Daily Archives: 04/03/2015

Patativa de Assaré e a realidade da vida no sertão

Patativa do Assaré, nome artístico de Antônio Gonçalves da Silva (1909-2002), por ser natural da cidade de Assaré, no Ceará, foi um dos mais importantes representantes da cultura popular nordestina. Com uma linguagem simples, porém poética, destacou-se como improvisador, cantor, cordelista, poeta e compositor, conforme podemos perceber na letra de “Vaca Estrela e Boi Fubá”, onde retrata uma realidade social à qual pertence, ou seja, enfoca a relação do nordestino com a terra natal e o conceito do lugar. A música faz parte do LP Raimundo Fagner gravado, em 1980, pela CBS.

VACA ESTRELA E BOI FUBÁ
Patativa do Assoré

Seu doutor me dê licença pra minha história contar.
Hoje eu tô na terra estranha, é bem triste o meu penar
Mas já fui muito feliz vivendo no meu lugar.
Eu tinha cavalo bom e gostava de campear.
E todo dia aboiava na porteira do curral.

Ê ê ê ê la a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela,
ô ô ô ô Boi Fubá.

Eu sou filho do Nordeste , não nego meu naturá
Mas uma seca medonha me tangeu de lá pra cá
Lá eu tinha o meu gadinho, num é bom nem imaginar,

Minha linda Vaca Estrela e o meu belo Boi Fubá
Quando era de tardezinha eu começava a aboiar

Ê ê ê ê la a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela,
ô ô ô ô Boi Fubá.

Aquela seca medonha fez tudo se atrapalhar,
Não nasceu capim no campo para o gado sustentar
O sertão esturricou, fez os açude secar
Morreu minha Vaca Estrela, já acabou meu Boi Fubá
Perdi tudo quanto tinha, nunca mais pude aboiar

Ê ê ê ê la a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela,
ô ô ô ô Boi Fubá.

Hoje nas terra do sul, longe do torrão natá
Quando eu vejo em minha frente uma boiada passar,
As água corre dos olho, começo logo a chorá
Lembro a minha Vaca Estrela e o meu lindo Boi Fubá
Com saudade do Nordeste, dá vontade de aboiar

Ê ê ê ê la a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela,
ô ô ô ô Boi Fubá.

 site Poemas & Canções

Renan e Cunha agora vão demolir o que ainda resta do governo

Unidos, Cunha e Renan vão conduzir o impeachment de Dilma

Carlos Newton

Foi inacreditável, impensável e inimaginável a decisão do governo Dilma Rousseff, que decidiu divulgar que os presidentes da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Congresso Nacional, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), estão incluídos na lista que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, está enviando ao Supremo Tribunal Federal (STF) para abertura de inquérito sobre envolvimento de políticos e autoridades federais e estaduais no esquema de corrupção da Petrobras.

Os jornalistas que se encarregam da cobertura da Presidência da República fizeram questão de registrar que a informação lhes foi transmitida por assessores do Planalto. E não se pode dizer que houve um equívoco e que os assessores tomaram essa iniciativa por conta própria, porque, com toda certeza, somente liberaram a notícia mediante autorização superior.

Ninguém sabe os motivos que levaram o governo a tomar essa insólita atitude de atacar frontalmente dois líderes políticos que até então eram tidos como supostos aliados, com agravante de haver recomendação expressa de Lula para que Dilma procurasse se reaproximar deles. E pior: o vazamento dessa informação altamente negativa se deu justamente quando estava em curso um esforço de entendimento político com o PMDB, iniciado por Lula e que vinha sendo costurado pessoalmente pela própria presidente Dilma.

A ORDEM FOI DIFAMAR

A liberação dessa notícia altamente desabonadora é ainda mais grave porque em Brasília todos sabem que o ministro Teori Zavascki, relator dos processos no Supremo Tribunal Federal, ainda vai demorar muito para divulgar os nomes das autoridades e dos investigados  que têm foro privilegiado. Zavascki já declarou que vai fazê-lo de uma vez só. Todos juntos. E não um a um, em conta-gotas, conforme fosse se inteirando de cada acusação.

O ministro-relator se justificou explicando que, se fosse divulgando um de cada vez, o parlamentar mencionado ficaria muito mais exposto do que os outros que ficassem para o final de sua análise. Ou seja, os primeiros nomes a serem divulgados teriam um juízo na imprensa e na sociedade de maior peso do que os outros, independentemente da dimensão de seu envolvimento.

