Daily Archives: 20/11/2014

HOJE (20) DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA

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O dia da CONSCIÊNCIA NEGRA   é para conscientização de todas as pessoas de que as culturas africanas são partes integrantes e imprescindíveis da formação do povo brasileiro. Esse dia deve ajudar a nós brasileiros a nos conscientizarmos de que somos um povo formado de muitos povos e de muitas culturas.

Para a nossa reflexão segue 10 frases da Consciência Negra de ativistas negros e negras brasileiros

1 – Consciência Negra é educação do olhar

2- Assim alcançaremos a HUMANITUDE

3 – O 20 de novembro é este momento de fazer isto em relação ao racismo

4 – O racismo é um crime perfeito no Brasil

5 – Pela consciência da riqueza da diversidade racial

6 – A sociedade brasileira é que tem problema

7 – Um protesto que denuncia a falsa abolição da escravatura

8 – Zumbi se espraia

9 – Continuidade à grande luta de Zumbi dos Palmares

10- Zumbi como algo mais representativo que 13 de maio

Fonte Afrokut

Gustavo Fernandes: “Ricardo Motta é o candidato de Henrique Alves para presidir AL”

Segundo o deputado estadual, o PMDB deverá apoiar a reeleição do atual presidente da Assembleia

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O deputado estadual Gustavo Fernandes (PMDB) reafirmou na manhã desta quarta-feira o compromisso do presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB), com a reeleição do presidente da Assembleia Legislativa, Ricardo Motta (PROS). A eleição para presidente da Casa no biênio 2015/2016 ocorrerá no dia 2 de fevereiro, logo após a posse dos novos 24 deputados estaduais eleitos ou reeleitos nas urnas de outubro deste ano. “O PMDB desde antes da campanha é simpático e defensor do nome de Ricardo. Agora se os cinco deputados do PMDB irão votar, será outra história. Tem que se perguntar a eles. Mas Ricardo é o candidato de Henrique”, frisou Fernandes, em contato esta manhã com O Jornal de Hoje.

Dos 24 deputados estaduais da futura legislatura, 18 obtiveram o mandato através de ampla aliança coordenada pelo atual presidente da Câmara dos Deputados. Apenas oito compuseram, no primeiro e no segundo turno, com o governador eleito, Robinson Faria (PSD). Em tese, Henrique conta com os votos necessários para influir na reeleição do atual presidente da Casa. Segundo Fernandes, porém, na prática a teoria é outra.

“Henrique desde a campanha estadual mostrou sempre simpatia pelo nome de Ricardo. E hoje a única candidatura posta é a de Ricardo. Mas existem outros deputados que estão mostrando, nos bastidores, não abertamente, que querem disputar. Não se mostraram ainda com suas candidaturas. Mas a gente escuta que alguns querem. Nesses próximos dias, quem quiser disputar, deverá aparecer e mostrar a cara. Até agora, a única candidatura posta que existe é a de Ricardo”, frisou Fernandes.

A despeito dos demais partidos, o PMDB é a maior legenda da Casa, com cinco integrantes e cada um tendo direito a um voto na eleição da Mesa Diretora. “Mesmo sendo do PMDB, não posso responder por todos os deputados. Teria que fazer individualmente um levantamento junto a cada um. Mas, que o PMDB, desde antes da campanha, é simpático e defensor do nome de Ricardo, disso não há dúvida”, frisou.

“PMDB ainda vai decidir se compõe com Carlos Eduardo ou se disputa contra ele”

Gustavo Fernandes também defendeu a candidatura própria do PMDB a prefeito de Natal nas eleições de 2016. Segundo ele, não há compromisso do PMDB com a candidatura à reeleição do atual prefeito, Carlos Eduardo Alves (PDT). “Eu nunca escutei de Henrique dizer qual era a posição do PMDB, se irá com Carlos ou se teria candidatura própria”, declarou.

Para Fernandes, “Hermano tem mais propriedade para falar sobre o assunto porque foi o candidato a prefeito e talvez queira ser de novo. Se for candidato novamente, sua candidatura será legítima, porque foi inclusive bem votado. Mas quando for mais próximo, o PMDB vai decidir se compõe com Carlos, se disputa contra ele ou se comporá com outros partidos”.

As palavras de Gustavo Fernandes ecoam declarações recentes do presidente do PMDB em Natal, deputado estadual reeleito Hermano Morais. Em entrevista à Rede TV, Hermano afirmou que o PMDB não tem oficialmente nenhum compromisso com a reeleição do atual prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves.

