Daily Archives: 22/10/2013

O QUE ELES E ELAS TANTO TEM COM ESSES BUXIXOS???

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O que eles e elas tanto conversam? …. política… política… 2014… 2014…

Fotos: Márlio Forte

JOÃO MAIA E FERNANDA TERMINAM CASAMENTO DE 22 ANOS

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Aos nossos amigos e familiares:

Após 22 anos de relacionamento e casamento felizes estamos comunicando a firme intenção de encerramos formalmente nosso casamento. Decisão tomada de forma consensual, tranquila e centrada na manutenção do carinho, amizade e respeito.

Firmamos compromisso inquebrantável de continuarmos unidos criando nossos três filhos sempre zelando pelo bem estar e a educação deles. Afinal são eles as nossas maiores preciosidades. Nosso abraço carinhoso com a certeza que nossa decisão será respeitada.

Brasília (DF), 22 de outubro de 2013

João Maia e Fernanda

Fernanda e João Maia

Fonte: Via oTangaraense

 

Do Blog: Essa sinceramente foi a mais bela forma de se acabar um casamento. Que lindo casal!!!! ou linda… rsrsrsrs d+

Quando Deus promove o dom ele fica incontestável. Quem se habilita? Assista ao Vídeo

Caraúbas: Justiça condena ex-Prefeito por improbidade

ÍndiceO Juiz de Direito da Vara Única de Caraúbas, José Herval Sampaio Júnior, condenou o ex-Prefeito Francisco Eugênio Alves da Silva por improbidade administrativa. O Magistrado julgou parcialmente procedente ação civil pública proposta pelo Ministério Público Estadual, por contratação irregular de grande quantidade de pessoas durante a gestão do ex-Chefe do Executivo municipal.

Na ação civil pública para responsabilização pela prática de ato de improbidade administrativa o MPRN alegou que o Município de Caraúbas realizou a contratação de pessoas de forma irregular, mesmo tratando-se de casos em que a necessidade era permanente. O ato de improbidade está previsto no artigo 11, caput e inciso I, da Lei de Improbidade.

Essa situação se perpetuou, mesmo diante da existência de uma lei municipal que regula a contratação temporária. Os ajustes foram celebrados por tempo indeterminado durante os anos de 2005, 2006 e 2007, de acordo com o critério de conveniência do então administrador municipal.

As funções exercidas pelos contratantes se tratavam de cargos que necessitavam da realização de concurso público: agente administrativo; atendente de consultório dentário; professor; auxiliar de enfermagem; coveiro; tratorista; guarda-noturno; vigia; auxiliar de serviços gerais e motorista. Tais funções são de caráter permanente e fundamental, não podendo ser desenvolvidas de forma transitória, como aconteceu pelo período já citado – situação em que configura ato lesivo ao serviço público.

Eleger-se deputado federal pode custar até R$ 5 milhões

Guilherme Reis
O Tempo

A um ano das eleições, especialistas em planejamento de campanhas eleitorais já fazem projeções de quanto os candidatos a deputados federal e estadual, governador e presidente devem gastar durante o pleito para ter nome competitivo nas urnas. Para chegar ao Parlamento estadual, uma campanha forte pode ter custo total de R$ 3 milhões. Já para chegar ao Congresso, o desembolso pode atingir R$ 5 milhões.

Com a profissionalização das campanhas, os candidatos precisarão reforçar a imagem, afinar o discurso e planejar a busca por votos. As ações eleitoreiras, no entanto, são coordenadas por agências e profissionais especializados, que cobram alto pelos serviços.

Para o diretor de criação e coordenador de campanha de uma agência especializada em marketing político Cadu Senna, na maioria das vezes é preciso gastar cifras milionárias para ter uma candidatura competitiva nos níveis federal e estadual. “Os custos variam muito de nome para nome, mas R$ 3 milhões de investimento para deputado estadual e R$ 5 milhões para federal não garantem a cadeira, mas garantem competitividade. Temos que lembrar que são muitos concorrentes”, afirmou.

O especialista explica que os valores sobem bastante para candidatos em eleições majoritárias. “Em Minas, por exemplo, os candidatos ao governo do Estado devem gastar em torno de R$ 50 milhões. Para presidente, então, acredito na marca de R$ 200 milhões.”

