Daily Archives: 15/01/2018

PIS – Nascidos em Janeiro e Fevereiro a partir de 18/01 já podem comparecer à Caixa Econômica – Confira Tabela

Calendário PIS 2018

Como se sabe, o período de vigência da tabela do PIS 2018 corresponde a um ano, sendo que a mesma começa em julho e termina somente em 30 de junho do ano seguinte. Veja a seguir quais são as novas datas:

Tabela PIS 2018

Tabela do PIS para saque na Caixa Econômica Federal
Calendário de pagamento do PIS 2018 para agências da Caixa:
Aniversário Podem Sacar em: Podem sacar até:
Julho 27/07/2017 29/06/2018
Agosto 17/08/2017 29/06/2018
Setembro 14/09/2017 29/06/2018
Outubro 19/10/2017 29/06/2018
Novembro 17/11/2017 29/06/2018
Dezembro 14/12/2017 29/06/2018
Janeiro e Fevereiro 18/01/2018 29/06/2018
Março e Abril 22/02/2018 29/06/2018
Maio e Junho 15/03/2018 29/06/2018

Tem conta na Caixa? Confira as datas em que os pagamentos caem em conta:

Cai na conta de quem recebe PIS na CAIXA:
Aniversário em: Recebe no dia:
Julho 25/07/2017
Agosto 15/08/2017
Setembro 12/09/2017
Outubro 17/10/2017
Novembro 14/11/2017
Dezembro 12/12/2017
Janeiro e Fevereiro 16/01/2018
Março e Abril 20/02/2018
Maio e Junho 13/03/2018

Extrato do PIS 2018

Você pode consulta o extrato do PIS basicamente de duas formas: presencialmente ou online. No primeiro caso, você deverá se dirigir a uma agência bancária da Caixa Econômica Federal ou então em uma Casa Lotérica e apresentar os seguintes documentos:

Documento de Identificação com foto;

  • O seu CPF;
  • O seu Cartão Cidadão (se não tiver poderá fazer a solicitação do mesmo).

Agora se você deseja contar com toda a comodidade e quiser fazer a consulta pela internet é só acessar o site da Caixa, procurar no menu “Benefícios e Programas” e clicar sobre “PIS” para realizar a consulta na nova tela.

Note que você precisará informar o número do seu PIS e a senha internet. Caso não possua esta é só clicar no botão “Cadastrar Senha” e criar a sua para fazer o acesso.

Novas regras do PIS 2018

Até o ano de 2015, bastava trabalhar 30 dias para ter o direito a receber o benefício integralmente. Agora com a adoção da Lei 13.134/15 o PIS será pago de forma semelhante ao 13º salário, ou seja, proporcionalmente aos meses trabalhados.

Em outras palavras, para receber o valor total do PIS 2018 é necessário que você tenha trabalhado todos os meses do ano. Caso contrário receberá o valor diminuído. Para saber como ficou a perspectiva para cada mês trabalhado é só acessar o link da Caixa (http://www.caixa.gov.br/beneficios-trabalhador/pis/Paginas/default.aspx) e verificar na tabela os valores correspondentes.

Agora que você já está por dentro das novas regras faça os seus cálculos para saber quanto receberá de Abono. E se ainda tiver alguma dúvida, utilize os comentários abaixo e envie a sua mensagem.

Quem tem direito ao PIS 2018?

São eletivos a receber o Abono Salarial PIS 2018 todos os trabalhadores da iniciativa privada que se enquadram nas seguintes condições estabelecidas pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social:

  • Tenham trabalhado, durante 2017, por pelo menos 30 dias com carteira assinada;
  • Durante o período trabalhado, a média salarial não pode ter ultrapassado a renda mensal de 2 salários mínimos do ano corrente;
  • Precisam ter trabalhado necessariamente com carteira assinada por empresa (pessoa jurídica) da iniciativa privada – ou seja, empregadas domésticas não estão incluídas;
  • Precisam ter 5 anos completos cadastrados no PIS ou mais para ter direito ao benefício.

O cadastro no PIS é feito na primeira contratação do trabalhador pelo empregador.

Quem não tem direito ao PIS 2018?

