Daily Archives: 07/01/2015

Roberto Carlos é um detalhe na falsificação da biografia de Tim Maia pela Globo

Ele

por : Kiko Nogueira

Tim Maia era um gênio complexo e contraditório. “Preto, gordo e cafajeste”, como ele se definia. Mas o que estão fazendo com sua biografia é caso de polícia.

A Globo transformou um filme lançado no final de 2014 num docudrama — mistura de ficção e documentário — em dois capítulos. Desfigurou tudo. Incluiu depoimentos de artistas, cortou cenas, alterou a ordem de acontecimentos.

Aproveitou para limpar a barra de Roberto Carlos. No longa, que é inspirado no livro de Nelson Motta, Tim é esnobado por Roberto até conseguir uma reunião por insistência da mulher de RC, Nice, em que Roberto acaba topando gravar “Não Vou Ficar”.

Os dois eram amigos da Tijuca no fim dos anos 50 e fizeram parte de um grupo vocal chamado Sputniks. Quando a Jovem Guarda estourou, Tim havia voltado dos EUA quebrado. Procurou Roberto em busca de uma chance no programa. Foram meses de batalha, eventualmente humilhantes.

Nelson narra algumas dessas histórias no livro. Na biografia censurada de RC, Paulo César de Araújo ainda lembra uma ocasião em que Roberto, na saída do Teatro Record, manda seu empresário dar dinheiro para “Tião”. A grana foi amassada como uma bola e atirada em sua direção. “Eu tive um acesso de choro na hora”, afirmou Tim.

Essa luta está no cinema. Na TV, porém, Roberto surge dizendo que ajudou, sim, o cantor, e por vontade própria, não de Nice (nem a pobre Nice, morte em 1990, pode se defender). Na pele do ator Babu Santana, Tim Maia dá um depoimento: “Foi assim que Roberto Carlos lançou o gordo mais querido do Brasil”. Você consegue imaginar essa frase idiota na boca de Xuxa, mas não na de Tim Maia.

O diretor Mauro Lima criticou a adaptação no Instagram, sugerindo que ninguém assistisse o “subproduto”. A emissora declara ter realizado uma “recriação”. Nelson Motta, como era de se esperar, não falou nada e não vai falar.

Há muitas pontas que não fecham. Como um diretor permite que seu trabalho seja mutilado em nome de ficar mais “didático”? Se autorizou, reclama do quê? Estava no pacote da Globofilmes uma versão televisiva tabajara? Quem está ganhando com toda essa falsificação? Se fosse o contrário — uma telebiografia de Roberto Carlos com um papel, digamos, controvertido de Tim Maia, Tim seria chamado para dar um tapa?

Agora, não é apenas a relação com Roberto que era complicada. Tim Maia vivia às turras com a Globo. Processou a emissora por direitos autorais algumas vezes. Deu uma longa e divertidíssima entrevista ao Jô sobre isso (no SBT, evidentemente).

Foram décadas de confusões legais. Não é nota de rodapé. Mesmo sendo muito cuidadoso, Nelson Motta incluiu diversas passagens a esse respeito em seu best seller. Em 1993, numa trégua jurídica, Tim deu um cano no Faustão. “Na segunda-feira, a vice-presidência de operações da Rede Globo enviou um memorando a todas as centrais vetando a participação de Tim Maia em programas da emissora”, escreve.

Tim era louco, mas não era burro. Descontente com a capa de um disco, quebrou a sala do diretor artístico da Philips, avisando a secretária que deixou uma “lembrancinha”. Montou sua gravadora, a Seroma, para ter o controle sobre sua obra.

Foi um dos primeiros artistas independentes do país, numa época em que isso simplesmente não existia. As composições eram registradas na editora, a distribuição dos discos terceirizada. Ganhou dinheiro — gastou muito dinheiro.

Nunca escondeu suas excentricidades em entrevistas antológicas. Mas não era um inocente útil, um trouxa, um junkie burro. Suas brigas com a Globo são parte fundamental de sua vida. Morto, a emissora faz o que ele nunca permitiu: apropriou-se de Tim Maia. Roberto Carlos é apenas mais um detalhe feio nesse vale tudo.

Assista essa entrevista abaixo:


Sobre o Autor
: Diretor-adjunto do Diário do Centro do Mundo. Jornalista e músico. Foi fundador e diretor de redação da Revista Alfa; editor da Veja São Paulo; diretor de redação da Viagem e Turismo e do Guia Quatro Rodas.