E como procedeu o Planalto? Simplesmente fez o oposto do que sugeriu Zavascki, vazando propositadamente para a imprensa os nomes de Calheiros e Cunha, sem que se tenha a menor noção do grau de envolvimento dos dois no esquema de corrupção montado pelo PT para se eternizar no Poder.

CAVANDO A PRÓPRIA COVA

A atitude impensada e verdadeiramente suicida do Planalto terá consequências devastadoras. Foram atingidos justamente os dois dirigentes do Congresso Nacional, justamente aqueles que vão conduzir a tramitação do inevitável pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, mesmo que não fique comprovada a participação direta dela no esquema de corrupção.

Como todos sabem, o processo de impeachment é essencialmente político. As provas podem ser meramente circunstanciais, como ocorreu no caso do presidente Fernando Collor, que teve de renunciar ao cargo momentos antes de ser cassado, e 20 anos depois acabou sendo absolvido pelo Supremo.

Agora, Eduardo Cunha e Renan Calheiros vão demolir o que ainda resta do governo de Dilma Rousseff, que ficaria na História como a primeira mulher presidente do Brasil, mas passará a ser a primeira presidenta (ou governanta) a sofrer impeachment no mundo. É uma pena.

Quase 12 mil eleitores no RN devem regularizar título eleitoral até 4 de maio

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A Corregedoria-Geral da Justiça Eleitoral publicou no Diário da Justiça do Tribunal Superior Eleitoral de 20 de fevereiro de 2015 o Provimento nº 01 que define orientações para a execução dos procedimentos para cancelamento de inscrições e regularização de situação de eleitores que deixaram de votar nas três últimas eleições, lembrando que cada turno é considerado uma eleição.

Quase 12 mil eleitores do Rio Grande do Norte que deixaram de votar nas últimas eleições podem ter o registro cassado pela Justiça Eleitoral. O município de Parnamirim lidera a lista dos faltosos, com 1.315 eleitores, seguido de Mossoró com 1.048. O maior colégio eleitoral do Estado, Natal, surpreende com apenas quatro casos.

Rafael Motta é titular da Comissão de Turismo

GetAttachment.aspxO deputado federal Rafael Motta, vice-líder do PROS na Câmara dos Deputados, foi indicado na manhã desta quarta-feira (4) para ser o titular da Comissão de Turismo. Além disso, o parlamentar também foi indicado para ser suplente nas comissões de Educação e Minas e Energia.

“O Turismo é uma das principais atividades econômicas do Rio Grande do Norte, e boa parte da população potiguar depende da geração de emprego e renda do setor. Por isso, como membro da Comissão de Turismo, estarei a postos para contribuir cada vez mais com o desenvolvimento dessa atividade em nosso Estado”, afirmou Rafael Motta.

Em relação à Comissão de Educação, Rafael garantiu que o seu objetivo é levar melhorias no que diz respeito à qualidade de ensino do RN. O deputado disse ainda que como membro da Comissão de Minas e Energia defenderá a ampliação da capacidade do Rio Grande do Norte na produção de energia renovável.

“Atualmente, 30% da produção nacional de energia eólica é do RN, e com essa crise energética que o Brasil enfrenta temos que buscar novas fontes de energia”, destacou o parlamentar.

Assessoria

Felipe Maia é oficializado coordenador da bancada federal do RN

Detalhe: Felipe foi escolhido por unanimidade. 

IMG_2241Crédito foto: Heitor

O deputado federal Felipe Maia (DEM) é o novo coordenador da bancada do Rio Grande do Norte. O nome do parlamentar foi homologado para o biênio 2015/2016, na tarde desta terça-feira (03), em Brasília.

O parlamentar vai estar à frente da bancada de onze parlamentares (três senadores e oito deputados federais) para defender os interesses do RN. Uma das atribuições do coordenador é acompanhar o Orçamento Geral da União e a liberação de emendas para o estado. Além de atuar como interlocutor junto aos Ministérios, buscando soluções e alternativas para as demandas da população potiguar.

O GOVERNADOR DO RN ROBINSON FARIA RECEBEU R$ 300 MIL DE PROPINA.

O EX- PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO RN E ATUAL GOVERNADOR ROBINSON FARIA RECEBEU R$ 300 (MIL ) EM PROPINA PARA APROVAR UMA  LEI NO RN.

