Daily Archives: 22/04/2016

Entrevista de Luizinho Lopes informa que Rivaldo vai para o México

Importante informar que o Rivaldo a que Luizinho se refere é filho da cidade de Montanhas RN

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O Arena da TV Ponta Negra recebeu nesta quinta-feira, Luizinho Lopes, treinador do Globo, que falou sobre o planejamento da Águia para o Brasileiro: ” Na verdade nós tivemos folga depois do Estadual, na verdade é um descanso necessário, já que o grupo  vinha em atividade desde novembro, e agora é necessário  descarregar as baterias novamente para atingir o pico na Série D”.

Elenco para o Brasileiro: ” Como o Globo é de um único dono, a maioria dos jogadores pertence a ele e ao Globo nós temos praticamente um elenco  formado. Vamos ter de quatro a cinco baixas em relação ao Estadual, e dos que vinham jogando no time principal, a baixa é o Rivaldo que vai para o México, e estamos trazendo mais quatro ou cinco jogadores mais experientes, sobretudo para  os setores defensivos, mas do onze que vinha jogando perdi apenas o Rivaldo”.

405e33e9396f06cdb741eafdf4b8744bFoto: Reprodução Internet

Luisão: ” Este atacante foi contratado no inicio do ano, sofreu uma fratura ainda na pré-temporada e não jogou. As informações que recebi da comissão técnica foram as melhores, e ele continua no elenco e vai ser uma opção para o Brasileiro. Tratando de Série D, já participei como auxiliar no Remo, cada jogo é uma estratégia, e o Luisão é um jogador de referência, muito forte e será importante em certos jogos. Temos o Vavá que é muito técnico e com Luisão muda a característica de um nove para a gente”.

Integração base/profissional: ” O objetivo principal do Globo é vender jogadores, apresentar jogadores para o mercado, porém para que este projeto funcione, para que o jogador apareça é preciso uma equipe bem competitiva. A prioridade total é treinar a equipe principal, mas vamos buscar um trabalho uniforme e integrado com as bases. O Globo precisa chegar na Série C”.

A Águia já contratou o volante Niander que estava no Velo Clube de São Paulo.

Com: Marcos Lopes

Montanhas RN – Comunicado de Interrupção de Energia

Moradores do Povoado Cajueiro e adjacências no município de Montanhas terão uma interrupção na fornecimento de energia elétrica na quarta-feira, 27.

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 INTERRUPÇÃO NO FORNECIMENTO DE ENERGIA

A COSERN INFORMA QUE/ PARA FAZER A AMPLIAÇÃO E O MELHORAMENTO DA REDE/ IRÁ SUSPENDER O FORNECIMENTO DE ENERGIA/ NA QUARTA-FEIRA/ 27/ NO POVOADO CAJUEIRO/ E ADJACÊNCIAS/ NO PERÍODO DE OITO HORAS DA MANHÃ/ ÀS DOZES HORAS DA TARDE / NO MUNICÍPIO DE MONTANHAS//

CASO O SERVIÇO SEJA CONCLUÍDO ANTES DO HORÁRIO PREVISTO/ A REDE SERÁ ENERGIZADA SEM QUALQUER OUTRO AVISO//

MAIS INFORMAÇÕES PELO TELEFONE 116

 

Leonardo Dantas
OFICINA COMUNICAÇÃO CORPORATIVA – A Agência do Nordeste.

Segunda cota do FPM de abril tem redução de 19,28% e 21 municípios tem o repasse zerado, inclusive Pedro Velho

ig-matriz-pedro-velho-rn_foto_karlReprodução/Internet

Nesta quarta-feira, 20 de abril, os municípios recebem o segundo decêndio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Mais uma vez, o recurso sofre redução e agrava a crise das cidades. Em termos nominais, sem considerar a inflação do período, a queda do valor desta segunda cota foi de 19,28% em comparação com o mesmo período do ano passado. Se considerada a inflação, a diminuição é ainda maior, e chega a 29,55%.

A queda do repasse agrava a situação financeira dos municípios, que têm cada vez mais dificuldades em realizar obras e até mesmo honrar compromissos. O índice previsto para o repasse também sofreu queda. Neste caso, a redução foi 23,45% – o montante previsto era de R$ 20.046.536,53, mas o valor realizado foi R$ 15.344.945,55.

