Daily Archives: 24/06/2013

Internautas reclamam de animais soltos na pista em estrada que liga Nova Cruz a Montanhas

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Tá no Blog Nova Cruz Ofial, Uma postagem de um internauta novacruzense em certa rede social repercutiu bastante. Trata-se de uma reclamação antiga a respeito de animais que trafegam soltos e constantemente na RN 269, estrada que liga Nova Cruz a cidade de Montanhas. O principal trecho onde isso vem acontecendo é próximo a Cadeia Pública.

O internauta que também é leitor de NovaCruzOficial, pede que providências sejam tomada pelas autoridades competentes, pois esse fato representa um grande perigo aos motoristas que por ali trafegam diariamente. A postagem foi muito comentada por pessoas que também comprovam e reclamam  da situação e também pedem que atitudes sejam tomadas.

Confira outros fotos registradas pelo leitor Messias Lima:

montanhas nova cruz

 Do Blog: Realmente essa realidade já vem sendo praticada por muito tempo, se o cidadão que é proprietário do gado não tem terra pra cria-lo que alugue um espaço que possa suportar a alimentação dos animais, agora deixar todos eles no meio da pista sujeitando um acidente e podendo ser fatal dado a importância do gado entre os carros e pessoas que trafegam entre Montanhas e Nova Cruz.

Silvio Santos explica falta de programação religiosa: SBT é casa judaica

O apresentador falou sobre a Rede Record afirmando que a empresa de Edir Macedo é mal administrada.

Silvio Santos explica falta de programação religiosa: SBT é casa judaica SBT é uma casa judaica e não aluga horários para religiões

Em entrevista à coluna de Mônica Bergamo, na Folha de São Paulo, o apresentador Silvio Santos explicou porque o SBT não abre espaço de sua programação para atrações religiosas usando a história de Israel e sua religião para justificar.

Judeu, o dono do SBT lembra que todas as vezes que Israel permitiu que outras religiões entrassem em suas terras, eles foram escravizados. “No dia em que os judeus começaram a deixar que outros deuses fossem homenageados em Israel, os babilônios foram lá e tiraram o templo e jogaram os judeus para fora”, disse.

“Eu não vendo horário religioso. É contra o meu princípio. Judeu não deve alugar a televisão para os outros”, explicou-se. Silvio aproveita para dizer que nos lugares onde ela manda não entra outra religião, mas isto não se aplica na vida de sua esposa e filhas que são evangélicas.

Nem mesmo programas judaicos farão parte da grade do SBT. “Nós não temos nenhum programa judaico, né? Nem católico nem evangélico nem budista. Nada disso”, diz ele afirmando que o SBT “é uma casa judaica”.

SBT x Rede Record

O apresentador comentou sobre o aumento da audiência que tem feito o SBT ultrapassar a Rede Record e ficar em segundo lugar no ibope. Falando sobre a boa administração que aplica em sua emissora, Silvio alfineta a concorrente dizendo que as demissões em massa podem ser uma decisão da Igreja.

“A Record, você vê, está perdendo um dinheirão. Por quê? Porque está administrando mal. Está jogando dinheiro fora [risos]“. O dono do SBT diz também que a Record “não tem necessidade de dinheiro”.

Se referindo aos mais de 400 profissionais que foram demitidos da Record nas últimas semanas, Silvio Santos diz que não entende os motivos para esta decisão. “Não sei por que estão demitindo. Isso aí deve ter sido alguma decisão na Igreja [Universal]. Deve estar havendo algum bate-boca na igreja.”

Crônica – Bonito – Por Caetano Veloso.

Os recuos — primeiro na repressão e, depois, no preço das tarifas dos ônibus — reafirmam, em vez de desmentir, a falta de inspiração dos governantes

