Já perto do prazo fatal, nove ministros deixarão os cargos para se candidatar

Resultado de imagem para HENRIQUE MEIRELLESMeirelles está em dúvida, mas deve deixar o cargo

Guilherme Mazui e Filipe Matoso
G1, Brasília

Na semana passada, o G1 consultou todas as pastas cujos ministros são políticos ou têm mandato parlamentar. A poucos dias do fim do prazo previsto em lei, ao menos nove ministros do governo Michel Temer planejam deixar os cargos para disputar as eleições deste ano. Outros dois ministros ainda não decidiram se vão deixar os cargos (mas podem sair); cinco já disseram que permanecerão no governo; e dois não responderam ao questionamento do G1.

Por lei, os ministros que quiserem se candidatar na eleição de outubro precisam deixar os cargos seis meses antes do pleito, prazo que neste ano terminará em 7 de abril.

DE SAÍDA – segundo as assessorias, os seguintes ministros planejam deixar os cargos até o mês que vem: Marx Beltrão (MDB-AL), Turismo; Ricardo Barros (PP-PR), Saúde; Sarney Filho (PV-MA), Meio Ambiente; Fernando Coelho Filho (sem partido-PE), Minas e Energia; Maurício Quintella (PR-AL), Transportes; Leonardo Picciani (MDB-RJ), Esporte; Osmar Terra (MDB-RS), Desenvolvimento Social; Mendonça Filho (DEM-PE), Educação; e Helder Barbalho (MDB-PA), Integração Nacional.

Agora, a lista dos ministros que, segundo as assessorias, ainda estão em dúvida: Henrique Meirelles (PSD-SP), Fazenda; e Gilberto Kassab (PSD-SP), Ciência, Tecnologia e Comunicações.

E os seguintes ministros decidiram ficar no governo: Eliseu Padilha (MDB-RS), Casa Civil; Moreira Franco (MDB-RJ),  Secretaria-Geral; Carlos Marun (MDB-MS), Secretaria de Governo; Raul Jungmann (PPS-PE), Segurança Pública; e Blairo Maggi (PP-MT), Agricultura.

O G1 não obteve resposta dos ministros Alexandre Baldy (PP-GO), Cidades; e Aloysio Nunes (PSDB-SP), Relações Exteriores.

SUCESSORES – O presidente Michel Temer tem discutido com os auxiliares mais próximos os nomes cotados para os ministérios e eventuais trocas dos partidos que comandam as pastas.

O chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, por exemplo, fez uma rodada de conversas com os ministros que podem sair para discutir a sucessão e lideranças de seus partidos.

De acordo com o colunista do G1 e da GloboNews Gerson Camarotti, Temer decidiu que o ministro que deixar o cargo só poderá indicar sucessor que estiver alinhado com o Planalto e com o candidato do governo nas eleições de outubro.

Posted on 19/03/2018, in Brasil, Política, Reflexão. Bookmark the permalink. Deixe um comentário.

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