Daily Archives: 26/04/2016

Montanhas RN – Vereador Fabiano é intimado pela Juiza da 61ª Zona Eleitoral sobre processo de AÇÃO DE PERDA DE CARGO ELETIVO POR DESFILIAÇÃO PARTIDÁRIA SEM JUSTA CAUSA -CARGO – VEREADOR

GUEGA E FABIANOFotos: Reprodução Internet

Há um processo em andamento na 61ª Zona Eleitoral que tem como Peticionante, Josias Leandro de Souza, popularmente conhecido por “Guega”. Esta ação requer a vaga do Vereador Fabiano, que por motivo de mudança de Partido em data não estabelecida por Lei, ainda a ser julgado pela Juiza Eleitoral, o Suplente de Vereador “Guega”, aguarda a posição definitiva do julgamento para poder fazer valer os seus direitos.

A referida intimação é no sentido de ouvir as partes interessadas no Processo peticionado sobre o Nº 96-29.2015.6.20.0000 – Prot Nº 31.306/2015. No dia 28 de abril de 2016 às 13:00  horas. Confira AQUI

0aa

Esta Ação já esteve tramitando no Tribunal Regional Eleitoral em 04 de abril de 2016 no Gabinete do Juiz Sérgio Roberto Nascimento Maia, relator deste Processo, que encaminhou para a Juíza Eleitoral de Pedro Velho ouvi-los. Clique AQUI

aaa

Investigações da Lava-Jato sobre Henrique Alves estão avançadas, afirma jornal

Foto/Reprodução

O Globo

Integrantes da força-tarefa da Operação Lava-Jato estão investigando aliados do vice-presidente Michel Temer, como os ex-ministros do Turismo Henrique Eduardo Alves (que já foi alvo de mandado de busca e apreensão) e da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima. Os investigadores já trabalham com a hipótese de que eles virem ministros num governo do PMDB. Assim, retomariam o foro privilegiado e passariam para a esfera do Supremo Tribunal Federal (STF) saindo da alçada do juiz Sérgio Moro.

Caso o deslocamento ocorra, Alves e Geddel se somarão a três alvos centrais da Lava-Jato, também próximos a Temer. O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), é réu numa ação por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no esquema de desvios da Petrobras; denunciado em inquérito que apura quatro contas mantidas na Suíça; e investigado em outro procedimento devido a mais nove contas no exterior. O senador Romero Jucá (PMDB-RR) é investigado no inquérito que apura formação de quadrilha e num segundo procedimento no STF. O senador Valdir Raupp (PMDB-RR) também é investigado por formação de quadrilha e alvo de um segundo inquérito.

Fontes com acesso às investigações relatam que o caso de Alves é o mais avançado. Em dezembro de 2015, quando era ministro do Turismo, a Polícia Federal cumpriu um mandado de busca e apreensão em um apartamento dele, em Natal. Investigadores relatam haver indícios de uma atuação casada de Alves e Cunha na arrecadação de recursos para campanhas eleitorais. Essa é uma das linhas de investigação do inquérito aberto para investigar o presidente da Câmara a partir das delações premiadas dos donos da Carioca Engenharia. Os empreiteiros detalharam nove contas bancárias no exterior cujos depósitos teriam beneficiado Cunha.

TROCA DE MENSAGENS
A força-tarefa em Curitiba tem em mãos relatórios com as trocas de mensagens entre o ex-ministro do Turismo e executivos da construtora OAS. Pelo teor das mensagens, Alves promete favores à empresa em tribunais de contas. Os torpedos registram pedidos de doações a Léo Pinheiro, ex-presidente da empreiteira. Henrique Alves foi derrotado na disputa pelo governo do Rio Grande do Norte em 2014.

OUTRO LADO
O ex-ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves afirmou que as doações recebidas por sua campanha foram legais. Já o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, negou ter recebido propina e disse que apresentou defesa sobre o caso em que é réu, refutando as acusações em relação às contas da Suíça. No caso da Carioca Engenharia, explicou que não há a atribuição das nove contas a ele.
— Toda arrecadação da nossa campanha está declarada no TSE. E assuntos do interesse do meu estado sempre tratei de forma institucional — disse Alves.

