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Ministério da Saúde confirma terceira morte pelo vírus da zika, uma em Serrinha RN

Mosquito aedes, que transmite o vírus da zika (Foto: TV Globo)

O Ministério da Saúde confirmou a terceira morte pelo vírus da zika, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, no Brasil. O paciente era uma jovem de 20 anos, do município de Serrinha, no Rio Grande do Norte. Ela ficou internada em Natal durante 11 dias com problemas respiratórios. A morte foi em abril do ano passado, mas o resultado dos exames saiu apenas agora. No final de novembro, o Instituto Evandro Chagas confirmou o primeiro caso de morte pelo vírus da zika no Brasil. A vítima foi um homem que morava no estado do Maranhão. Segundo os especialistas, o paciente tinha lúpus, uma doença que afeta o sistema imunológico, e por isso não resistiu à zika.

O segundo caso de morte ligada ao vírus da zika foi o de uma menida de 16 anos, do município de Benevides, no Pará. O comunicado foi feito pelo ministério no dia 28 de novembro.

Ela morreu no final de outubro. Os dados mostram que os sintomas começaram em 29 de setembro, e que a coleta de sangue foi feita sete dias depois, quando o caso foi notificado, em 6 de outubro. Ela apresentou dor de cabeça, náuseas e petéquias (pontos vermelhos na pele e mucosas). “O teste foi positivo para o vírus, confirmado e repetido”, disse o ministério na ocasião.

A doença é transmitida pela picada dos mosquitos da família “aedes”, a mesma que transmite dengue e a febre chikungunya. A prevenção é evitar lixo acumulado e não deixar água parada como criadouro de mosquitos.

Casos de microcefalia
O Ministério da Saúde também confirmou no final do ano passado a relação entre o vírus da zika e o surto de microcefalia na região Nordeste. Na época, o Instituto Evandro Chagas, na capital paraense, encaminhou o resultado de exames realizados em uma bebê, nascida no Ceará, com microcefalia e outras malformações congênitas. Em amostras de sangue e tecidos, foi identificada a presença do vírus Zika.

A partir desse achado do bebê que veio à óbito, o Ministério da Saúde passou a considerar confirmada a relação entre o vírus e a ocorrência de microcefalia. Essa é uma situação inédita na pesquisa científica mundial. As investigações sobre o tema devem continuar para esclarecer questões como a transmissão desse agente, a sua atuação no organismo humano, a infecção do feto e período de maior vulnerabilidade para a gestante. Em análise inicial, o risco está associado aos primeiros três meses de gravidez.

Veja perguntas e respostas sobre o vírus da zika:

Como ocorre a transmissão?
Assim como os vírus da dengue e do chikungunya, o vírus da zika também é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti.

Quais são os sintomas?
Os principais sintomas da doença provocada pelo vírus da zika são febre intermitente, erupções na pele, coceira e dor muscular. A evolução da doença costuma ser benigna e os sintomas geralmente desaparecem espontaneamente em um período de 3 até 7 dias. O quadro de zika é muito menos agressivo que o da dengue, por exemplo.

Como é o tratamento?
Não há vacina nem tratamento específico para a doença. Segundo informações do Ministério da Saúde, os casos devem ser tratados com o uso de paracetamol ou dipirona para controle da febre e da dor. Assim como na dengue, o uso de ácido acetilsalicílico (aspirina) deve ser evitado por causa do risco aumentado de hemorragias.

Qual é a relação entre o vírus da zika e a microcefalia?
A relação entre zika e microcefalia foi confirmada pela primeira vez no mundo no fim de novembro pelo Ministério da Saúde brasileiro. A investigação ocorreu depois da constatação de um número muito elevado de casos em regiões que também tinham sido acometidas por casos de zika.

A evidência crucial para determinar essa ligação foi um teste feito no Instituto Evandro Chagas, órgão vinculado ao Ministério da Saúde no Pará, que detectou a presença do vírus da zika em amostras de sangue coletadas de um bebê que nasceu com microcefalia no Ceará e acabou morrendo.

Como a situação é muito recente, ainda não se sabe como o vírus atua no organismo humano, quais mecanismos levam à microcefalia e qual o período de maior vulnerabilidade para a gestante. Segundo o Ministério da Saúde, as investigações sobre o tema devem continuar para esclarecer essas questões.

Quais são as recomendações para mulheres grávidas?
O Ministério da Saúde orienta algumas medidas para mulheres grávidas ou com possibilidade de engravidar tendo em vista a ocorrência de casos de microcefalia relacionados ao vírus da zika.

Uma delas é a proteção contra picadas de insetos: evitar horários e lugares com presença de mosquitos, usar roupas que protejam a maior parte do corpo, usar repelentes e permanecer em locais com barreiras para entrada de insetos como telas de proteção ou mosquiteiros.

É importante informar o médico sobre qualquer alteração em seu estado de saúde, principalmente no período até o quarto mês de gestação. Um bom acompanhamento pré-natal é essencial e também pode ajudar a diminuir o risco de microcefalia.

