Daily Archives: 26/01/2015

Candidata da Colômbia vence o Miss Universo 2014

noticia_121232_340x295A candidata da Colômbia, Paulina Vega, desclassificou todas as outras 87 beldades e levou para casa o título de mulher mais bonita do mundo. Elegância, beleza e inteligência foram essenciais para a decisão. A colombiana ocupa agora o lugar que era da venezuelana Gabrieal Isler.

Com 30 segundos para responder as perguntas dos jurados, a vencedora respondeu o que as mulheres poderiam aprender com os homens e ganhou o carinho do público ao responder igualdade entre os sexos. As 5 misses tiveram também que explicar também qual foi a maior contribuição de seus países para o mundo, questionamento sugerido por internautas via Facebook.

Quanto à classificação, a Miss Jamaica ficou em quinto lugar e o público vaiou a escolha. A quarta foi a Miss Holanda, enquanto a terceira foi a Miss Ucrânia. A vice ganhadora foi a Miss Estados Unidos, ovacionada pela plateia. Já Miss Brasil, Melissa Gurgel, ficou entre as 15 semi finalistas. Apesar de desclassifica, a brasileira chamou muita atenção pela postura durante toda a competição.

JÁ TEM CONFUSÃO NO GOVERNO ROBINSON FARIA

Com menos de um  mês de governo, a chaminé da governadoria já está soltando fumaça.. A coisa anda quente por lá..

A secretária-chefe do Gabinete Civil, Tatiana Mendes Cunha, já arrumou brigas com o consultor-geral do Estado, Eduardo Nobre e com o líder do governo na Assembléia, deputado, José Dias..

Segundo o soldado, Vasco, o deputado, José Dias não quer nem ouvir falar na interferência de Tatiana nas questões da Assembléia..

Um rio seco, que poeticamente renasceu

Peres concluiu o poema de Márcia

A poeta gonçalense Márcia Barroso escreveu a primeira parte do poema “Mudaram o Curso do Meu Rio”, onde externa tristeza e preocupação com as alterações climáticas e suas consequências catastróficas, enquanto que o poeta carioca Paulo Peres ao escrever a segunda parte, pede a Deus para vivificar o rio novamente.

MUDARAM O CURSO DO MEU RIO

Márcia Barroso e Paulo Peres

I

Mudaram o curso do meu rio
E as águas antes caudalosas
Começaram a secar

Os afluentes
Que sempre souberam sua direção
Se perderam

As nascentes
Antes potentes
Que sempre banharam a natureza
Se transformaram em filetes d’águas
Que até parecem com lágrimas
Escorrendo
Brotando lentamente
Das chagas hoje aparentes

Mudaram o curso do meu rio
E suas águas
Que antes refletiam
O brilho das estrelas
E a luz do luar
Hoje estão agonizando
Secando
Se arrastando pelos vales

Ah, meu rio
Antes tão alegre
Hoje espera pelo fim
E agora de tão triste
Até parece esperar por mim…

II

A agonia do rio
Com a mudança do seu curso
Que chover foi desafio
Invocou muito discurso

Pelo tanto que implorei,
Que cantei, que rezei,
Que Deus logo atendeu

Natureza ousou chorar
O dia inteiro choveu
Para a terra engravidar
Fez seu ventre florescer
O milagre da reprodução

A força da fé silenciou o sofrer
Transformou-se em riachão
Onde o sonho da nascente
Jorrar água novamente
Finalmente aconteceu

Alegria retornou
O meu rio renasceu

Duas visões sobre a polêmica declaração do Papa Francisco

1) DISCORDO DO TEOR DO PRONUNCIAMENTO

Luiz Fernando Stamile Racco

O Papa Francisco, além de chefe da Igreja Católica, também é chefe de Estado. Destarte, as considerações de que “ele também é humano” ou de similar cariz, restam rechaçadas em razão de sua condição e do peso que suas palavras incutem nos corações e nas mentes de qualquer ser humano – tendo relevância não só para os católicos, mas para evangélicos e muçulmanos. “Ora, se o cara diz que daria um murro…” Daí para atentados a tiros, homens-bomba, violências de todos os matizes e afins, é menos do que um pulo.

