Daily Archives: 01/05/2013

Piadas para descontrair no dia do Trabalho

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Problemas de Chefe

Uma famosa multinacional estava passando por um momento difícil e o chefe não teve outra saída: chamou quatro funcionários em sua sala.
— Eu sinto muito — introduziu ele — Mas vou ter que demitir um de vocês…
— Dá licença, senhor! — interrompeu o afro-brasileiro — Eu faço parte de uma minoria desfavorecida! Se o senhor me mandar embora, vai ser discriminação!
— O senhor pode me demitir! — alertou o mais velho — Mas eu vou entrar com uma ação de discriminação por idade que o levará à falência!
— E eu sou mulher! — alega a única mulher do grupo — O senhor não pode escolher uma mulher entre três homens! Isso é discriminação!
Nisso, todos olham para o quarto empregado, um homem, jovem, saudável e branco.
— Gente! — diz ele, em tom alterado — Eu nunca falei isso pra vocês, mas… Eu
sou gay!

Trabalhador Estressado

O sujeito entra num bar, senta-se à uma mesa e logo um garçom aparece para atendê-lo.
– Boa noite, o que o senhor toma?
– Eu tomo vitamina C pela manhã, o ônibus para ir ao serviço e uma aspirina quando tenho dor de cabeça.
– Desculpe, mas acho que não fui claro. Eu quis dizer o que é que o senhor gostaria?
– Ah! Tudo bem! Eu gostaria de ter uma Ferrari, de comer uma Playmate e mandar a minha sogra para o inferno.
– Não é nada disso, meu senhor! – Continuou o garçom, ainda calmo.
– Eu só gostaria de saber o que o senhor deseja beber.
– Ah! é isso? Bem… o que é que você tem? E o garçom:
– Eu? Nada, não! Só tô um pouco chateado porque o meu time perdeu pro São Caetano!

Empregado Novo

O gerente chama o empregado da área de produção, fortão, 1,90m de altura, 100kg, recém admitido, e inicia o diálogo:
– Qual é o seu nome?
– Eduardo – responde o empregado.
– Olhe, – explica o gerente – eu não sei em que espelunca você trabalhou antes, mas aqui nós não chamamos as pessoas pelo seu primeiro nome. Isso é muito familiar e pode levar a perda de autoridade. Eu só chamo meus
funcionários pelo sobrenome: Ribeiro, Matos, Souza… Então saiba que eu sou seu gerente e quero que me chame de Mendonça. Bem, agora quero saber: qual é o seu nome completo?
O empregado responde:
– Meu nome é Eduardo Paixão.
– Tá certo, Eduardo. Pode ir agora…

Tempo chuvoso adia show de Djavan em Natal

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Devido às chuvas na cidade, o show do Djavan que seria realizado, dia 04/05, na Arena do Imirá, foi transferido para dia 31/05, no Teatro Riachuelo, às 21h. Os clientes que desejarem ter o valor do ingresso ressarcido deverão se dirigir à sede da Viva Promoções, no shopping Cidade Jardim, a partir desta sexta-feira (03) em horário comercial. As vendas para o show começam no dia 7 de maio na bilheteria do Teatro Riachuelo. Mais informações: (84) 3207- 1818.

Norte-americanos financiam ódio a homossexuais na África, revela documentário

O conservadorismo norte-americano encontrou terreno fértil na sofrida África para espalhar o preconceito. Não deixe de assistir ao documentário, The Gospel of Intolerance, publicado no site do New York Times. Está legendado em português. É simplesmente assustador

Cynara Menezes, em seu blog

homossexual áfrica

Jesus Cristo disse: “Amai ao próximo como a ti mesmo”. Esta frase, por si só, demonstra o absurdo que é pessoas auto-denominadas cristãs basearem sua conduta na intolerância. É incoerente com as palavras de Cristo, que foi capaz de defender uma prostituta de ser apedrejada, ser preconceituoso. Cristãos não apedrejam. Acolhem. Respeitam.

Estamos, neste momento, em nosso país, caminhando sobre terreno perigoso. Pastores ambiciosos que pouco se preocupam legitimamente com o bem-estar dos fiéis, usam de ideias medievais para aumentar o seu rebanho. Querem convencer as pessoas que é pecado ser gay, embora muitos religiosos, inclusive evangélicos, contestem essa afirmação.

É muito preocupante. Se esta concepção vingar, estes pastores terão plantado a semente da discórdia no seio familiar. Será pai contra filho, irmão contra irmão. Nada mais anticristão.

Roger Ross Williams, um cineasta novaiorquino, ele mesmo vítima de preconceito da igreja protestante que sempre frequentou por ser gay, fez uma descoberta aterradora: dinheiro doado por evangélicos norte-americanos está sendo utilizado por fundamentalistas para semear a intolerância contra homossexuais nos países africanos.

A situação já é gravíssima em Uganda, onde pode ser aprovada dentro de poucas semanas uma lei anti-gay que prevê até mesmo a pena de morte para quem se relacionar com pessoas do mesmo sexo. Os políticos são pressionados a todo momento pelos pastores evangélicos pela aprovação do projeto (isso faz você lembrar de alguma coisa?).

O conservadorismo norte-americano encontrou terreno fértil na sofrida África para espalhar o preconceito. Eu pergunto a você, cristão evangélico: você quer este destino para o Brasil? O que é mais importante: a mensagem amorosa de Jesus ou a do intolerante pastor de sua igreja? De que maneira você quer olhar para seu irmão, irmã, filho, filha, amigo, amiga? Com ódio ou com amor? Não se permita ser manipulado. Abra o olho. Ao mesmo tempo que se enchem de dinheiro (inclusive o seu), muitos destes pastores estão orientando seus passos não para o caminho do bem, mas por um caminho sem volta. A reação tem que vir de todos, mas principalmente de você.

Não deixe de assistir (vídeo abaixo) ao documentário de Williams, The Gospel of Intolerance, publicado no site do New York Times no início do ano. Está legendado em português. É simplesmente assustador.

Ruas com nomes de repressores da ditadura já podem ser modificadas

Lei permite tirar nomes de militares de ruas de São Paulo. Um endereço que já tem projeto para ser modificado é o da Rua Doutor Sérgio Fleury, na Vila Leopoldina, zona oeste. Em seu lugar, entraria Frei Tito, frade católico que foi preso e torturado pelo delegado Fleury

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Fernando Haddad sanciona projeto que permite moradores trocarem nome da rua por meio de abaixo-assinado

As ruas de São Paulo que tiverem o nome de autoridades e políticos com histórico de desrespeito aos direitos humanos poderão mudar de nome. Essa é a proposta de um projeto de lei sancionado pelo prefeito paulistano Fernando Haddad (PT), na última quarta-feira (24).

Até então, uma rua só poderia ter seu nome modificado por lei, quando existisse algum endereço igual ou em casos que expusesse seus moradores ao ridículo.

A partir de agora, moradores podem fazer um abaixo-assinado e solicitar a alteração do nome de alguma via pública. Por exemplo, podem pedir a retirada do nome de uma liderança da ditadura militar (1964-1985) e sugerir a homenagem para outra figura histórica.

Uma das propostas de mudança de endereço é na Vila Leopoldina, na Rua Doutor Sérgio Fleury (delegado paulista que simboliza a repressão do regime militar). Em seu lugar, entraria o nome de Frei Tito, um frade católico que foi preso e torturado pelo delegado Fleury.

Dia do Trabalho e parabéns a todos os trabalhadores

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Comemorado há 88 anos no Brasil, o Dia do Trabalho, além de ser uma data que celebra as conquistas dos trabalhadores alcançadas ao longo dos anos, é uma homenagem aos operários que reivindicaram melhores condições de trabalho há 127 anos.

No dia 1º de maio de 1886, milhares de trabalhadores realizaram uma grande manifestação em Chicago, Estados Unidos, em que protestavam contra condições desumanas de trabalho e reivindicavam a redução da jornada de 13 para oito horas. Alguns dias depois, outra manifestação na cidade ocasionou o confronto entre manifestantes e policiais, resultando a morte de trabalhadores.

Em junho de 1889, o Congresso Internacional Socialista, que reunia sindicatos e partidos socialistas em Paris, França, estabeleceu o 1º de maio como Dia do Trabalho ou Dia do Trabalhador em homenagem aos operários que participaram dos confrontos com policiais e pagaram com a própria vida a conquista de melhores condições de trabalho.

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Após a França estabelecer a data, a Rússia adotou o Dia do Trabalho, em 1920. No Brasil, a chegada de imigrantes europeus trouxe os princípios organizacionais e leis trabalhistas. Em 1917, trabalhadores realizaram a Greve Geral paralisando o comércio e a indústria. Com o fortalecimento dos trabalhadores, em 1924, o presidente Artur Bernardes decretou feriado nacional no 1º de maio. No entanto, a data ainda era marcada por protestos e greves. Com isso, o presidente Getúlio Vargas passou a usar o dia para anunciar benefícios a classe trabalhadora e transformou a data no Dia do Trabalhador, que passou a ser comemorado com festas populares.

Uma história de conquistas, perseverança, e, principalmente, de luta diária que acarretou em melhores condições de trabalho para homens e mulheres dentro do ambiente profissional. Ainda há muito a ser feito e que os dias de reivindicações em 1886 sigam de exemplo para aqueles que continuam lutando pela classe trabalhadora.

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