quero a vida sempre assim
Com você perto de mim
Até o apagar da velha chama

E eu que era triste
Descrente deste mundo
Ao encontrar você eu conheci
O que é felicidade meu amor

Paulo Peres Poemas & Canções

Coração de Poeta marcou a amizade entre Paulinho Tapajós e Nelson Cavaquinho

TRIBUNA DA INTERNET | Coração de poeta uniu Paulinho Tapajós e Nelson  Cavaquinho

Paulinho Tapajós era parceiro de grandes sambistas

O arquiteto, produtor musical, escritor, cantor e compositor carioca Paulo Tapajós Gomes Filho (1945-2013), em parceria com Nelson Cavaquinho, revela a dádiva divina existente no seu “Coração de Poeta”. Este samba foi gravado por Beth Carvalho no LP Traço de União, em 1982, pela RCA Victor.

CORAÇÃO POETA
Nelson Cavaquinho e Paulinho Tapajós

Deus me deu um coração poeta
E a alma inquieta de um cantor
Pra que eu vigiasse a madrugada
Acordasse o sol e o beija-flor

Cantar me faz
Viver bem mais
Soltar a voz
Que nem um passarinho
Que ninguém prenderá jamais
Se eu sou feliz
Ou infeliz
São lindas minhas penas
Vale a pena ser quem sou
Se eu tenho o céu
Aqui no chão
Se eu tenho o mel no coração

Paulo Peres Poemas & Canções 

” TEM UM DITADO, TIDO COMO CERTO, QUE CAVALO ESPERTO NÃO ESPANTA BOIADA” DIZ BOLDRIN

Rolando Boldrin: "84 anos e estou 'inteiraço', quero trabalhar mais!"

Abençoado, Boldrin é a alegria personificada

O ator, cantor, poeta, contador de causos, radialista, apresentador de televisão e compositor paulista Rolando Boldrin, na letra de “Vide Vida Marvada”, descreve os boatos que correm onde ele mora, que na verdade, é a descrição da vida calma e mansa de todo matuto. Quanto ao verso “a baba sempre foi santa e purificada”, trata-se de uma alusão ao fato de que o matuto fica lá “sem fazer nada”, tocando a sua violinha e a baba deixada no capim pelo boi quando ele pasta, faz com que o capim nasça de novo sem que o matuto tenha que fazer muito esforço, segundo o boato que corre por lá. Essa música foi gravada pelo próprio Rolando Boldrin no LP Caipira, em 1981, pela Som Brasil.

VIDE VIDA MARVADA
Rolando Boldrin

Corre um boato aqui donde eu moro
Que as mágoas que eu choro
São mal ponteadas
Que no capim mascado do meu boi
A baba sempre foi
Santa e purificada

Diz que eu rumino desde menininho
Fraco e mirradinho
A ração da estrada
Vou mastigando o mundo e ruminando
E assim vou tocando
Essa vida marvada

É que a viola fala alto no meu peito humano
E toda moda é um remedio pro meu desengano
É que a viola fala alto no meu peito humano
E toda magoa é um misterio fora desse plano
Pra todo aquele que só fala que eu não sei viver
Chega lá em casa pra uma visitinha
Que no verso ou no reverso da vida inteirinha
Há de encontrar-me num cateretê

Tem um ditado tido como certo
Que cavalo esperto
Não espanta boiada
E quem refuga o mundo resmungando
Passará berrando
Essa vida marvada

Cumpade meu que envelheceu cantando
Diz que ruminando
Dá pra ser feliz
Por isso eu vagueio ponteando
e assim procurando
Minha flor de lis

É que a viola fala alto no meu peito humano
E toda moda é um remedio pro meu desengano
E toda magoa é um misterio fora desses planos
Pra todo aquele que só fala que eu não sei viver
Chega lá em casa pra uma visitinha
Que no verso ou no reverso da vida inteirinha
Há de encontrar-me num cateretê

Paulo Peres Poemas & Canções

Viajando a seu lado no trem do Pantanal, seguindo a canção de Paulo Simões

Simões é um dos mestres da música pantaneira

O cantor e compositor carioca Paulo Simões mora em Campo Grande, MS, onde passou parte da adolescência descobrindo amigos e futuros parceiros, como os irmãos Geraldo e Celito Espíndola, Geraldo Roca e Almir Sater.A bonita letra de “Trem da Solidão” é um convite à alguém que também se encontra solitário para juntarem os seus corações e seguirem em frente. A música foi gravada por Paulo Simões no CD Arrasta pé – volume II, em 1997, produção independente.