Os mesmos covardes que cometeram os assassinatos no semanário Charlie Hebdo – supostamente em razão das charges do assassino Maomé – pertencem aos grupos Estado Islâmico, Al Qaeda e similares, que degolam vítimas que, ao que me consta, nunca foram chargistas que retrataram ou debocharam do genocida referido.

E, imagine-se, essa violência pode se tornar falaciosamente justificável em razão das infelizes manifestações de um homem que cumula funções religiosas e de chefe de Estado.

Minhas palavras – sou um mero provinciano defensor incondicional da liberdade de expressão e que é veiculada pela Tribuna (espero que um dia volte a ser vendida nas bancas!) e pelo Observatório da Imprensa – têm repercussão limitada e insignificante, pelos motivos expendidos.

Aquelas pronunciadas pelo Sumo Pontífice são propagadas via satélite, são estampadas em todos os jornais, programas televisivos, impressos etc.

De toda sorte, malgrado incompatíveis com sua suposta “missão de paz”, defendo o direito de ele falar o que lhe “der na telha”, assim como defendo o direito de os mentalmente sãos ou loucos de toda espécie falarem o que quiserem.

Mas, tal qual Percival Puggina, discordo totalmente do teor do pronunciamento violento-pueril de Francisco. Por ele ser o que é e quem é.

E olvidem essa história de conferir-se ‘interpretação metafórica’ ao que o papa disse. Aliás, alguém interpreta os “livros sagrados” de qualquer religião (quanto sangue eles carregam em suas páginas!) de maneira ‘metafórica’? Ora, é pão pão, queijo queijo!


2) O PAPA ESTÁ COBERTO DE RAZÃO

Roberto Nascimento

Concordo plenamente com o Papa, logo, discordo totalmente com as assertivas do articulista Percival Puggina. Não pode haver subterfúgios entre o Papa e os fiéis da Igreja. A mensagem tem que ser direta para ser entendida por gregos e troianos.

Um Papa não pode dar um soco na iminência de uma agressão, mas pode ser agredido pelo turco na praça de São Pedro? Chega de diplomacia, de punhos de renda, de salamaleques por debaixo dos panos, enquanto a roubalheira grassa nos palácios e nas alcovas, fruto de negócios escusos em todas as partes do mundo. Sobre isso, ninguém fala em prudência e reflexão.

O Papa está coberto de razão e creio que deveria avançar ainda mais. Ninguém tira dele o título de homem do ano, da década, dos últimos tempos.

E SE A ÁGUA DEIXAR DE SER MERCADORIA? Faça uma leitura reflexiva AQUI

Via Outras Palavras -Como Paris, Berlim, e dezenas de cidades estão remunicipalizando o abastecimento. Por que as metrópoles brasileiras, em crise devido à privatização, deveriam fazer o mesmo.

Myrian Bahia Lopes

Em um momento no qual a vida na maior capital brasileira encontra-se ameaçada em razão da falta d´água, seria oportuno entender prática adotada em 86 cidades no mundo. Elas abandonaram o modelo de empresa privada de abastecimento de água, no qual a meta é o lucro e seu cálculo depende da cotação de ações na bolsa de valores. Tomara a decisão depois de avaliarem os limites desse modelo e os prejuízos ecológicos e sociais e econômicos dele decorrentes. Em dezembro de 2013, consolidou-se um grande agrupamento europeu de cidadania pelo direito humano de acesso à água e pela interrupção e reversão da privatização desse bem. Nessa direção observamos um movimento de remunicipalização e de retomada e criação de parcerias público-público para o abastecimento d´água nas cidades. 

Breve história

Os sistemas de distribuição de água e de esgotamento foram aperfeiçoados, ao longo do século XIX, como uma resposta à eclosão de epidemias nas cidades industriais. Essas cidades, que haviam se adensado rapidamente, em apenas algumas décadas, concentraram milhares de habitantes em precárias condições de moradia e de trabalho. Nesse quadro, os sanitaristas e reformadores sociais dos oitocentos preconizaram que, sem um meio saudável, com circulação de água, luz e ar e uma alimentação regrada, a vida e a moral dos habitantes da cidade se esvairia. E mostraram como as epidemias não se detinham nas fronteiras dos bairros pobres: percorriam cidades, viajavam por oceanos e se distribuíam entre países. Para eles, seria impossível formar o cidadão sem um meio saudável, pois era o meio que constituía o indivíduo. O bom governo seria aquele que conseguisse reduzir a mortalidade e aumentar a população. A biopolítica impulsionou as reformas urbanas ocorridas nas principais capitais europeias e também no continente sul-americano, como as reformas ocorridas no Rio de Janeiro e em Buenos Aires, no início do século XX.