Além da queda no repasse, 21 municípios do Rio Grande do Norte tiveram o FPM zerado neste segundo decêndio.

MUNICÍPIOS COM O FPM ZERADO NO SEGUNDO DECÊNDIO DE ABRIL/2016:

ALTO DO RODRIGUES

AREIA BRANCA

BARAÚNA

CARNAUBAIS

EXTREMOZ

FELIPE GUERRA

FLORÂNIA

GOV. DIX-SEPT ROSADO

JOÃO CÂMARA

MARTINS

MAXARANGUAPE

NOVA CRUZ

PARNAMIRIM

PAU DOS FERROS

PEDRO VELHO

PENDÊNCIAS

PUREZA

RIO DO FOGO

SÃO JOSÉ DE MIPIBÚ

SÃO JOSÉ DO CAMPESTRE

TIBAU

Além dos municípios com saldo zerado, as cidades de Carnaúba dos Dantas e Umarizal tiveram saldo de R$ 1.979,31 e R$ 3.512,51, respectivamente, neste decêndio.

ASSESSORIA DE IMPRENSA FEMURN

STF quebra sigilos bancário e fiscal do senador José Agripino Maia, do deputado Felipe Maia (DEM-RN) e familiares

O STF (Supremo Tribunal Federal) autorizou a quebra dos sigilos bancário e fiscal do presidente do DEM, senador José Agripino Maia (RN), do deputado Felipe Maia (DEM-RN), seu filho, e de mais 14 pessoas em inquérito que investiga um “complexo” esquema de corrupção e lavagem de dinheiro.

A decisão é do ministro Luís Roberto Barroso, que atendeu a pedido da Procuradoria-Geral da República. Além dos dois políticos e empresas ligadas a eles, a medida atinge ainda outros familiares do senador, assessores, como seu motorista e chefe de gabinete, e servidores públicos. Os sigilos serão afastados entre 2010 e 2015.

Agripino é alvo de um inquérito que apura se o parlamentar negociou o pagamento de propina da empreiteira OAS durante a construção da Arena das Dunas, estádio em Natal usado na Copa do Mundo de 2014.

Para a Procuradoria, há indícios de pagamento de propina ao senador, uma vez foram identificadas operações suspeitas de lavagem de dinheiro na época de campanhas eleitorais, em 2010 e 2014.

“Isso, igualmente, indica que os pedidos de doações eleitorais feitos pelo parlamentar à OAS, prontamente atendidos, podem constituir, na verdade, solicitações e repasses de propina, de forma dissimulada”, completa o procurador.

Relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) apontou depósitos fragmentados e movimentação atípica. Em outubro de 2010, por exemplo, foram efetuados, no caixa, seis depósitos em espécie no valor de R$ 9,9 mil cada, totalizando R$ 59,4 mil, além de outros 44 depósitos em envelope no caixa eletrônico, cada um com R$ 2,5 mil, totalizando R$ 110 mil.

Segundo o Coaf, tais operações sugerem “tentativa de burla dos mecanismos de controle e tentativa de ocultação da identidade do depositante.”

Ao STF, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou que as investigações revelam um “complexo esquema de recebimento de valores ilícitos para várias pessoas, mediante a utilização de diversas empresas, com a finalidade de ocultar a origem e o destino final dos recursos envolvidos”.

Segundo Janot, a quebra é essencial para “para desvendar as particularidades das estratégias de lavagem de dinheiro possivelmente adotadas pelo senador”.

A Procuradoria afirmou ao STF que informações prestadas pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), pelo Tribunal de Contas da União e pelo Tribunal de Contas do Rio Grande do Norte “evidenciam” que a obra do estádio, entre 2011 e 2014, passou por diversos entraves perante os órgãos de controle externo e o próprio agente público financiador, o que corrobora a suspeita de que o senador efetivamente atuou no sentido de agir nos bastidores para superar tais dificuldades, conforme diálogo por ele mantido com Léo Pinheiro, dono da OAS, diretamente interessado no assunto.

Em sua decisão, o ministro do STF afirmou que os elementos apresentados por Janot apontam “para a presença de indícios de condutas que, aparentemente, se subsumem à descrição de crimes de lavagem de dinheiro”.