Paulo Peres
Poemas & Canções

TREM DA SOLIDÃO
Paulo Simões

Rodar junto ao seu
E vamos atrás do sol que nasceu
E se o seu coração
Acompanhar o meu
Nós vamos formar o trem da solidão

Pelos trilhos dourados da aurora
Vamos embora
Pelos trilhos vermelhos do poente
Vamos embora, vamos em frente

Deixe o meu vagão
Rodar junto ao seu
E vamos atrás do sol que nasceu
E se o seu coração
Acompanhar o meu
Nós vamos até a última estação

Vamos embora
Com o sangue na veia
Pelos trilhos azuis da lua cheia
Pelos trilhos dourados da aurora
Pelos trilhos vermelhos do poente
Vamos embora, vamos em frente

Secretaria de Assistência Social realiza festinha para as crianças

A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, Habitação, Trabalho e Lazer, através de sua equipe do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, festejam neste dia 28 de outubro, o dia da criança, com muitas brincadeiras, lanches, músicas, danças e muita alegria.

O fato deste acontecimento nesta tarde de quinta-feira (28) foi para não passar despercebido o dia da criança, onde normalmente é comemorado no dia 12 de outubro, o que não aconteceu por motivos outros naquela oportunidade.

Importante é que toda equipe está de parabéns pela realização do evento e a satisfação de todas as crianças estão espontaneamente visíveis, basta conferir os cliks.

Do site Oficial do Município de Montanhas
http://montanhas.rn.gov.br

“Metade de mim é a lembrança do que fui, e a outra metade, não sei”, canta Oswaldo Montenegro

Quando eu não estiver por perto canta... Oswaldo Montenegro - Pensador

O cantor e compositor carioca Oswaldo Viveiros Montenegro inspirou-se no poema “Traduzir-se”, de Ferreira Gullar, que traduz nossa dualidade na existência, ou seja, somente somos completos no amor. “Metade” foi gravado por Oswaldo Montenegro no CD Ao Vivo – 25 Anos, em 2004, pela Warner.

METADE
Oswaldo Montenegro

Que a força do medo que tenho
não me impeça de ver o que anseio
que a morte de tudo em que acredito
não me tape os ouvidos e a boca
porque metade de mim é o que eu grito
mas a outra metade é silêncio.
Que a música que ouço ao longe
seja linda ainda que tristeza
que a mulher que amo seja pra sempre amada
mesmo que distante
porque metade de mim é partida
mas a outra metade é saudade.
Que as palavras que eu falo
não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
apenas respeitadas como a única coisa
que resta a um homem inundado de sentimentos
porque metade de mim é o que ouço
mas a outra metade é o que calo.
Que essa minha vontade de ir embora
se transforme na calma e na paz que eu mereço
e que essa tensão que me corrói por dentro
seja um dia recompensada
porque metade de mim é o que penso
mas a outra metade é um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste
e que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável
que o espelho reflita em meu rosto num doce sorriso
que eu me lembro ter dado na infância
porque metade de mim é a lembrança do que fui
a outra metade não sei.
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
pra me fazer aquietar o espírito
e que o teu silêncio me fale cada vez mais
porque metade de mim é abrigo
mas a outra metade é cansaço.
Que a arte nos aponte uma resposta
mesmo que ela não saiba
e que ninguém a tente complicar
porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
porque metade de mim é platéia
e a outra metade é canção.
E que a minha loucura seja perdoada
porque metade de mim é amor
e a outra metade também.

Com Paulo Peres
Poemas & Canções

Uma canção com jeito de mato, para falar de sofrimentos e também de amores


Paula Fernandes abre caminho para novas musas sertanejas - Famosos - Extra Online

Paula Fernandes é a musa sertaneja de Minas Gerais

Em parceria com Maurício Santini, a arranjadora, cantora e compositora mineira Paula Fernandes de Souza retrata, peculiarmente, na letra da música “Jeito de Mato”, o universo paralelo que existe dentro de cada ser. A música faz parte do CD Paula Fernandes – Ao Vivo, gravado em 2011, pela Universal Music Brasil.