Nem todas as classes de trabalhadores têm direito ao Abono Salarial. O PIS 2018 é um benefício vedado aos trabalhadores de baixa rena empregados em regime CLT, portanto não terão direito ao PIS 2018 as seguintes categorias de trabalhadores:

  • Trabalhadores rurais com empregador pessoa física;
  • Trabalhadores domésticos com empregador pessoa física;
  • Servidores e trabalhadores do setor público – A essa categoria é reservado outro benefício – o PASEP 2018;
  • Trabalhadores com renda superior a 2 salários mínimos ao mês;
  • Trabalhadores informais (Sem carteira assinada);
  • Trabalhadores autônomos ou avulsos;
  • Diretores ou sócios de empresa sem vínculo empregatício.

Acidente de moto com vítima fatal na RN 269 que liga as cidades de Nova Cruz à Montanhas

Do Blog Xuá do Agreste

Um acidente com vítima fatal na RN 269, que liga as cidade de Nova Cruz à Montanhas, vitimou a pessoa de Ricardo Ferreira da Silva na tarde deste domingo 14 de Janeiro, morador do bairro de Santa Luzia da cidade de Nova Cruz.

Segundo informações ele vinha com um companheiro no garupa da moto, sentindo da cidade de Montanhas, quando já chegando na entrada da cidade de Nova Cruz, onde perdeu o controle da moto que vinha pilotando e caiu e morrendo no local do acidente.

A viatura do CPRE do 5º Distrito de Nova Cruz, sob o comando do Cabo PM Dickson, esteve no local do acidente isolando a área e aguardando a chegada da viatura do ITEP para a remoção do corpo.

Muitas pessoas se encontravam no local do acidente para ver de perto a vitima que já se encontrava coberta com um lençol.

Gilmar Mendes, “homenageado” e “odiado”, inspira marchinhas de Carnaval

Charge do Sponholz (Site sponholz.arq.br/)

Gilberto Amendola
Estadão

O japonês da federal e o prefeito de São Paulo João Doria são personagens do Carnaval que passou. O muso dos compositores de marchinhas agora é outro: “Ele é uma figura que está no jornal diariamente. A gente acorda com ele quase todos os dias”, disse João Roberto Kelly, 79 anos, ao se referir ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Gilmar Mendes.

O ministro foi “homenageado” em pelo menos três novas marchinhas. Kelly, que é autor de clássicos como “Cabeleira do Zezé” e “Mulata Iê-Iê-Iê”, lançou “Alô, Alô Gilmar” ( “Alô, alô Gilmar/eu to em cana,/vem me soltar…). Já os Marcheiros saíram com “Gilmar Soltou A franga” (“Gilmar soltou/Soltou a franga/Largou a “tonga”/E agora só anda de tanga…). O grupo Orquestra Royal também vai repetir o tema com “A Dancinha da Tornozeleira” (Começou o Carnaval do Gilmar/Liberou a brincadeira/Quero ver quem vai dançar/A dancinha da tornozeleira…).

UNINDO TRIBOS – – A inspiração, é claro, vem dos últimos habeas corpus concedidos pelo ministro, como no caso do ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho; do ex-ministro dos Transportes Antonio Carlos Rodrigues, presidente do PR; e o empresário Jacob Barata Filho, o ‘rei do ônibus’. “A gente vive uma época do polarizada, tão direita e esquerda, que o Gilmar Mendes é o único personagem que pode unir todas as tribos. Ele pode ser motivo de brincadeira para quem está de qualquer lado do embate político”, disse Thiago de Souza, um dos compositores dos Marcheiros.

Kelly enxerga potencial em Gilmar Mendes, mas diz não saber se a marchinha sobre o ministro irá se eternizar como “Cabeleira do Zezé” é outras. Para ele, o segredo do sucesso é acertar na dose da crítica. “É uma brincadeira de carnaval, não pode ofender e nem passar dos limites. A marchinha pode tudo, mas sem ser agressivo”, diz.  A assessoria do ministro foi procurada pela reportagem para comentar o conteúdo das marchinhas que levam o seu nome. Até o momento não houve resposta.

