Daily Archives: 30/08/2018

Banco do Nordeste anuncia novo concurso público de nível médio e superior para setembro

Com cargos destinados a candidatos com formação de nível médio e superior, o Banco do Nordeste (BNB) anunciou que vai abrir edital de novo concurso público.

Segundo informações oficiais, o regulamento deverá ser publicado em meados de setembro. Haverá chances para analista bancário (nível médio) e especialista técnico – analista de sistemas (nível superior). De acordo com a assessoria do banco, informações sobre salário e banca serão disponibilizadas a partir da divulgação oficial do edital de seleção.

O último concurso realizado pelo Banco do Nordeste foi lançado em 2014, com 12 vagas de preenchimento imediato e formação de cadastro reserva para analista bancário. Mas o número de convocações ultrapassou, e muito, o previsto inicialmente pelo edital, já que foram chamados para posse 845 candidatos.

Festival reúne literatos potiguares em Sarau Poético no IFRN nesta quinta

O Festival Cultural da Cultive em Natal realiza nesta quinta-feira dia 30 de agosto, mais um sarau poético com escritores, poetas, palestrantes e contadores de história. O evento, que conta com o apoio do SINASEFE Seção Natal, acontece a partir das 14h30 no Miniauditório do IFRN Campus Natal-Central, localizado na av. Senador Salgado Filho nº 1559, Tirol.

O evento contará com a participação de importantes nomes da literatura, como Diógenes da Cunha Lima, Tereza Custódio, Antonio Nahud, Andreia Braz, Arlinda Figueiredo, Cássia Cassitas, Eduardo Gosson, Eva Potiguar, Gina Teixeira, Maria Delboni, Regina Veiga, Jania Souza, Salizete Freire, Rita Guedes, Victória Valente, Valquíria Imperiano, Claudia Borges e Filipe Borges.
A entrada do evento é a doação de um livro paradidático, que será entregue para uma biblioteca indígena. O Festival Cultural da Cultive em Natal/RN é coordenado pela escritora e professora aposentada do IFRN, Tereza custódio.
Confira a programação completa do evento:
14h00 – Visita ao IFRN Campus Natal-Central
14h30 – Abertura: Valquíria Imperiano e Tereza Custódio
14h45 – Apresentação dos autores visitantes
15h30 – Depoimento sobre o Salão do Livro de Genebra com Rita Guedes e Valquíria Imperiano
15h45 – A importância da poesia no Rio Grande do Norte – Eduardo Gosson
16h00 – A mulher na literatura nordestina – Diógenes da Cunha Lima
16h15 – Fala – Antonio Nahud e Andreia Braz
16h30 – Intervalo – Café – Troca de livros
16h45 – Contação de História – Eva Potiguar
17h00 – A importância da literatura infantil – Salizete Freire
17h15 – A literatura e o poder de transformar e formar o jovem – Cássia Cassita, Vitória Valente, Arlinda Lamego e Maria Delboni
17h30 – Cordel – Filipe e Claudia Borges
17h45 – Canta e Encanta – Gina Teixeira
18h00 – Receitas e Histórias para Sonhar e Ser Feliz – Lançamento da Antologia
18h15 – Entrega de certificados – Encerramento
19h30 – Jantar no Restaurante Mangai – Avenida Amintas Barros, 3300

O canto doloroso do “Assum Preto”, na visão de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira

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O advogado, compositor e poeta cearense Humberto Cavalcanti Teixeira (1915-1979), na letra de “Assum Preto”,  descreve a beleza de uma paisagem bucólica, comum no sertão após as chuvas, pois quando há estação chuvosa na região pode-se ver o reverdecimento da mata e isto traz alegria e esperança para o sertanejo. No entanto, a beleza do sol de abril e das flores não pode ser apreciada por um pássaro assum preto, porque não a vê, já que é cego. Contudo, a beleza é expressada através de um canto doloroso, uma forma de superar sua sina, porque furaram-lhe os olhos. O baião “Assum Preto” foi gravado, primeiramente, por Luiz Gonzaga, em 1950, pela RCA Victor.

ASSUM PRETO
Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira

Tudo em volta é só beleza
Sol de Abril e a mata em flor
Mas Assum Preto, cego dos olhos
Não vendo a luz, ai, canta de dor…
Tarvez por ignorância
Ou maldade das piores
Furaram os olhos do Assum Preto
Pra ele assim, ai, cantar melhor…
Assum Preto vive solto
Mas não pode voar
Mil vezes a sina de uma gaiola
Desde que o céu, ai, pudesse olhar…
Assum Preto, o meu cantar
É tão triste como o teu
Também roubaram o meu amor
Que era a luz, ai, dos olhos meus.

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