Daily Archives: 05/11/2013

Vídeo mostra moradores surpresos com chuva de granizo no RN

Aconteceu na noite deste domingo (3) em Santana do Seridó.
Município é um dos 150 em estado de calamidade por causa da seca no RN.

Um vídeo gravado por uma moradora de Santana do Seridó, a 237 quilômetros de Natal, mostra o momento em que choveu granizo no município neste domingo (3). As imagens mostram moradores surpresos com as pedras de gelo que caíam do céu. A cidade de Santana do Seridó é uma dos 150 que estão em estado de calamidade pública por conta da seca.

De acordo com a Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), a chuva pode ter sido provocada por um vórtice ciclônico de ar superior que está atuando sobre a região Nordeste e que induz a formação de instabilidades sobre a região desde que esteja numa posição favorável.

O funcionário público Francisco de Azevedo, de 50 anos, contou ao G1 que a chuva de granizo causou surpresa e espanto em muitos moradores da cidade. “Era uma chuva forte e muito vento e de repente começaram a cair as pedras de gelo. Ficou todo mundo espantado. Muita gente nunca tinha visto isso acontecer antes”, disse. Ele relatou ainda que se lembra de uma chuva de granizo que aconteceu na cidade no ano de 1974. “Naquela época também foi uma surpresa”, acrescentou.

Rafael Fagner, de 30 anos, estava lavando o carro quando a chuva começou e se assustou quando a ‘chuva de pedras’ começou. “Era muita pedra e caía com força, até machucava. Eu guardei o carro e corri pra dentro de casa. Eu e minha esposa ficamos tensos, nunca tínhamos visto nada parecido”, contou.

Moradores ficaram surpresos com a chuva de granizo (Foto: Felipe Bezerra)Moradores ficaram surpresos com a chuva de granizo (Foto: Felipe Bezerra)

Chuvas

De acordo com a Emparn, no interior do Estado choveu, em média, de 80 a 100 mm. No município de Tenente Ananias, por exemplo, choveu 78 mm, o que seria equivalente à expectativa de chuvas de outubro, novembro e dezembro. Ainda segundo informações dos meteorologistas da Emparn, as chuvas devem persistir até a próxima terça-feira (5), porém em menor intensidade.

Correligionário de Henrique e filiado ao PMDB assume a Emater hoje

Está no Diário Oficial de hoje a nomeação do ex-prefeito de Nova Cruz, Flávio Azevedo, como novo presidente da Emater.

Flávio é filiado ao PMDB e na eleição passada foi um grande “cabo eleitoral” do Deputado Henrique Alves.

A posse do PMDBista já está marcada para hoje às 11h.

Psiquiatra afirma que a medicina transformou comportamentos normais em doença.

QUEM DISSE

Por FOLHA

A “caixa da normalidade” está cada vez menor e a culpa é do excesso de diagnósticos de doenças mentais, diz o psiquiatra americano Dale Archer, autor do best-seller “Better than Normal”, recém-lançado no Brasil com o título “Quem Disse que É Bom Ser Normal?” (Sextante, 224 págs., R$ 24,90).

Archer, 57, é psiquiatra clínico desde 1987 e fundou um instituto de neuropsiquiatria em Lake Charles, Louisiana (EUA). Em 2008, ele notou que havia algo errado com os seus pacientes: a maioria dizia ter um transtorno mental e precisar de remédios –só que eles não tinham nada.

“Estamos ‘patologizando’ comportamentos normais. E isso não é só culpa da psiquiatria”, disse Archer, à *Folha, por telefone.

Um quarto dos adultos americanos têm uma ou mais doenças mentais diagnosticadas, segundo o Instituto Nacional de Saúde Mental dos EUA. “Isso está errado. Há uma gama de comportamentos que não são doença.”

Em um ativismo “pró-normalidade”, Archer descreve oito traços de personalidade comumente ligados a transtornos, como ansiedade (veja acima), e afirma que não há nada errado com essas características, a não ser que sejam muito exacerbadas.

“O remédio tem que ser o último recurso, e não é o que eu vejo. As pessoas entram em um consultório e saem com uma receita médica. A psicoterapia é subestimada.”

De outubro de 2012 a setembro de 2013, o mercado de antidepressivos e estabilizadores de humor movimentou mais de R$ 2 bilhões no Brasil, segundo dados da consultoria IMS Health. Nos últimos cinco anos, o número de unidades vendidas desses remédios cresceu 61%.

