Daily Archives: 11/06/2013

Brasileiro grava vídeo nos EUA detonando Brasil

Brasileiro em viagem nos EUA humilha Brasil e se diz fascinado com a terra do tio sam. Alexandre causou polêmica ao chamar brasileiros de ‘ignorantes’

brasileiro eua vídeo

Alexandre “High Torque” – também conhecido como “ADG” -, brasileiro atualmente em viagem nos Estados Unidos por razões de trabalho e prestes ao retornar ao país natal, realizou, em seu canal no Youtube, críticas contundentes ao Brasil e gerou polêmica.

Criticou movimentos sociais e marchas como a da “maconha” e das “vadias”, a ignorância dos brasileiros, o estado da educação no país, críticas a policias, passeatas gays, a manipulação de massas, o custo de vida no Brasil, os impostos, a qualidade dos veículos no Brasil, preços de medicamentos, a pavimentação das rodovias públicas, entre outros, realizando comparações com os EUA.

Afirmou:

chego a ficar até arrepiado de ter de voltar para este lugar. Povo burro, lutar por coisas estúpidas e não pelo básico, pelo que é importante, pela saúde, pela qualidade de vida, por ter o que quiser (…) não vejo a hora de me mudar definitivamente para cá e nunca mais voltar para essa m…..“.

Realizou, também, críticas a “ideologias socialistas”, a “militantes de esquerda”, à superestima do futebol, à presidente Dilma Rousseff, entre outros.

As declarações do vlogger geraram polêmica, inclusive e, sobretudo, com internautas brasileiros que se sentiram ofendidos e humilhados pelas declarações categóricas. Recebeu, em consequências, diversos comentários negativos e ofensivos, principalmente em sites com temas automotivos (área de Alexandre) e mídias relativas a parcelas criticadas pelo vlogger. Em sua página pessoal recebeu o apoio de internautas.

Assista:

CLIQUE AQUI E ASSISTA AO VÍDEO 

Do blog: Eu não sei o que esse cara ainda vem fazer aqui, porque com certeza alguém vai pegar esse babaca e colocar no lugar que ele merece.

Você queria um presente desses no dia dos namorados? rsrsrs…

Montanhas RN de atração e destaque à decepção e tristeza

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Os bochichos nas ruas é que este ano não haverá a grande e tão esperada atrações musicais nas comemorações das festividades juninas.

Comenta-se que o município não tem condições de bancar as noites costumeiras tradicionais, como o dia dos namorados ou dia de Santo Antonio, São João e São Pedro. Pois até o presente momento nada foi divulgado sobre o assunto em questão. E tudo tá longe de ser aquela Cidade que se comemorava 10 ou 12 dias de festas do Padroeiro da Cidade, São João Batista.

Em conversa com alguns comerciantes e populares neste final de semana que nos antecedeu, pudemos observar que a desolação e tristeza deu o impacto a esses comentários e como se não bastasse, o que mais ouvimos é que Montanhas hoje também, não tem segurança, isso é uma posição muito séria para uma cidade tão pacata e porque não dizer primitiva.

O que mais se comenta é sobre as instituições financeiras que não funcionam mais na cidade ou quase não funcionam. A casa Lotérica está fechada a mais de 90 dias, os Correios que hoje opera como banco postal do Banco do Brasil, funciona até ao meio dia apenas, os correspondentes bancários atendem numa condição puramente aflita com a onda de assalto, que certamente acontece toda semana, onde na semana passada foi a vez do Mercadinho Estrela e assim por diante…

É! realmente fica difícil de entender essa situação, gostaria de nunca falar sobre esses assuntos com relação a minha cidade, mas fazer o que! Se a realidade é essa.

Vamos ver se o Prefeito encontra algum jeito de proporcionar uma condição melhor para gerir o município, afinal, como “eles” mesmos afirmam “o futuro já começou” que não comece errado! Montanhas tem que ter gestão, e para tanto, começa quando se tem vontade, e só assim vem a competência, o desenvolvimento, a logística, a austeridade e muito mais. Pois tudo começa assim, é só querer, ai podemos crer que o futuro possa começar.