Se cada cultura cria uma forma específica e diferenciada de lidar com as excreções do corpo, de fixar o que é sujo e o que é limpo, o reconhecimento de que a água é fonte da vida é um consenso universal. O direito ao acesso à água é um direito fundamental.

A partir da década de 1960, o continente sul-americano foi tomado pela intervenção de governos militares. Com o aporte e a ingerência do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial, um amplo processo de privatização de serviços de abastecimento de água teve lugar no continente. O Chile tornou-se o exemplo mundial máximo, visto que a totalidade dos recursos hídricos desse país foi privatizada durante o governo do General Pinochet. A partir de 1990 e em resposta às pressões do capital financeiro, houve novo impulso e privatização desses serviços em outros países. Em 2000, a Comissão Mundial de Barragens avaliou que a sua construção desalojou entre quarenta e oitenta milhões de pessoas no planeta. 

Os Movimentos sociais e a água

A apropriação privada da água e da terra e a cartelização mundial do hidronegócio vêm sendo denunciadas em diversas frentes. Como a água é indispensável à vida e possui um ciclo que deve ser protegido, encontramos uma variedade de grupos que direta ou indiretamente se engaja em sua defesa. No plano internacional, para citar apenas três exemplos, há profissionais que se associam à Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) como consultores para investimentos em agricultura responsável, a organização internacional Fórum Mundial de Pescadores e Trabalhadores da Pesca (FMPTP), grupos que se batem contra o fracking – a forma mais predatória de extração de petróleo.

No Brasil, indicamos os grupos que lutam em defesa da demarcação das terras indígenas, grupos que se engajam na promoção da agricultura familiar e orgânica, da reforma agrária, cujo maior exemplo é o Movimento dos Sem Terra (MST), aqueles que lutam em defesa dos atingidos por grandes barragens (MAB), como Belo Monte e grupos que lutam em defesa dos atingidos por minerodutos, como o da Anglo-American, recém-inaugurado em dezembro de 2014.

Em campos opostos, enfrentam-se de um lado, grupos que exploram o recurso hídrico e promovem a perpetuação da temporalidade cíclica da água e de outro, multinacionais e empresas produtoras de commodities, que operam na temporalidade linear da técnica, realizam gigantescas e irreversíveis intervenções no território, tais como a construção de grandes usinas hidrelétricas, as explorações minerárias, os minerodutos. Além da resistência local, esses conflitos produzem uma batalha judicial no Brasil e na esfera internacional que coloca o país, em alguns casos, na posição de ser conivente com o desrespeito de direitos humanos fundamentais, a despeito do país ser signatário dos tratados internacionais.

Remunicipalizar?

Transferir os serviços de água das companhias privadas – que também podem possuir capital misto – para as autoridades municipais. A favor dessa reversão encontramos o exemplo de várias capitais, entre as quais, Paris, Berlim, Buenos Aires e de países como Malásia e Tanzânia. Essa transformação ou reversão foi possível a partir da tomada de consciência, por parte dos habitantes,das nefastas consequências do processo que transforma a água de recurso natural em commodity.

Nos últimos quinze anos, pelo menos 86 cidades no mundo remunicipalizaram os serviços de água. Paris, capital e sede de duas poderosas empresas do hidronegócio, a Veolia e a Suez, remunipalizou em 2010; Berlim, em 2013. A PUPS, ou seja, parceria público-público, público-comunidade e comunidade-comunidade é forma de parceria que envolve o planejamento e a participação coletiva do uso dos recursos hídricos e que rejeita a concepção, segundo a qual, o alvo do empreendimento é o lucro. 