JEITO DE MATO
Maurício Santini e Paula Fernandes

De onde é que vem esses olhos tão tristes?
Vem da campina onde o sol se deita.
Do regalo de terra que teu dorso ajeita.
E dorme serena, no sereno e sonha.

De onde é que salta essa voz tão risonha?
Da chuva que teima, mas o céu rejeita.
Do mato, do medo, da perda tristonha.
Mas, que o sol resgata, arde e deleita.

Há uma estrada de pedra que passa na fazenda.
É teu destino, é tua senda.
Onde nascem tuas canções.
As tempestades do tempo que marcam tua história
Fogo que queima na memória
E acende os corações.

Sim, dos teus pés na terra nascem flores.
A tua voz macia aplaca as dores
E espalha cores vivas pelo ar.
Sim, dos teus olhos saem cachoeiras.
Sete lagoas, mel e brincadeiras.
Espumas, ondas, águas do teu mar.

Paulo PeresPoemas & Canções

Dois inesquecíveis clássicos da música brasileira prestam homenagem ao Dia da Criança


René Bittencourt e Francisco Alves

O empresário artístico, jornalista e compositor carioca René Bittencourt Costa (1917-1979), na letra de ”Canção da Criança”, homenageia a garotada brasileira no seu dia. Essa valsa foi gravada por seu parceiro Francisco Alves, apelidado de “O Rei da Voz”, em 1952, pela Odeon.

CANÇÃO DA CRIANÇA
Francisco Alves e René Bittencourt

Criança feliz
Feliz a cantar
Alegre a embalar
Teu sonho infantil
Oh Meu Bom Jesus
Que a todos conduz
Olhai as crianças do nosso Brasil!

Crianças com alegria
Qual um bando de andorinhas
Viram Jesus que dizia:
Vinde a mim as criancinhas
Hoje dos céus, num aceno
Os anjos dizem: ”Amém”,
Porque Jesus, nazareno,
Foi criancinha também

Ataulfo Alves se apresentava com suas pastoras

O cantor e compositor mineiro Ataulfo Alves de Souza (1909-1969) utilizou grande beleza poética para compor o nostálgico samba “Meus tempos de criança” (conhecido também como “Meu pequeno Miraí”), gravado por ele próprio, em 1956, pela Sinter, cuja letra traz lembranças de sua infância feliz em Miraí.

MEUS TEMPOS DE CRIANÇA
Ataulfo Alves

Eu daria tudo que tivesse
Pra voltar aos tempos de criança
Eu não sei pra que que a gente cresce
Se não sai da gente essa lembrança

Aos domingos missa na matriz
Da cidadezinha onde eu nasci
Ai, meu Deus, eu era tão feliz
No meu pequenino Miraí

Que saudade da professorinha
Que me ensinou o beabá
Onde andará Mariazinha
Meu primeiro amor onde andará?

Eu igual a toda meninada
Quanta travessura que eu fazia
Jogo de botões sobre a calçada
Eu era feliz e não sabia

Uma mulher do tipo estrela afoita, que insiste em provocar saudades no poeta

Nando Cordel, grande compositor pernambucano

O cantor, instrumentista e compositor pernambucano Fernando Manoel Correia, nome artístico Nando Cordel, faz versos para diversos estilos musicais: xotes, forrós, frevos etc.A bonita letra de “Estrela Afoita” fala de uma mulher, cujas práticas amorosas e suas consequências Nando Cordel afirma já conhecer. A música deu título ao LP Estrela Afoita gravado por Nando Cordel, em 1983, pela Barclay/Ariola.

ESTRELA AFOITA
Nando Cordel

Sai, sai de mim
Conheço sua intenção
Não pense que eu vou deixar
Você plantar saudade no meu coração


Estrela afoita
Sai do meu céu
Vai refazer-se de mel
Minha pureza já percebeu
Pega o desvio
Adeus

Deixa de comer meu tempo
Deixa meu verde florir
Meu sorriso ficar doce
Quando eu quiser dividir

Paulo Peres Poemas & Canções

Prêmio Sanfona Potiguar tem final surpreendente

Com PN Noticias

A final do festival Prêmio Sanfona Potiguar realizada na última sexta-feira 01 de outubro, no espaço EccoVille Food Park em Cidade Verde foi carregada de muita emoção, além de forró de auto nível executados pelos concorrentes do concurso. O evento, que foi realizado no formato híbrido, apresentou os vencedores ao público presente no local e também através das redes sociais. Cada artista habilitado à final, tiveram suas obras publicadas no site da Oficina Livre de Música e participaram dos 04 programas transmitidos, ao vivo, direto dos estúdios da PNTV play, para divulgação das músicas inscritas, apreciação e fase votação popular. 