Quem sabe, esses boatos das ruas sejam apenas intriga da oposição e naturalmente a gente receba as informações oficiais de que em Montanhas ainda passa existir o maior e melhor São João do Agreste Potiguar.

O espaço está aberto para divulgarmos a quem interessa posse aos comentários.

vez-e-voz

Confira aqui a PROGRAMAÇÃO DO ANO PASSADO

Greve dos servidores do Detran completa um mês esta semana

Índice

A greve dos servidores do Detran/RN completa um mês na próxima quinta-feira. De acordo com o comando de greve, a adesão ao movimento era de cerca de 60%, “mas aumentou na última sexta-feira em virtude da ação policial empreendida pelo PM, quando vários servidores do órgão foram agredidos na sede do Detran”, como relata os organizadores da paralisação.

Segundo os manifestantes, todos os serviços da sede, da unidade do Via Direta e de Parnamirim foram suspensos. A situação deve permanecer esta semana, afetando serviços como vistoria e retirada de habilitação. Desde o início da semana passado, os PMs foram convocados pelo Governo do Estado para intimidar os grevistas do Detran. Em média, sete viaturas com cerca de 30 policiais monitoravam permanentemente os funcionários. Segundo informações colhidas também na sexta-feira, o comando da PM pretende destacar mais viaturas para conter o descontentamento dos servidores.

Dentro da pauta apresentada ao governo estadual, os funcionários pedem melhores condições de trabalho. Eles alegam, por exemplo, que na sede do órgão, logo na entrada, um muro é sustentado por escoras de madeira e ameaça cair em cima dos usuários. No setor de atendimento, o forro de PVC e as luminárias estão na mesma situação. Já no interior do estado as vistorias são feitas na rua, sem proteção alguma. (TN)

Alunos frequentam aula vestindo saia para protestar contra preconceito

Estudantes de colégio particular em SP usam saia para protestar. A ação foi em protesto contra preconceito de que teriam sido vítimas dois estudantes

Cerca de 50 alunos, entre meninos e meninas, vestiram saia hoje (10) para assistir às aulas no colégio particular Bandeirantes, uma instituição tradicional da zona sul da capital paulista. A ação foi em protesto contra preconceito de que teriam sido vítimas dois estudantes, na semana passada.

estudantes saia colégio bandeirantes

Na quinta-feira (6), o aluno João Fraga, 16 anos, vestiu-se com roupas femininas para a festa junina do colégio. Segundo os estudantes, porém, João teria sido repreendido pelo professor de biologia Juvenal Shalch, que teria pedido ao aluno para que se retirasse da sala e trocasse de roupa. Posteriormente, Shalch teria comentado com outros colegas da turma que João confundiu a festa caipira da escola com a Parada Gay, que ocorreu no domingo (2) em São Paulo.

O professor confirmou ter feito o comentário, mas informou que não teve a intenção de parecer preconceituoso. “Eu falei para o João: assim você não vai entrar. O Bandeirantes não é uma escola de bairro. Nós temos alunos que são budistas, desde o judeu ortodoxo ao liberal, adventistas e muitos não admitem”, disse. O professor declarou também que não esperava tamanha repercussão na imprensa. “Nós estamos, hoje, presos a ditadura do politicamente correto. Qualquer coisa que você fala sem querer é motivo de falsas interpretações”, acrescentou.

O colégio Bandeirantes não impõe uso de uniformes e, de acordo com Emerson Bento Pereira, coordenador de relações institucionais, também não há qualquer tipo de restrição quanto às roupas que os alunos usam para assistir às aulas. Porém, quando, na sexta-feira (7), outro aluno, Pedro Brener, de 17 anos, chegou à escola usando uma saia longa em solidariedade ao colega que teria sido discriminado um dia antes, foi levado à sala do diretor da escola. “Fui para a sala do diretor pedagógico e ele falou que eu podia ofender alguém, mas disse que poderia ficar no Bandeirantes naquele dia. Mas, na quinta aula, eu fui mandado para casa e eles não me deram razões”.