‘PLANEJAMENTO”

Apenas os pacotes de planejamento de campanha, que contemplam a comunicação online, criação de peças publicitárias e aprimoramento da imagem do político para TV, rádio, internet e impresso, podem custar de R$ 50 mil a R$ 300 mil por candidatura.

Além das agências, os candidatos ainda devem se preocupar com a sua situação em relação à intenção de votos. Uma pesquisa quantitativa pode custar de R$ 20 mil a R$ 100 mil. Se o trabalho for feito pelo viés qualitativo, a pesquisa pode custar de R$ 40 mil a R$ 100 mil. Os valores dependem da abrangência da consulta popular.

Os produtos do mercado eleitoral apresentam tanta diversidade que já é possível comprar um modelo de discurso. Um instituto de pesquisa com sede em Minas Gerais oferece aos candidatos a “elaboração do discurso a ser praticado a partir da análise de informações obtidas por meio de pesquisa de opinião”.

Matéria-prima da política, “a saliva” capaz de convencer o eleitor pode custar até R$ 30 mil. “Nós conceituamos para o candidato um discurso forte. Analisamos quais os pontos positivos que ele deve usar e os pontos fracos que ele deve melhorar na hora de expor suas ideias”, disse Maurício Lara, sócio do instituto.

O sinistro encontro de Stephen Fry com Jair Bolsonaro

Ativista e comediante inglês Stephen Fry entrevista Jair Bolsonaro em gravação de documentário. Fry, que chegou a tentar suicídio durante as filmagens, conta que se concentrou para não perder a calma diante dos absurdos que ouviu do deputado brasileiro

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Jair Bolsonaro defendeu o preconceito em nome do Brasil: “No nosso país não gostamos de gays” (Captura de tela / Documentário Out There)

Cynara Menezes, em seu blog

“Um dos mais estranhos e sinistros encontros que já tive na vida”: assim o famoso comediante inglês Stephen Fry define a entrevista que fez com o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) para seu documentário Out There, atualmente em exibição pela BBC no Reino Unido. No documentário, Fry mostra como a homofobia avança em várias partes do mundo. Infelizmente, para nossa vergonha, o Brasil aparece ao lado de Uganda e Rússia como um dos países onde existem políticos e líderes religiosos que perseguem homossexuais.

Fry, que é gay assumido, chegou a tentar o suicídio durante as filmagens, certamente deprimido com o que presenciou. “Ver tanta ignorância, brutalidade, estupidez e horror não ajudou”, reconheceu. No encontro com Bolsonaro, o comediante conta que se concentrou para não perder a calma diante dos absurdos que ouviu. “Nenhum pai tem orgulho de ter um filho gay”, afirma o deputado, atribuindo as agressões a homossexuais em nosso país ao uso de drogas e à prostituição. “Mas não há razão para clamor, não existe homofobia no Brasil”, dispara, antes de cair na gargalhada.

(Parêntese: não adianta se irritar: o único jeito de se livrar de figuras como Bolsonaro é não votando nele. Espalhe essa ideia.)

Assista abaixo o trecho do documentário, com legendas em português, onde Stephen Fry entrevista a mãe de Alexandre Ivo, garoto carioca de 14 anos assassinado em 2010 por skinheads, e Jair Bolsonaro. Íntegra de Out There aqui (sem legendas).

Pai publica ‘regras de mesada’ para filhos e faz sucesso na internet

Pai posta como calcula a mesada dos filhos e faz sucesso na internet. A lista de normas penaliza por “faltar, atrasar ou reclamar para ir à escola”, “pular no sofá/cadeiras”, “não tomar banho” e “desobedecer pai ou mãe”, entre outras

Um post de Vitor Yamada, 37, juiz do Trabalho em Rondônia, está fazendo sucesso na internet. Yamada, que é casado há 10 anos e pai de Giullia, 8, e Vitor, 6, divulgou as regras de mesada para os filhos.

A tabela inclui descontos para desobediência, notas baixas e mau comportamento. Faltar, atrasar ou reclamar para ir à escola causa desconto de R$ 1,00 na mesada, por exemplo. Deixar a TV ligada custa R$ 0,50. Desobedecer ao pai ou à mãe reduz a mesada em R$ 3,00.

Com mais de 116 mil compartilhamentos até às 15h do dia 21/10/13, a maioria dos comentários dos visitantes da página era favorável à adoção das medidas.