Extremamente democrático e de largo alcance social o Prêmio Sanfona Potiguar em sua primeira edição tornou-se uma verdadeira vitrine para todos os artistas participantes e o site da Oficina Livre de Música recebeu milhares de votos de diversas partes do mundo e ainda alcançando um pico de quase 500 reproduções simultâneas na transmissão da final. Confira acessando o link: https://youtu.be/kjwU6NH5oHY 

Os vencedores foram: 1º Lugar Gilson do Acordeon (Espírito Santo) com a Música instrumental Forró para seu João Pedro; 2º lugar Thiago Sanfoneiro (Natal) com Andando e Amando, música de Arnaldo Farias e o 3ºlugar (Natal), Elton Lins com a música Estar com você. Os vencedores irão participar de uma gravação do EP cujas músicas serão publicadas na plataforma de streamings e sites de distribuição digital. A abertura da festa ficou por conta da Sanfoneira de 11 anos, Bel Spínola, aluna da Professora e Musicista Suzete Sales Sanfoneira de 79 anos. 

Ainda no início do evento a Produção foi surpreendida com a presença inesperada do Roberto do Acordeon, músico conhecido e respeitado entre os artistas e, principalmente, pelos os sanfoneiros do mundo inteiro. Roberto do Acordeon gravou seu primeiro LP em 1981 o “Arrasta pé fantástico” com a Continental formando o grupo Roberto do Acordeon e Seus Cabra da Peste, sendo sucesso nacional e internacionalmente. Na ocasião, o artista falou um pouco de sua carreira artística e com a sua sanfona de 120 baixo relembrou sucessos de carreira, ato que contagiou e motivou todos participantes do Festival. 

O Prêmio Sanfona Potiguar é uma realização da Oficina Livre de Música com o Patrocínio do SEBRAE/RN, através do Edital de Economia Criativa 2021, apoio cultural da Insight, Potiguar Notícias e Ecco Ville Food Park. 

Do: PN Notícias   

Musica autentica

Reprodução internet

O cantor e compositor Gilson Vieira da Silva, ou simplesmente, Gilson, nasceu em 1952 na cidade de Macau-RN. Aos 11 anos tem início sua trajetória na música. Como cantor e músico profissional surgiu em 1978 e o reconhecimento pelo grande público ocorreu a partir de 1979, através de seu primeiro sucesso. Casinha Branca, foi gravada por mais de 100 artistas e uma das versões mais bonita é a gravação de Roberta Campos!

Casinha Branca (Gilson)

Eu tenho andado tão sozinho ultimamente
Que nem vejo à minha frente
Nada que me dê prazer
Sinto cada vez mais longe a felicidade
Vendo em minha mocidade
Tanto sonho perecer

Eu queria ter na vida simplesmente

Um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca de varanda
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer
Às vezes saio a caminhar pela cidade
À procura de amizades
Vou seguindo a multidão
Mas eu me retraio olhando em cada rosto
Cada um tem seu mistério
Seu sofrer, sua ilusão
@robertacamposoficial

Um prelúdio de Luiz Vieira, que sintetiza, em poucas palavras, a força de um grande amor

Luiz Vieira, um músico que deixou muita saudade

Por: Paulo Peres
Poemas & Canções


A letra de “Paz do meu amor (Prelúdio nº 2)” idolatra de uma forma poética a conquista do amor infindo pelo radialista, cantor e compositor pernambucano Luiz Rattes Vieira Filho. Um dos maiores sucessos de Luiz Vieira, que ele próprio gravou, em 1963, pela Copacabana. O grande músico morreu em 2020, aos 91 anos.

PAZ DO MEU AMOR (Prelúdio nº 2)
Luiz Vieira

Você é isso: Uma beleza imensa,
Toda recompensa de um amor sem fim.
Você é isso: Uma nuvem calma
No céu de minh’alma; é ternura em mim.