Como é feito o diagnóstico da zika?
Ainda não há um teste padrão para diagnosticar a doença. “Como o zika é novo, não temos uma padronização nos testes. Para se ter certeza do diagnóstico, é preciso usar a técnica de PCR, que é complexa e não está disponível no mercado”, diz Rodrigo Stabeli, vice-presidente de Pesquisa e Laboratórios de Referência da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

No Brasil, somente três unidades da Fiocruz, além do Instituto Evandro Chagas, órgão vinculado ao Ministério da Saúde, têm a capacidade de fazer esse exame. “Esses laboratórios têm a missão de desenvolver um método melhor de diagnóstico para suprir esse problema epidemiológico”, diz Stabeli.

Enquanto não existe um teste padrão, o diagnóstico nas regiões em que já se constatou a presença do vírus vem sendo feito por critérios clínicos.

Quais são as medidas de prevenção conhecidas?
Como o vírus da zika é transmitido pelo Aedes aegypti, mesmo mosquito que transmite a dengue e o chikungunya, a prevenção segue as mesmas regras aplicadas a essas doenças. Evitar a água parada, que os mosquitos usam para se reproduzir, é a principal medida.

Em casa, é preciso eliminar a água parada em vasos, garrafas, pneus e outros objetos que possam acumular líquido. Colocar telas de proteção nas janelas e instalar mosquiteiros na cama também são medidas preventivas. Vale também usar repelentes e escolher roupas que diminuam a exposição da pele. Em caso da detecção de focos de mosquito que o morador não possa eliminar, é importante acionar a Secretaria Municipal de Saúde do município.

Por enquanto, não existe vacina capaz de prevenir a infecção pelo vírus da zika.

Qual é a diferença entre dengue, chikungunya e zika?
Os vírus da dengue, chikungunya e zika são transmitidos pelo mesmo vetor, o Aedes aegypti, e levam a sintomas parecidos, como febre e dores musculares. Zika e dengue são do gênero Flavivirus, já o chikunguna é do gênero Alphavirus.

As doenças têm gravidades diferentes. A dengue, que pode ser provocada por quatro sorotipos diferentes do vírus, é caracterizada por febre repentina, dores musculares, falta de ar e moleza. A forma mais grave da doença é caracterizada por hemorragias e pode levar à morte.

O chikungunya caracteriza-se principalmente pelas intensas dores nas articulações. Os sintomas duram entre 10 e 15 dias, mas as dores articulares podem permanecer por meses e até anos. Complicações sérias e morte são muito raras.

Já a febre pelo vírus da zika leva a sintomas que se limitam a no máximo 7 dias. Apesar de os sintomas serem mais leves do que os de dengue e chikungunya, a relação do vírus com a microcefalia e a possível ligação com a síndrome de Guillain-Barré tem trazido preocupação.

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Mulher usa bactéria da própria vagina para fazer iogurte e come

Uma cientista fez iogurte a partir da própria vagina e comeu como parte de um experimento. Segundo o Huffington Post, Cecilia Westbrook é uma estudante PhD da University of Wisconsin, dos EUA, e fez o próprio iogurte natural depois de ver um livro com uma receita ensinando a fazer a partir do esperma.

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“De certa maneira, é tão óbvio. Claro que você pode fazer iogurte a partir de sua flora natural. Mas quem pensaria em fazer?”, disse Westbrook. Segundo a pesquisadora, a bactéria mais comum encontrada em uma vagina saudável, o lactobacilo, é a mesma achada em iogurte comum. Ela imaginou que seria fácil fabricar o iogurte usando uma colher para recolher a bactéria de seu órgão genital.

“Parte disso é uma coisa mística de hippie, mas parte também é apenas ficar confortável com seu próprio corpo, especialmente em uma cultura que é tão desconfortável com corpos femininos”, acredita Westbrook. “E claro que a feminista em mim quer dizer algo sobre a beleza de conectar seu corpo à sua comida e explorar o poder que sua vagina tem”, acrescenta.
Ela fez o iogurte da noite para o dia, coletando os ingredientes e deixando para fermentar. Pela manhã, ela comeu a amostra com frutas e disse que tinha gosto similar ao de iogurte. Depois, a pesquisadora consultou Larry Forney, um microbiologista da University of Idaho, que advertiu que a ideia não era boa. Para Forney, ela poderia terminar com uma “má leva” de bactérias, já que a vagina tem várias além dos lactobacilos.

Inscrições para o Prêmio Jovem Cientista começam hoje

premio-jovem-cientistaCom o tema Segurança Alimentar e Nutricional, a 28° edição do Prêmio Jovem Cientistas abre hoje (11) as inscrições para estudantes do ensino médio, superior, mestres e doutores que queiram criar soluções inovadoras para o setor de alimentos e concorrer a prêmios. As inscrições vão até o dia 19 de dezembro e devem ser feitas no site http://www.jovemcientista.cnpq.br.

A escolha do tema tem como objetivo estimular os participantes a pensar soluções para aumentar a qualidade da dieta da população em pesquisa sobre uso de recursos dietéticos na prevenção e tratamento de doenças; inovações em política de segurança alimentar para a merenda escolar; redução do desperdício de alimentos; soluções para a desnutrição e a obesidade; produção de alimentos orgânicos; e formas de produzir alimentos sem degradar o meio ambiente, entre outras.