Morre em Natal, aos 67 anos, o repentista potiguar Manoel do Côco

Manoel do Côco estava internado há 15 dias (Foto: Canindé Soares/G1)Manoel do Côco estava internado há 15 dias
(Foto: Canindé Soares/G1)

O repetinsta potiguar Manoel do Côco morreu na noite desta sexta-feira (2) em decorrência de um câncer. Ele estava internado há 15 dias no Hospital Santa Catarina, na Zona Norte de Natal. Familiares informaram que o velório acontece no Casa de Velório Sempre, no bairro Potengi, e o enterro às 16h30 no cemitério de Nova Descoberta.

Manoel Francisco Basílio – o Manoel do Côco – era considerado um dos maiores repentistas do país. Natural do município de Barcelona, no interior do Rio Grande do Norte, sempre se preocupou em retratar a cultura do estado em seus trabalhos. Em 1997, lançou o CD Emboladas, onde interpretou as emboladas Calor da vaquejada, Cheiro de gado, Cheiro do Norte, Compadre Bill, Jogo dos bichos, Saudades do Nordeste, Sou de Natal e Sou rei da noite, todas de sua autoria. A partir da repercussão desse disco, fez apresentações no programa Domingão do Faustão, da TV Globo, além dos programas Fantástico e Globo Esporte.

Atualmente ocupava cargo público na Prefeitura de São Gonçalo do Amarante, lotado na Fundação Cultural Dona Militana. A nomeação foi concedida pelo prefeito Jaime Calado para que Manoel do Coco apresentasse sua arte nos eventos do município. O prefeito lamentou a morte do artista. “A cultura popular do Rio Grande do Norte e do país está de luto. Manoel era um artista com uma capacidade criativa fantástica. Perdemos um grande compositor, embolador, repentista e um amigo querido”, lamentou.

Eduardo Suplicy envia carta a Dilma após ter projeto vetado

Em carta a Dilma, senador petista lamenta veto presidencial a seu projeto que instituía a linha oficial de pobreza no Brasil. Suplicy deixa o Senado no fim do mês após 24 anos de legislatura

suplicy dilma veta projeto
Senador Eduardo Suplicy (Imagem: Revista Exame)

O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) enviou uma carta para a presidenta Dilma Rousseff lamentando o veto presidencial ao seu projeto que instituía a linha oficial de pobreza no país. No documento, o petista contesta os argumentos para a rejeição integral da proposta, afirmando que ele não contraria o interesse público e é compatível com a política do salário mínimo e com os programas sociais do governo.

“Diferentemente do argumentado, os dispositivos do projeto levam em consideração as políticas públicas voltadas à erradicação da pobreza, como o Programa Bolsa Família e o Plano Brasil Sem Miséria, as quais consideram linhas oficiais de pobreza para definir quais serão as famílias beneficiárias”, afirmou.

Além de apontar o que considera como erros no veto de Dilma, Suplicy também reclamou de não ter sido consultado pelos ministérios e pela própria presidenta. “Estranho que os Ministros responsáveis por este parecer não tenham tido antes a atenção de conversar com o autor do projeto. Ademais, durante a longa tramitação dessa proposição apresentada em 1999, os governos, desde então, tiveram toda a oportunidade de interagir com os congressistas para apresentar sugestões”, disse.

O projeto de Suplicy continha apenas quatro artigos. Ele estabelece que o governo brasileiro deverá estabelecer um valor mínimo para uma pessoa ou uma família viver com dignidade. Pela proposta, as políticas públicas ficariam atreladas à quantia definida pelo governo, que apresentaria metas nacionais e regionais para a redução da pobreza no país.

A proposta foi vetada integralmente por Dilma em 31 de dezembro após tramitar por 15 anos no Congresso. Na justificativa, a presidenta afirmou que o projeto de lei foi “proposto em um contexto jurídico e social diverso do atual”. Para o Palácio do Planalto, a matéria se confude com a política do salário mínimo, podendo resultar em “entrave à sua concretização e desenvolvimento”.