Caetano VelosoAcabo de chegar a Natal e, ao abrir o Yahoo para ler e-mails, fico sabendo que Dilma não vai ao Japão agora porque as movimentações das ruas brasileiras demandam sua presença. Um amigo me escreve que ela vai reunir-se com os ministros. Outro me reenvia um longo texto em que uma moça de São Paulo mostra-se paranoica com os usos a que o movimento está se prestando: para ela, palavras de ordem “vazias”, tipo “abaixo a corrupção”, revelam um conservadorismo velho conhecido. Pelo que ela diz, a agenda do MPL foi esquecida, afogada no estilo anódino que as manifestações ganharam desde que a mídia decidiu incentivá-las em vez de rechaçá-las, como tinham feito a princípio. Ela descreve aspectos nada anódinos do fenômeno: nota que ninguém agredia o governador Alckmin, enquanto muitos insultavam os nomes de Dilma e Haddad. Diz-se de esquerda e teme um golpe, alertando para o fato de que a embaixadora dos Estados Unidos no Brasil é a mesma que servia no Paraguai quando do “golpe contra Lugo”. Lendo rápido, observo, de cara, que ela nada diz sobre os cartazes de protesto contra a PEC 37. Para não falar de frases como “Meu cu é laico”.

É interessante ler o que ela narra de suas andanças pelas ruas, pontes e estações de metrô de Sampa. E a desconfiança de que as manifestações podem estar sendo roubadas por forças da direita não soa absurda. Mil posturas podem aparecer em meio a essas multidões. E uma saída às ruas de tão grande número de pessoas (e a simpatia da maioria da população por elas) pode produzir efeitos importantes. E isso mais no Brasil (e nos países árabes) do que nos EUA ou na Inglaterra. É o monstro de Gaspari/Juscelino. Até aqui, os governantes imediatamente atingidos reagiram mal. Alckmin e Haddad, num primeiro momento, mostraram fazer a mais errada das avaliações. Os recuos — primeiro na repressão e, depois, no preço das tarifas dos ônibus — reafirmam, em vez de desmentir, a falta de inspiração deles e dos outros que os seguiram. Vimos ruas demagogicamente despoliciadas e rebaixamento dos preços oferecidos como ameaça aos serviços de saúde.

Três outros textos que li (e, tal como o da paulistana, nem sequer pude digerir direito) falam igualmente da domesticação do grande acontecimento pela apenas um pouco tardia conversão da mídia (sobretudo a Rede Globo) a seu favor. Mas esses são textos mais intelectualizados. Neles encontrei, não um esboço de defesa do PT e dos governos “de esquerda” da América Latina, mas um depoimento do transe que foi ser arrastado pela imprevisível mobilidade flexível dos corpos na ruas do Rio. Um dos autores se vê sendo levado até a Alerj, sem que tenha tido tempo de pensar. Toda a sua linguagem exala um apaixonado foucaultianismo, a veraz narração de sua experiência (realmente forte como texto) vem eivada de palavras-chave do pós-estruturalismo francês: o “corpo” nietzscheano retomado por Deleuze e pela “política do corpo”, que ecoa nos livros de Toni Negri. A impressão que dá é de que o autor carioca deslumbra-se por estar vivenciando tudo aquilo que ele amava na literatura desses filósofos. Mas não que isso destrua a força da reavaliação dos atos ditos vândalos, praticados por aqueles encapuzados que vimos na TV, que seu texto sugere. Não. A gente percebe que a violência da destruição direta das ferramentas concretas do poder instituído tem papel propriamente político importante — e não apenas o de ser pretexto arranjado para justificar golpes.

Estamos no meio dessa complexidade fascinante, exaltante e aterradora. Vi os atos violentos em Salvador, direcionados sobretudo ao estádio de futebol. A polícia afastou os manifestantes das imediações da Arena Fonte Nova (que, com meia casa, torcia acaloradamente pelo time da Nigéria), mas no centro da cidade o tema dos gastos com os eventos esportivos dava a tônica. Na véspera, eu tinha assistido àquele passe de Neymar que resultou no segundo gol do Brasil contra o México. Neymar saiu do armário. O drible que ele deu nos adversários antes de passar, com precisão absoluta, a bola para Jô golear, foi tudo o que desejamos que qualquer coisa produzida por brasileiros seja. Com os ânimos divididos, dentro da gente, com relação à preparação do país para a Copa, entre simplesmente apoiar o gesto que esboça demolir os estádios (pelos modos suspeitos como foram erguidos, pela omissão de possível contaminação de áreas a eles adjacentes, pelo, enfim, mero fato de que outras prioridades gritam) e torcer pelo renascimento da grandeza de nosso futebol, o jogo de Neymar ensina que o movimento emaranhado das ruas tem de achar o jeito inspirado de acertar no melhor. Que saibamos chegar ao mais bonito.