As linhas de pesquisa envolvem também soluções para a cadeia de produção e conservação dos alimentos. Entre as áreas de conhecimento relacionadas ao tema estão agronomia, nutrição, medicina, engenharia de alimentos, farmácia e bioquímica.

Se ligue! Superlua poderá ser vista na madrugada deste sábado no Brasil

Índice

Um fenômeno astronômico chamado superlua, no qual a Lua cheia surge maior e mais brilhante no céu, poderá ser visto na madrugada deste sábado. No Brasil, o melhor horário para observar o astro é antes do Sol nascer neste sábado, entre 5h e 6h da manhã. O ápice da superlua, às 8h25 do horário de Brasília, não será visível, pois o céu estará claro. O efeito visual do fenômeno, no entanto, será o mesmo algumas horas antes de seu pico, de acordo com Enos Picazzio, astrofísico do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP (IAG-USP). “Somente com uso de instrumentos seria possível perceber diferença no brilho lunar às 6h e às 8h25″, diz o pesquisador.

As superluas ocorrem porque a órbita da Lua não é exatamente circular — assim como a dos planetas —, de modo que em determinado ponto o satélite está mais próximo da Terra. A distância da Lua à Terra varia aproximadamente de 363.104 quilômetros no perigeu (ponto mais próximo) a 405.696 quilômetros no apogeu (ponto mais afastado). Quando o perigeu coincide com a fase da Lua cheia, ocorre a superlua. “O satélite pode parecer até 15% maior do que quando está no ponto mais distante, e 30% mais brilhante”, diz Picazzio.

Para notar a diferença, as condições climáticas precisam ser favoráveis. Caso o tempo esteja nublado ou chuvoso no fim da madrugada, por ser impossível perceber o brilho do astro. Neste ano, o fenômeno vai se repetir em 10 de agosto e 9 de setembro. Em agosto, o ápice ocorrerá às 15h09 do horário de Brasília. Já em setembro, o ponto máximo está previsto para as 22h38.

Veja

Homem: espécie em extinção

Homem uma espécie em extinção

Eduardo Aquino

Estamos em franca decadência e extinção. Só não vê quem não quer ou finge que ainda somos os mesmos. Para início de conversa, cada vez nascem menos e menos homens: ora creditado ao fato de os espermatozóides XY estarem mais lentos, carregados de metais pesados que respiramos nos ares poluídos do mundo globalizado, ou porque o “Y”, no fundo, seria um cromossomo “x” mutilado e, na verdade, “elas” é que teriam “quebrado uma costela” para surgir os homens (teoria imaginativa, conspiratória e um tanto feminista demais, não é mesmo!).

Mas elas, sem dúvida, vivem cada vez mais e nós não conseguimos acompanhá-las. Já são maioria em cursos superiores, em funções que exigem concursos públicos difíceis (magistratura, Ministério Público e outros). Cada vez mais são o “cabeça da família”, ganham cargos importantes e se tornam até presidente! (Deus me valha reunião ministerial em época de TPM!)

Mas não é nos aspecto quantitativo que a situação é periclitante, e, sim, na decadência do papel masculino na qualidade de suas ações cada vez mais acomodadas; as fêmeas atacando qualquer “barrigudinho” com lata de cerveja na mão, numa balada, num axé, numa “rave”.

Bêbados, drogados, em bando nas “peladas” de fim de semana, barbados, descuidados, sem papo interessante, “trogloditas”, não importa mais: as meninas malhadas, siliconadas, bem-vestidas haverá de amparar, acompanhá-los, botar para vomitar e levar para casa. Acabou o cavalheirismo, a “dança do casamento”, a dificuldade para namorar, conquistar, merecer aquela musa, aquela “deusa”.

AMANTES DESCARTÁVEIS

Somos descartáveis, bocas se beijam sem intimidade e anônimas, Viagras, Red Bull, vodca, êxtase, cocaína embalam noitadas de dança frenética, bate-estaca das músicas eletrônicas, “sexo animal” e, no dia seguinte, amnésia, ressaca e deletar o número de telefone da “cachorrada”.

Ok! Eu sei que existem exceções e tenho até estatística: 30% dos homens valem a pena! Mas meninas desesperadas, “vampiras do amor que vagam na noite, caçadoras desesperadas de um homem para chamar de seu”, tenho uma notícia chocante para transmitir a vocês, ingênuas, platônicas, sonhadoras: são as mulheres com imprudência, machismo, desespero, carência que estão estragando e extinguindo os homens que prestam! O resto é papo de salão. (transcrito de O Tempo)

Engenheiro pode ter descoberto o segredo por trás da construção das pirâmides egípcias

Uma nova e revolucionária teoria sobre a construção das pirâmides do Egito assegura que, ao contrário do que pensam os arqueólogos, as pirâmides foram construídas sobre uma base pequena, a qual posteriormente foi acrescentada uma série de blocos gigantes pela parte de fora.

