Daily Archives: 24/09/2018

Pesquisa Ibope no Rio Grande do Norte: Fátima, 39%; Carlos Eduardo, 25%; Robinson, 13%

Brenno Queiroga tem 3%; Professor Carlos Alberto, 2%; Freitas Junior, 1%; Dário Barbosa, 1%; e Heró Bezerra, 1%. Levantamento foi feito entre 18 e 20 de setembro.

Por G1 RN

Pesquisa Ibope divulgada nesta sexta-feira (21) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto para o governo do Rio Grande do Norte:

Confira resultado da pesquisa Ibope para o Governo e o Senado do RN

  • Fátima Bezerra (PT): 39%
  • Carlos Eduardo (PDT): 25%
  • Robinson Faria (PSD): 13%
  • Brenno Queiroga (solidariedade): 3%
  • Professor Carlos Alberto (PSOL): 2%
  • Freitas Jr. (Rede): 1%
  • Dário Barbosa (PSTU): 1%
  • Heró Bezerra (PRTB): 1%
  • Brancos/nulos: 11%
  • Não sabe ou não respondeu: 5%

UFRN abre seleção para 220 vagas em cursos técnicos na área da Saúde

A Escola de Saúde da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) abriu nesta segunda-feira (22), inscrições no processo seletivo para ingresso em quatro cursos técnicos regulares da Escola de Saúde da UFRN. Ao todo, são oferecidas 220 vagas.

As inscrições custam R$ 30 e seguem até o dia 22 de outubro. As oportunidades são para formação em técnico em Enfermagem (80 vagas), técnico em Vigilância em Saúde (50 vagas), técnico em Agente Comunitário de Saúde (50 vagas) e técnico em Massoterapia (40 vagas). Todos os cursos são para ingresso em 2019.

As provas serão aplicadas no dia 18 de novembro de 2018, apenas em Natal. O edital e demais documentos sobre o processo seletivo estão disponíveis no site da Comperve.

As inscrições acontecem exclusivamente pela Internet.

Paulo Guedes subiu no telhado e quem manda na campanha são os generais

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Guedes acreditou na capa da Veja…

Carlos Newton

Já era esperado. O economista Paulo Guedes, com sua fama de professor e ex-banqueiro, julgou que seria uma espécie de Rasputin imberbe e meio careca no Palácio do Planalto, caso o candidato Jair Bolsonaro fosse eleito presidente da República, mas na política as coisas não funcionam exatamente assim. Em sua coluna no Estadão, a jornalista Vera Magalhães já cantou a pedra, dizendo que a união de Bolsonaro e Guedes é apenas “um casamento de fachada”. E o fato concreto é que casamentos desmoronam, mesmo sendo somente para constar – ou de fachada, como prefere a excelente colunista.

Neste final de primeiro turno, a crescente possibilidade de Bolsonaro ganhar a disputa presidencial fez eclodir uma precoce disputa de poder dentro do núcleo de campanha, entre os civis e os militares da entourage. E todos sabem quem vai sair vencedor.

FORA DO BARALHO – Como não há condições de Bolsonaro conduzir a campanha, Paulo Guedes foi assumindo a parte que julgou lhe caber neste latifúndio. Na semana passada, ao anunciar seu plano de reforma tributária – que por enquanto substitui atuais tributos por uma única cobrança semelhante à da CPMF –, Guedes pensou que estava abafando, mas tratava-se de uma tragédia anunciada, porque o próprio Bolsonaro votara contra a ressurreição da CPMF e prometera não recriar o imposto.

Guedes também julgou ter reinventado a pólvora, ao propor o fim da independência do voto parlamentar, com fechamento de questão obrigatório em toda votação de interesse do governo.

Resultado: o criativo economista desabou feito o viaduto imortalizado por Aldir Blanc e João Bosco. A queda não deixou vítimas, a não ser o próprio Guedes, que no sábado foi visitar Bolsonaro no hospital e descobriu estar proibido de anunciar qualquer coisa relacionada à campanha.

GENERAIS NA ATIVA – Quem manda agora no QG partidário é o próprio Bolsonaro, assessorado pelos dois filhos deputados (Eduardo e Flávio) e o vereador (Carlos), e por um grupo de generais reformados que estão cada vez mais na ativa, em matéria de política.

Além do general Hamilton Mourão, candidato a vice, participam da campanha os generais Augusto Heleno, Aléssio Ribeiro Souto e Osvaldo Ferreira na linha de frente.

Não há problemas de hierarquia, porque todos sabem que é Bolsonaro quem manda. Em contrapartida, o capitão também sabe que não pode sair da linha e os interesses nacionais terão de ser respeitados. Se ganhar a eleição, que ainda depende do fôlego de Fernando Haddad e da terceira via de Ciro Gomes, a conversa vai ser outra e o reinado dos banqueiros e investidores estará com seus dias contados.