Para Antônio Geraldo da Silva, presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, os diagnósticos aumentaram, sim, mas da mesma forma como aumentou os de outras doenças, de diabetes a câncer. “Isso é resultado da evolução da medicina e da facilidade de acesso.”

O mesmo pensa o psiquiatra Fabio Barbirato, da Santa Casa do Rio de Janeiro. “Também aumentou o número de prescrições de insulina e anti-hipertensivo. Isso ninguém questiona. Mas quando se fala de mente, da psique, todos têm uma opinião”, afirma.

Segundo Silva, o problema é o subdiagnóstico. Para ele, há mais deprimidos sem tratamento do que pessoas sem depressão sendo tratadas.

Barbirato dá como exemplo o TDAH (transtorno do deficit de atenção e hiperatividade). “O número de crianças com prescrição de remédios não chega a 1,5% no Brasil, e a estimativa mais baixa de presença de TDAH no país é de 1,9%. Há crianças sem tratamento.”

CRITÉRIO ANTIGO
Para a psicóloga Marilene Proença, professora da USP, a sociedade está “medindo” as crianças com réguas antigas. “Os critérios de diagnóstico de TDAH esperam uma criança que brinque calmamente, que levante a mão para perguntar algo. Isso não condiz com o papel da criança na sociedade. Ela está exposta a muitos estímulos e é tudo muito competitivo”, diz.

Para a psiquiatra e psicanalista Regina Elisabeth Lordello Coimbra, da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo, as pessoas estão menos tolerantes às emoções.

“Há pouco lugar para a tristeza. E a exaltação e excitação são confundidas com felicidade. Vivemos de uma forma mais estimulante, na qual emoções mais depressivas, reflexivas, não têm espaço.”

De acordo com Silva, o que caracteriza a doença mental é a gravidade dos sintomas. “Deixa de ser normal quando a pessoa tem prejuízo, quando está tão triste que não consegue sair da cama.”

Ele argumenta que “invariavelmente” encaminha os pacientes para a psicoterapia. E garante: nem sempre eles saem do consultório com uma receita médica.

“UFRN orgulha o Rio Grande do Norte”, diz Henrique Alves em evento sobre informática.

 SINFO 2

Natal (RN) – O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, participou nesta segunda-feira (4), em Natal, de workshop promovido pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte sobre os programas de excelência desenvolvidos pela superintendência de informática e aplicados por outras instituições de ensino superior e órgãos do governo federal e do estado Rio Grande do Norte.

A Câmara poderá estabelecer parceria com a UFRN na área de recursos humanos, admitiu o deputado. Para Henrique Alves nos últimos 10 anos a universidade tem se revelado um centro de excelência em informática. “O exemplo dessa revolução silenciosa está aqui nesta plateia, consumidora dos produtos e serviços desenvolvidos pela nossa universidade e exportados para outros órgãos públicos. É mais uma prova da competência dessa instituição tão essencial para o nosso desenvolvimento e que orgulha o Rio Grande do Norte”, afirmou.

Mais de 200 técnicos e dirigentes de 42 instituições federais participam do workshop, entre elas, 31 já formalizaram parceria de cooperação com a UFRN. Outras 23 estão aderindo ao programa de relacionamento institucional de cooperação em tecnologia da informação e gestão da UFRN.  “Estamos expandindo conhecimentos que os outros estão absorvendo e aprendendo com o que aqui fazemos. A UFRN é uma grande parceira do Rio Grande do Norte e seu desenvolvimento”, ressaltou.

O INSS é um dos parceiros da UFRN e vai aproveitar a experiência da universidade para trabalhar o controle dos 30 milhões de benefícios mensais concedidos pela Previdência Social, assegurou o ministro Garibaldi Filho. Ele prestigiou o evento acompanhado do presidente do INSS, Lindolfo Sales. A secretaria de educação do Rio Grande do Norte já controla os dados da educação básica pelo sistema de informações desenvolvido pela UFRN.

O sistema de avaliação de todos os cursos de pós-graduação no Brasil, que é feito pelo Ministério da Educação, também vai aplicar a tecnologia de controle desenvolvida na universidade a partir do próximo ano, anunciou a reitora Ângela Cruz. “Estamos prestando um serviço público eficiente e transparente. Desenvolvemos múltiplos sistemas e ferramentas robustas e facilitadoras na área de informática”, reforçou a reitora. Somente na UFRN mais de 40 mil pessoas utilizam as ferramentas de tecnologia da informação plicadas pela universidade e expandidas para todo o Brasil.

foto: Ascom/UFRN

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