Leia a íntegra da carta:

“Excelentíssima Senhora Presidenta Dilma Rousseff,

Venho expor a Vossa Excelência que os motivos apresentados pelos Ministérios da Fazenda, do Planejamento e do Desenvolvimento Social para que viesse a vetar o Projeto de Lei Nº 66, de 1999, que institui a linha oficial de pobreza e dá outras providências, não condizem com a letra e os objetivos da proposição. Ela é inteiramente consistente com o fim maior de seu governo de erradicar a pobreza extrema e a pobreza absoluta. O objetivo do projeto é também compatível com o inciso III do Artigo 3º da Constituição que explicita: “Constitui objetivo fundamental da República Federativa do Brasil erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais”. Portanto, de maneira alguma, o projeto contraria o interesse público, como foi mencionado na Mensagem Nº 467, de 30 de dezembro de 2014.

Diferentemente do argumentado, os dispositivos do projeto levam em consideração as políticas públicas voltadas à erradicação da pobreza, como o Programa Bolsa Família e o Plano Brasil Sem Miséria, as quais consideram linhas oficiais de pobreza para definir quais serão as famílias beneficiárias. Da mesma forma que os limites estabelecidos pelo Programa Bolsa Família não causam confusão com a política do salário mínimo, a linha oficial de pobreza definida pelo Governo não vai se constituir “em entrave” à política do salário mínimo, como argumentaram os que apresentaram as razões do veto.

Cabe assinalar que o Projeto que institui a linha oficial de pobreza não implica qualquer despesa para o Governo. Estabelece o rendimento anual mínimo (que pode ser transformado em mensal ou diário) para a vida digna de uma família ou indivíduo e, o que é mais importante, que o Governo deve determinar metas de erradicação da pobreza ao longo de seu mandato.

Tivessem os que formularam os motivos do veto apresentados à Presidência lido com maior atenção a justificativa do projeto teriam se deparado com as observações do Prêmio Nobel de Economia, James Tobin, que em 1970, escreveu: “A Guerra Federal contra a Pobreza, além de tudo o mais que foi realizado, estabeleceu uma medida oficial de pobreza nos Estados Unidos. A adoção de uma medida quantitativa específica, apesar de arbitrária e questionável, terá consequências políticas duráveis e de longo alcance. As administrações serão julgadas pelo seu sucesso ou falha na redução da prevalência medida oficialmente. Enquanto uma família for encontrada abaixo da linha de pobreza, nenhum político será capaz de anunciar vitória na Guerra contra a Pobreza ou ignorar o conhecimento das obrigações da sociedade para com seus membros mais pobres.” Se os ministros observarem outros países hoje, em especial os desenvolvidos, quase todos definem uma linha oficial de pobreza.

A própria Ministra Tereza Campello, em “Brasil Sem Miséria: superação da extrema pobreza foi acompanhada de maior acesso a serviços e inclusão produtiva”, conforme exposição na 43ª. Reunião ordinária do Pleno do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), em 5 de junho de 2014, menciona que o Brasil Sem Miséria estabeleceu como extremamente pobres as pessoas com renda inferior a R$ 70, o equivalente a um valor de compra diário de US$ 1,25 por pessoa em cada país, seguindo parâmetro internacional definido pelo Banco Mundial, a partir de 2008. Esse valor foi reajustado em junho para R$ 77. Vossa Excelência mesmo tem se referido à linha de pobreza, R$ 154 mensais por pessoa, e de extrema pobreza, R$ 77.

Na publicação do MDS, “A Linha de Extrema Pobreza e o Público-Alvo do Plano Brasil Sem Miséria”, Tiago Falcão e Patrícia Vieira da Costa ressaltam que “uma das decisões basilares no desenho do Plano Brasil sem Miséria foi a definição da linha de extrema pobreza que nortearia toda a estratégia, com vários usos”. Nesse trabalho são mencionadas as relevantes contribuições de Sônia Rocha e Ana Fonseca sobre como definir uma linha de pobreza. O bom senso seria que os Ministérios ponderassem que o Governo, através do Brasil sem Miséria, passou a adotar as recomendações do Projeto que institui a Linha Oficial da Pobreza, apresentado desde 1999, e que a definiu em dois níveis: o de pobreza absoluta e o de pobreza extrema. Poderá o seu governo, em sua próxima Mensagem ao Congresso Nacional, informar (1) qual a previsão de famílias e pessoas que terão superado aquelas duas linhas – feitos os devidos reajustes para levar em conta a variação nos índices de preços – (2) qual a previsão de data para que não haja qualquer família ou pessoa abaixo da linha de pobreza absoluta, e (3) quais os instrumentos de política econômica e social que contribuirão para o objetivo de erradicação da pobreza.

