Daily Archives: 14/12/2013

Montanhas RN – Rafael Motta Presidente do PROS – RN visita Festa de Santa Luzia

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Neste dia 12 de dezembro o Presidente do PROS do Estado do Rio Grande do Norte, Rafael Motta e possível candidato a Deputado Federal, visitou Montanhas na festa de Santa Luzia no Sítio Ingá.

O Ilustre visitante foi recepcionado pelos Vereadores que fazem parte da bancada do PROS em Montanhas, Vereador Dinho, Vereadora Fá, Vereador Itamar , Vereador Zé porcidônio, este último é do partido PR, mas que faz parte do bloco de sustentação ao Deputado Ricardo Motta e Rafael Motta e o Engenheiro Manuel Gustavo que além de ter cumprimentado as pessoas presentes naquele evento, apresentou ao futuro Deputado, lideranças políticas de Montanhas, correligionários e amigos.

Muita gente esteve presente na festa de Santa Luzia, foi um sucesso o evento e a forma como foi recepcionada a presença dos vereadores além do Engenheiro Manuel Gustavo, afirma a professora Lourdinha que por sinal deu um apoio total a Rafael Motta.

Em conversa com o Engenheiro Manuel Gustavo, ele nos pede que agradecemos, aos organizadores da festa, ao Padre e aos muitos amigos que juntos permaneceram naquele momento de festividade, difícil se faz necessário nomear cada um, mas de qualquer forma sintam-se agradecidos principalmente as famílias presentes.

Confira nas fotos:

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Educação cubana: dados que impressionam

Com escassos recursos e fortes problemas econômicos oriundos de um constante bloqueio, dados da educação cubana impressionam o mundo

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Educação cubana é a melhor da América Latina (arquivo)

Em 2009 a Unesco apresentou um informe de seu organismo regional, a Orealc, sobre a prova LLCE (Laboratório Latino-Americano de Avaliação da Qualidade do Ensino) denominado “Segundo Estudo Regional Comparativo e Explicativo na América Latina e no Caribe”, que revelou dados muito surpreendentes para alguns analistas.

Christopher Marquis do New York Times assinalou: “os estudantes cubanos, em todas as matérias examinadas, obtiveram qualificações muito superiores à media, de maneira consistente, em todas as escolas”.

O estudo concluiu que “os alunos cubanos quase duplicam os resultados dos alunos que mais se aproximam deles”. O jornalista nova-iorquino apontou que os resultados “foram tão dramaticamente superiores que os pesquisadores da Unesco regressaram a Cuba e examinaram de novo os estudantes, obtendo os mesmos resultados de novo”. Jeff Puryear co-diretor da Associação para a Revitalização Educativa das Américas também se surpreendeu: “mesmo os resultados mais baixos dos cubanos alcançaram um índice superior à média da região, e aplicando nossos próprios padrões!”

Seguramente isso se deve a um milagre, pois Cuba é evidentemente um país com escassos recursos e fortes problemas econômicos, devido ao constante bloqueio e dificuldades diversas. Ninguém poderia comparar com a capacidade econômica do México, do Brasil, da Argentina e inclusive do Chile e, no entanto, é inegável que a educação em Cuba supera notavelmente mesmo a das potências da região. Cuba teve 70% dos seus estudantes com qualificações de mais 350 pontos de um total de 500, enquanto a média na Argentina, no Uruguai e No Chile foi de 300 pontos. Brasil e México acusaram uma média instável de aproximadamente 250 pontos. Só um milagre da deusa Iemanjá poderia explicar esses resultados.

O milagre teve início em 1959 quando a revolução triunfante dedicou-se a realizar todo tipo de projetos, cada um mais criativo e significativo. O mais conhecido, o da alfabetização, conseguiu em um ano declarar Cuba como o primeiro território livre de analfabetismo na América Latina. Menos conhecidos são os programas para mulheres camponesas, trabalhadoras, prostitutas; para crianças camponesas, órfãs ou “marginais”; para formar contingentes de professores, e poderíamos acrescentar um longo etcetera… Desde aqueles anos, o primeiro mandato foi levar todos os recursos disponíveis para as regiões devastadas pela pobreza no campo e na cidade. Este simples princípio marca uma enorme diferença com nosso próprio sistema no qual se impôs implacavelmente a máxima neoliberal de dar mais ao melhor “rankeado”, de investir somente naquilo que dá lucro, e assim persistem escolinhas abandonadas em que convivem crianças de várias séries (são 43% das 280.000 existentes), sem materiais, sem recursos, com “professores” que são rapazes treinados pelo CONAFE durante dois meses e enviados com um salário miserável.