Você é isso: Estrela matutina,
Luz que descortina um mundo encantador.
Você é isso: É parto de ternura,
Lágrima que é pura, paz do meu amor

MONTANHAS/RN REPRESENTADA EM EVENTO NA CAPITAL DO ESTADO DO CEARÁ

Por Assessoria de Comunicação
http://montanhas.rn.gov.br

O Município de Montanhas esteve representado por seu filho natural Jean Firmino, popularmente e profissionalmente conhecido por Jean Suave, no evento da mais nova modalidade olímpica o “Breaking” em Fortaleza – CE.

Jean Suave, participou da seletiva que classifica os ganhadores para o Mundial da Red Bull BC One City Cypher na possibilidade de participação no campeonato na Polônia.

Com o apoio cultural do Município de Montanhas que colaborou com patrocínio para o competidor Jean Suave, autorizado pelo Prefeito Manuel Gustavo junto com a Secretaria Municipal de Esporte, Turismo e Cultura – SEMETUC, foi dada a importância do evento que promete resultados satisfatória para levar a nossa cultura aos demais eventos na esfera nacional e internacional.

Jean, já participou de outras competições relativas a danças nessa mesma ordem e categoria, onde foi patrocinado também pelo Município de Montanhas sendo vitorioso na competição, recebendo o primeiro lugar, fato ocorrido no Maranhão – MA em 2019, e na mesma oportunidade também foi campeão nacional na modalidade disputada.

Suave, ainda ressalta que dia 25 de setembro provavelmente estará entre os competidores em outra seletiva que será realizado em Curitiba – PR, afirma que sempre levará o nome de Montanhas com ele e a gratidão de incentivo pela cultura local.

Parabéns e veja o vídeo que ele nos repassou, além de fotos de alguns momentos do evento em Fortaleza – CE.

“Carinhoso” já era sucesso quando Braguinha colocou a belíssima letra no chorinho

João de Barro das eternas construções - Rede Brasil Atual
Braguinha, autor de letras que serão eternas

O compositor carioca Carlos Alberto Ferreira Braga (1907-2006), conhecido como Braguinha ou João de Barro, fez uma belíssima declaração de amor ao colocar letra no famoso choro “Carinhoso”, um dos maiores clássicos da MPB, composto por Pixinguinha.  “Carinhoso” foi gravado por Orlando Silva, em 1937, pela RCA Victor.


CARINHOSO

Pixinguinha e João de Barro


Meu coração, não sei por quê
Bate feliz quando te vê
E os meus olhos ficam sorrindo
E pelas ruas vão te seguindo,
Mas mesmo assim foges de mim.


Ah se tu soubesses
Como sou tão carinhoso
E o muito, muito que te quero.
E como é sincero o meu amor,
Eu sei que tu não fugirias mais de mim.

Vem, vem, vem, vem,
Vem sentir o calor dos lábios meus
A procura dos teus.
Vem matar essa paixão
Que me devora o coração
E só assim então serei feliz,
Bem feliz.

Com: Paulo Peres
Poemas & Canções

Uma canção de protesto de Gonzaguinha, ensinando que não se deve baixar a cabeça

Foto sem data Gonzaguinha com o pai, Luiz Gonzaga.

Gonzaguinha e o pai, dois mestres da MPB

O economista, cantor e compositor carioca Luiz Gonzaga do Nascimento Junior (1945-1991) , mais conhecido como Gonzaguinha é, sem dúvida, um dos maiores talentos da Música Brasileira em seus diversos estilos populares. Sua obra teve, inicialmente, como característica sua postura de crítica à ditadura militar, conforme mostra a letra da música “Comportamento Geral”, gravada no LP Luiz Gonzaga Junior (Gonzaguinha), em 1973, pela Odeon.

COMPORTAMENTO GERAL
Gonzaguinha

Você deve notar que não tem mais tutu
e dizer que não está preocupado
Você deve lutar pela xepa da feira
e dizer que está recompensado
Você deve estampar sempre um ar de alegria
e dizer: tudo tem melhorado
Você deve rezar pelo bem do patrão
e esquecer que está desempregado

Você merece, você merece
Tudo vai bem, tudo legal
Cerveja, samba, e amanhã, seu Zé
Se acabarem com o teu Carnaval?

Você merece, você merece
Tudo vai bem, tudo legal
Cerveja, samba, e amanhã, seu Zé
Se acabarem com o teu Carnaval?