Ou seja, antigos egípcios criaram pirâmides por meio da acumulação de entulhos, que foram aumentando de dentro para fora e depois foram anexados tijolos de revestimento, o que deu o aspecto final dos monumentos.

A nova teoria foi anunciada por Peter James, um engenheiro galês da empresa Cintec Internacional, que há 20 anos trabalha na manutenção das pirâmides do Egito. Depois de participar de inúmeras obras de restauração e escoramento, o especialista chegou à conclusão de que as teorias aceitas até hoje sobre o possível método utilizado na elaboração das pirâmides não seriam verdadeiras. Atualmente, acredita-se que as pirâmides foram construídas com blocos gigantes, colocados a partir de enormes rampas de acesso.

Segundo ele, para fazer uma pirâmide desta forma, com 2 milhões de blocos, os antigos egípcios teriam que ter colocado uma pedra gigantesca a cada três minutos, o que é impossível. Além disso, haveria a necessidade do uso de rampas de 400 metros de altura, e não existe vestígio algum da existência destes utensílios para a construção das pirâmides. Peter James afirma que 90% das pedras utilizadas para a construção eram compostas por escombros amontoados e, depois, cobertos por blocos de pedras gigantes.

O certo é que sua nova teoria é tão inovadora que o autor espera uma guerra com os arqueólogos, de acordo com a citação do site britânico Daily Mirror Online.

Assista ao vídeo que demonstra como as pirâmides foram construídas

History Channel

Mulher de 58 anos vira ‘barriga de aluguel’ de filha e vai dar à luz primeiro neto

Mulher de 58 anos vira ‘barriga de aluguel’ de filha e vai dar à luz primeiro neto

Foto: AP Photo/The Salt Lake Tribune, Al Hartmann)

Uma mulher de 58 anos está prestes a dar a luz seu primeiro neto. O caso inusitado de empréstimo de útero ocorreu nos Estados Unidos. Julia Navarro serve de “barriga de aluguel” para sua filha e seu genro, que sofrem com problemas de fertilidade. A filha de Julia, Lorena McKinnon, de 32 anos, conta que ela o marido, Micah McKinnon, começaram a tentar a gravidez há três anos. Lorena até engravidou duas vezes, mas sempre perdia o bebê.

A gestação mais longa durou apenas 10 semanas. Após os insucessos, o casal procurou alguém que aceitasse ser “mãe de aluguel”. A jovem disse que uma irmã e uma amiga até consideraram aceitar o convite, mas desistiram da empreitada. Foi aí que o coração e a barriga da mãe falaram mais alto e Julia aceitou a empreitada. “Como uma família, temos que ajudar um ao outro”, disse Julia ao jornal “The Salt Lake Tribune”.

A senhora teve de passar por uma terapia hormonal por três meses antes que o embrião fertilizado por sua filha e seu genro fosse implantado. Por causa da idade, os médicos alertaram que havia uma chance de apenas 45% de o implante ser bem sucedido. No entanto, a fertilização deu certo e Julia conta ter tido uma gravidez tranquila de sua primeira neta. Como ocorre em outros casos de barriga de aluguel, Julia e o casal passaram por um período de três meses de aconselhamento. Informações da Associated Press.

Psiquiatra afirma que a medicina transformou comportamentos normais em doença.

QUEM DISSE

Por FOLHA

A “caixa da normalidade” está cada vez menor e a culpa é do excesso de diagnósticos de doenças mentais, diz o psiquiatra americano Dale Archer, autor do best-seller “Better than Normal”, recém-lançado no Brasil com o título “Quem Disse que É Bom Ser Normal?” (Sextante, 224 págs., R$ 24,90).

Archer, 57, é psiquiatra clínico desde 1987 e fundou um instituto de neuropsiquiatria em Lake Charles, Louisiana (EUA). Em 2008, ele notou que havia algo errado com os seus pacientes: a maioria dizia ter um transtorno mental e precisar de remédios –só que eles não tinham nada.

“Estamos ‘patologizando’ comportamentos normais. E isso não é só culpa da psiquiatria”, disse Archer, à *Folha, por telefone.

Um quarto dos adultos americanos têm uma ou mais doenças mentais diagnosticadas, segundo o Instituto Nacional de Saúde Mental dos EUA. “Isso está errado. Há uma gama de comportamentos que não são doença.”

Em um ativismo “pró-normalidade”, Archer descreve oito traços de personalidade comumente ligados a transtornos, como ansiedade (veja acima), e afirma que não há nada errado com essas características, a não ser que sejam muito exacerbadas.

“O remédio tem que ser o último recurso, e não é o que eu vejo. As pessoas entram em um consultório e saem com uma receita médica. A psicoterapia é subestimada.”

De outubro de 2012 a setembro de 2013, o mercado de antidepressivos e estabilizadores de humor movimentou mais de R$ 2 bilhões no Brasil, segundo dados da consultoria IMS Health. Nos últimos cinco anos, o número de unidades vendidas desses remédios cresceu 61%.

Para Antônio Geraldo da Silva, presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, os diagnósticos aumentaram, sim, mas da mesma forma como aumentou os de outras doenças, de diabetes a câncer. “Isso é resultado da evolução da medicina e da facilidade de acesso.”