Montanhas RN – Por falta de pagamento ao posto de gasolina transporte de pacientes não é abastecido.

LDAENLHTXYO2016042019305720042016

Recebemos informações de que o transporte que faz viagens com as crianças especiais do município de Montanhas, juntamente com os seus familiares, hoje terça feira (26) não conseguiu ser abastecido no posto de gasolina, as informações de familiares, são de que o proprietário do posto não abasteceu por falta de pagamento.

A saúde e tratamento de saúde são prioritários! Não podem acontecer fatos dessa natureza, é muito importante que seja apresentada a população essas ações, talvez por descuido, mas que deva existir alguém para cuidar dessa parte, sem que haja prejuízo para as crianças tão necessitada desse atendimento.

Leia o que diz uma leitora do Blog: “Segundo os familiares das crianças especiais que fazem acompanhamento no CRIS hoje perderam exames ,por não ter transporte disponível pois o proprietário do posto de gasolina não abasteceu por falta de pagamento atrazados…pior é que…os mesmo que estão passando por este problema foram os que o colocaram lá kkkkkkk”.

Vamos aguardar as explicações da Secretaria de Saúde ou do Executivo Municipal. Sabe-se que muitos outros carros são abastecidos diariamente por conta da prefeitura!!! Não somente aqui em Montanhas, mas também em Natal.

Olhos1

Conheça os senadores que compõem a Comissão do Impeachment

chute7

O plenário do Senado elegeu hoje (25) os 21 titulares e 21 suplentes da comissão especial que vai examinar o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. A instalação oficial do colegiado, com a eleição do presidente, do vice e do relator, está prevista para esta terça-feira (26), para as 10h. O senador Raimundo Lira é o indicado pelo PMDB para presidir a comissão do impeachment no Senado.

Os nomes indicados para compor a comissão foram aprovados, em sessão deliberativa do Senado, nesta segunda-feira (25). Amanhã (26), serão eleitos o presidente e o relator.

Após a instalação da comissão, começa a contar o prazo de dez dias úteis para que o relator apresente o parecer sobre a admissibilidade da abertura do processo. O parecer precisa ser votado pelos integrantes do colegiado e a aprovação se dá por maioria simples.

Qualquer que seja o resultado da votação na comissão, a decisão final cabe ao plenário do Senado, que é soberano. No plenário, o parecer da comissão será lido e, após 48 horas, votado nominalmente pelos senadores. Para ser aprovado, é necessária a metade mais um dos votos dos senadores presentes, desde que votem pelo menos 41 dos 81 senadores. Por exemplo, se 75 senadores estiverem presentes, serão necessários 38 votos para o processo de impeachmentser aceito na Casa.

Conheça quem são os senadores titulares da comissão:

PMDB

Raimundo Lira (PMDB-PB)

PMDB indica senador Raimundo Lira para presidir Comissão do Impeachment (Edilson Rodrigues/Agência Senado)
Raimundo LiraEdilson Rodrigues/Agência Senado

Indicado pelo PMDB para presidir a Comissão do Impeachment no Senado, Raimundo Lira está na sua segunda legislatura como senador. Ele já havia ocupado o cargo entre os anos de 1987 e 1994. À época, ele foi eleito pelo PMDB. Mas em 1989, foi para o PRN (partido no qual Fernando Collor se elegeria presidente). Em 1994, tentou a reeleição pelo PFL e perdeu. Depois deste período, ficou afastado da política. Em 2010, ele entrou como suplente de Vital do Rêgo Filho. Lira assumiu a cadeira no Senado após Vital ir para o TCU em 2014.