Você deve aprender a baixar a cabeça
E dizer sempre: “Muito obrigado”
São palavras que ainda te deixam dizer
Por ser homem bem disciplinado
Deve pois só fazer pelo bem da Nação
Tudo aquilo que for ordenado
Pra ganhar um Fuscão no juízo final
E diploma de bem comportado

Você merece, você merece
Tudo vai bem, tudo legal
Cerveja, samba, e amanhã, seu Zé
Se acabarem com o teu Carnaval?

Você merece, você merece
Tudo vai bem, tudo legal
Cerveja, samba, e amanhã, seu Zé
Se acabarem com o teu Carnaval?

Você merece, você merece
Tudo vai bem, tudo legal

E um Fuscão no juízo final
Você merece, você merece

E diploma de bem comportado
Você merece, você merece

Esqueça que está desempregado
Você merece, você merece

Tudo vai bem, tudo legal

Com: Paulo Peres Poemas & Canções 

A diferença entre a verdadeira e a falsa baiana, na genialidade de Geraldo Pereira

Geraldo Pereira era considerado o rei do samba

O compositor mineiro Geraldo Theodoro Pereira (1918-1955), nascido em Juiz de Fora, mostra sambando a diferença existente entre a verdadeira e a “falsa baiana”. Este samba foi gravado por Ciro Monteiro, em 1944, pela RCA Victor.

FALSA BAIANA
Geraldo Pereira

Baiana que entra no samba e só fica parada
Não samba, não dança, não bole nem nada
Não sabe deixar a mocidade louca
Baiana é aquela que entra no samba de qualquer maneira
Que mexe, remexe, dá nó nas cadeiras
Deixando a moçada com água na boca

A falsa baiana quando entra no samba
Ninguém se incomoda, ninguém bate palma
Ninguém abre a roda, ninguém grita ôba
Salve a Bahia, senhor

Mas a gente gosta quando uma baiana
Samba direitinho, de cima embaixo
Revira os olhinhos dizendo
Eu sou filha de são salvador

Com: Paulo Peres Poemas & Canções

Na poesia de Fernando Brant, a história do menino que sempre vinha lhe dar a mão

Fernando Brandt

Fernando Brant foi um dos criadores do Clube de Esquina

O advogado, escritor, letrista e poeta mineiro Fernando Rocha Brant (1946-2015), na letra de “Bola de Meia, Bola de Gude”, foi buscar em sua infância, pura e feliz, a solução para lidar com as adversidades da fase adulta. A música foi gravada por Milton Nascimento no LP Miltons, em 1988, pela CBS.

BOLA DE GUDE, BOLA DE MEIA
Milton Nascimento e Fernando Brant

Há um menino, há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem pra me dar a mão
Há um passado no meu presente
Um sol bem quente lá no meu quintal

Toda vez que a bruxa me assombra
O menino me dá a mão
E me fala de coisas bonitas
Que eu acredito que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito, caráter, bondade
Alegria e amor
Pois não posso, não devo, não quero
Viver como toda essa gente insiste em viver
E não posso aceitar sossegado
Qualquer sacanagem ser coisa normal
Bola de meia, bola de gude
O solidário não quer solidão

Toda vez que a tristeza me alcança
O menino me dá a mão
Há um menino, há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto fraqueja
Ele vem pra me dar a mão

Por: Paulo Peres
Poemas & Canções

2ª edição de poscast com poetas potiguares estreia nesta quinta-feira

Com PN Notícias

A partir do dia 12 de agosto de 2021, os amantes de podcast e literatura poderão acompanhar a segunda edição do projeto “Um poeta em cada esquina”, um podcast que nasceu com o intuito de apresentar poetas do estado do Rio Grande do Norte, compartilhando vivências, escritos e sonhos durante a conversa. Serão seis artistas convidados para abordar a cena potiguar em torno de um bate-papo entre poetas. O conteúdo estará disponível em todos os serviços de streaming de música, no canal do projeto.  

O destaque dessa edição é que ela contará com as conversas gravadas também em vídeo, com apresentação de Gonzaga Neto e Gessyka Santos, que estarão disponíveis no canal do Youtube do projeto. O podcast tem o objetivo de contribuir para uma maior visibilidade de artistas atuantes no ofício literário, que historicamente encontram diversas barreiras para acesso a espaços de divulgação, objetivando garantir diversidade territorial, de gênero, raça e sexualidade. Para Gessyka Santos, poeta, produtora cultural e coordenadora do projeto, o podcast tem o intuito de aproximar artistas e ouvintes. “Nosso grande objetivo com o ‘Um Poeta em Cada Esquina’ é trazer o poeta para perto do ouvinte, como se eles estivessem trocando uma ideia lado a lado, e mostrar a quantidade, qualidade e diversidade de escritores que o RN possui”, enfatiza Gessyka.  