No pleito estadual Carlos Eduardo deixou de apoiar as candidaturas de Robinson Faria (PSD) para governador e Fátima Bezerra (PT) para o Senado, líderes que apoiaram sua candidatura à Prefeitura em 2012, para apoiar o primo, Henrique Alves, na disputa pelo governo, e sua vice-prefeita, Wilma de Faria (PSB), para o Senado.

Na eleição de 2012, o PMDB lançou Hermano Morais candidato a prefeito de Natal, tendo disputado o segundo turno e perdido para Carlos Eduardo. Nas eleições deste ano, o prefeito atribuiu seu apoio a Henrique à ajuda que o peemedebista, como presidente da Câmara dos Deputados, emprestou ao município.

Algumas ações do deputado junto aos ministérios em Brasília resultaram em benefícios para a capital do Estado, a exemplo dos recursos para a recuperação do buraco de Mãe Luíza. Presidente do PMDB estadual, Henrique também teria sido decisivo na liberação de recursos e obtenção de aval do Ministério do Planejamento para as obras de mobilidade em Natal.

“Henrique é capacitado para assumir qualquer ministério”

Ao avaliar a derrota do PMDB na disputa pelo governo do Estado nas eleições deste ano, Gustavo Fernandes disse que as estratégias adotadas pelo partido deram errado. “Algumas uniões que foram tentadas não deram resultado na urna. Principalmente o fato de Henrique querer em todos os municípios juntar os dois lados que têm disputa local. Isso refletiu nas urnas em relação ao interior. Em muitos municípios que o PMDB tinha lado e Henrique foi buscar o outro para votar também, acabou rebelando e um dos lados acabou votando em Robinson, por não aceitar os dois votando no mesmo candidato. Isso foi uma das questões que dificultou a eleição de Henrique”, analisou.

Em relação ao PMDB, Fernandes afirma que o presidente estadual da legenda, Henrique Alves, tem dito que ficará a partir de 2015 em Natal para tomar conta das empresas e ficar mais próximo da família dele, coisa que nunca conseguiu fazer durante os últimos 44 anos. “Além disso, também vai ficar ajudando PMDB a se estruturar para as eleições municipais de 2016. Pelo que tenho conversado com ele, esse é o projeto de curto prazo. O PMDB vai seguir com suas bandeiras. Já, já começam as movimentações para as eleições municipais”.

Sobre a indicação de Henrique para um ministério, Fernandes disse que o peemedebista é um quadro capacitado para assumir qualquer cargo. “Eu não tenho propriedade para falar, mas, pode acontecer, como não pode. Vai depender da articulação do PMDB com o PT nacionalmente. Com certeza, Henrique é um quadro capacitado para assumir qualquer ministério, pela influência que tem. Mas hoje tudo é especulação. Ninguém tem propriedade para dizer.  Quem vai saber é a presidente. No começo do ano, se ela for reformar o ministério presidencial”.

A rosa mais linda que houver, para enfeitar a noite do meu bem

A cantora e compositora carioca Adiléa da Silva Rosa, conhecida como Dolores Duran (1930-1959), foi uma das maiores representantes do samba-canção. “A Noite do Meu Bem”, é talvez o maior sucesso de Dolores Duran, em cuja letra, composta em estrofes de três versos, há um eu-lírico esperando ansiosamente o seu amor, para uma noite romântica, bela e apaixonada, com sentimentos puros expostos, até que no fim, cansada de esperar, a personagem se mostra desesperançada e amargurada. A música foi composta e lançada, em 1959, por Dolores Duran, pela gravadora Copacabana.

A NOITE DO MEU BEMDolores Duran

Hoje, eu quero a rosa mais linda que houver
E a primeira estrela que vier
Para enfeitar a noite do meu bem

Hoje eu quero paz de criança dormindo
E o abandono de flores se abrindo
Para enfeitar a noite do meu bem

Quero, o alegria de um barco voltando
Quero a ternura de mãos se encontrando
Para enfeitar a noite do meu bem

Ai eu quero o amor, o amor mais profundo
Eu quero toda a beleza do mundo
Para enfeitar a noite do meu bem

Ai! como esse bem demorou a chegar
Eu já nem sei se terei no olhar                                                                                                                                                                                                    Ai, como este bem demorou a chegar                                                                                                                                                                                      Eu já nem sei se terei no olhar                                                                                                                                                                                                Toda a pureza que quero lhe dar

site Poemas & Canções

A mulher que não aceita conselhos

Carlos Chagas

Conselhos, Dilma não aceitava sequer de Leonel Brizola, mesmo tendo sido fundadora do PDT. De lá para cá, aumentaram sua presunção e arrogância, exceção aberta apenas para o Lula, e, mesmo assim, sem cumprir a maior parte das recomendações que tem recebido.