Estranho que os Ministros responsáveis por este parecer não tenham tido antes a atenção de conversar com o autor do projeto. Ademais, durante a longa tramitação dessa proposição apresentada em 1999, os governos, desde então, tiveram toda a oportunidade de interagir com os congressistas para apresentar sugestões. Primeiro o projeto foi aprovado por consenso no Senado. Depois, em sua tramitação na Câmara dos Deputados, o Governo teve a oportunidade de sugerir modificações que o tornaram mais simples. Quando finalmente, em 2014, o projeto modificado na forma de um substitutivo, que levou em conta as sugestões do Governo de Vossa Excelência, foi novamente votado no Senado, tendo sido aprovado por consenso nas Comissões de Constituição e Justiça, com parecer favorável do Senador Pedro Simon (PMDB-RS), de Direitos Humanos, com parecer favorável do Senador Anibal Diniz (PT-AC) e, finalmente, no Plenário em dezembro último, sem que a assessoria dos três ministérios tivesse apresentado qualquer objeção à forma mais simples que foi aprovada pela Câmara e que teve a minha concordância.

Por ocasião da sua diplomação, em 18 de dezembro, ao cumprimentá-la por seu extraordinário mérito em conquistar novamente a Presidência, ponderei que acho justo que Vossa Excelência possa conceder-me a audiência que desde 2013 venho solicitando e que isso possa acontecer antes do término de meu mandato em 31 de janeiro próximo. Vossa Excelência disse a mim “é mais do que justo” e assegurou-me que ela vai acontecer. Agora, além de tratar da sugestão para que crie um Grupo de Trabalho para estudar as etapas de como chegaremos um dia à Renda Básica de Cidadania, prevista em Lei, também quero conversar sobre a possibilidade de indicar aos líderes no Congresso a derrubada do veto ao projeto da linha oficial da pobreza.

Lembro que o Prêmio Nobel de Economia James Tobin, da Universidade de Yale, foi o assessor econômico do candidato à Presidente dos Estados Unidos, pelo Partido Democrata, quando disputou, em 1972, com o Presidente Richard Nixon, candidato à reeleição pelos Republicanos. Na ocasião, a principal proposta apresentada por George McGovern (1922-2012), elaborada por Tobin, foi a criação de um “Demogrant” de US$ 1.000 anuais para todos os norte-americanos, na época, 150 milhões. Em 2005, ao visitar os EUA, tive a oportunidade de dizer ao ex-Senador George Mc Govern que o Congresso Nacional Brasileiro havia aprovado, e o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva havia sancionado, a proposta de uma Renda Básica de Cidadania – a ser instituída gradualmente – para todos os residentes no Brasil, de forma semelhante à que ele havia apresentado ao povo dos EUA em 1972. Ele ficou muito feliz e me disse: “Bem que me falavam que eu era um homem com ideias antes do meu tempo”.

Vossa Excelência tem todas as condições de preparar o Brasil para dar esse notável passo. Estou no aguardo de seu chamado. Os responsáveis pelo Gabinete da Presidência, Beto Albuquerque e Deise Barreta me asseguraram que vai acontecer.

Respeitosamente, desejando-lhe um 2015 muito feliz e cheio de realizações para o bem do povo brasileiro, o abraço amigo,

Senador Eduardo Matarazzo Suplicy“

Congresso em Foco

Piadas para mera descontração

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RESULTADO DE CONVERSA ENTRE AMIGAS

Duas brasileiras e uma portuguesa estavam jogando conversa fora, quando uma das brasileiras comenta com a outra sobre suas relações sexuais com o marido:

– Menina, nunca te aconteceu quando você faz amor com o Carlos, você toca nas bolas dele e estão frias?

A outra brasileira responde:

– Sim, sempre que nós fazemos eu percebo que estão frias. E você quando faz com o Rafael?

– Sim, sempre estão frias – responde a outra brasileira.

Nisso a portuguesa diz:

– Bom, eu nunca parei para atentar a esse detalhe, mas esta noite quando eu fizer com o Manuel vou tocá-las para ver.

– Está bom, então amanhã você nos conta – dizem as brasileiras.

No dia seguinte, a portuguesa aparece toda cheia de hematomas, os olhos roxos e sem alguns dentes. As brasileiras ficam surpresas, perguntam o que foi que aconteceu e a portuguesa responde muito nervosa:

– Isto é tudo culpa de vocês!

