Daily Archives: 14/12/2017

Os militares estaduais praças decidiram na tarde desta quarta-feira (13), em Assembleia Geral Unificada, a realização de uma mobilização em frente à Governadoria nesta próxima sexta-feira (15). A concentração ocorrerá às 15h, ao mesmo tempo em que os representantes das associações, junto ao Fórum dos Servidores, estarão reunidos com o governador Robinson Faria, que se comprometeu a dar um posicionamento quanto ao pagamento da folha de novembro, dezembro e 13º salário nesta reunião.

“Nos reuniremos com o governador, e logo após anunciaremos à categoria o posicionamento dele. Dependendo do que nos for falado tomaremos a decisão de paralisar, ou não, em Assembleia com os policiais e bombeiros”, explica a vice-presidente da Associação dos Subtenentes e Sargentos Policiais e Bombeiros Militares do RN (ASSPMBMRN), Márcia Carvalho.

A subtenente frisa que o atraso no pagamento não é um problema somente dos servidores, mas de toda a população. “É um efeito dominó. Enquanto o governador prejudica o servidor precarizando seu trabalho sem salário, prejudica diretamente o serviço prestado à população”, destaca.

Do: Na ficha da Polícia RN

 

 

Em 2018, tudo deverá girar em torno das questões de ordem política e econômica

Para advogado, tendência do eleitorado é de renovação, votar no “ficha limpa”, procurar os candidatos sem tradição política e sem mandatos, de partidos que se apresente de forma moderna.

Por: Evandro Borges

Foto: Eliana Félix

O ano de 2018 haverá eleições presidências, para governadores dos Estados, a bancada federal e estadual, levando para que tudo gire em torno das questões de ordem política e econômica, e o país precisa de reformas em todas as suas dimensões, muitos temas serão abordados e estarão na ordem do dia, sendo o mais relevante deles a reforma política, que vem sendo efetuado pelo atual congresso.

O resultado eleitoral continua sendo uma incógnita. O pleito eleitoral será marcado de vez pelas redes sociais, com muito fake, para os desavisados, já utilizados em outras campanhas, mas, neste campo, haverá uma disputa acirrada, cabendo a todos nós chamar o leitor para a ponderação, para o diálogo, para construção democrática, para a convivência do pluralismo.

A tendência do eleitorado é de renovação, votar no “ficha limpa”, procurar os candidatos sem tradição política e sem mandatos, de partidos que se apresente de forma moderna de organização, que apresente propostas concretas e que sejam capazes de serem viabilizadas, e ainda outros candidatos que representem o lugar, o regional, que se tenha identificação e raiz.

A disputa da visão econômica neoliberal e de desenvolvimento com equidade social, mais uma vez estará em pauta, com as reformas realizadas, com os desdobramentos da reforma trabalhista, e o início da chamada ”pejotização” de muitos segmentos, banco de horas, trabalhos pagos a base de diárias, e outros infortúnios, que na verdade sucateia a força de trabalho e não geram empregos com o mínimo de segurança, fragilizando as famílias.

Os investimentos empresarias mais significativos no Estado continuarão sendo na área do turismo, gerador de uma excelente cadeia produtiva, hoteleira, de gastronomia, de artesanato, serviços e outras, na melhoria do avanço da infraestrutura, com a consolidação do que já se promove, e no setor de Energia Renovável não poluente eólico e de energia solar, com investimentos que poderão melhorar a estrutura de muitos Municípios.

Os valores sociais continuarão na mesma trilha, de transformação, seja na família e no casamento, no avanço social das mulheres, nas denuncias contra a violência no ambiente doméstico, e o cerco a cultura do machismo, e com um aumento da comunicação nas redes sociais, incorporando mais setores, com uma tendência para comunicação total, por diversos meios.

As questões da violência, da saúde pública e da educação estarão às três dimensões de forma visível, pois não é fácil romper com o crime organizado, que corrompe, envolvendo a todos com drogas ilícitas. A saúde pública precisa da unidade da sociedade com ações conjuntas do Estado, em face ao forte corporativismo que se coloca acima do interesse público. E quanto à educação vencer o analfabetismo, melhorar as condições da educação pública, será um grande desafio.