Segurança Hídrica

O que fazer quando São Paulo, a maior capital brasileira e várias outras cidades não tiverem mais água para distribuir entre os seus habitantes? O modelo adotado pela Sabesp, cujo lucro reverbera a imprevisível bolsa de valores de Nova York, atende a quem? Ao habitante comum, visto a qualidade e a escassez da água fornecida pela empresa, não tem sido. É admissível que o provedor de água crie uma pirâmide de usuários na qual destaca as maiores empresas consumidoras para hierarquizar e comercializar privilégios em relação ao acesso à água? E que guarde a sete chaves esses dados, à revelia da lei da transparência? Na hipótese de haver vultosos investimentos federais para se tentar evitar o pior, esses recursos atingirão positivamente os serviços dispensados ao pequeno usuário? Em um momento de ameaça à vida de seus habitantes, por todos os riscos que a ausência ou escassez de água de boa qualidade para o consumo humano provoca, devemos insistir na defesa cega desse modelo de negócio privado que por sua essência visa o lucro?

Ou devemos olhar com muito cuidado e aprender com o processo de remunicipalização da água em curso em outras capitais? Com segurança hídrica não se brinca pois a vida de todos não pode ser um jogo e alvo de especulação.

Referências Bibliográficas:

* Martin Pigeon, David A McDonald, Oliver Hoedeman, Satoko Kishimoto Remunicipalization Putting Water Back into Public Hands.                      Transnational Institute, Amsterdam, March 2012
* Karen Piper The price of thirst University of Minesota Press, 2014
* http://outraspalavras.net/brasil/agua-as-mineradoras-tem-muita-sede/
* http://apublica.org/2015/01/sabesp-se-nega-a-publicar-contratos-de-empresas-que-mais-consomem-agua/

Seis mulheres disputam título de Rainha do Carnaval em Natal

Rainha do carnatal de Natal será conhecida no sábado (31), na Ribeira (Foto: Alex Régis/Secom)Rainha do carnatal de Natal será conhecida no sábado (31), na Ribeira (Foto: Alex Régis/Secom)

Está tudo encaminhado para a escolha do Rei Momo e da Rainha do Carnaval Multicultural Natal 2015. Os aspirantes a Rei Momo e Rainha do Carnaval participaram da etapa de medição e pesagem. Compareceram dois candidatos a Rei Momo e seis candidatas à Rainha do Carnaval.

O concurso ocorrerá no próximo dia 30 de janeiro, às 20h, na praça Augusto Severo, na Ribeira. Antes, às 14h, haverá o ensaio técnico, quando os candidatos e candidatas serão orientados para o desfile oficial, que exige passos de frevo e samba no pé. A comissão julgadora será composta pela esteticista Nalva Melo, artista plástico Ricardo Veriano e por Francisco de Assis Junior. Os figurinos e adereços dos ganhadores levarão a assinatura da figurinista Kátia Pinheiro.

“É o maior carnaval que iremos fazer. A Secult está recebendo convites para o Rei e a Rainha visitarem instituições. O Instituto Juvino Barreto, por exemplo, já nos contatou”, disse a atriz e coordenadora do Carnaval Multicultural, Ivonete Albano. A atriz reforçou que o município prepara um grande Carnaval com atrações locais e nacionais. “Nossos artistas são maravilhosos”, destacou.

De acordo com o edital, os candidatos e as candidatas deverão ter disponibilidade para comparecer a todas as entrevistas e eventos durante o período carnavalesco, de 6 a 21 de fevereiro de 2015, incluindo prévias agendadas pela Comissão Gestora do Carnaval Multicultural Natal 2015. Não será admitido, por parte dos candidatos e candidatas, o uso de qualquer substância psicoativa ilícita, consumo de bebidas alcoólicas nos locais dos eventos e durante as atividades agendadas para o Rei Momo e Rainha do Carnaval.

O Rei e a Rainha vencedores receberão premiação em dinheiro no valor de R$ 7 mil cada. O vencedor na categoria Corneteiro do Rei/Rainha receberá uma premiação em dinheiro no valor de R$ 5 mil e o vencedor na categoria Figurinista/Aderecista do Rei/Rainha receberá uma premiação em dinheiro no valor de R$ 7 mil pela concepção, aquisição de material, confecção de figurinos e adereços, descontados os impostos correspondestes a 20%.

Ainda segundo o edital, os candidatos a Rei Momo e Rainha do Carnaval não podem ser eleitos por mais de dois anos consecutivos. Em caso de desistência do candidato, durante o período carnavalesco, o mesmo perderá o direito à premiação, passando-a para o segundo colocado.