Dessa forma, são diminutas as possibilidades de a presidente seguir a mais preciosa das sugestões a ela feitas em meio à violenta crise de credibilidade que afeta seu governo. Coube ao senador Pedro Simon, da tribuna, propor a Dilma seguir o exemplo de Itamar Franco, talvez o único presidente da Nova República a ostentar imagem aceita pela maioria da população.

Deveria a chefe do governo, enquanto há tempo, reunir os presidentes de todos os partidos, mesmo os de aluguel, expondo-lhes a necessidade de uma política comum de salvação nacional. Ainda que boa parte dos dirigentes partidários seja olhada de viés pela opinião pública, o conjunto supriria as deficiências de cada parte. A pauta seria a composição de um ministério onde os partidos abririam mão de seus feudos e apoiariam, fora do fisiologismo em voga, uma equipe selecionada entre os melhores de cada setor. Mesmo que nenhum deles pertencesse a partidos ou grupos partidários.

Concluiu o senador gaúcho que o Congresso daria respaldo a um amplo programa de recuperação econômica e política, dada a premência com que se torna imprescindível mudar as instituições para evitar a desagregação nacional. Seria impossível negar apoio a um plano situado acima e além das querelas políticas e partidárias de hoje.

NO DIA DE SÃO NUNCA

Querem saber quando a presidente Dilma adotará essa estratégia? Nem no dia em que o Sargento Garcia prender o Zorro. Menos por sua subordinação ao Lula, mais pela sua personalidade singular de dona de todas as verdades absolutas.

Pedro Simon não perdeu seu tempo ao propor uma saída para a crise que nos assola. Afinal, está encerrando uma carreira de 32 anos no Senado, depois de haver sido ministro, líder de governo e governador do Rio Grande do Sul. Foi, e continua sendo, antes de tudo, um dos pilares em que se assentou a reconstrução da democracia no país, bem como um arauto, raras vezes ouvido, de soluções éticas para rompermos o cipoal em que sucessivos governos, depois de Itamar Franco, nos aprisionaram.

Volta aos pampas, mas com uma agenda de fazer inveja: vai atender às centenas de convites recebidos para falar aos jovens, nas universidades e sucedâneos, demonstrando que apesar dos percalços, o Brasil tem saída. Pelo menos, há quem se anime a apontá-la.

QUANTO PIOR, MELHOR

Recém-eleito para a Câmara dos Deputados, depois de dois mandatos de senador, o ex-governador de Pernambuco, Jarbas Vasconcelos, foi sondado para candidatar-se à presidência da Câmara. Recusou com veemência, dizendo que seu candidato é Eduardo Cunha. Diante da surpresa de companheiros que concordam ser Eduardo Cunha a pior das soluções, fisiologicamente falando, Vasconcelos explicou a opção. Para ele, o atual líder do PMDB é o que de mais nocivo poderia acontecer para o Congresso. Seria a explosão final das estruturas políticas atuais. Depois, alguma coisa acontecerá em termos de mudanças fundamentais. Por isso, é eleitor de Eduardo Cunha…

Priscila Pires conta que ainda tem piercing íntimo: ‘Me dá segurança’

Morre o ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos

noticia_118690_340x295Morreu no início da manhã de hoje (20), aos 79 anos, o advogado e ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos. Eles estava internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para tratamento de descompensação de fibrose pulmonar, de acordo com boletim médico do hospital do dia 18. Ele foi ministro durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, entre os anos 2003 e 2007.

Entre ações dele quando esteve à frente da pasta, destacam-se a aprovação do Estatuto do Desarmamento, em 2003; e a aprovação da Emenda Constitucional n° 45, conhecida como a Reforma do Poder Judiciário, em 2004. Natural de Cruzeiro, no interior paulista, Bastos formou-se em direito pela Universidade de São Paulo (USP) em 1958, tendo atuado no ramo do direito criminal. O ex-ministro foi vereador pelo Partido Social Progressista (PSP) na sua cidade natal de 1964 a 1969. Foi representante das entidades de classe dos advogados, presidindo a seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) entre 1983 e 1985.

Bastos atuou durante os trabalhos da Assembleia Nacional Constituinte, como presidente do Conselho Federal da OAB. Em 1990, após derrota de Lula nas eleições presidenciais, aproximou-se do PT. Ele também foi um dos redatores do pedido de impeachment do então presidente Fernando Collor (1990-1992). Em 1996, fundou o Instituto de Defesa do Direito de Defesa (IDDD), que é uma organização da sociedade civil.
As informações sobre a trajetória de Bastos constam no site do Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil, da Fundação Getulio Vargas.