– Mas por que? – perguntam as brasileiras

– Porque quando eu toquei as bolas do Manuel eu disse: “Ai, Manuel, você não tem as bolas frias como as do Carlos e as do Rafael!”.

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CAUSO

NOS TEMPOS DA REVOLUÇÃO

Por: Rolando Boldrin

Vejam só: até dos tempos da marfadada revolução tem causos pra gente contar. Esse que conto agora é dum camarada muito boateiro que tinha num bairro de São Paulo. O homem fazia boato de tudo. E isso era sempre num botequinho que ele freqüentava. Inventava coisas do governo militar, coisas de autoridades, zombava disso e daquilo outro.

Acontece que, desse barzinho gostoso de se trocar umas conversas de fim de tarde, um coronel que estava sempre à paisana era também um grande freguês. E, portanto, sabedor e até ouvinte assíduo do boateiro. Ninguém naquele boteco sabia que o coronel era coronel do nosso glorioso Exército… isso porque o dito cujo não fazia propaganda da farda. Era um cabra até que bem humilde e bom de papo.

Mas os boatos do tal amigo foram de certa forma chegando ao exagero e, com isso, no bom palavreado, foi enchendo o saco do bom militar. Daí o tal coronel resolve fazer uma brincadeira corretiva com o boateiro. E, pra isso, simula uma operação militar com jipes, metralhadoras e pessoal fardado, tudo combinado para simplesmente pregar uma boa peça no moço dos boatos, pois os vários boatos já estavam deixando a situação dos militares um pouco chata.

Pois bem. Era de tardezinha, nosso amigo dos boatos falava mal dos fardados e eis que, de repente surge aquela operação militar de araque.

Coronel (fardado e bravo) – O senhor está preso. Coloquem este indivíduo no camburão. O senhor vai ser julgado por júri militar e condenado, por causa dos boatos referentes ao Exército.

Levam o dito cujo, simulam um júri e a condenação: morte por fuzilamento.

Pois bem. Isso posto, lá está o nosso amigo num paredão e na sua frente 5 fuzileiros apontando armas (com festim, é claro).

Coronel– Apontarrr…. fogo!

Dispararam as armas e o susto foi o pretendido pelo coronel, que se aproxima do boateiro, ainda bravo:

Coronel – Isso é só pro senhor aprender a não falar mal das Forças Armadas. Entendeu? Fora daqui, sêo desocupado (e dá-lhe um último empurrão).

No outro dia, lá está o nosso querido boateiro, chegando à porta do mesmo botequim, para as conversas de sempre, regadas duma boa cachacinha.

Alguns clientes e amigos que tinham presenciado a prisão do nosso amigo no dia anterior se aproximam para saber das novidades, sobre o efeito da bronca do nosso militar.

Freguês – Então, Justino! Como foi lá no quartel? Conta aí pra gente as novidades…

O nosso amigo boateiro chama todos para perto de si para cochichar um último e criativo boato:

Boateiro (falando baixinho) – Olha, pessoal. Não contem pra ninguém. Mas o nosso Exército está totalmente sem munição.

Com o Blog Bira Viegas

Rádio é incendiada pela terceira vez em cidade do Cariri e polícia suspeita de rixa política

A rádio comunitária de Soledade, no Agreste da Paraíba, foi incendiada nesta terça-feira (6).

De acordo com a polícia, já é a terceira vez que o fato ocorre na mesma emissora em menos de um ano. O delegado Fernando Zaccola disse ao Correio Debate da Rede Correio Sat que investiga se o incêndio foi criminoso e suspeita de rixas políticas como responsáveis pelas ocorrências. Segundo o delegado, a cidade está em clima de tensão com o caso.

Os responsáveis e funcionários da emissora não quiseram gravar entrevistas por medo de represálias.

Com Portal Correio

Do Blog: Se essa moda pegar por aqui a coisa vai ficar feia, não tenha dúvida!!!

ROBINSON NOMEIA 22 AUXILIARES PARA SUA MULHER JULIANE FARIA

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O Diário Oficial desta terça-feira (06) chega com vários atos do governador Robinson Faria (PSD), entre eles, a nomeação de 22 auxiliares de sua esposa, Julianne Faria, Secretária de Estado, do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social.

Entre os nomeados, Salmira de Araújo Torres, ex-prefeita de Timbaúba dos Batistas, nomeada para exercer o cargo de Subcoordenadora do Desenvolvimento do Artesanato.