Rose de Freitas (PMDB-ES)

Brasília - Rose de Freitas (PMDB-ES), candidata à presidência da Câmara dos Deputados
Rose de FreitasAntonio cruz/Agência Brasil

Mineira de nascimento, Rose de Freitas está no Senado representando o estado do Espírito Santo desde 2015 (eleita). Antes, ela havia sido eleita para diversas outros cargos. Em 1982, foi deputada estadual pelo PMDB. Em 1986, virou deputada federal. No meio do mandato, foi para o PSDB. Se reelegeu em 1990 e perdeu as eleições estaduais em 1994. Rose acabou voltando à Câmara dos Deputados como suplente em 1998 e como titular em 2002. Em 2006, ela voltou ao PMDB e conseguiu se reeleger em 2006 e 2010.

Simone Tebet (PMDB-MS)

Simone Tebet Fabiano Accorsi/Site do Senado
Simone Tebet Fabiano Accorsi/Site do Senado

Simone é filha do ex-presidente do Senado Ramez Tebet (que morreu em 2006). Com 46 anos, ela está na primeira legislatura como senadora, mas tem um currículo longo no Mato Grosso do Sul. Foi eleita deputada estadual em 2002, prefeita de Três Lagoas (MS) em 2004 e 2008 e vice-governadora do estado em 2010.

Dário Berger (PDMB-SC)

Dário Berger
Dário BergerDivulgação do Senado

Convocado para a comissão de última hora, na vaga de José Maranhão (PMDB-PB), Dário Berger foi ex-prefeito das cidades de São José (1997-2004) e Florianópolis (2005-2012). Antes de integrar o PMDB, ela era do PFL. Além de político (desde 1989), Berger é administrador de empresas.

Waldemir Moka (PMDB-MS)

Waldemir Moka
Waldemir MokaDivulgação do Senado

Senador desde 2011 pelo Mato Grosso do Sul, Waldemir Moka começou a carreira política em 1983 quando foi vereador em Campo Grande. Depois, foi eleito deputado estadual por três mandatos. Em 1999, se elegeu deputado federal e foi reeleito por duas vezes. Todas as eleições de Moka foi representando o PMDB. Além de político, ele é médico.

Bloco Parlamentar da Oposição 

Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP)

Brasília - Senador Aloysio Nunes Ferreira,fala durante o seminário internacional Anteprojeto Brasileiro de Proteção de Dados Pessoais em Perspectiva Comparada (Elza Fiuza /Agência Brasil)
Aloysio Nunes FerreiraElza Fiúza/Agência Brasil

Um dos nomes mais fortes do PSDB atualmente, Aloysio Nunes lutou contra a ditadura militar e chegou a ser exilado do país por participar de movimentos contrários ao regime. Depois de ser filiado ao PCB, ele ajudou a fundar o PMDB e entrou no PSDB em 1997. Foi ministro do governo Fernando Henrique Cardoso. É senador desde 2007 e em 2014 foi vice de Aécio Neves na disputa da Presidência da República. O senador também é citado na Operação Lava Jato da Polícia Federal.

 Antonio Anastasia (PSDB-MG)

Senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) discursa na tribuna do Plenário onde comentou a inclusão de seu nome no inquérito da Operação Lava-Jato (Moreira Mariz/Agência Senado)
Antonio AnastasiaMoreira Mariz/Agência Senado

Ex-governador de Minas, Antonio Anastasia trabalhou por mais de dez anos na administração pública do estado e do governo federal antes de entrar para a política. A primeira eleição foi como vice da chapa de Aécio Neves (também senador por Minas Gerais) em 2006. Com a saída de Aécio para concorrer ao Senado, Anastasia assumiu o governo. Em 2010, ele foi reeleito. Ficou como governador até 2014, quando se elegeu senador.

Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)

Cássio Cunha Lima (José Cruz/Arquivo Agência Brasil)
Cássio Cunha LimaJosé Cruz/Agência Brasil

Filho do ex-governador Ronaldo Cunha Lima, Cássio tem uma extensa carreira política na Paraíba. Além da eleição para o Senado, em 2014, ele já acumulou três eleições para prefeito de Campina Grande e duas eleições para governador. Na última vez que foi governador, ele acabou cassado por irregularidades nas eleições. Cunha Lima começou a carreira política no PMDB. Em 2001, ele foi para o PSDB, partido que está até hoje.