“Há nos autos informações de operações financeiras realizadas pelo investigado que consubstanciariam indícios da prática de lavagem de dinheiro. Como explicitado pelo procurador-geral da República, estes elementos, aliados aos demais indícios coletados, recomendam o aprofundamento da investigação com o deferimento da medida requerida”.

OUTRO LADO

Em nota, o senador José Agripino afirmou que a quebra vai agilizar os esclarecimentos dos fatos. “As providências requeridas vão acelerar o processo de esclarecimento dos fatos investigados. Tenho certeza que tornarão clara a improcedência da acusação que me é feita, de conduta irregular na construção da Arena das Dunas”.

Blog do BG:

Juiz é assaltado durante arrastão em restaurante na zona Sul

Foto: Sérgio Costa

O juiz do trabalho da cidade de Goianinha, Antônio Soares Carneiro foi alvo de um arrastão, na noite desta quarta-feira (20), em um restaurante, localizado na Avenida Jaguararí, no bairro Lagoa Nova, zona Sul de Natal. Na ocasião outras 20 pessoas, que estavam no local, foram vitimas dos criminosos que chegaram a pé.

De acordo com o próprio juiz a ação foi protagonizada por um dupla armada e muito tranquila. “Eu saí de casa para ver o jogo e comer alguma coisa e em menos de cinco minutos que sentei dois jovens chegaram anunciando o assalto e mostrando a todos as armas nas cinturas. Eles foram de mesa em mesa, tranquilamente recolhendo todos os pertences e ao chegar onde eu estava um deles tirou minha carteira do bolso da minha bermuda enquanto minhas mãos estavam levantadas. Eu pensei que eles iam atirar naquele hora”, disse.

Segundo testemunhas a dupla de assaltantes fugiu em um veículo que estava estacionado na rua lateral, possivelmente um terceiro criminoso aguardava os comparsas. A polícia foi acionada, porém os autores do crime não foram localizados.

Fonte: Portal BO

A operação salva-Cunha está em marcha; parlamentares já articulam ‘anistia’ do presidente da Casa

Nos dias que precederam a votação do impeachment, tornou-se cristalina uma trama de venda casada. Enquanto trabalhava pela abertura do processo contra Dilma Rousseff, uma expressiva bancada de parlamentares articulava uma “anistia” ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha.

Nem mesmo a delação de Ricardo Pernambuco Júnior, da Carioca Engenharia, constrangeu a turma. O empresário entregou aos investigadores da Lava Jato uma tabela que aponta 22 depósitos, no valor total de 4,6 milhões de dólares, em propinas repassadas ao peemedebista entre 10 de agosto de 2011 e 19 de setembro de 2014. A planilha foi divulgada pelo jornal O Estado de S. Paulo na sexta-feira 15, dois dias antes da derrota do governo no plenário.

Antes mesmo do desfecho, os aliados mais próximos do peemedebista não escondiam as cartadas lançadas nos bastidores. “Sem ele não teríamos o processo de impeachment. Por isso, Cunha merece ser anistiado”, afirmou o deputado Paulinho da Força, do Solidariedade, ao site Congresso em Foco.

Com o placar consolidado, Osmar Serraglio, do PMDB do Paraná, também passou a defender publicamente uma “retribuição” ao correligionário pelo presente. Integrante da tropa de choque de Cunha no Conselho de Ética, Carlos Marun, do PMDB de Mato Grosso do Sul, já ensaia o discurso: “Entendo que deva haver uma punição, mas não entendo que deva ser a cassação”.

Com o apoio de partidos do chamado Centrão, entre eles PP, PRB e PSD, além do Solidariedade e de parte do DEM, Cunha mostra-se confiante na absolvição no Conselho de Ética da Câmara, onde enfrenta processo por quebra de decoro parlamentar.

“Não tenho nenhuma preocupação, estou absolutamente em condições de ser inocentado”, afirmou na tarde da segunda 18, após entregar a papelada do processo contra Dilma ao presidente do Senado, Renan Calheiros.

A representação no Conselho de Ética, que pode levar à cassação do mandato do presidente da Câmara, foi apresenta pelo PSOL e pela Rede em outubro de 2015, mas os trabalhos não avançam graças às sucessivas manobras protelatórias do parlamentar e de seus aliados.

