No sangue e no futebol: três irmãos jogam juntos na 2ª divisão do RN

Zé Antônio, Anderson Lima e Piúba atuam profissionalmente pela primeira vez e dividem a atenção no Atlético Potiguar. Trio se emociona com parceria em campo

Por Jocaff SouzaNatal

O sonho de ser jogador de futebol move uma família do interior do Rio Grande do Norte. No Atlético Potiguar, clube que disputa a segunda divisão do Campeonato Potiguar, três irmãos conseguiram realizar o desejo de correr atrás da bola e se juntaram, profissionalmente, pela primeira vez. O mais velho, Claudiano Horácio, ou Piúba, como ficou conhecido no futebol, atua como meia e tem 29 anos. O irmão do meio e mais famoso é o zagueiro Zé Antônio Potiguar, que atuou por América-RN e Campinense. O caçula é Anderson Lima, lateral-esquerdo de 21 anos e que foi a porta de entrada para os irmãos no clube. Os três são nascidos em Montanhas, cidade que fica a 87 km de Natal. A família ainda teve o primogênito Demir, de 33 anos, a entrar no mundo da bola pela antiga equipe do São Gonçalo-RN, mas que já encerrou a carreira.

Mesmo sem chances de chegar ao título da competição, o Rubro-Negro ocupa a terceira colocação, com 12 pontos e tem apenas mais uma partida para disputar. Na cidade de Baía Formosa, no litoral Sul potiguar, a família Horácio de Lima é a sensação da equipe. O clube, presidido pelo empresário Francisco Paiva, é formado por jovens atletas e que também buscam por um espaço no futebol brasileiro. O GloboEsporte.com bateu um papo com os irmãos sobre a relação de amor e parceria dentro e fora das quatro linhas.

Piuba, Zé Antônio, Anderson Lima - Atlético Potiguar (Foto: Augusto Gomes/GloboEsporte.com)
Piúba, Zé Antônio Potiguar e Anderson Lima: família unida no Atlético Potiguar (Foto: Augusto Gomes/GloboEsporte.com)

Na formação da equipe do Atlético Potiguar para a segunda divisão estadual, o primeiro dos três irmãos a vestir a camisa rubro-negra foi o caçula Anderson Lima. Titular em todos os jogos, ganhou a companhia dos irmãos a partir da quinta rodada. Nas três primeiras partidas, duas derrotas e uma vitória. Com a família completa, uma goleada por 3 a 0 sobre o Força e Luz, no Estádio Barretão, em Ceará-Mirim.

Eu não tenho nem palavras para descrever. Era algo que sempre sonhava, mas que aconteceu mais rápido do que eu esperava. Eu sempre acompanhava os jogos deles e esperava pelo momento de calçar a chuteira e jogar com eles ao meu lado”

– Eu não tenho nem palavras para descrever. Era algo que sempre sonhava, mas que aconteceu mais rápido do que eu esperava. Eu sempre acompanhava os jogos deles e esperava pelo momento de calçar a chuteira e jogar com eles ao meu lado. Como eu cheguei primeiro ao clube, vi que nosso time estava carente de atletas das posições que eles jogam. Falei com Zé (Antônio), porque ele estava deixando o Campinense, e ele conseguiu vir para cá. Depois, o Piúba foi trazido a partir da indicação do Zé e fechamos o nosso trio. Eu observo muito como eles se comportam em campo para repetir a postura e a forma de jogar, por isso a sensação de estar ao lado deles é muito boa – celebra o lateral, que estava sem jogar profissionalmente desde o fim do estadual de 2015, quando vestiu a camisa do Palmeira-RN, e se virou em campeonatos amadores e peladas para conseguir se manter financeiramente.

Leia reportagem na íntegra AQUI

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Posted on 19/10/2016, in Cidade, Entretenimento, Esporte, Informativo, Montanhas. Bookmark the permalink. Deixe um comentário.

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