Nesta edição, cada episódio terá aproximadamente uma hora de duração, com poetas norte-rio-grandenses, refletindo assuntos que versem sobre arte, vivências, publicações, criatividade e todas as relações da poesia com o território. Os episódios são lançados quinzenalmente, sempre às 18h e nesta edição todas as conversas estão sendo gravadas pela Nobir Produtora e estarão disponíveis no Youtube. Foram convidados seis artistas, o primeiro episódio estará disponível a partir do dia 12 de agosto com a convidada Michelle Ferret, autora do livro “Febre”, que há mais de 10 anos atua na área da leitura.  

A primeira temporada de “Um poeta em cada esquina” foi realizada entre os meses de janeiro e fevereiro de 2021, contando com a participação de seis poetas, dentre eles Regina Azevedo, Thiago Medeiros e Rosy Nascimento.   

Para conferir os episódios basta seguir o canal “Um poeta em cada esquina” nas plataformas de música e acompanhar os episódios. A segunda edição de “Um poeta em cada esquina” é uma produção de Anzóis Produtora Potiguar e conta com o apoio do Sebrae através do edital Economia Criativa 2021 – Edital Nº 05/2021 de literatura. Além disso, o projeto conta com o apoio de Bolo de Mainha, Marca Fart, Estúdio Carlota e Livraria Cooperativa Cultural.  

Lançamentos dos episódios: 

12/08 – Michelle Ferret 
26/08 – Abaeté do Cordel 
09/09 – Bia Exagerada
23/09 – Karollen Potyguara
07/10 – Stéphanie Moreira
21/10 – Carmen Vasconcelos

Qual o mistério que há na dor de uma paixão?, indagavam Catulo e Pedro de Alcântara

Cantores iluminam obra lírica de Catulo da Paixão Cearense em CD derivado de show
Ilustração de Elifas Andreato

Paulo Peres
Poemas & Canções

O cantor, compositor e poeta maranhense Catulo da Paixão Cearense (1863-1946) e seu parceiro Pedro de Alcântara, na letra de “Ontem ao Luar”, tentam explicar através de uma lágrima o que é a dor de uma paixão. A música foi gravada por Vicente Celestino, em 1917, pela Odeon.


ONTEM AO LUAR

Pedro de Alcântara e Catulo da Paixão Cearense

Ontem, ao luar, nós dois em plena solidão
Tu me perguntaste o que era a dor de uma paixão.
Nada respondi, calmo assim fiquei
Mas, fitando o azul do azul do céu
A lua azul eu te mostrei
Mostrando-a ti, dos olhos meus correr senti
Uma nívea lágrima e, assim, te respondi
Fiquei a sorrir por ter o prazer
De ver a lágrima nos olhos a sofrer

A dor da paixão não tem explicação
Como definir o que eu só sei sentir
É mister sofrer para se saber
O que no peito o coração não quer dizer
Pergunta ao luar, travesso e tão taful
De noite a chorar na onda toda azul
Pergunta, ao luar, do mar à canção
Qual o mistério que há na dor de uma paixão

Se tu desejas saber o que é o amor
E sentir o seu calor
O amaríssimo travor do seu dulçor
Sobe um monte á beira mar, ao luar
Ouve a onda sobre a areia a lacrimar
Ouve o silêncio a falar na solidão
De um calado coração
A penar, a derramar os prantos seus
Ouve o choro perenal
A dor silente, universal
E a dor maior, que é a dor de Deus

Uma desesperada canção de amor que marcou a trajetória de Djavan


Djavan conseguiu desenvolver um estilo pessoa

Paulo Peres
Poemas & Canções

O cantor, compositor e produtor musical alagoano Djavan Caetano Viana revela na letra de “Álibi” o ser apaixonado e não correspondido, tal como ele gostaria que fosse, inclusive, já não se sacia com o sexo (força do beijo), mesmo que o sexo seja intenso, frequente e liberado (vadio). O apaixonado sofre (chora), mas nega a raiva que sente (mentira da ira), pelo desejo não satisfeito (não contraíra). O amor está no limiar da dor e vice-versa (por um triz).O apaixonado tenta iludir-se e ao outro aparentando felicidade, usando a sua carência como justificativa (álibi) para essa vida sem sentido, a espera do outro que não se entrega. A música faz parte do LP Djavan Ao Vivo, lançado em 1999, pela Epic/Sony Music.