Cunha é acusado de mentir à CPI da Petrobras há cerca de um ano, quando negou possuir contas no exterior não declaradas à Receita Federal. Ato prosaico, perto das graves acusações que pesam contra o candidato à anistia.

Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal acolheu, em março, uma denúncia contra o peemedebista pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Convertido em réu, Cunha é acusado de receber 5 milhões de dólares em propina de contratos de navios-sonda da Petrobras.

Mais dois inquéritos foram autorizados pelo ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato na Corte. Um deles apura se o deputado recebeu repasses que somam 52 milhões de reais de empresas envolvidas nas obras do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro. O outro investiga as milionárias contas secretas do parlamentar na Suíça.

Livrar o deputado seria uma retribuição por seu desempenho na aprovação do impeachment de Dilma (Foto: Jefferson Rudy/ Agência Senado)

Os extratos bancários revelados pelas autoridades suíças respaldam a acusação contra ele no Conselho de Ética, mas o colegiado nem sequer consegue ouvir as testemunhas arroladas. Em março, sete depoentes foram convidados a comparecer ao Congresso, incluídos o lobista Júlio Camargo, o doleiro Alberto Youssef e o ex-gerente da Área Internacional da Petrobras Eduardo Vaz Musa.

A maioria dos convocados havia delatado o presidente da Câmara anteriormente à Justiça e à Polícia Federal. Em 7 de abril, a ministra do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia negou uma liminar apresentada pela defesa de Cunha para anular os depoimentos. A Direção da Câmara tardou, porém, a autorizar a emissão de passagens aéreas para as testemunhas, e as sessões tiveram de ser postergadas.

Nesse interregno, o primeiro relator do processo, Fausto Pinato, do PP, defensor da cassação de Cunha, afastou-se do Conselho. Em seu lugar entrou uma deputada do PRB da Bahia, Tia Eron, que faz mistério sobre seu voto, mas despertou dúvidas após declarar ter “admiração e respeito” pelo trabalho do peemedebista na Casa. Se assim for, o deputado terá uma maioria de 11 votos a 9 no colegiado. “Durante a votação doimpeachment, muitos dedicaram votos a parentes. Pois bem, parece que uma ‘tia’ pode salvar Eduardo Cunha agora”, ironiza Chico Alencar, líder do PSOL na Câmara.

Alessandro Molon, da Rede, não se diz surpreso com o movimento pela anistia. “Cheguei a denunciar essa articulação na tribuna da Câmara, alertando que ela fazia parte do pacote. É um movimento conjugado, a incluir a absolvição dele como compensação pela aprovação do impeachment”, afirma.

“Cunha tem enorme influência sobre um grande número de parlamentares, e isso ficou explícito no domingo 17. Quando alguém o criticava, o Plenário vaiava efusivamente.” Foi o que aconteceu quando Glauber Braga, do PSOL, o chamou de “gângster” ou quando o presidente do Conselho de Ética, José Carlos Araújo, do PR, lembrou que Cunha era a “bola da vez”.

Na terça-feira 19, o vice-presidente da Câmara, Waldir Maranhão, do PP, decidiu limitar a investigação no Conselho de Ética à mentira contada por Cunha na CPI da Petrobras. A decisão impede que o Conselho aprecie as provas recolhidas pela Operação Lava Jato.

Molon antecipa: se o Conselho de Ética rejeitar a cassação, vai apresentar recursos para levar a discussão ao plenário. Além disso, pretende reunir um grupo de parlamentares para solicitar ao presidente do STF, Ricardo Lewandowski, a inclusão na pauta da Corte do pedido de afastamento de Cunha da presidência da Câmara, apresentado pela Procuradoria-Geral da República em dezembro de 2015.

Para Alencar, só uma mobilização popular mudaria o cenário. “Cunha tem a seu desfavor o fato de ser uma unanimidade nacional. Mesmo nos atos pró-impeachment, quase 90% defendiam a sua cassação, segundo o Datafolha”, observa.

“Refiro-me à massa que saiu às ruas, e não às lideranças desses movimentos, que também são gratas ao Cunha, ganharam até credenciais para circular pela Câmara durante a votação do impeachment. Desses não espero muita coerência.”

*Colaborou Débora Melo.

**Reportagem publicada originalmente na edição 898 de CartaCapital, com o título “Operação Salva-Cunha”

Carta Capital