Como derrubamos Fernando Collor – Por professor Alan*

Fernando Collor de Mello, 32º presidente do Brasil e o único a ser destituído do cargo até hoje, começou a cair em 13 de agosto de 1992.

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Naquela data, uma quinta-feira, o então presidente da República Fernando Collor foi à TV e pediu às pessoas que fossem às ruas, no próximo domingo, 16 de agosto, vestidas de verde e amarelo (as cores da sua campanha), em apoio ao governo. Collor estava sendo acusado de corrupção e havia uma CPI para apurar as acusações, no Congresso Nacional.

A UNE – União Nacional dos Estudantes, e a UBES – União Brasileira de Estudantes Secundaristas, decidiram realizar na mesma data passeatas de estudantes vestidos de preto, em todas as capitais, pedindo a cabeça de Collor. Saímos às ruas aos milhares, naquele domingo dia 16 de agosto, gritando palavras de ordem contra Collor e a corrupção. Sem arruaça, sem quebra-quebra, junto com partidos políticos e organizações da sociedade civil (sim, éramos politizados, aceitávamos os partidos e até nos filiávamos a eles!).

Detalhe: fizemos isso sem internet e sem celular. Em 72 horas botamos os jovens do país nas ruas, unidos em torno de uma ideia, com as nossas lideranças (sim, aceitávamos lideranças e inclusive gostávamos delas!), na base do panfleto mimeografado e da xerox, e com muito boca-a-boca. Na semana seguinte o movimento cresceu, com a adesão de trabalhadores, donas de casa e servidores públicos. Em 25 de agosto botamos 400 mil pessoas no Vale do Anhangabaú, em Sampa, 100 mil no Marco Zero, em Recife, e 80 mil na avenida Sete, em Salvador. No dia seguinte tomamos a Esplanada dos Ministérios, em Brasília, com 60 mil pessoas.

Derrubamos um presidente sem que nenhum incidente com a polícia fosse registrado, sem depredações e saques, sem destruição de patrimônio público. Os políticos perceberam que se ficassem contra nós perderiam nossos votos para os partidos que nos apoiavam. Collor caiu sufocado pela falta de apoio parlamentar – ninguém queria contrariar o povo nas ruas.

Ao contrário dos movimentos atuais, convocados pelo Facebook, sem lideranças, sem causas centrais, apoiados por gente que mora na Califórnia e vídeos do YouTube em inglês (ué, nós não falamos português?), ou em português com sotaque, nos organizamos em torno de uma ideia e de nossas lideranças – UNE, UBES, OAB e partidos políticos de esquerda, como PT, PDT e PC do B. O pedido de impeachment de Fernando Collor foi assinado por Barbosa Lima Sobrinho, presidente da ABI – Associação Brasileira de Imprensa (à época com 92 anos e nosso ídolo!) e Marcelo Lavenére, presidente da OAB.

Em 29 de setembro de 1992 Collor foi afastado pelo Congresso. Não voltaria mais até 29 de dezembro, quando renunciou pra tentar escapar ao impeachment – o que não funcionou.

Sem internet, sem celular, sem quebra-quebra, com partidos políticos e organizações sociais e com lideranças, nós derrubamos um presidente.

Mostradas essas diferenças, se os protestos atuais não chegarem a algum resultado relevante além da redução de passagens de ônibus, vocês já sabem o motivo.

*Professor Alan é advogado de formação, servidor público federal concursado, “tenho DNA de professor e sou caçador de corruptos por opção”.

Pagamento da antecipação do 13º dos servidores do Estado sai nesta semana

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O Governo do Rio Grande do Norte confirmou para esta semana o pagamento da antecipação do 13º salário dos servidores do Estado.

Ele será feito no mesmo dia que é efetuado o depósito dos salários normais, conforme o calendário do estado. Servidores com matrículas terminadas entre 0 e 5 receberão na quinta-feira (27) e os com matrículas com final entre 6 e 9, na sexta-feira (28).

O benefício será concedido a todos o servidores estaduais – ativos, inativos e pensionistas.