Ronaldo Caiado (DEM-GO)

Brasília - Entrevista com o senador Ronaldo Caiado durante a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff (Valter Campanato/Agência Brasil)
Ronaldo Caiado Valter Campanato/Agência Brasil

Senador desde 2015 (eleito em 2014), Caiado teve a primeira aparição política como candidato à Presidência da República. Ele concorreu ao cargo em 1989, quando ficou em 10º lugar. No ano seguinte, foi eleito deputado estadual. Ele ficou no cargo por cinco legislaturas. Caiado é um dos líderes da bancada ruralista no Congresso. Em seu site oficial, há a informação de que ele foi o criador oficial da bancada.

Bloco de Apoio ao Governo

Gleisi Hoffmann (PT-PR)

Brasília - A presidente da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, Gleisi Hoffmann, durante audiência pública com a participação do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, sobre a execução da polí
Gleisi HoffmannMarcelo Camargo/Agência Brasil

Senadora pelo Paraná desde 2011, Gleisi Hoffman se filiou ao PT em 1989. Durante alguns anos, trabalhou na administração pública no Paraná (inclusive na Hidrelétrica Itaipu) e em Mato Grosso do Sul. Em 2006, tentou eleição para o Senado, mas perdeu. Em 2008, tentou a disputa pela prefeitura de Curitiba, mas também foi derrotada. Em 2011, Gleisi assumiu como ministra-chefe da Casa Civil, cargo que ficou até 2014. Ela é uma das investigadas na Operação Lava Jato, da Polícia Federal.

Lindbergh Farias (PT-RJ)

Brasília - O senador Lindbergh Farias durante reunião da bancada do PT no Senado para escolher o novo líder do partido na Casa que substituirá Humberto Costa (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Lindbergh FariasMarcelo Camargo/Agência Brasil

Senador desde 2011, Lindberg Farias já havia ocupado os cargos de prefeito de Nova Iguaçu e deputado federal pelo Rio de Janeiro. O senador, que foi um dos símbolos do movimento dos caras-pintadas, foi filiado ao PCdoB e ao PSTU antes de entrar no PT em 2011. Lindbergh também é investigado na Operação Lava Jato.

José Pimentel (PT-CE)

Primeira reunião da CPI da Petrobras no Senado. Na foto, o senador José Pimentel, relator da comissão (Valter Campanato/Agência Brasil)
José Pimentel Valter Campanato/Agência Brasil

Bancário aposentado, Pimentel é senador desde 2011, José Pimentel havia sido, por quatro oportunidades, deputado federal pelo Ceará. Em 2008, ele assumiu o Ministério da Previdência Social do governo Lula. Pimentel ficou por dois anos no cargo. Atualmente, ele é líder do governo no Congresso Nacional.

Telmário Mota (PDT-RR)

Brasília - O relator do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar do Senado, Senador Telmário Mota, durante reunião para decidir sobre o depoimento do senador licenciado, Delcídio do Amaral ( Marcelo Camargo/Agência Brasil)
 Telmário MotaMarcelo Camargo/Agência Brasil

Autodenominado o “senador do povo”, Telmário Mota tem uma carreira política relativamente curta. Antes de ser senador, o único cargo político que havia ocupado foi o de vereador de Boa Vista (RR), entre 2007 e 2010. Em 2008, ele tentou ser eleito prefeito da cidade cidade, mas perdeu. Em 2011, foi derrotado nas eleições para o Senado. Telmário foi bancário e é formado em economia.