9_350Foto (reprodução internet)

O advogado George Olímpio, em uma conversa com Delevam Gutemberg Queiroz de Melo, que foi Secretário Adjunto da Secretaria de Estado de Infraestrutura entre 2007-2009, bem como Diretor Comercial da CAERN em 2010, também acusado de envolvimento com a Operação Sinal Fechado, revela um fato novo que até então vinha passando despercebido – ou não – na Operação.

George afirma que o hoje governador Robinson Faria (PSD), à época do fato, então presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, recebeu a quantia de R$ 300 mil para votar favorável a aprovação da Lei que criava a Inspeção Veicular no Estado, trâmite que culminou com a Operação Sinal Fechado.

Fonte: Blog do heitor

Parque eólico em Areia Branca, RN, passa a atuar com capacidade total

Parque tem capacidade de produzir 400.000 MWh de energia elétrica por ano.
A energia é suficiente para atender mais de 183 mil famílias.

Parque tem capacidade de produzir 400.000 MWh de energia elétrica por ano (Foto: Divulgação/Assessoria Voltalia)Parque tem capacidade de produzir 400.000 MWh de energia elétrica por ano
(Foto: Divulgação/Assessoria Voltalia)

O parque eólico construído em Areia Branca, na Costa Branca potiguar, começou a gerar energia eólica com plena capacidade. São 30 aerogeradores com uma potência unitária de 3.0MW, totalizando 90MW e gerando aproximadamente 400.000 MWh por ano, o suficiente para atender mais de 183 mil famílias.

O parque foi construído pela Voltalia Energia do Brasil, empresa produtora de energia elétrica a partir de fontes renováveis. O primeiro dos três parques do Complexo de Areia Branca foi inaugurado em 24 de outubro de 2014 e está ligado ao sistema nacional de energia, por meio de uma linha de transmissão própria de 52 km, que se conecta a Subestação Mossoró. “O parque Eólico de Areia Branca produzirá muito mais que o necessário para atender a demanda de energia da cidade”, afirma Robert Klein, diretor geral da Voltalia Energia do Brasil.

A empresa também está desenvolvendo e construindo novos parques próximos ao município de Areia Branca. No início de 2016, a Voltalia entrará em operação com mais um complexo eólico no município vizinho Serra do Mel, que junto aos parques de Areia Branca irá gerar 183 MW. O complexo eólico de São Miguel do Gostoso, também no Rio Grande do Norte, está em fase final de construção, com 108 MW – a previsão é que entre em operação no segundo trimestre deste ano. A empresa e seus contratados cuidarão da manutenção e do parque eólico no seu conjunto (aerogeradores, estradas de acesso, linhas de transmissão, entre outros).

Desenvolvimento
“Até agora, a Voltalia já venceu leilões eólicos com mais de 400 MW no Rio Grande do Norte, dentro dos quais 300 MW entrarão em operação entre 2015 e o início de 2016. Outros 100 MW serão entregues até 2018” informou Robert. Destaca-se o aumento de oportunidades de emprego, melhoria na infraestrutura derivada da construção e operação, projetos socioambientais e diversificação das atividades econômicas regionais, com a geração de vagas qualificadas.

Há também pagamento referente aos arrendamentos de terras, que é feito diretamente aos proprietários das áreas, representando geração e injeção de renda por, no mínimo, 20 anos. Outros benefícios alcançados graças ao desenvolvimento da produção de energia eólica são a regularização fundiária e as averbações das reservas legais, conforme determina o Código Florestal brasileiro.

As duas faces de Vladimir Putin

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Paradoxo contemporâneo: embora marcada por autoritarismo e centralização, Rússia tornou-se indispensável para preservar democracia, cada vez mais ameaçada por potências ocidentais

Por Antonio Martins

Dois intelectuais de projeção internacional publicaram, nas últimas semanas, textos provocadores sobre a Rússia e seu presidente, Vladimir Putin. O escritor e cineasta britânico John Pilger, sempre elogiado por Noam Chomsky, destacou que os grandes jornais do Ocidente conduzem, contra Moscou, uma campanha de mentiras semelhante à dirigida contra o Iraque, às vésperas da invasão norte-americana. Pilger está convencido de que o noticiário internacional no Ocidente deixou-se enquadrar, como na Guerra Fria, pela posição do governo norte-americano. Esta atitude servil ampliaria os riscos de que se concretizem as previsões mais sombrias de George Orwell e submeteria, inclusive, publicações antes respeitáveis e charmosas, como The Guardian. Já o sociólogo Boaventura Sousa Santos advertiu: “Tudo leva a crer que está em preparação a terceira guerra mundial. É uma guerra provocada unilateralmente pelos EUA com a cumplicidade ativa da UE. O seu alvo principal é a Rússia e, indiretamente, a China”.