NA BOCA DO POVO – Além do ministro, outras figuras públicas já estão na boca dos carnavalescos. O deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e o Prefeito do Rio de Janeiro Marcelo Crivella têm suas próprias marchinhas. A Orquestra Royal lançou no início da semana o “Bolsomico”, cujo o refrão bate forte no candidato: “É melhor Jair, já ir embora, sair correndo para a aula de história…”. O compositor Vitor Velloso comenta a reação dos eleitores de Bolsonaro à homenagem. “Muitos dos seguidores do Bolsonaro têm nos pedido pra fazer música sobre o Lula e Dilma também. Já fizemos várias. Já rimos de Aécio, Lula, Dilma, Temer… é mais divertido quando não se poupa ninguém. Nosso único foco é mirar em quem tem poder.”

Já os Marcheiros citam Bolsonaro para criar um hino contra a polarização política nesse carnaval: “É bom Jair me desculpando/ Eu não quero confusão/Já que não sou partidário/Dessa polarização!/Sou um pouco saudosista/Mas não acho tão legal/Requentar a guerra fria/Em pleno carnaval!” . “No carnaval, precisamos superar essa polarização. Está ficando chato. Temos que ter o direito de brincar com todo mundo sem fazer disso uma guerra”, fala Thiago Souza.

HIT – No Rio de Janeiro, Crivella será um hit. Evangélico, o prefeito já fez declarações pouco simpáticas à folia carnavalesca. Por isso, os Marcheiros lançaram uma marchinha em que o próprio Deus pede para o político aliviar para o pessoal que gosta de carnaval. “Marcelinho, não fique assim/Quarta de cinzas a folia chega ao fim/Marcelinho, não fique p#$%*/Que até à Páscoa eles voltam para o culto…”

Em 2015, o grande personagem das marchinhas foi o “Japonês da Federal” ,o agente da PF Newton Ishii (“Ai meu Deus, me dei mal, bateu a minha porta o japonês da federal…). No ano passado, o herói das marchinhas foi o prefeito de São Paulo João Doria ( “Eu já te vi de jardineiro, de pintor e de Gari. Só de prefeito, eu confesso, ainda não vi…”).

Vem, vamos embora, que esperar não é saber, quem sabe faz a hora…

Resultado de imagem para geraldo vandré

Vandré, com a cantora americana Joan Baez

O advogado, cantor e compositor Geraldo Vandré, nome artístico utilizado pelo paraibano Geraldo Pedroso de Araújo Dia, em 1968 participou do III Festival Internacional da Canção com “Pra não dizer que não falei de flores”, mais conhecida por “Caminhando”. A música surgiu como um apelo nacional de mudança e veio ao encontro das aspirações do povo brasileiro que vivia um regime de opressão e instabilidade econômica, social e política. A letra trazia toda a força, inconformidade e chamado de luta e de mudança, características próprias da juventude. Ela fala em união, igualdade, integração e aborda os problemas sociais da época, a pobreza, a reforma agrária, a vida dos soldados nos quartéis, a inutilidade das guerras, conclamando a todos para uma ação conjunta de mudanças, sem demora.

A composição se tornou um hino de resistência do movimento civil e estudantil que fazia oposição à ditadura militar e foi censurada. O Refrão “Vem, vamos embora / Que esperar não é saber / Quem sabe faz a hora, / Não espera acontecer” foi interpretado como uma chamada à luta armada contra os ditadores, segundo os censores da época.

PRA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DE FLORES
Geraldo Vandré

Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais braços dados ou não
Nas escolas nas ruas, campos, construções
Caminhando e cantando e seguindo a canção

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Pelos campos há fome em grandes plantações
Pelas ruas marchando indecisos cordões
Ainda fazem da flor seu mais forte refrão
E acreditam nas flores vencendo o canhão

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

Há soldados armados, amados ou não
Quase todos perdidos de armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição
De morrer pela pátria e viver sem razão

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

Nas escolas, nas ruas, campos, construções
Somos todos soldados, armados ou não
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais braços dados ou não
Os amores na mente, as flores no chão
A certeza na frente, a história na mão
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Aprendendo e ensinando uma nova lição