Bloco Parlamentar Socialismo e Democracia

Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE)

Brasília - O senador Fernando Bezerra Coelho é alvo da Operação Catilinárias, onde a PF cumpre mandados no Distrito Federal e em sete estados (Antonio Cruz/Agência Brasil)
Fernando Bezerra CoelhoAntonio Cruz/Agência Brasil

Foi eleito deputado estadual em 1982. Em 1986 e 1990, elegeu-se deputado federal. Em 1992, chegou à prefeitura de Petrolina, que voltou a ocupar após vencer os pleitos de 2000 e 2004. Em 2007, assumiu a Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco no governo de Eduardo Campos. A partir de 2011, foi ministro da Integração Nacional, no primeiro mandato de Dilma Rousseff, até outubro de 2013. Assumiu a vaga no Senado de Jarbas Vasconcelos, após ser eleito em 2015.  O senador é um dos investigados na Operação Lava Jato.

Romário (PSB-RJ)

O senador Romário, relator do projeto que cria a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, durante reunião em que o projeto foi aprovado na Comissão de Direitos Humanos do Senado (Antonio Cruz/Agência Brasil)
 Romário   Antonio Cruz/Agência Brasil

Romário é um dos senadores mais conhecido na atualidade. Antes de ocupar a cadeira no Congresso, ele foi campeão mundial pela Seleção Brasileira de futebol em 1994 e melhor jogador do mundo. A mudança dos campos para a política veio em 2011, quando foi eleito deputado federal. Ele ocupa o cargo de senador desde 2015. Dentro do Congresso, preside a CPI do Futebol.

Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM)

O Senador Ataídes Oliveira e a Senadora Vanessa Graziotin durante audiência pública da CPI do Carf para ouvir Robert Rittscher, da Mitsubishi Motors (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
 Vanessa GraziotinMarcelo Camargo/Agência Brasil

É filiada ao PCdoB desde 1980. Foi vereadora em Manaus entre 1989 e 1999 e deputada federal por três mandatos consecutivos — de 1999 a 2011, quando elegeu-se ao Senado. Ocupa a função de primeira procuradora especial da Mulher no Senado. É líder do PCdoB e titular de 13 comissões e conselhos na Casa.

Bloco Parlamentar Democracia Progressista 

Ana Amélia (PP-RS)

Brasília - Senadora Ana Amélia, cotada para relatora da comissão especial do impeachment, fala no plenário (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Ana AméliaFabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Foi eleita pelo Rio Grande do Sul em 2010, com 3,4 milhões de votos. É titular de sete comissões — entre as quais estão a Comissão Permanente Mista de Combate à Violência contra a Mulher; a Comissão de Agricultura e Reforma Agrária e a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional. É , ainda, suplente de outras três. Exerce a função de vice-presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esporte e integra a Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul. Em 2014, concorreu ao governo gaúcho.

José Medeiros (PSD-MT)

José Medeiros
José MedeirosDivulgação do Senado

José Medeiros assumiu cadeira no Senado por ser primeiro suplente de Pedro Taques, empossado governador de Mato Grosso em 2015. Chegou a ser candidato a deputado federal pelo PPS em 2010, mas acabou desistindo para compor a suplência de Pedro Taques na disputa pelo Senado. Antes de assumir a cadeira na Casa, Medeiros foi presidente do PPS em Rondonópolis (MT). Em março de 2016, filiou-se ao PSD.

Gladson Cameli (PP-AC)

Gladson Cameli
Gladson CameliDivulgação do Senado

Em sua carreira política, já foi filiado ao PFL e ao PPS. Em 2006, no PP, foi eleito deputado federal, sendo reeleito quatro anos depois. Conquistu a vaga de senador com 58,37% dos votos válidos e assumiu a vaga de Anibal Diniz.  É investigado na Operação Lava Jato da Polícia Federal.

Bloco Moderador 

Wellington Fagundes (PR-MT)

 

Wellington Fagundes
Wellington FagundesDivulgação do Senado

Fagundes foi,por seis mandatos, deputado federal antes de ser eleito senador. No último pleito, em 2014, Wellington Fagundes foi eleito senador da República, com 646.344 votos e assumiu a vaga de Jayme Campos. É vice-líder do Governo, líder do PR no Senado, presidente da Comissão Senado do Futuro (CSF) – e presidente da Frente Parlamentar de Logística de Transportes e Armazenagem (Frenlog).