Prima de Julianne, Vanessa Dantas Dias de Figueiredo vai responder pela Coordenadoria de Projetos Especiais.

A canção que deu nome a uma grande cidade do Paraná

Joubert compôs Maringá atendendo a um pedido

O médico e compositor mineiro Joubert Gontijo de Carvalho (1900-1977) compôs a canção “Maringá” que foi gravada, em 1932, por Gastão Formenti, pela RCA Victor, tornando-se logo um grande sucesso, sendo cantada até hoje. O nome e o tema da música surgiram quando Joubert de Carvalho visitava o Ministro da Viação José Américo. Conversando com o oficial do gabinete, Rui Carneiro, este sugeriu que fizesse uma música abordando o tema da seca no Nordeste. O compositor pediu a Rui que lhe desse uma lista de pequenas cidades assoladas pela seca. Entre elas estava Ingá, para a qual o compositor imaginou uma cabocla, Maria, que seria a Maria do Ingá, que acabou por tornar-se “Maringá”. É comum nome de cidades inspirarem canções, mas neste caso surpreendentemente, o nome da canção originou o nome da cidade. A música “Maringá” era muito cantada pelos operários que desbravavam a mata virgem para construir uma nova cidade no Paraná, e quando a Companhia de Melhoramentos do Norte reuniu-se para definir o nome que seria dado à cidade, a Sra. Elisabeth Thomas, esposa do presidente Henry Thomas, sugeriu que a canção desse nome à cidade.MARINGÁ
Joubert de Carvalho

Foi numa léva
Que a cabocla Maringá
Ficou sendo a retirante
Que mais dava o que falá.

E junto dela
Veio alguem que suplicou
Prá que nunca se esquecesse
De um caboclo que ficou

Antigamente
Uma alegria sem igual
Dominava aquela gente
Da cidade de Pombal.

Mas veio a seca
Toda chuva foi-se embora
Só restando então as água
Dos meus óio quando chóra.

Estribilho
Maringá, Maringá,
Depois que tu partiste,
Tudo aqui ficou tão triste,
Que eu garrei a maginá:

Maringá, Maringá,
Para havê felicidade,
É preciso que a saudade
Vá batê noutro lugá.

Maringá, Maringá,
Volta aqui pro meu sertão
Pra de novo o coração
De um caboclo assossegá.

Site Poemas & Canções

“Jesus te amo”:Ladrão deixa bilhete após roubar igreja em Sinop

1767a94dc898cff30ac46985d2f2fb9cFoto: Reprodução

Um furto inusitado chamou a atenção dos paroquianos da Paróquia São Camilo de Léllis em Sinop. Um ladrão furtou objetos litúrgicos e deixou um bilhete com a frase, “amo muito Jesus, amo minha família, amo todos. Jesus te amo”.

Segundo informações do boletim de ocorrência, o ladrão levou um cálice prateado niquelado de 25 anos da ordenação sacerdotal, dois cálices banhados a ouro, outro em ouro maciço, quatro patenas em ouro e duas ambulas.

O bandido arrombou duas portas e uma janela para ter acesso e levar os objetos que são usados em celebrações.

Com PC da Sinop

Clique AQUI e assista ao vídeo

Bruna Marquezine posa de topless e causa furor no Instagram

Bruna Marquezine posa de topless e causa furor no Instagram

Foto: Reprodução / Instagram

Eleita a mulher mais sexy do mundo pela revista VIP, a atriz Bruna Marquezine não cansa de sensualizar nas redes sociais. Na madrugada desta terça-feira (6), ela publicou uma foto em que aparece fazendo topless, de costas, cobrindo os seios com os braços. “Maravilhosa” e “destruidora” foram alguns dos elogios recebidos pela atriz, que será a protagonista de Lady Marizete, próxima trama das 19h da Rede Globo. Veja a foto na íntegra abaixo:

Doeu! Repórter no Piauí é agredido com ‘voadora’ enquanto grava matéria; veja

Doeu! Repórter no Piauí é agredido com 'voadora' enquanto grava matéria; veja

Foto: Reprodução

Um repórter da Rede Meio Norte, emissora de TV independente do Nordeste, foi agredido enquanto gravava uma matéria na última segunda-feira (5). Pedro Borges contava a história de um tiroteio que aconteceu em Teresina, no Piauí, que matou um homem e feriu uma babá e uma criança de dois anos.

