Daily Archives: 03/04/2016

Música censurada de Gabriel Pensador

Cunha quebra tradição de neutralidade e vota no impeachment

cunha-quebra-tradicao-de-neutralidade-e-vota-no-impeachment_1459704634-b

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), decidiu quebrar uma tradição de neutralidade e votará na sessão plenária em que será decidido o acolhimento ou não do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Adversário declarado do governo, ele deve votar pela abertura do processo de impedimento e prepara, em encontros fechados com aliados, uma série de armadilhas para o dia da votação com o objetivo de reduzir as chances de a petista escapar de uma derrota, conforme informa a Folha de S. Paulo.

São necessários pelo menos 342 dos 513 votos para que o Senado seja autorizado a abrir o processo contra a presidente. Sob a interpretação de que não há hipótese de empate no impeachment, Cunha então, não precisa manter a neutralidade para agir em eventual desempate.

O deputado  recorrer também ao precedente de Ibsen Pinheiro, que presidiu a votação do impeachment de Fernando Collor de Mello em 1992.

A votação decisiva para a Dilma na Câmara deve ocorrer no dia 17. O domingo é visto como ideal pelo peemedebista por coincidir a votação com uma possível manifestação recorde em frente ao Congresso Nacional e permitir uma maior audiência televisiva, o que, ao seu ver, irá constranger os que querem derrotar o impeachment de Dilma.

Além da data, o deputado quer efetuar uma série de procedimentos no dia da votação a fim de dificultar a vida da presidente Dilma.

O painel eletrônico estará desligado. A votação será com chamada nominal, ao microfone, para que o deputado declare voto “sim” ou “não” ao pedido de impeachment ou se abstenha.

Cunha deverá fazer sucessivas chamadas nominais de deputados faltosos, citando o partido e o estado do congressista. O objetivo é constranger aqueles que fechem acordo com o governo para não comparecer à sessão, a falta conta a favor de Dilma, já que os pró-impeachment têm que reunir os 342 votos a favor do pedido.

O Potiguar

Quadrilha assalta comércio e troca tiros com a polícia na fuga; filho de político é preso

Veículo abandonado pela quadrilha

Uma quadrilha que, segundo a Polícia Civil, seria composta, a princípio, por quatro homens, realizou um assalto no Mercado Municipal de Guarabira, no Brejo da Paraíba, a 98 km de João Pessoa, na tarde deste sábado (2).

Na fuga após o crime, os suspeitos trocaram tiros com a polícia. Um membro do grupo foi preso. Segundo o delegado seccional da cidade, Wallber Virgolino, o detido seria comerciante na cidade de Mulungu e filho de um político de Alagoinha, municípios vizinhos. De acordo com a polícia, os suspeitos fugiram em um Fiat Idea, que foi abandonado na Zona Rural de Alagoinha. Os homens, então, fugiram para dentro de uma região de mato, onde o comerciante foi localizado.

“Ele foi conduzido para a delegacia de Guarabira e alegou que os comparsas seriam de Campina Grande”, disse o delegado. No interrogatório, descobriu-se que havia uma caminhonete Volkswagen Amarok nas proximidades da rodoviária de Guarabira. O veículo serviria para dar suporte ao grupo. Nele foram encontradas munições variadas.

Até as 17h20 deste sábado, as polícias Militar e Civil do Brejo seguiam com uma operação conjunta para procurar deter os demais envolvidos no crime.

Portal Correio

Ciro Gomes denuncia ameaças em página no Face: ‘Filmem! Mil reais pelo vídeo’

ciro

O ex-ministro Ciro Gomes compartilhou um print com mensagens que incentivavam que ele fosse hostilizado. A imagem era uma publicação do Movimento Endireita Brasil (MEB) no Facebook que prometia pagar mil reais por vídeos do político sendo constrangido durante um jantar em São Paulo. Pré-candidato a presidência para 2018 pelo PDT, Ciro Gomes sublinhou trechos do post que mostravam a proposta de pagar por flagrantes de hostilização contra ele ou o ex-presidente Lula. Gomes aproveitou para citar o ‘Poeminha do Contra’, de Mário Quintana.

A publicação original do Movimento Endireita Brasil foi apagada, mas a comunicação da página se defendeu, justificando que retirou o post para evitar receber denúncias e ser suspensa da rede social. O MEB também afirma que não teve a intenção de estimular violência física, mas sim o posicionamento dos seus seguidores contra Ciro Gomes.

Até as 13h deste sábado, a denúncia de Ciro Gomes tinha sido compartilhada mais de duas mil vezes.