Daily Archives: 15/06/2015

SINTE apresenta lista de reivindicações dos funcionários da educação ao governo

 

 

Após mais de 40 dias, o Secretário Estadual de Planejamento e das Finanças, Gustavo Maurício Filgueiras Nogueira, atendeu o pedido de audiência solicitado pelo SINTE/RN para tratar da pauta de reivindicações dos funcionários da educação.

O encontro ocorreu nesta sexta-feira (12), onde o Sindicato elencou as seguintes reivindicações:

– Incorporar ao salário base o valor fixado a cada servidor/a decorrente da sentença judicial no salário base;
– Corrigir os salários salarial com base na inflação dos últimos 05 anos;
– Fazer a correção do salário mínimo de R$ 724,00 para R$ 788,00;
– Iniciar o processo de promoção por nível na remuneração imediatamente;
– Aplicar a gratificação por incentivo a qualificação e aplicar os percentuais por cursos;
– Reabrir o enquadramento para os funcionários/as.
– Revisar a lei 432% para garantir data base e fator de correção salarial anual;
– Revisão no cálculo e pagamento do PASEP.

Na avaliação da Coordenadora Geral do SINTE/RN, Fátima Cardoso, o Secretário foi evasivo e não assumiu nenhuma posição concreta em relação as reivindicações apresentadas.
Entretanto, prometeu avaliar as reivindicações e tomar as “medidas possíveis”.

Uma nova audiência foi marcada para a próxima quarta-feira, 17 de junho. “Como são apenas dois dias úteis para avaliar a pauta, o SINTE acordou que vai aguardar”, explica a coordenadora.

Fonte: SINTE RN

Reforma política, desoneração da folha e vetos serão pauta na Câmara dos Deputados

Reforma política, desoneração da folha e vetos serão pauta na Câmara dos Deputados

Foto: Gustavo Lima/ Câmara dos Deputados

A votação da matéria que institui a reforma política ainda deve dominar a próxima semana de trabalhos na Câmara dos Deputados. A semana também vai ser marcada pelo retorno ao debate das pautas de autoria do governo federal. De acordo com o Terra, é que os deputados devem analisar a Medida Provisória (MP) 670/15, que reajusta a tabela mensal do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF), e talvez votem o Projeto de Lei (PL) 863/15, que altera as regras de desoneração da folha de pagamento concedida a 56 setores da economia, um dos itens do ajuste fiscal.

Também está prevista a realização de uma sessão do Congresso Nacional para analisar cinco vetos da presidente Dilma Rousseff sobre temas como o impedimento da fusão de partidos políticos recém-criados, o Orçamento, o Código de Processo Civil (CPC), a alteração da política nacional de resíduos sólidos para incluir dispositivo sobre campanhas educativas e o que retira trechos da Lei Geral das Antenas (13.116/15). “Terça (16) vou continuar a reforma política e poderá ter sessão (do Congresso Nacional) às 19h e, tendo, vamos ter o trabalho um pouco prejudicado na terça e podemos retomar a votação na quarta”, disse, nessa sexta-feira (12), o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Caso os deputados concluam as votações da reforma política na terça-feira, será aberto o caminho para as pautas do governo.

Os deputados votarão os tópicos fidelidade partidária, cotas para mulheres nas eleições, data de posse de prefeitos e vereadores, federação partidária e projetos de iniciativa popular. Para ser aprovado, cada ponto do texto precisa do voto favorável de um mínimo de 308 deputados. “A partir daí a gente pode votar (o projeto de) desoneração, mas depende do governo. Antes de votar a desoneração, precisamos votar a MP 670/15 e o governo também precisa retirar a urgência dos dois projetos”, ponderou Cunha, para quem a programação da semana poderá sofrer alterações em razão das festas juninas. “A outra será uma semana de quórum mais delicado porque haverá as festividades de São João no Nordeste, e sabemos que a semana será mais difícil. Seria bom semana que vem votar a desoneração”, complementou.

Saída do PMDB do governo Dilma se dará com a ‘maior transparência’

por Ricardo Brito | Estadão

Saída do PMDB do governo Dilma se dará com a 'maior transparência'

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Um aliado próximo do vice-presidente, presidente do PMDB e articulador político, Michel Temer (SP), afirmou neste domingo (14) que uma eventual saída do PMDB do governo Dilma Rousseff se dará com a “maior transparência”. O comentário ocorre após o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ter usado o Twitter mais cedo para atacar o PT e ironizar o partido de Dilma. “O PMDB está cansado de ser agredido pelo PT constantemente e é por isso que declarei ao Estadão que essa aliança não se repetirá”, afirmou Cunha, referindo-se à entrevista exclusiva publicada na edição deste domingo do jornal.

O aliado de Temer lembrou que ele já dissera, em entrevista, que o partido terá candidato presidencial nas eleições de 2018. “O tempo em que o partido deverá deixar o governo deverá ser objeto do congresso do partido e, depois, de negociação com o PT e a presidente. Tudo com a maior transparência, pois vamos continuar com a Vice-Presidência”, afirmou esse interlocutor do vice. Na avaliação da fonte, no Congresso do PMDB, que será realizado em agosto, a discussão sobre um desembarque do partido do governo Dilma será forte. Mas ele considera que a saída definitiva da legenda se dará após as eleições municipais de outubro de 2016, a tempo de a presidente e o PT conseguirem encontrar um novo parceiro político para as eleições presidenciais de 2018.

Papa lançará primeira encíclica sobre meio ambiente esta semana

O Papa Francisco é recebido por fiéis na Praça de São Pedro - Gregorio Borgia / AP

O Papa Francisco afirmou, neste domingo, que a encíclica que prepara sobre o meio ambiente será direcionada a todos, não apenas aos católicos. O documento, que será lançado na próxima quinta-feira, será o primeiro do tipo que um pontífice dedica ao tema. Em sua bênção de domingo para milhares de pessoas na Praça de São Pedro, Francisco convidou todos a prestarem atenção à degradação ecológica que nos rodeia.

– Esta encíclica é dirigida a todos: rezemos para que todos possam receber a mensagem e aumentar a responsabilidade para com a casa comum que Deus nos deu – disse.

A expectativa é de que o texto aborde os efeitos de mudanças climáticas e se torne um imperativo moral para proteger o meio ambiente. A intervenção de Francisco poderia levar milhões de católicos no mundo a pressionarem líderes de seus países em relação a questões ambientais.

O Papa disse que quer que o documento, intitulado “Laudato Si (Louvado Seja), Sobre o cuidado do nosso lar compartilhado”, seja parte do debate a ser realizado em cúpula das Nações Unidas sobre mudanças climáticas este ano.

De acordo com agências internacionais, fontes que tiveram acesso à encíclica afirmam que o texto trata do impacto das alterações climáticas sobre as pessoas mais pobres e discute as desigualdades de riqueza, questão que vem sendo priorizada por Francisco desde o início do seu papado.