Ao entrevistar familiares e vizinhos das vítimas, o repórter foi atingido nas costas por uma voadora por um dos entrevistados. Revoltado com a situação, o repórter registrou um boletim de ocorrência na 7ª Delegacia de Polícia de Teresina. O jovem responderá por agressão e terá que prestar esclarecimentos. Veja o vídeo abaixo:

MEC confirma aumento de 13,01% no piso dos professores, passa de R$ 1.697,00 para R$ 1.917,78

MEC confirma aumento de 13,01% no piso dos professores

Foto: Agência Brasil

O ministro da Educação, Cid Gomes, fechou nesta terça-feira o aumento que o governo concederá para o piso dos professores neste ano. O valor, segundo o Broadcast Político, da Agência Estado, antecipou, passará dos atuais R$ 1.697,00 para R$ 1.917,78, o que representa um aumento de 13,01%.

Segundo assessores da pasta ouvidos pela reportagem, “tradicionalmente”, o valor normalmente é “arredondado”. Em razão disso, na prática, o piso deve passar para R$ 1.918. Em nota, o MEC informa que o aumento será dado conforme determina a Lei nº 11.738, de 16 de julho de 2008. “Conforme a legislação vigente, a correção do piso reflete a variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno definido nacionalmente pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb)”, diz o ministério em nota divulgada pela assessoria de imprensa. A decisão de divulgar o novo piso ocorreu após o ministro Cid Gomes se reunir, nos últimos dois dias, com representantes do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).

Em entrevista ao Broadcast Político no último dia 30 de dezembro, Cid Gomes, ainda como governador do Ceará, informou que uma de suas primeiras ações seria definir o valor do novo piso. O valor anunciado pelo ministério corresponde também ao estimado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM). Tanto a entidade quanto alguns governadores estaduais, reclamam do piso. Depois de anunciar o piso, Cid Gomes divulgará, na segunda semana de sua gestão, o resultado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Em seguida, fará o anúncio da abertura das matrículas para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), no qual instituições públicas de ensino superior oferecem vagas para candidatos participantes do Enem.

Montanhas RN – Ricardo Motta e Rafael Motta visitam cidades do interior na festa de Santos Reis

12rafael_ricardo_motta_thumbO presidente da assembleia legislativa do RN, deputado Ricardo Motta [Pros], visitou nesta segunda-feira [5], as cidades de Brejinho e São José do Campestre na região Agreste do Estado, onde foi o deputado mais votado nas eleições de 2014.

Em Brejinho Ricardo Motta foi recebido pelo ex-prefeito João Gomes e os vereadores Verá Lúcia eleita presidente da câmara, Carlinhos, Maria Ivanira, José Edmilson, Fábio Céu, Chico Custódio e pelos ex-vereadores Ademar Gomes e Gorgonio.

Já em Campestre, o deputado Ricardo Motta ao lado do deputado federal diplomado Rafael Motta, presidente do PROS no Rio Grande do Norte, foram recepcionado pelo grupo liderado pela prefeita Sione Ferreira, que ofereceu um jantar a seus deputados. Em seguida a comitiva acompanhou os deputados ao centro da cidade onde acontecia evento alusivo que se comemoravam as festividades de Santos Reis.

Estavam presentes o ex-prefeito da cidade Dr Laércio, e os vereadores Dedé Mendonça, Zé Ney eleito presidente da câmara, Dona Cícera, Reginaldo, Jailson, o vice-prefeito Luciano, secretários da prefeitura, Dr. Luiz Henrique, Maria, Dayse Matias, Edson André, Stênio e Nobaldo.

Rafael Motta ainda seguiu viagem para os municípios de Montanhas e Taipu, para participar das celebrações do Dia de Reis, que também aconteciam nos dois municípios. Em Montanhas, Rafael foi recebido pelo grupo político da liderança Manuel Gustavo, candidato a prefeito da cidade em 2012, juntamente com Ramalho e os Vereadores Edson Nascimento (Montanha), José Porcidônio, demais amigos e correligionários. Já em Taipu, a acolhida do deputado federal diplomado ficou por conta do ex-prefeito Bastinho, responsável por fazer de Rafael o deputado mais votado do município nas eleições de 2014.

Primeira sessão do TRE será na próxima segunda-feira

Índice

O site do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte terá sua primeira sessão do ano na próxima segunda-feira. A pauta ainda não foi liberada no sistema.

A sessão será presidida pelo desembargador Virgílio Macedo. Também confirmadas para próxima semana, sessões na terça e quinta-feira.