A política de alpendre e o recado das urnas

A expressão “recado das urnas” é bastante conhecida e reflete um entendimento sobre o comportamento eleitoral: a uma ideia na qual há um sentido racional do eleitorado que reflete no resultado das eleições.
Nos últimos dois pleitos (Natal e RN), o terceiro colocado surpreendeu com uma verdadeira avalanche de votos não captados antes das respectivas apurações. Nesses casos, o “recado” foi dado: o de que havia rejeição dupla dos candidatos ponteiros, ou seja, rejeições coincidentes.
Por algum motivo, os eleitores que de última hora se decidiram por uma terceira força, o fizeram como alternativa melhor ao voto branco e nulo. Durante ou após as eleições, a classe política simplesmente abriu mão de tentar compreender essa fatia ou mesmo a totalidade do eleitorado.
Contemporaneamente, ouvir o cidadão tem relação com a criação de mecanismos de participação popular, além de se realizar pesquisas de opinião com os mais distintos métodos. Mesmo quando se incentiva a participação, deve ser realizado algum tipo de pesquisa que traduza os sentimentos difusos do cidadão sobre os mais variados temas.

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Obviamente, essa empreitada envolve alguma mudança nas práticas políticas. No Rio Grande do Norte, ano após ano, há uma resistência da classe política em repensar a própria atuação.
Durante o verão, a política de gabinete dá lugar à política de alpendre. Favorece todos aqueles que detém, em seu patrimônio pessoal, belas casas de praia. Favorece, também, quem pode custear regabofes e outras formas de ostentação. A ideia, aqui, é simular o sucesso.
Os recursos que deveriam ser destinados à profissionalização da política são drenados para custear a política de veraneio. Nesse momento, muito se faz de especulação, daí a necessidade de se forjar sucesso financeiro e sugerir que possui grande capital eleitoral.
Nesse verão de 2015, o assunto já é 2016. Os postulantes precisam, agora, mostrar que já são fortes, vitoriosos.
Há um ditado popular conhecido: quem semeia vento, colhe tempestade. A continuidade da política de alpendre, simplesmente, leva a formação de chapas sem o devido cuidado de se investigar a viabilidade.
Existem casos, porém, que sequer o poder econômico é capaz de garantir o sucesso eleitoral, vide as últimas eleições de 2014.
A política de alpendre, que ocorre em período de suspensão da política de gabinete, talvez já não seja mais compatível com a nossa época. Se for assim, se é o caso de um modelo esgotado, é possível que tenhamos surpresas dentro em breve.

Arquiteto projeta bicicleta com levitação magnética que funciona como wi-fi ambulante

 

Um arquiteto do Texas, nos Estados Unidos, projetou uma bicicleta que utiliza levitação magnética e poderá fornecer energia para smartphones e funcionar como uma espécie de wi-fi ambulante. Segundo informações do Ciclo Vivo, o meio de transporte, batizado de “Levitation”, possui um gerador integrado ao quadro e baterias de alta capacidade para armazenar a energia produzida com as pedaladas.

Muito à frente das bicicletas comuns, o modelo também reduz a resistência do vento e absorve o impacto de pedras e solavancos, por meio de levitação magnética e energia cinética. A tecnologia oferece ainda entradas USB e um monitor LED, que informa a distância percorrida e a quantidade de energia gerada na bateria, para que dispositivos móveis sejam carregados durante o trajeto.

Fonte: BN

 

Salário de governadores é reajustado em 13 estados

Com o reajuste de “quase 100%” que entrou em vigor este mês, o governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria (PSD), passará a receber uma remuneração maior que a de seu colega paulista, Geraldo Alckmin (PSDB). A constatação é do repórter Pedro Venceslau, em matéria feita para O Estado de S. Paulo e distribuída ontem para dezenas de jornais e portais de internet pela Agência Estado.

Humberto SalesSalário de Robinson Faria e outros 12 governadores têm reajusteSalário de Robinson Faria e outros 12 governadores têm reajuste

Segundo a reportagem, enquanto a remuneração do governador do RN pulou de R$ 11 mil para R$ 21,9 mil, a de Alckmin, que administra o estado mais rico da federação, teve reajuste de 4,7%, passando de R$ 20,6 mil mensais para R$ 21,6 mil.

No caso do Rio Grande do Norte, o aumento contemplou também o vice-governador, que passa a ganhar R$ 17,5 mil. No governo anterior, de Rosalba, o vice ganhava R$ 9 mil. Já os secretários tiveram a remuneração aumentada em 75%, de R$ 8 mil para R$ 14 mil.