O mesmo pensa o psiquiatra Fabio Barbirato, da Santa Casa do Rio de Janeiro. “Também aumentou o número de prescrições de insulina e anti-hipertensivo. Isso ninguém questiona. Mas quando se fala de mente, da psique, todos têm uma opinião”, afirma.

Segundo Silva, o problema é o subdiagnóstico. Para ele, há mais deprimidos sem tratamento do que pessoas sem depressão sendo tratadas.

Barbirato dá como exemplo o TDAH (transtorno do deficit de atenção e hiperatividade). “O número de crianças com prescrição de remédios não chega a 1,5% no Brasil, e a estimativa mais baixa de presença de TDAH no país é de 1,9%. Há crianças sem tratamento.”

CRITÉRIO ANTIGO
Para a psicóloga Marilene Proença, professora da USP, a sociedade está “medindo” as crianças com réguas antigas. “Os critérios de diagnóstico de TDAH esperam uma criança que brinque calmamente, que levante a mão para perguntar algo. Isso não condiz com o papel da criança na sociedade. Ela está exposta a muitos estímulos e é tudo muito competitivo”, diz.

Para a psiquiatra e psicanalista Regina Elisabeth Lordello Coimbra, da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo, as pessoas estão menos tolerantes às emoções.

“Há pouco lugar para a tristeza. E a exaltação e excitação são confundidas com felicidade. Vivemos de uma forma mais estimulante, na qual emoções mais depressivas, reflexivas, não têm espaço.”

De acordo com Silva, o que caracteriza a doença mental é a gravidade dos sintomas. “Deixa de ser normal quando a pessoa tem prejuízo, quando está tão triste que não consegue sair da cama.”

Ele argumenta que “invariavelmente” encaminha os pacientes para a psicoterapia. E garante: nem sempre eles saem do consultório com uma receita médica.

Menina de 6 anos tratada com maconha caminha pela 1ª vez

Convulsões frequentes desde os três meses de vida agora são raras na garota. Tratada com maconha, ela fala e caminha pela primeira vez

menina maconha

Uma criança britânica que sofria diversas convulsões toda semana está enfim se recuperando, depois que seus pais iniciaram um controverso tratamento com maconha medicinal. Médicos disseram a Paige e Matt Figi que sua filha, Charlotte, não teria muito tempo de vida depois de ser diagnosticada com uma condição rara de epilepsia. Depois de anos pesquisando uma forma de curar a doença, eles passaram a alimentá-la com doses controladas de cannabis sativa – parte de um procedimento que ainda não conta com ampla aceitação médica. As informações são do Daily Mail.

Os pais relatam que poucos meses depois de dar início ao tratamento, Charlotte começou a caminhar e falar pela primeira vez, e suas convulsões praticamente pararam. “Tentamos todo o possível, e os doutores continuavam nos dizendo que ela iria morrer. Quando Matt me falou sobre o tratamento, fiquei horrorizada, mas estávamos tão desesperados que decidimos tentar”, informou a mãe da menina.

Charlotte, hoje com seis anos, teve as primeiras convulsões aos três meses de idade. Dentro de uma semana, ela começou a ter crises diversas vezes por dia. Ela foi diagnosticada com síndrome de Dravet – ou epilepsia mioclônica severa da infância -, uma forma rara de epilepsia que começa nos primeiros meses de vida. Crianças com essa condição costumam se desenvolver normalmente enquanto bebês, porém seu crescimento começa a estagnar por volta dos dois anos de vida. Pacientes com essa condição registram maior incidência de morte súbita inesperada em epilepsia.

Ainda não há cura para essa síndrome, e as opções de tratamento são limitadas, mas envolvem principalmente o uso de antiepilépticos para combater as convulsões. O tratamento com maconha medicinal envolve o aproveitamento do óleo extraído da folha da cannabis, que é então diluído até atingir uma dose precisa. Esse procedimento não é totalmente aprovado, porém recebe apoio de algumas entidades – especialmente das famílias de pacientes com epilepsia, esclerose múltipla e mal de Parkinson.

Terra

Nobel da Medicina para dois americanos e um alemão

Nobel da Medicina para dois americanos e um alemão

Fotografia © Reuters

Os americanos James Rothman, Randy Schekman e o alemão Thomas Südhof são os galardoados deste ano com o Nobel da Medicina.

O trio foi distinguido pelas suas descobertas sobre como as células organizam o seu sistema de transporte.

Os cientistas, que trabalham todos em universidades norte-americanas, foram distinguidos pelas “suas descobertas sobre o mecanismo de transportes para o interior da célula que permite que “as moléculas sejam transportadas no momento exato para o local certo dentro da célula”, segundo o comité Nobel.

As suas descobertas tiveram um impacto importante na compreensão de como as moléculas são colocadas dentro e fora da célula e têm implicações para o trabalho em várias doenças, incluindo distúrbios neurológicos e imunológicos, bem como diabetes, acrescentou o comité do Nobel.

Cada célula funciona como uma fábrica que produz e exporta moléculas.

