Daily Archives: 30/10/2014

Governo do Estado RN começa a pagar servidores amanhã

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A folha salarial dos servidores públicos do Rio Grande do Norte começa a ser paga amanhã (31). De acordo com informações preliminares da Secretaria de Planejamento, a forma de pagamento será a mesma do mês anterior, com preferência para o pagamento dos servidores que recebem até R$ 2 mil e áreas essenciais.

Segundo o Governo do Estado, o pagamento começará a ser creditado ao meio dia. Serão pagos os salários de todos os servidores da Saúde, Educação (inclusive UERN), além de todos os servidores do DETRAN, IDEMA, DEI, JUCERN e IPEM, independente do valor do salário. Também na amanhã vão receber os servidores ativos e inativos das demais áreas que ganham até R$ 2 mil líquidos.

Ao todo, 93.464 servidores (91% do total) receberão amanhã. Os demais 9.377 servidores terão os valores creditados até o dia 10 de novembro.

A mudança na forma de pagamento da folha dos servidores ocorre desde agosto de 2013, quando o Executivo, devido à crise financeira, teve que mudar a forma de pagar os salários dos trabalhadores.

Roberto Carlos é atração de primeiro show dentro da Arena das Dunas

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A data não foi divulgada, mas, ainda este ano, o gramado da Arena das Dunas receberá seu primeiro grande show. A atração, pórem, está confirmada: o rei Roberto Carlos.

O show inaugura o conceito de arena multiuso, com o aproveitamento de todos os espaços do estádio e a utilização de tecnologia de última geração. O gramado receberá uma proteção especial.

Os organizadores estimam que o espetáculo deva atrair mais de 25 mil pessoas. Anteriormente, a Arena das Dunas, palco da Copa do Mundo de 2014, só havia recebido shows em sua área externa, na chamada praça de eventos.

 

A apoteose do amor, segundo Cândido das Neves

O instrumentista, cantor e compositor carioca Cândido das Neves (1899-1934), apelidado de Índio, na letra de “Apoteose do Amor”, invoca hipérboles e metáforas para explicar tudo o que sente por um amor não correspondido. Essa valsa foi gravada por Orlando Silva, em 1935, pela RCA Victor.

APOTEOSE DO AMOR

Cândido das Neves

Deus, só Deus
Sabe que os olhos teus
São para mim
Dois faróis clareando o mar
Na fúria do mar
Onde naufraga uma barca
Que o leme perdeu
Coitada, essa barca sou eu
A naufragar
Na existência que é o mar
Socorre-me com a luz desses faróis
Que são teus olhos azuis
São dois lírios os teus seios alabastrinos
Quase divinos
Parecem feitos para o meu beijo
Muito almejo dos lábios teus
Por um som
Pela glória do nosso amor
Musa dos versas meus
Inspira-me por quem és
Minha alma, bendito amor
Curvada aos teus pés
Rosa opulenta
Que o meu jardim ostenta
A queima em dor
Inspiração do meu amor
Eu nem sei por que foi que te amei
Pois tudo em ti é formosura e singular
Amei teu perfil
Amei teus olhos azuis
Eu amei teu olhar
Por fim nem tens pena de mim
Que sofro e choro
Na ânsia de te amar
Ah, triste de quem
Vive a chorar por alguém

site Poemas & Canções

Alckmin pedirá ajuda de Dilma para enfrentar crise da água

Alckmin pedirá ajuda de Dilma para enfrentar crise da água

Foto: Marcelo Camargo/ABr

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou nesta quarta-feira (29) que pedirá ajuda do governo federal para enfrentar a crise de desabastecimento de água. O tucano solicitou, além de recursos financeiros, a desoneração de impostos para empresas de saneamento básico e a realização de parceria para obras de interligação do Rio Jaguari com a represa do Atibainha do Sistema Cantareira.

A responsabilidade sobre a crise hídrica foi motivo de troca de acusações entre PT e PSDB durante as eleições, mas o governador evitou retomar as críticas feitas antes do pleito. “A eleição já acabou. Não deve haver um terceiro turno. Isso prejudica a população. A nossa disposição é a do diálogo e da cooperação”, disse. Ele reclamou da decisão do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) de ter priorizado a geração de energia elétrica, e não o abastecimento de água, em represas como a do Jaguari.