A desigualdade educativa se reproduz assim de maneira estrutural, não é preciso um censo para saber o que já sabemos faz tempo. Sem mencionar o estado desastroso da maioria das escolas, sustentadas pelos pais de família com suas “contribuições voluntárias” e os raquíticos salários dos professores mesmo com o estímulo da carreira de magistério.

O milagre é que Cuba investe em educação 12.9% do PIB, no bojo de um investimento social de 30%. O México, a duras penas, destina 5% para a educação com altos e baixos pronunciados. Islândia e os países nórdicos se aproximam de 8%. Em janeiro de 1959, Cuba tinha 3 universidades públicas com 15.000 alunos e mil professores, e hoje conta com 67 instituições de altos estudos com 261.000 matriculados e 77 mil professores; 35.000 bolsistas latino-americanos passaram por suas classes, além de um novo programa de municipalização da educação superior que já construiu mais de 300 sedes universitárias municipais. Na verdade, Cuba é toda uma grande escola.

O estado é o responsável integral da educação, como na Finlândia e na França. Há uma grande valorização social da profissão docente em todos os seus níveis e os salários dos professores equivalem aos de outros profissionais como médicos e físicos. As Universidades Pedagógicas têm um alto grau de formação e de exigência. Nunca há mais de 18 crianças por sala e o tempo dedicado a cada criança pra elaborar e problematizar respostas individuais duplica o da região.

Estes são alguns dos fatores recolhidos por Martin Carnoy, professor da Universidade Stanford, em seu excelente livro La ventaja académica de Cuba, ¿Por qué los estudiantes cubanos rinden más?. Não necessitamos acudir a modelos tão distantes como Finlândia ou qualquer outro país altamente desenvolvido; a explicação está aqui mesmo, muito perto, e não se trata de um milagre educativo, mas sim de una política congruente com a dignidade de todo ser humano.

Tatiana Col, Diálogos do Sul

Henrique Alves se reúne na AMLAP para anunciar emendas que garantem R$ 40 milhões para tratamento do lixo em 30 municípios

ÍndiceA Associação dos Municípios do Litoral Agreste Potiguar receberá na próxima segunda-feira, 16, às 10 horas, a visita do presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB). Em reunião com os prefeitos do Agreste, do Litoral Sul e também da região do Potengi, o parlamentar e o presidente da entidade, prefeito Fabiano Sousa, de Serrinha, apresentarão o detalhamento de emenda ao OGU que contemplará 30 municípios com estrutura completa para garantir o destino e o tratamento final do lixo.

Os municípios firmaram um consórcio para atuar conjuntamente na solução para o tratamento e destino final dos resíduos sólidos. Os investimentos totalizarão R$ 40 milhões de reais

Com isto, os municípios contemplados com os investimentos federais, garantidos por meio de emenda de autoria do deputado peemedebista, conseguirão cumprir a legislação federal que determina o fim dos lixões a partir do próximo ano.

Na reunião na sede da AMLAP, em Natal, Henrique Alves também detalhará a aplicação de recursos federais na área da saúde que contemplarão também a região atendida pela AMLAP. Esses recursos, garantidos na programação financeira do Ministério da Saúde para 2014, serão empregados na aquisição e instalação de equipamentos para Unidades Básicas de Saúde (UBS).

De acordo com o presidente da AMLAP, prefeito Fabiano Sousa,  todos os prefeitos das regiões Agreste e Litoral, além dos interessados na região do Potengi, foram mobilizados para participar da reunião com o presidente da Câmara. “Trata-se de um investimento proposto pela AMLAP e que se tornou um compromisso do deputado Henrique Alves. Esses investimentos serão de grande importância para essas regiões que reúnem mais de um quarto de todos os municípios

do Rio Grande do Norte. Com essa emenda ao Orçamento Geral da União, os municípios solucionarão um grave problema que aflige e atinge a todos”, afirmou.