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

Site Poemas & Canções

DOM JAIME ROCHA, UM RELIGIOSO E ESTADISTA

DOM JAIME ROCHA, UM RELIGIOSO E ESTADISTA

Conheci Dom Jaime Vieira Rocha já Bispo de Caicó e com ele a primeira vez que trocamos algumas ideias foi no Departamento Diocesano de Assistência Social, no Dom Wagner em Caicó, na presença de Procópio, Damião, Carlão e Fidel Braceras do IICA, falamos sobre a construção das barragens do Rio Espinharas, dos Açudes da Região do Seridó, dos agricultores do Rio Sabugi, das cerâmicas e das vocações da Igreja, na saída Procópio nos levou direto para a Rádio Rural, passando a fazer perguntas sobre o PAPP, programa financiado pelo Bird/Banco Mundial.

Na sequência tivemos várias reuniões marcantes que edificaram a nossa jornada humana, uma reunião no Sindicato de Serra Negra do Norte, no comando do Presidente Eraldo, quando do estouro da Barragem Dinamarca, a primeira construída no Rio Espinharas, desta vez contando com a presença do saudoso Prefeito Ruy Pereira, de Manoel Candido, representando a FETARN, do SEAPAC, dos técnicos do PAPP e a retomada das barragens sucessivas do Rio Espinharas, que perenizou o Rio viabilizando a agricultura familiar, no Município de Serra Negra do Norte.

Nas missas nas comunidades, quando das inaugurações das cerâmicas comunitárias assistidas tecnicamente pelo SEAPAC, principalmente no Município de  Parelhas, na missa do jubileu de prata pelo sacerdócio de Dom Jaime em Caicó, nas reuniões e oficinas preparatórias para o Plano de Desenvolvimento do Seridó, coordenado pelo IICA, na reunião em Natal com os Bispos do Regional Nordeste II, para tratar do crédito fundiário, sempre com a participação decisiva de Dom Jaime Vieira Rocha.

Dom Jaime já dirigiu o Seminário São Pedro, foi Bispo de Campina Grande, e chegou a Bispo de Arquidiocese de Natal, presentes nas mais diversas Paroquias, evangelizando, as notícias são as mais correntes, esteve em São Pedro, em São Paulo do Potengi, em Ceará Mirim, na missa em homenagem a Padroeira Nossa Senhora da Conceição, cumprimenta a todos, pobres e ricos, não faz distinção, com as palavras bem colocadas e pausadas.

Sempre que pode tem participado do programa Grande Natal em Debate, da TV Metropolitano, a sua última entrevista foi no Natal recente, chamando a todos ao diálogo e a celebração da paz, falou sobre as vocações, o sentido do Natal, convidou os cristãos a olharem um presépio, promoverem o bem, citou o Papa Francisco, pediu a fraternidade social.

Agora, na crise da Segurança, quando a situação estava exaltada de todos os lados,  a Justiça determinou até a prisão dos membros da força policial, ele se dirigiu ao Governador para pedir que não efetuasse nenhuma prisão, pois a Polícia estava sem receber os seus proventos, e que procurasse o diálogo, para encontrar uma saída, dando um exemplo de Estadista e de evangelizador Cristão, merecendo cada vez mais o respeito de todos os segmentos sociais. (Ponto de Vista/Nelson Freire. PN)

Por: Evandro de Oliveira Borges – Advogado

Municípios com FPM zerado no primeiro decênio

Por: Evandro Borges – Advogado

A Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte divulgou a relação de quarenta e dois municípios que tiveram a primeira parcela de janeiro de 2018, referente ao primeiro decênio, zerado, sem nenhum real, sendo os seguintes os Municípios: Alto do Rodrigues, Angicos, Arês, Baia Formosa, Baraúna, Encanto, Equador, Extremoz, Felipe Guerra, Florânia, Governador Dix-Sept Rosado, Grossos, Guamaré, Jandaíra, Janduís, Japi, Jardim do Seridó, João Câmara, Lagoa D’anta, Martins, Nova Cruz, Parazinho, Pedro Velho, Pendências, Poço Branco, Porto Mangue, Rio do Fogo, Rui Barbosa, Santana dos Matos, São Bento do Norte, São Fernando, São José de Mipibú, São Miguel do Gostoso, Senador Georgino Avelino, Serra do Mel, Sítio Novo, Taipú, Tenente Laurentino Cruz, Tibau, Touros, Venha Ver, e Vila Flôr.