“Por exemplo, a insulina é produzida e libertada no sangue e sinais químicos [neurotransmissores] são enviados de uma célula nervosa para outra. Estas moléculas são transportadas através da célula em pequenos pacotes chamados vacuolos”, explica o comité. (DN)

Reduzida a esperança de encontrar vida em Marte

A esperança de encontrar vida em Marte sofreu, esta quinta-feira, um revês depois de o robô da NASA Curiosity ter apenas detetado vestígios de gás metano na atmosfera do planeta, revela um estudo.

foto NASA
Reduzida a esperança de encontrar vida em Marte
Imagens de Marte recolhidas pelo “Curiosity”

Segundo o estudo divulgado esta quinta-feira, na última década, cientistas anunciaram a existência de grandes “plumas” de metano na atmosfera de Marte, resultados que foram controversos na altura, uma vez que estas conclusões foram feitas com base em observações feitas a partir da Terra ou de um satélite em órbita.

Em março de 2003, investigadores anunciaram ter encontrado uma nuvem perto do equador marciano que tinha cerca de 19 mil toneladas de metano.

Entrentanto, a análise dos dados do Curiosity mostra apenas vestígios de metano na atmosfera marciana.

Os cientistas afirmam que a descoberta do Curiosity indicam que o nível máximo de metano era 1,3 partículas por mil milhões por volume, cerca de seis vezes mais baixo do que o estimado anteriormente.

O baixo nível de metano na atmosfera reduz as probabilidades do solo de Marte conter micróbios vivos ou fósseis orgânicos que produzam esse gás, adiantaram os cientistas.

A descoberta reduz também a possibilidade de produção significativa de metano através de meteoritos ou geologicamente, segundo o investigador Christopher Webster, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, co-autor do estudo publicado na revista Science.

O Curiosity chegou ao solo de Marte em agosto de 2012 e já indicou que o planeta terá tido vida microbiológica num passado distante.

Com Jornal de Notícias

Tecnologia permite que pintura de carros se autorregenere quando riscada

A tecnologia que permitirá a pintura de carro se autorregenerar quando riscada é uma das aplicações pesquisadas pelo Instituto Senai de Inovação (ISI), lançado na capital paranaense. A inovação, inédita no país, usa aplicações de nanocápsulas contendo tinta e um catalisador, liberados apenas quando a pintura é riscada. A recuperação pode alcançar até 85% dos danos.

Chamada de “autocicatrizante”, a tecnologia da tinta autorregenerativa em estudo pelo instituto é aplicada no mercado automobilístico externo. O produto poderá ser aplicado em superfícies de carros, eletrodomésticos, como geladeiras e fogões, cosméticos – em esmaltes para unhas – e até em móveis. No entanto, ainda não há prazo para a inovação chegar ao consumidor. “A tecnologia libera uma tinta internamente e, após alguns segundos ao ser riscado, o carro estará novamente como antes, sem o risco. É uma aplicação bem prática”, explicou o pesquisador-chefe do ISI-Paraná, Marcos Berton.

Além da tinta, outras soluções ainda inéditas no país serão pesquisadas pelo instituto. Em outra linha de pesquisa está a análise de líquidos por sensores eletroquímicos. Poderão ser analisados a qualidade da água ou do leite. O instrumento estará a disposição da indústria como ferramenta de controle. O centro de pesquisa atuará nas áreas de eletroquímica, meio ambiente, materiais e nanotecnologia. Poderão ser pesquisadas soluções para indústria automotiva, de óleo e gás, mineradora, metal mecânica, de construção civil, de sistemas e geração e armazenamento de energia. Além do desenvolvimento de sistemas para área de meio ambiente, saúde humana e animal.

Ao todo serão criados 24 institutos Senai de Inovação em 14 estados do país até o final de 2015. As estruturas atenderão a demandas específicas das empresas e indústrias de pequeno, médio e grande porte. De acordo com o diretor-geral do Senai, Rafael Lucchesi, a rede de laboratórios permitirá que o conhecimento de testes e serviços de alto valor agregado fiquem no Brasil.

“Inovação é o principal fator de produtividade. O Brasil se destaca entre os países emergentes, mas ainda está em uma posição intermediária. A balança comercial tecnológica é defictária em R$ 30 bilhões, o mesmo que o país gasta por ano com seguro-desemprego. Se importa muito e o que se exporta ainda é de baixa tecnologia. Neste aspecto, o conhecimento gerado fica no país de origem. É importante que cérebros brasileiros desenvolvam competências para empresas brasileiras”, explicou Lucchesi ao apresentar o laboratório para jornalistas.

O diretor-geral destacou ainda que o perfil dos pesquisadores dos institutos é diferente do encontrado na academia. “O tempo de resposta que a empresa precisa é diferente, o prazo tem que ser mais ágil e rápido”, disse. Indústrias, coletivos empresariais e empreendedores poderão solicitar pesquisas para o instituto, que vai analisar a viabilidade e terá até 20 meses para dar respostas e soluções. As redes podem se interligar para desenvolver tecnologias mais avançadas ou integradas.