Como cotejar estes alertas com os textos, abundantes também no Brasil, segundo os quais a Rússia atual seria, em essência, um túmulo das liberdades – um Estado autoritário e conservador? E para os quais seu presidente é um populista disposto a provocar conflitos externos apenas para ampliar, por meio deles, suas chances de sobrevivência? Talvez dois textos publicados hoje por Outras Palavras ajudem a construir uma equação mais nuançada acerca do tema.

A primeira matéria é uma reportagem da jornalista Amelia Gentleman, do próprio The Guardian, sobre a situação atual da banda punk Pussy Riot – em especial Nadya Toloknnikova, talvez sua principal referência. Ela está em liberdade desde dezembro de 2013, quando foi anistiada por decreto presidencial. Porém, passou 18 meses encarcerada, apenas por praticar uma performance antigoverno na Catedral de Moscou. Parte da pena foi cumprida num campo de trabalhos forçados. Nadya, que se corresponde regularmente com o filósofo Slavoj Zizek (parte da correspondência foi editada em livro, Comradely Greetings), acredita que sua atividade na internet é vigiada e de que, devido a sua presença frequente num café de Moscou, aparelhos de escuta foram instalados no local.

Não é um relato isolado. País com escassa história democrática, a Rússia continua distante do respeito amplo às liberdades e direitos humanos. Há eleições regulares para Executivo e Legislativo, porém com constantes denúncias de pouca transparência, especialmente nos pleitos parlamentares (a eleição de Vladimir Putin à Presidência, em 2012, parece ter se dado em condições nitidamente melhores). Embora inexista censura prévia à imprensa, 47 jornalistas foram mortos desde 1992 (trinta deles, no governo pró-ocidental de Boris Yeltsin), sem que os casos tenham sido suficientemente investigados. A liberdade de manifestação é muitas vezes anulada por repressão policial (em especial em regiões distantes de Moscou). Condenações judiciais draconianas são usadas, em alguns casos (como o das Pussy Riots) como forma encoberta de perseguição política. Há denúncias de tortura e abusos nos cárceres e quartéis.

Mas este déficit democrático interno deveria desencadear uma demonização da Rússia e de seu presidente, conforme pretendem a Casa Branca e celebridades como o multibilionário George Soros? Num outro texto, o analista político Selmas Milne argumenta que não. Washington não hostiliza Putin por desejar uma Rússia e um mundo melhor, sugere ele. Age para isolá-lo porque Moscou converteu-se, ao contrário, num grande obstáculo aos planos de construir uma ordem internacional baseada em guerra, vigilância permanente e poder imperial.

Que autoridade têm os EUA para falar de democracia? – pergunta Milne. Não são eles que apoiam ditaduras, sempre que estas atendem a seus interesses estratégicos? Não sustentaram regimes despóticos e fundamentalistas, como o da Arábia Saudita, berço do Emirado Islâmico? Não ajudaram a esmagar a Primavera Árabe, exatamente no momento em que ela estimulava movimentos rebeldes na Europa (Indignados) e na própria América do Norte (Occupy)?

Putin, frisa ainda Milne, não é um democrata, mas um “nacionalista oligárquico”. Mas esta condição, paradoxalmente, leva-o a enxergar a ameaça que Washington representa para a Rússia e para o mundo. E ele tem poder e vontade política suficientes para se contrapor. Graças a tal atitude, Edward Snowden não está preso numa masmorra militar nos EUA, mas refugiou-se em Moscou, onde vive em liberdade. Haveria inteligência em desconhecer este paradoxo? Ou, dito de outra forma: isolar e neutralizar o Estado nacional que resiste mais intensamente aos EUA serviria a quem?

Dois fatos emblemáticos podem ajudar a encontrar a resposta. Na manhã de segunda-feira (2/3), Barack Obama condenou, em entrevista à imprensa, o assassinato do ex-banqueiro e ex-ministro russo Boris Nemtsov, ocorrido na véspera (não há, até o momento, nenhum indício de que Moscou tenha algum envolvimento no crime). O presidente dos EUA considerou que o clima político vivido pela Rússia não é compatível com os direitos humanos.