No Brasil, houve aumento salarial para o primeiro escalão em 13 estados. A reportagem lembra que na campanha – e no período de transição também – os eleitos prometiam adotar uma política de austeridade focada inicialmente nos cortes de cargos e encolhimento da máquina administrativa. “Os aumentos foram aprovados pelas Assembleias Legislativas às vésperas do recesso parlamentar. Isso fez com que houvesse pouca repercussão na ocasião”, reforça o texto.

Cortes
Em dezembro do ano passado, na condição de coordenador da equipe de transição, o vice-governador eleito, Fábio Dantas  (PCdoB) admitiu, numa entrevista a 96 FM, que o novo governo poderia adotar “medida antipáticas” para equilibrar a folha de pagamento do Estado.

Robinson, por sua vez, anunciou que mandará fazer auditoria na folha de pagamento, mas deixou claro: “Não é uma auditoria para punir ninguém. O servidor que está em dia, trabalhando, não será punido. Pelo contrário, será valorizado pelo nosso governo.”

Da safra de novos governadores, dois voltaram atrás no aumento depois da repercussão negativa. São eles, Ivo Sartori (PMDB), do Rio Grande do Sul, e Ricardo Coutinho (PSB) da Paraíba.

Fonte Tribuna do Norte

ACM Neto pode ir para PDT; presidente desconversa, mas avalia boato como ‘positivo’

ACM Neto pode ir para PDT; presidente desconversa, mas avalia boato como 'positivo'Neto e Nilo já cultivam amizade | Foto: Reprodução

As especulações de que o prefeito de Salvador ACM Neto (DEM) está de malas prontas para o PDT surpreenderam o presidente estadual da sigla, deputado federal Félix Mendonça Jr. Segundo o parlamentar, “não há conversa sobre isso e nem acordo com o DEM”. De acordo com a coluna da Época, Neto negocia há um ano sua filiação ao PDT. Apesar de, oficialmente, nada estar acertado, Mendonça avaliou a possível entrada do democrata como “positiva”. “É um bom quadro que pode somar muito ao partido”, elogiou.

A publicação diz ainda que três fatores ajudaram nas negociações da possível migração: a acomodação e Andrea Mendonça – irmã de Félix – no primeiro escalão do secretariado, a orientação dos deputados democratas de votarem em Marcelo Nilo para a presidência da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) e a “saída” do PDT do governo Rui Costa (PT). “Não saímos da base. Fomos convidados a sair. Mas, durante a eleição, apoiamos Rui Costa durante todo o tempo”, defendeu-se Félix sobre o desencontro com o governo. Para manter o apoio dos cinco deputados estaduais do PDT na AL-BA, Rui Costa nomeou o deputado Paulo Câmara para a pasta da Agricultura – que já pertencia ao PDT, mas na cota pessoal do líder do partido no estado.

por Alexandre Galvão (BN)

Inscrições para o ProUni começam nesta segunda

Inscrições para o ProUni começam nesta segundaFoto: Reprodução

 As inscrições para o Programa Universidade para Todos (ProUni) serão abertas amanhã (26). Os interessados em obter bolsas de estudo em instituições particulares de ensino superior já podem consultar na página do programa as bolsas disponíveis. Segundo a Agência Brasil, nesta edição, o ProUni ofertará 213.113 bolsas, sendo 135.616 integrais e 77.497 parciais. As bolsas são destinadas a 30.549 cursos e distribuídas por 1.117 instituições. As inscrições podem ser feitas até o dia 29 na página do ProUni.

O candidato que se inscreveu no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) também pode participar do ProUni. Para se inscrever, é preciso ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2014 e obtido, no mínimo, 450 pontos na média das notas. Além disso, não pode ter tirado 0 na redação. Outra condição é ainda não ter diploma de curso superior. As bolsas integrais são para estudantes que cursaram o ensino médio nas redes pública ou particular, na condição de bolsista integral. Também é necessário comprovar, por pessoa, renda bruta familiar até um salário mínimo e meio. Para as bolsas de 50% da mensalidade, a renda bruta familiar deve ser até três salários mínimos. Professores do quadro permanente da rede pública de ensino, que concorrerem a cursos de licenciatura, também podem participar do ProUni. Nesse caso, não é necessário comprovar renda.