A rede de laboratórios terá R$ 2 bilhões de investimentos, dos quais R$ 1,5 bilhão financiado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Das 24 unidades previstas, seis têm previsão de iniciar o funcionamento até o primeiro semestre de 2014. Duas estarão na Bahia, voltadas para áreas de conformação e soldagem, e mecatrônica; duas em Minas Gerais, nas áreas de engenharia de superfície e metalurgia; uma em Santa Catarina, de mecânica fina, e outra no Rio Grande do Sul, de tecnologia de polímeros. A criação dos institutos tem parceria do Instituto Fraunhofer, da Alemanha e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

Dentista quer clonar John Lennon a partir de DNA do dente do cantor


John Lennon pode voltar aos palcos em um futuro próximo. Pelo menos é essa a intenção do dentista canadense Daniel Zuk, que pretende clonar o ex-Beatle, morto em 1980, através do DNA contido em um dos dentes do cantor.

De acordo com o jornal britânicoThe Sun, Zuk comprou um dos molares de seu ídolo por 20 000 libras (cerca de 76 000 reais) em 2011, diretamente do filho da ex-governanta de Lennon, Dot Jarlett, que estava com o dente desde 1960. “Se os cientistas acham que podem clonar mamutes, então John Lennon pode ser o próximo. Poder dizer que tive uma pequena contribuição para trazer de volta uma das maiores estrelas do rock seria alucinante”, afirmou o dentista.

O canadense está otimista e ansioso com a possibilidade de conseguir o DNA do músico para iniciar a experiência. “Muitos fãs dos Beatles lembram onde estavam quando souberam que John Lennon havia levado um tiro. Eu espero que eles também estejam vivos no dia em que ele tiver outra chance.”

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Veja.com

Como será o homem daqui a 100 mil anos?

Artista visual e geneticista se uniram para criar modelos de como será a aparência humana daqui 100 mil anos. Veja em imagens

O Homo sapiens já percorreu um longo caminho evolutivo desde a Idade da Pedra e os avanços da medicina e da tecnologia têm ajudado a ampliar as possibilidades de evolução. Mas como será a aparência do homem daqui 20, 60, 100 mil anos? Para responder a essa pergunta, o artista visual Nickolay Lamm e o geneticista computacional Alan Kwan trabalharam no desenvolvimento de três modelos de aparência física que podem mudar para melhor atender às necessidades dos humanos nos próximos 100 mil anos.

Muitas destas novas características não dependem exclusivamente da evolução, e sim da união entre a tecnologia e a medicina, já que os cientistas no futuro poderão ser capazes de manipular a aparência humana antes mesmo do nascimento.

Segundo o site Mashable, o projeto de Lamm e de Kwan, doutor em genômica computacional pela Universidade de Washington, sugere que os seres humanos do futuro vão ter melhorado significativamente a capacidade de processamento de informações e armazenamento de habilidades. Isso vai ser resultado, segundo ele, do aumento das áreas de superfície de seus cérebros. Ele acredita até que essas habilidades serão impulsionadas pelo desenvolvimento de civilizações em outros planetas além da Terra.

Veja nas imagens a seguir o modelo desenvolvido por Lamm de como ficará a face humana ao longo dos próximos 100 mil anos:

homem 100 mil anos

Hoje – artista visual reproduziu um homem e uma mulher no modelo atual
Foto: Nickolay Lamm/MyVoucherCodes.co.uk / Divulgação

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homem 100 mil anos

Foto: Nickolay Lamm/MyVoucherCodes.co.uk / Divulgação

Em 20 mil anos (imagem acima) – na projeção dos especialistas, daqui 20 mil anos a cabeça será maior, com uma testa sutilmente grande em comparação a anterior. O anel amarelo em torno dos olhos são lentes que devem representar o Google Glass do futuro.

homem 100 mil anos

Foto: Nickolay Lamm/MyVoucherCodes.co.uk / Divulgação

Em 60 mil anos (imagem acima) – o rosto será proporcional à proporção áurea. Os olhos serão extremamente grandes, com um verde brilhoso como os de gatos. O arco superciliar será ainda mais proa conquista espacial deve levar a novas adaptações, como olhos grandes para se adaptar a regiões longes do Sol, pele pigmentada para evitar os efeitos da radiação ultravioleta prejudicial longe da camada de ozônio protetora da Terra, pálpebras espessas e um arco superciliar mais marcado – área mais escura abaixo das sobrancelhas – para evitar os efeitos da baixa gravidade que desorienta os astronautas. Além disso, a cabeça será ainda maior e dispositivos implantados acima das orelhas devem atuar em conjunto com as lentes de comunicação dos olhos.

homem 100 mil anos

Foto: Nickolay Lamm/MyVoucherCodes.co.uk / Divulgação

Em 100 mil anos (imagem acima) – o rosto será proporcional à proporção áurea. Os olhos serão extremamente grandes, com um verde brilhoso como os de gatos. O arco superciliar será ainda mais marcado.

MyVoucherCodes.co.uk, com Terra

Bilionário oferece R$ 2 milhões a quem resolver problema matemático

Bilionário D. Andrew Bea irá premiar com R$ 2 milhões quem resolver problema de matemática

Banqueiro e autodidata matemático, D. Andrew Beal, irá premiar com US$ 1 milhão (R$ 2,1 milhões, de acordo com a cotação do Banco Central do Brasil do dia 05 de junho de 2013), a pessoa que provar um problema de matemática.

problema matemático

Bilionário oferece R$ 2 milhões a quem resolver problema matemático.