Começaram hoje inscrições para o concurso da Polícia Rodoviária; são mil vagas e o salário é de R$ 6,5 mil


Policial Rodoviário Federal

Começam nesta segunda-feira (24) e vão até o dia 8 de julho as inscrições para o concurso da Polícia Rodoviária Federal (PRF). As inscrições serão admitidas apenas pela internet (clique aqui e se inscreva)e a taxa a ser paga pelo candidato é de R$ 150. O processo de seleção ofertará 1.000 vagas para todo o Brasil e será dividido em duas etapas.

A PRF espera contar com o reforço dos mil novos patrulheiros já para a Copa do Mundo, que acontece no Brasil, em julho do ano que vem. O concurso público será executado pelo Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe/UnB).

Clique aqui para ler o Edital

A primeira etapa do processo será dividida em cinco fases. Inicialmente, os candidatos realizarão as provas objetivas e discursivas, que serão aplicadas no dia 11 de agosto em todas as capitais brasileiras. Os aprovados passarão, ainda, por teste físico, exames de saúde, avaliação psicológica e de títulos. Acatando uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), 5% das vagas serão ofertadas para pessoas com deficiência.

A segunda etapa do concurso será o Curso de Formação Profissional (CFP), com duração de aproximadamente 3 meses. No CFP, os alunos terão aulas de abordagem e tiro, direitos humanos, ética, defesa policial e fiscalização de trânsito, entre outras.

Os novos policiais rodoviários federais serão lotados, preferencialmente, nas regiões de fronteira, após remanejamento dos policiais mais antigos. O ocupante do cargo quem entrar pelo concurso permanecerá, preferencialmente, no local de sua primeira lotação por um período mínimo de 3 ano.

A remuneração inicial é de R$ 6.479,81, sendo R$ 6.106, 81 de subsidio e R$ 373,00 de vale-refeição. A carga horária de um policial federal é de 40 horas semanais. Para ingressar na carreira, o candidato precisa ter diploma em nível de graduação, em qualquer área, fornecido por alguma instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC) e possuir Carteira Nacional de Habilitação categoria “B”.

ATIVIDADES da PRF

A Polícia Rodoviária Federal é responsável pelo policiamento de 70 mil km de rodovias e estradas federais em todo o Brasil. Seus servidores estão espalhados por 600 unidades no território brasileiro, trabalhando ininterruptamente, em escalas de revezamento.

Entre suas principais atividades estão o atendimento de acidentes, socorro de vítimas de acidentes, aplicação de multas de trânsito, escoltas especiais, desbloqueio de rodovias, combate à exploração sexual, ao contrabando, ao crime ambiental, além dos tráficos de armas, drogas, pessoas e animais.

Além de exercer as atribuições definidas por lei, a PRF está integrada em diversas ações do governo federal, como Plano Nacional de Fronteiras, combate ao tráfico de drogas, especialmente o crack, Plano Nacional de Enfrentamento à Violência no Trânsito e segurança de grandes eventos.

O ocupante do cargo de policial rodoviário federal permanecerá preferencialmente no local de sua primeira lotação por um período mínimo de 3 anos, sendo a sua remoção condicionada a concurso de remoção, permuta ou ao interesse da administração.

‘Chegou a hora de os paraibanos me pedirem desculpas’, diz Elba Ramalho

Para Elba, o povo do Nordeste merece uma
satisfação (Foto: Jocélio de Oliveira/G1)

Antes de se apresentar no palco principal do Parque do Povo, em Campina Grand, neste domingo (23), a cantora paraibana Elba Ramalho voltou a comentar a polêmica questão da transposição das obras do Rio São Francisco. Para ela, “o povo do Nordeste merece uma satisfação”.

A artista explicou que, quando se posicionou contra as obras, acreditava que elas corriam um grande risco de não ficarem prontas. “A transposição não saiu e cadê a verba? Quiseram me apedrejar, dizendo que eu não amava o Nordeste. Mas agora é hora da Paraíba se retratar e me pedir desculpas”, desabafou Elba.

O comentário de Elba foi feito durante uma entrevista, quando foi questionada sobre o que acha da recente onda de manifestações em todo o país. “As pessoas estão oprimidas e a gente sente uma necessidade de mudanças”, afirmou.

A cantora comentou ainda que a sensação do povo é de que o governo faz alguns investimentos desnecessários. “É um momento de transformação e de avaliação”, concluiu.

Do G1 PB