Os Municípios que tiveram seus FPMs zerados no primeiro decênio correspondem a vinte e cinco por cento dos Municípios do Estado do Rio Grande do Norte, praticamente de todas as regiões, de diversas dimensões, tenham potenciais ou não, considerados grandes e pequenos, praianos e turísticos, da região petrolífera ou do semiárido, com economias com dinamismo frágil ou de potencial, não existindo um padrão.

Do Seridó há quatro Municípios, Florânia, Jardim do Seridó, São Fernando e Tenente Laurentino Cruz, da região petrolífera e que recebem royalty estão, Alto do Rodrigues, Guamaré, Felipe Guerra, Governador Dix-Sept Rosado e Grossos, da Região Metropolitana de Natal aparece Extremoz, que inclusive pagou o 13º salário e o mês de dezembro em dia, as duas maiores cidades do Agreste, São José do Mipibú e Nova Cruz, municípios como Gostoso, praiana e turística e Tibau que recebe o veraneio de Mossoró e adjacências, Baraúna produtora de melão do agronegócio, Serra do Mel produtora de caju com beneficiamento exemplar, estão na lista.

A imagem inicial dos Municípios que zeram seu FPM seriam os Municípios do semiárido com economias complexas diante das adversidades naturais, sem muito potencial, mas, em um rápido olhar, verifica-se que deve ser analisado de modo diferente, ensejando uma reflexão mais apurada, merecendo uma pesquisa, pois, vejam os Municípios de Extremoz e São José de Mipibú que pagam seus servidores em dia, e não conseguem receber o primeiro decênio do ano de FMP, qual o comprometimento que provoca esta situação ?

O certo que para a maioria dos Municípios do Estado o FMP é uma fonte das mais importantes para a manutenção da continuidade do serviço público, principalmente, no que diz respeito as atividades essenciais tais como: à saúde, assistência social e a educação, e ainda outros compromissos de ordem legal, como o repasse para as Câmaras Municipais, as razões devem ser buscadas, e a FEMURN pode ajudar em muito pela sua credibilidade alcançada.

Afirmar, apenas, que seria uma questão de administração é muito simplório, talvez apenas um dos fatores, de falta de fiscalização? de improbidade? de educação? Há quatro Municípios do Seridó que detém uma educação de respeito no Estado, falta de recursos estão os Municípios que recebem royalty, de capacidade produtiva e geradora de empregos, aparecem Baraúna e municípios praianos com potencial turístico como, Gostoso e Tibau, o que precisa é um estudo mais aprofundado.

Bando invade cidade de Santo Antônio, ataca bancos, metralha base da polícia e toca terror na madrugada

Reprodução: WhatsApp

A cidade de Santo Antônio, no Agreste potiguar, foi palco de cenas de terror na madrugada desta segunda-feira (15). Momentos de tensão, bandidos dispararam vários tiros por toda a parte e a população amedrontada dentro de casa.

Homens armados invadiram a cidade e explodiram as agências do Banco do Brasil e do Nordeste. Os criminosos também teriam metralhado o Pelotão da Polícia Militar.

A ação coordenada aconteceu em dois planos; enquanto parte do grupo cercava e atirava contra o prédio do grupamento da Polícia Militar, impedindo qualquer tentativa de reação dos PMs; outro invadiam as agências bancárias. Em poucos minutos o prédio foi arrombado e em seguida teve os cofres explodidos.

A explosão foi tão forte que pode ser ouvida a quilômetros de distância do local. Com o impacto a agência ficou parcialmente destruída. Ainda de acordo com informações, a agência do Banco do Nordeste também teria sido arrombada.

Na fuga os marginais deixaram grampos espalhados nas entradas da cidade para impedir uma reação da polícia e dificultar a chegada de reforço policial. Eles teriam saído atirando pelas ruas da cidade. Um veículo carbonizado foi encontrado abandonada na RN-120, na entrada do município de Nova Cruz, supostamente usado pela quadrilha nas ações criminosas.

Polícias seguem em diligência. Até o fechamento desta matéria não havia informação de prisões. A quantia levada não foi informada.

Fonte: Amigos da Onça