Zezé Perrella (PTB-MG)

Zezé Perrella
Zezé PerrellaDivulgação do Senado

José Perrella de Oliveira Costa é empresário e chegou ao Senado em 2011, após a morte do titular do mandato, Itamar Franco.  Sua vida pública está ligada à presidência do Cruzeiro Esporte Clube, exercida de 1995 a 2002 e de 2009 a 2011. Foi eleito deputado federal em 1998 pelo PFL e deputado estadual em 2006 pelo PDT. Desde março de 2016, está no Partido Trabalhista Brasileiro (PTB).

*Com informações do Senado Federal.

Mulher de ministro apaga fotos e reclama: ‘conversa para boi dormir’

Mulher_min1Milena Santos publicou fotos no Ministério do Turismo
nas redes sociais – Reprodução

RIO — Diante da repercussão negativa das fotos tiradas no gabinete de seu marido, o novo ministro do Turismo, o economista Alessandro Golombiewski Teixeira, a modelo Milena Santos apagou, no fim da noite desta segunda-feira, as imagens de sua página no Facebook. Milena colocou uma outra foto, onde o casal está num restaurante, e reclamou:”Tô indignada com a falta de ética e respeito das pessoas.

Pegam um momento de felicidade da vida de um casal que se ama e estão (sic) felizes e transformam numa coisa negativa, como se estivéssemos cometendo alguma ilegalidade”. Milena, assim como o ministro, queixou-se da divulgação de fotos do passado, onde a modelo aparece nua.

Em uma delas, que estava na sua própria página do Facebook, ela aparecia na frente do Congresso Nacional. “Não precisam pegar fotos e falas que eu fiz no meu passado e apresentar como se fossem atuais porque não são! O único fato novo e exclusivo é que sou esposa do ministro do Turismo. O resto é conversa para boi dormir”.

milena-santos.jpg
Milena Santos e o ministro do Turismo, Alessandro Golombiewski Teixeira, em um restaurante – Reprodução Facebook

 

Joaquim Barbosa faz críticas a impeachment – “As acusações contra a Presidente são fracas” afirma

joaquim BarbosaO ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa afirmou ter dúvidas sobre o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff em curso no Congresso e defendeu que a população seja consultada em caso de novas eleições. A manifestação ocorreu na noite da última sexta-feira (22), durante um simpósio em Florianópolis.

Para Barbosa, as acusações contra a presidente (pedaladas fiscais) são fracas e colocam a Nação diante de um grave problema de “proporcionalidade”. “Essa alegação, a meu ver, é fraca, é ela que provoca esse desconforto, porque descumprimento de regra orçamentária é a regra de todos os governos do Brasil. Não é por outra razão que todos os Estados brasileiros estão virtualmente quebrados, vocês perceberam as dificuldades? Há, nesse fundamento, um problema sério de proporcionalidade, eu não estou dizendo que a presidente não descumpriu essas regras da lei orçamentária, da lei de responsabilidade fiscal, o que estou querendo dizer que é desproporcional, é brutal, é uma anormalidade você tirar um presidente da República sob este fundamento num país como o nosso.”

Barbosa condenou a relação entre os Poderes no Brasil e disse que a presidente Dilma Rousseff fez escolhas erradas e acabou “engolida.” Na opinião do ex-presidente do STF, a petista não “soube usar a extraordinária força do cargo que ela exerce para combater algo que vem gangrenando as instituições do País, que é a corrupção”.

O ex-ministro classificou a votação do processo de impeachment na Câmara dos Deputados como “espetáculo, no mínimo, bizarro” e propôs que Dilma renuncie ao cargo e condicione a sua saída à aprovação de uma grande reforma política no País. “Por exemplo, acabar de vez com o financiamento de empresas, instituir o voto distrital, acabar com essa esbórnia de partidos essa coisa ridícula de o País ter 35 partidos políticos, e outras dessa natureza”, defendeu.