Segundo ele, o governo estadual avalia, inclusive, a possibilidade de encerrar a concessão da represa para geração de energia. “Nós estudamos retirar a represa do Jaguari, que é de São Paulo, como geradora de energia. Ela gera pouca energia elétrica. Vamos pedir para encerrar a concessão e manter a represa só para abastecimento humano”, antecipou. Informações da Folha de S. Paulo.

Garibaldi Filho descarta sair do Ministério para tentar presidência do Senado

Colunistas apontam a saída de Garibaldi da Previdência Social. Ele, porém, nega

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O ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho, do PMDB, deverá trocar o cargo no Governo Federal para voltar ao Senado. E mais: tentará, lá, reassumir a presidência da Casa, cargo que ele ocupou em 2007, substituindo coincidentemente, Renan Calheiros naquela época. Quem revelou essa “articulação” para a volta à Presidência do Congresso foi o colunista Bernardo Mello Franco, do Painel, da Folha de São Paulo. O ministro, no entanto, negou pouco depois, em contato com O Jornal de Hoje.

“O ministro da Previdência, Garibaldi Alves Filho, quer voltar à presidência do Senado. Ele manifestou o desejo a aliados depois que Renan Calheiros (PMDB/AL) declarou, ontem, que não pretende tentar a reeleição”, escreveu Mello Franco na edição de hoje da coluna Painel.

A saída do Ministério da Previdência Social já havia sido noticiada também pelo colunista Walter Gomes e outros veículos, como a própria Folha de São Paulo em matéria publicada sobre o “futuro” de Henrique Eduardo Alves, que foi derrotado na eleição para o Governo do RN e estaria sem cargo político a partir de fevereiro do próximo ano. Saindo do Ministério da Previdência Social, Garibaldi abriria espaço no Governo Federal para a nomeação de Henrique para algum ministério da próxima gestão Dilma Rousseff.

No entanto, na manhã de hoje, em contato com o JHG, o ministro Garibaldi Filho descartou a hipótese de deixar o Ministério da Previdência Social – pelo menos por vontade dele. Garibaldi negou, também, retornar ao Senado Federal neste momento – o que representaria a saída do senador Paulo Davim, do PV, suplente de Garibaldi.

O ex-governador Garibaldi Filho assumiu a presidência do Senado no final de 2007, com os desdobramentos do caso Renangate e a renúncia do então presidente da Casa, Renan Calheiros. O ex-governador do RN foi o único a se candidatar para o cargo e recebeu 68 votos a favor, 8 contra e 2 abstenções.

Ato que foi bastante discutido em sua gestão foi a devolução ao Poder Executivo, em novembro de 2008, da Medida Provisória da Filantropia, supostamente por não se enquadrar nos requisitos de urgência e relevância que a Constituição exige para as MPs. Contudo, esse não foi o único caso.

Garibaldi Filho também enfrentou, após deixar o Senado, o escândalo conhecido como “atos secretos”, que se constitui em uma série de denúncias sobre a não publicação de atos administrativos, tais como de nepotismo e medidas impopulares, por exemplo, a extensão da assistência odontológica e psicológica vitalícia a conjugês de ex-parlamentares.

Garibaldi negou ter assinado qualquer ato secreto, contudo, o Jornal Estado de São Paulo confirmou que o potiguar foi sim responsável por algumas das assinaturas. O senador potiguar deixou o cargo em 2009, sendo substituído pelo senador José Sarney. Presidiu a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado no biênio 2009/2010. (JH)

Deputado eleito é condenado na Câmara Criminal do TJ

O ex-prefeito de Goianinha Rudson Lisboa, o Disson (PSD), corre o risco de não ser diplomado como deputado estadual. Eleito no pleito de 5 de outubro, o político foi condenado ontem pela Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte. Ele responde a processo de improbidade administrativa por suposta dispensa irregular de licitação, durante o segundo mandato como prefeito de Goianinha (quando governou de 2005 a 2008).