Yamada diz que apenas divulga fotos no Facebook para conhecimento da família e jamais esperou que o post alcançasse tamanha repercussão. “Um amigo foi compartilhando com outro e virou essa bola de neve”, diz.

pai regras mesada filhos internet
Pai posta regras para descontar mesada de filhos e faz sucesso na web (Reprodução / Facebook)

O magistrado diz que a ideia da mesada partiu de sua filha Giullia, que quis receber o dinheiro para comprar suas próprias coisas. “Vitor foi no vácuo”, na expressão do pai. Ele elaborou a tabela como um meio adicional de educar os filhos.

Consultado sobre a tabela, o especialista em educação infantil, Álvaro Modernell, não concorda com o sistema.

“Discordo frontalmente desse tipo de instrumento. Quem deve educar os filhos são os pais, não o dinheiro.”

Para o educador, colocar preço nas atitudes erradas das crianças é o mesmo que admitir que basta pagar multas indefinidamente para poder desrespeitar pessoas, normas, leis, como se o dinheiro pudesse cobrir ou resolver tudo.

“Isso pode estimular a arrogância das crianças mais ricas, a falta de limites para quem tem dinheiro, a monetização das atitudes. Ainda que a intenção seja boa, e claro que deve ser, parece-me uma atitude tipo ‘lavar as mãos’. O que educa crianças é atenção, carinho, orientação, acompanhamento, dedicação, amor, exemplo.”

Modernell diz que as regras da casa ou da família, ou mesmo as da sociedade, devem ser cumpridas e respeitadas por todos, independentemente de estímulo ou punição financeira. “Estabelecer esse tipo de tabela é admitir e aceitar que se façam coisas erradas que podem simplesmente ser contornadas com dinheiro.”

Para o educador, colocar as crianças lado a lado pode estimular a rivalidade entre os irmãos, invejas e disputas, já que o perfil das crianças é diferente. “Acho uma exposição desnecessária. Além do mais, se os pais não aceitarem as diferenças entre os filhos, quem aceitará?”

Yamada diz concordar com as críticas do especialista, mas afirma que o retrato da tabela do Facebook é algo frio, estático, e que ela não está sendo usada para substituir a educação, mas para atuar como um complemento.

“Quando meus filhos não cumprem seus deveres, eles têm o valor descontado na mesada, mas também são obrigados a realizar os deveres relegados, como a lição de casa.”

O juiz diz que a ideia da planilha não é substituir o afeto e a educação pela mesada, mas preparar os filhos para a vida adulta.
“Infelizmente, por menos que a gente queira, hoje o mundo é monetizado. Se você falta ao trabalho sem justificativa, tem seu salário descontado. Se comete uma infração de trânsito, leva uma multa.”

Vitor Yamada acredita que a mesada está sendo positiva para os filhos. Ele conta que outro dia a filha quis trocar a caixa de lápis de cor por uma nova. Usou o dinheiro da mesada. Já o filho, que quer comprar um brinquedo mais caro, resolveu poupar o gasto para juntar e poder realizar o desejo.

Economia, UOL

Universal derruba e tira ‘Mundial’ da TV

A partir desta segunda-feira (21), a Igreja Mundial deixará de ser parceira e principal programa das madrugadas da Band e de 21 horas diárias do canal 21, que pertence ao grupo Band.

Devido a atrasos no pagamento mensal pela cessão do canal (aluguel), a Band decidiu romper com a Mundial e fechar com a Universal de Edir Macedo.

Trata-se de uma das maiores derrotas sofridas pelo apóstolo Valdemiro Santiago, que deixou a Universal e fundou a Mundial. Ela já havia sofrido com a denúncia feita pelo jornalismo da Record (que pertence a Macedo), de que estaria usando dinheiro da igreja em benefício próprio, em reportagem exibida no “Domingo Espetacular”. A reportagem causou abertura de investigações pelo Ministério Público e levou Santiago a vender algumas propriedades.

Nem Record, nem igreja, nem Band informam qual será a duração do novo contrato com a Universal, mas em UHF a programação evangélica deverá ocupar o mesmo tempo que hoje ocupa a Mundial: 21 horas por dia. Na Band, a Universal também ocupará parte das madrugadas.

Não há nenhuma legislação clara que proíba uma emissora de vender espaço para terceiros, embora uma lei “caduca” dos anos 60, que supostamente deveria regulamentar a TV aberta, proíba isso.

UOL