Hoje pela manhã, o mesmo Barack Obama reuniu-se na Casa Branca com um grupo de assessores seletos, para uma tarefa que se transformou em rotina às terças-feiras. A partir de uma lista de suspeitos (denominada kill list) organizada pela CIA, o presidente decidiu quais inimigos políticos dos EUA serão executados, nos próximos dias, por tiros disparados de drones.

As vítimas não têm o mínimo direito de defesa ou processo judicial. Até agora, entre 2769 e 4494 pessoas foram liquidadas assim, no Paquistão, Yêmen e Somália – três delas no último domingo.

Em nome da democracia e dos direitos humanos, isolemos a Rússia e Vladimir Putin!

Fundação Estudar oferece bolsas para quem quer estudar fora do país

Prazo para participar da edição 2015 do programa vai até o dia 31 de março; conheça os pré-requisitos

 

Reunião anual 2014 com bolsistas da Fundação Estudar  (Foto: Silvio Tanaka/Divulgação)Reunião anual 2014 com bolsistas da Fundação Estudar (Foto: Silvio Tanaka/Divulgação)

A Fundação Estudar está com inscrições abertas para seu programa de bolsas, conhecido por selecionar jovens para estudarem nas melhores universidades do mundo. O prazo para participar da edição 2015 vai até o dia 31 de março.

Para se inscrever é necessário ter entre 16 e 34 anos e estar matriculado (ou em processo seletivo) de cursos de graduação no Brasil ou no exterior, ou pós-graduação no exterior (mestrado, MBA, doutorado e pós-doutorado). As bolsas de estudo variam de 5% a 95% do valor solicitado pelo candidato.

“O programa de bolsas tem a premissa de selecionar os jovens que possuem o maior potencial para contribuir para o desenvolvimento do Brasil depois dos estudos”, explicou Izabella Mattar, coordenadora do programa ao portal Na Prática.

Não há restrições quanto ao projeto de carreira pretendido pelos estudantes, de universidades públicas e privadas, que podem ter interesse de atuar no meio empresarial, empreendedor, social, ambiental, artístico, público ou acadêmico.

Processo seletivo
O processo seletivo começa com testes online de perfil e raciocínio lógico, depoimento em vídeo e questionário sobre a trajetória e experiências do candidato. As próximas duas etapas são as entrevistas online com a equipe da Fundação Estudar e, em seguida, os selecionados são chamados para uma dinâmica de grupo.

Os jovens que ficarem mais bem colocados são chamados para uma conversa com ex-bolsistas e, se selecionados, passam para a fase final: uma entrevista com os membros do conselho administrativo da Estudar. Para se increver, clique aqui.

Bolsistas participam de encontro com Warren Buffett (Foto: Arquivo Pessoal/Divulgação)Bolsistas participam de encontro com Warren Buffett (Foto: Arquivo Pessoal/Divulgação)

 

Pesquisa mostra intenção de voto para prefeito de Natal, Carlos Eduardo lidera, Mineiro é segundo

Rodapé-Pesquisa

Pesquisa divulgada hoje e feita pela Consult, junto com a Band, Rádio Cidade e Blog do BG mostrou a intenção de votos do natalense para o pleito 2016.

Veja os números:

CARLOS EDUARDO (PDT) 45.38%
MINEIRO (PT) 5.75%
AMANDA GURGEL (PSTU) 5.13%
LUIZ ALMIR (PV) 4.63%
HERMANO MORAIS (PMDB) 2.88%
WALTER ALVES (PMDB) 2.75%
KELPS LIMA (SOLIDARIEDADE) 2.63%
ROGERIO MARINHO (PSDB) 2.00%
ANTÔNIO JACOME (PMN)  1.00%
CANDIDATO DO PSOL  0.88%
NENHUM 14.50%
NÃO SABE DIZER 12.50%

Servidores federais param e pedem diálogo com o governo

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Os servidores federais da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA) aderiram nesta terça (03) à paralisação de 24 horas convocada pelo Sindicato Estadual dos Trabalhadores em Educação de Nível Superior (SINTEST/RN).

Segundo o coordenador de Marketing e Patrimônio da organização, Giorgio Mendes, o objetivo é pressionar o governo a abrir negociação com a categoria.  “Hoje é uma paralisação de apenas um dia, como uma advertência para o governo entrar em negociação com a categoria”, disse o coordenador.

O sindicato reivindica, dentre outras, a reposição salarial e data base, evitando o congelamento dos salários, além de turnos contínuos de 30 horas.