De acordo com o site Business Insider, a competição, realizada pela AMS (American Mathematical Society), acontece desde 1997. A Fórmula de Beal (a x + b y = c z) surgiu enquanto o banqueiro estava trabalhando no Teorema de Fermat; agora, ele quer que alguém prove que a sua conta está certa.

Aquele que conseguir resolver o problema deverá publicar a solução em uma revista especializada e notificar a AMS e a BPC (Beal Prize Committee), a partir do e-mail bealprize@ams.org para que a proposta seja analisada. A entrega do prêmio pode demorar até dois anos após a publicação da solução.

Em todo lugar sempre tem um cidadão de Montanhas

540947_471522102902178_293680099_nPra não ficar diferente das informações do título deste artigo, é bom saber que em qualquer lugar desse planeta sempre tem uma pessoa que conhece ou conheceu, viveu ou ainda pretende viver no nosso município de Montanhas e isso nos faz dizer que sempre tem um pedacinho de Montanhas em algum lugar do planeta. Veja só o que nos enviou o Tenente Thiago da Marinha do Brasil, que é cidadão de Montanhas RN. Também.

Pois bem, recebi informações desse grande amigo meu, Marinheiro e tenente da Marinha do Brasil, que está numa Ilha localizada próximo a costa do Brasil por Vítória no Espírito Santo, acompanhe detalhes da ilha:

Ilha de Trindade

Trindade é uma ilha vulcânica na costa do estado do Espírito Santo, Brasil, que, junto com Martim Vaz, forma um arquipélago. Com 9,2 quilômetros quadrados de área, o seu território está compreendido no município de Vitória. Encontra-se a 1 167 quilômetros de distância do continente.

Essa Ilha tem uma importância estratégica para o Brasil, pois os recursos naturais de cerca de 200 milhas ao redor pertence ao Brasil, por isso, a Marinha mantem uma guarnição permanente e isso já é reinvindicação junto a ONU.

A Petrobrás também já está fazendo seus reconhecimentos para a prospecção mineral e seus fósseis há possibilidade da existência de petróleo em torno da Ilha.

Nas Informações que recebemos os ingleses já habitaram essa ilha e colocaram cabras para um povoamento animal, onde os futuros barcos ao chegarem à ilha, tivessem opção de comida e outras formas de alimentação, como leite, queijo e etc. Só que as cabras destruíram toda a vegetação da ilha causando um desiquilíbrio ecológico, e o IBAMA autorizou a extinção. Hoje os cientistas conseguiram recriar um pouco da vegetação mais vai demorar alguns anos para recompor toda vida primitiva os cientistas estão recuperando, mas é um processo lento que vai demorar talvez um século.

O projeto tamar que cuida das tartarugas marinhas que desovam na ilha, tem sua grande importância científica aqui. Faz-se um acompanhamento com bastante ênfase no manejo entre as tartarugas e o meio ambiente.

Há também, como em qualquer lugar, uma praga deixada pelos homens, que foram alguns ratos e que hoje habitam a ilha aos milhares. Pra se ter uma ideia um casal de ratos, tornam-se cinco mil durante um ano e, como são pequenos ficam em lugares de difícil acesso, e isso causa um problema muito constrangedor aos cientistas, pois não conseguem dizima-los.

Os caranguejos são encontrados em toda parte, e são aos milhares. Pra andar livremente torna-se muitas vezes impossíveis, uma vez que estão em todos os lugares, tem que desviar-se deles para andar, no inicio da noite.

A Marinha do Brasil tem sua equipe que permanecerá por alguns meses mas também estão conosco 05 (cinco) pesquisadores, sendo 3  Projeto Tamar e dois da Universidade Federal do Espírito Santo.

A pesquisa ambiental acerca do ecossistema da ilha encontra-se a cargo da equipe de pesquisas do Museu Nacional desde 1916. De acordo com estudos da instituição, existem 124 espécies botânicas vasculares na ilha, catorze das quais endêmicas. A principal espécie vegetal é a samambaia gigante. A principal espécie animal terrestre na ilha é o caranguejo-amarelo (Gecarcinus lagostoma), que ocorre até mesmo nos picos mais altos. No passado, foram deixados para trás cabras, porcos e outros animais domesticados. Como eles perturbavam, o ambiente natural, a Marinha, com base em relatórios do Museu Nacional, erradicou as espécies exóticas. Existem também aves marinhas.

No mar, é grande a variedade de espécies, mas a mais famosa é a de um peixe, o cangulo preto, conhecido entre a guarnição da Marinha do Brasil como “pufa” (“pufavô me pegue!”), que ataca em bando, tal como as piranhas, ao menor sinal de sangue. A ilha é local de desova de grande contingente da tartaruga-verde (Chelonia mydas) e área de alimentação da tartaruga-de-pente (Eretmochelys imbricata).

Confira as fotos por Ten. Tiago:

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