Júnior SantosSe não reverter a decisão da Câmara Criminal, o Pleno, Disson não poderá exercer o mandatoSe não reverter a decisão da Câmara Criminal, o Pleno, Disson não poderá exercer o mandato

Na condenação imposta pela Câmara ainda cabe recurso ao plenário do Tribunal. No entanto, se a decisão for mantida, o deputado eleito terá a inelegibilidade decretada e poderá não ser diplomado.

Pela Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar nº. 135 de 2010), são considerados inelegíveis (ou fichas sujas) os candidatos que forem condenados, entre outras práticas, por crimes contra a administração pública e o patrimônio público, desde que a decisão tenha transitado em julgado (quando não cabe mais recurso) ou proferida por órgão colegiado. Na decisão contra Disson, ainda há a possibilidade de revisão pelo próprio Tribunal de Justiça.

Na decisão da Câmara Criminal que manteve a condenação de Disson, o desembargador Glauber Rêgo foi voto vencido. O prazo para o recurso é de 10 dias, contados de ontem.

A reportagem da TRIBUNA DO NORTE tentou, durante toda a tarde de ontem, falar com o deputado eleito Disson Lisboa, mas ele não atendeu ao telefone celular.

VOTOS PARA COLIGAÇÃO
O advogado Paulo de Tarso Fernandes, especialista em Direito Eleitoral, analisou que, caso seja condenado e tornado inelegível, os votos de Disson Lisboa, que conseguiu 26.618 votos, permanecem na coligação. Caso essa hipótese seja concretizada, o novo deputado estadual seria o André Luís Fernandes da Fonseca, conhecido como Major Fernandes, que obteve 25.006 votos.

O advogado explicou que caso a inelegibilidade seja decretada, a partir dessa decisão do Tribunal de Justiça, ela já terá ocorrido após a eleição, por isso os votos são contados como sendo da coligação. “A legislação entende que o candidato concorreu com o registro deferido, por isso, os votos permanecem na coligação”, explicou o advogado.

Ele lembrou que recentemente, ao analisar os casos do ex-governador José Roberto Arruda e do ex-deputado federal Paulo Maluf o Tribunal Superior Eleitoral entendeu que mesmo a condenação tendo ocorrido após o registro da candidatura, a punição de inelegibilidade já atingiria o mandato a ser conquistado.

“Claro que depende de condicionantes, mas nesse caso (apresentado pela reportagem da TRIBUNA DO NORTE) foi posterior a eleição e ele (Disson) concorreu com registro válido”, destacou. (TN)

A cassação de Rosalba por Agripino foi fatal para Henrique

Índice

Avaliações pós campanha chegam a conclusão que a derrota de Henrique Alves e João Maia é atribuída a um conjunto de fatores. Porém, há um ponto que pouco tem sido comentado: A cassação de Rosalba Ciarlini.

DESGASTE

Caso Rosalba tivesse sido candidata à reeleição, Henrique teria sido eleito governador. A justificativa para quem pensa dessa forma é que a rejeição altíssima derrotou Henrique; mas o desgaste da Rosa deixaria o marido de Laurita em melhores condições.

DECISÃO

Henrique quis vencer à sua maneira e até escolheu o adversário. Com Rosalba no páreo, Rosalba poderia ter ficado em terceiro lugar e a disputa no segundo turno seria entre o gêmeo de Ana Catarina e a mulher de Carlos Augusto. Mesmo com uma rejeição beirando os 50%, ainda seria mais leve que 90% de reprovação administrativa. Ou seja: Erraram o alvo.

ADVERSÁRIO

Henrique usou José Agripino para cassar Rosalba. O pai de Felipe sujou as mãos com a sujeira da traição a uma aliada fiel para agradar a um aliado momentâneo e conveniente, que o fez pedir votos para Wilma, a quem adjetiva com palavras impublicáveis. O que eles imaginavam ser visto somente nos gabinetes, já ganhava as ruas e a ojeriza do eleitorado ao acordão só aumentava.

RESPONSÁVEL

A derrota é órfã e ninguém pode ser responsabilizado sozinho pelo insucesso eleitoral de uma candidatura. Mas esse ponto da traição a Rosalba pode ter sido fundamental para a derrota de Henrique, já que a polarização aconteceria entre o candidato do PMDB e a governadora, com chances reais do marido de Laurita ser considerado ‘menos ruim’ do que a Rosa.

Por Túlio Lemos