ÁLIBI
Djavan 

Havia mais que um desejo
A força do beijo
Por mais que vadia
Não sacia mais


Meus olhos lacrimejam teu corpo
Exposto à mentira do calor da ira
No afã de um desejo que não contraíra
No amor, a tortura está por um triz

Mas gente atura e até se mostra feliz
Quando se tem o álibi
De ter nascido ávido
E convivido inválido
Mesmo sem ter havido, havido

Quando se tem o álibi
De ter nascido ávido
E convivido inválido
Mesmo sem ter havido, havido
Havia mais que um desejo

“Amigo é coisa para se guardar debaixo de sete chaves, dentro do coração, assim falava a canção…”

Milton e Brant, exemplo de uma amizade eterna

O advogado, compositor e poeta mineiro Fernando Rocha Brant (1946-2015), na letra de “Canção da América”, lembra o desejo de frátria, devido aos laços histórico/afetivos que unem os países americanos, em especial, os latino-americanos. Pelo potencial confraternizador que carrega, a canção tornou-se o hino de celebração das amizades, mormente, para retratar os encontros e as despedidas existentes em nossa vida.

Esta música foi gravada por Milton Nascimento, em 1980, no LP Sentinela, pela Ariola. E deve ser cantada sempre, como se fosse um hino do Dia do Amigo, que se comemora hoje, 20 de julho.

Paulo Peres
Poemas & Canções

CANÇÃO DA AMÉRICA
Milton Nascimento e Fernando Brant

Amigo é coisa para se guardar
Debaixo de sete chaves
Dentro do coração
Assim falava a canção que na América ouvi
Mas quem cantava chorou
Ao ver o seu amigo partir
Mas quem ficou, no pensamento voou
Com seu canto que o outro lembrou
E quem voou, no pensamento ficou
Com a lembrança que o outro cantou Amigo é coisa para se guardar
No lado esquerdo do peito
Mesmo que o tempo e a distância digam “não”
Mesmo esquecendo a canção
O que importa é ouvir
A voz que vem do coração
Pois seja o que vier, venha o que vier
Qualquer dia, amigo, eu volto
A te encontrar
Qualquer dia, amigo, a gente vai se encontrar.

Montanhas RN neste 20 de julho comemora 58 anos de Emancipação Política

Parabéns Montanhas pelos 58 anos de Emancipação Política! Assista pelas redes sociais do Município toda dinâmica ao vivo, durante todo o dia que será apresentada virtualmente e em algumas situações presenciais.

Os links:

Facebook
(14) Prefeitura Municipal de Montanhas | Facebook

Instagram
Prefeitura de Montanhas (@prefeiturademontanhasrn) • Fotos e vídeos do Instagram

Site Oficial da Prefeitura Municipal
Montanhas/RN – Site oficial da Prefeitura

Acompanhe toda programação e vamos curtir juntos!!!

Do site do Município de Montanhas: https://montanhas.rn.gov.br/montanhas-rn-neste-20-de-julho-comemora-58-anos-de-emancipacao-politica/

O Blog Montanhas em Ação:

Parabéns Montanhas, receba nossa homenagem e nesta oportunidade estamos levando aos leitores uma bela mensagem musical e ainda recitada por Juliana (Juju), filha do cantor Dedé do Forró.

O vídeo abaixo ainda faz uma narrativa melódica em alusão a Montanhas RN.

Parabéns pelos 58 anos de Emancipação Política

Montanhas Terra Querida – em 20 de julho 2021 – 58 anos de Emancipação Política

Montanhas RN está de Parabéns neste dia 20 de julho. Nesta data, comemora-se o seu aniversário. Em 2021 O Município completa 58 anos de Emancipação Política.

O Blog Montanhas em Ação em homenagem a terrinha querida, lança o vídeo abaixo com muito carinho e respeito pela Cidade e sua história.

Acompanhe e acesse o Vídeo Montanhas Terra Querida!