Segundo o coordenador de relações institucionais, a escola pediu para que o pai do aluno fosse buscá-lo por questões de segurança. “Ele estava trajando uma vestimenta que, para região que a gente vive, a gente tem visto a todo momento, na imprensa, agressões morais ou físicas por questão de gênero. O Bandeirantes não tem nenhum problema com questão de gênero, mas havia uma preocupação com a integridade do aluno”, explicou.

Pedro disse que não concordou com a atitude da escola. “Eu não entendi muito bem, por que eu estaria mais seguro fora do colégio do que dentro? Eu achei [a atitude] desnecessária. Acho que ela [escola] podia ter abraçado a discussão, mas preferiu agir dessa maneira. Espero que agora eles mudem de postura e incluam a discussão no colégio”, disse.

Agência Brasil

Tom Zé devolve cachê da Coca-Cola após chantagem de ‘fãs’

O erro de Tom Zé ao devolver cachê da Coca-Cola após chantagem de ‘fãs’. Com um público que exige esse tipo de coisa, que artista precisa de inimigos?

Kiko Nogueira, Diario do Centro do Mundo

tom zé coca cola

Tom Zé devolve cachê da Coca-Cola após chantagem de ‘fãs’

Tom Zé, um tropicalista original que foi esquecido pelos demais tropicalistas originais, dá um duro para se manter. Além dos shows e discos, trabalha como jardineiro (é muito querido, aliás, pelos moradores de um prédio nas Perdizes, em São Paulo). A indústria fonográfica sofre e, você sabe, ele não é um sertanejo universitário.

Recentemente, faturou 80 mil reais da Coca-Cola pela narração de um comercial da Copa do Mundo. Mas avisou que vai doar o dinheiro para a Sociedade Lítero-Musical 25 de Dezembro de Irará, sua cidade natal, na Bahia. A razão é que seus fãs o acusaram de vendido. Foi xingado nas redes sociais de “mané”, “velho babão”, “bundão”, “príncipe que virou sapo”, “corrompido”, “garotinha ex-tropicalista”, “mentiroso”. Compôs uma canção a respeito desse episódio chamada Tribunal do Feicebuqui.

Quem precisa de inimigos com um público desses? “Eu sou pobre, continuo pobre”, disse ao UOL. “Esse dinheiro estava me atrapalhando, me incomodando, resolvi doar. Estava agora com a minha mulher fazendo as contas e está um aperto ‘fela da puta’”.

A chantagem de seus “admiradores” é absurda, desumana e indesculpável. Agora, por que Tom Zé se submeteu a isso é um mistério. Não foi, ao que se depreende, uma decisão fácil. Se tivesse sido, ele não teria feito uma música.

Por que um artista com 40 anos de carreira deveria baixar a cabeça para pessoas que, aparentemente, só lhe dão valor se ele não sair do, como ele mesmo diz, “aperto”? A pureza de Tom Zé é genuína. O cachê ganho foi legítimo, merecido e fruto de décadas de música. Em que conspurcaria sua imagem? Em que isso mancharia sua reputação de, vamos lá, iconoclasta? Em nada, nada, nada. Ao contrário, lhe daria fôlego para produzir mais — e viver melhor.

Por que ele concordou?

Em 1965, Bob Dylan desafiou a patrulha de seguidores que o acusavam de traidor por ter “eletrificado” seu som. Levou o grupo de rock que o acompanhava ao festival de folk de Newport. Adeus, violão. Tocou guitarra, foi vaiado e quase agredido fisicamente. Num show no Albert Hall, em Londres, no mesmo ano, um fulano gritou da plateia: “Judas!”. Ele respondeu no microfone: “Eu não acredito em você. Você é um mentiroso”. E então se vira para a banda e diz: “Play it fucking loud”. E entra Like a Rolling Stone.

Ok, ok, Tom Zé não é Bob Dylan, os tempos são outros etc etc. Mas isso é independência. Ao aceitar a trolagem de seus “fãs”, Tom Zé foi conivente com ela – e cúmplice.

Assista ao vídeo: