Daily Archives: 14/03/2013

14 de Março – Dia Nacional da Poesia

O que é a poesia

A poesia é uma obra literária que expressa sentimentos, sensações e impressões, através de palavras ritmadas, musicadas, combinadas de forma harmônica, formando os versos.
Antigamente as poesias tinham que apresentar a métrica e as rimas. Hoje, com a modernidade, perderam essa característica, não precisando obedecer às regras da língua.

Tipos de poesia

A poesia se divide em três tipos: a lírica, a dramática e a épica.
Nas poesias líricas os poetas descrevem seus sentimentos e suas experiências de vida; as dramáticas aparecem em peças teatrais, como diálogos ou monólogos; e a épica é a que retrata fatos históricos de heróis.

No Brasil, uma das formas de poesia mais presentes na cultura popular é o repente (literatura de cordel), encontrado na região nordeste do país. A declamação é feita de forma improvisada, onde dois cantores se desafiam através das palavras, provocando situações para o outro responder.
O mais famoso repentista do país foi o cearense Patativa do Assaré, Antônio Alves da Silva, que cantava em seus versos o sofrimento do povo nordestino. Suas obras podem ser encontradas nos livretos de cordel.

* Pelo dia da Poesia
As Poéticas Palavras de Carlos Drumond de Andrade*
Excerto do Poema:

Procura da poesia

“Penetra surdamente no reino das palavras.
Lá estão os poemas que esperam ser escritos.
Estão paralisados, mas não há desespero,
há calma e frescura na superfície intacta.
Ei-los sós e mudos, em estado de dicionário.
Convive com teus poemas, antes de escrevê-los.
Tem paciência se obscuros.
Calma, se te provocam…
não forces o poema a se desprender do limbo.
Não colhas no chão o poema que se perdeu…
Não adules o poema.
Aceita-o
como ele aceitará sua forma definitiva
e concentrada no espaço…”

© Carlos Drummond de Andrade

A construção de Chico Buarque

O escritor, cantor e compositor carioca Chico Buarque de Holanda invocou, sua vertente crítica infinda, ao compor “Construção” em um dos períodos mais severos da ditadura militar no Brasil, em meio à censura e à perseguições políticas.

A letra de “Construção” narra a história de um trabalhador da construção civil morto no exercício de sua profissão, em seu último dia de vida, desde a saída de casa para o trabalho (“Beijou sua mulher como se fosse a última”) até o momento da queda mortal (“E se acabou no chão feito um pacote flácido”).

Encontramos, também, uma forte crítica à alienação do trabalhador na sociedade capitalista moderna e urbana, onde ele é reduzido a condição macânica; intensificado especialmente por seus atos no terceiro bloco da canção (“máquina”, “lógico”).

Quando esse trabalhador (“um pacote flácido/tímido/bêbado”) morre, a constatação é de que sua morte apenas atrapalha o “tráfego”, o “público” ou o “sábado”. A música faz parte do LP “Construção” lançado por Chico Buarque, em 1971, pela Philips-Phonogram.

Confira a letra

CONSTRUÇÃO
Chico Buarque

Amou daquela vez como se fosse a última
Beijou sua mulher como se fosse a última
E cada filho seu como se fosse o único
E atravessou a rua com seu passo tímido
Subiu a construção como se fosse máquina
Ergueu no patamar quatro paredes sólidas
Tijolo com tijolo num desenho mágico
Seus olhos embotados de cimento e lágrima
Sentou pra descansar como se fosse sábado
Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe
Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago
Dançou e gargalhou como se ouvisse música
E tropeçou no céu como se fosse um bêbado
E flutuou no ar como se fosse um pássaro
E se acabou no chão feito um pacote flácido
Agonizou no meio do passeio público
Morreu na contramão atrapalhando o tráfego

Amou daquela vez como se fosse o último
Beijou sua mulher como se fosse a única
E cada filho como se fosse o pródigo
E atravessou a rua com seu passo bêbado
Subiu a construção como se fosse sólido
Ergueu no patamar quatro paredes mágicas
Tijolo com tijolo num desenho lógico
Seus olhos embotados de cimento e tráfego
Sentou pra descansar como se fosse um príncipe
Comeu feijão com arroz como se fosse o máximo
Bebeu e soluçou como se fosse máquina
Dançou e gargalhou como se fosse o próximo
E tropeçou no céu como se ouvisse música
E flutuou no ar como se fosse sábado
E se acabou no chão feito um pacote tímido
Agonizou no meio do passeio náufrago
Morreu na contramão atrapalhando o público

Amou daquela vez como se fosse máquina
Beijou sua mulher como se fosse lógico
Ergueu no patamar quatro paredes flácidas
Sentou pra descansar como se fosse um pássaro
E flutuou no ar como se fosse um príncipe
E se acabou no chão feito um pacote bêbado
Morreu na contramão atrapalhando o sábado

Se você achou interessante clique AQUI  e ouça a música.

Publicitária é pega fumando maconha e diz estar soltando a fumaça do conclave – Mas veja só!!!

Uma publicitária de 19 anos e outros 3 menores com 17, 15 e 13 anos foram abordada por policiais integrantes da Barreira Fiscal na rodovia RJ-186 quando conduzia seu veículo, na madrugada de hoje, por volta das 2h, por dirigir de maneira suspeita.

Ao ser parada, os policiais perguntaram se ela estava com entorpecentes, tendo em vista que o carro apresentava um forte odor de maconha e uma fumaça saía pelos vidros. Ela contou para os policiais que sim, que estava indo para Vitória, no Espírito Santo mas que apenas do entorpecente não estavam fazendo nada ilegal. Segundo a publicitária elas e os jovens estavam “soltando a fumaça do conclave” para decidir quem seria o novo papa do grupo, fazendo menção aos cardeais reunidos no conclave na Capela Sistina, no Vaticano, que ainda não conseguiram escolher o novo Papa na primeira votação, realizada nesta terça-feira (12).

Rindo e debochando dos policiais, a jovem disse ser religiosa e que a “fumaça do conclave” fazia parte da sua crença e não poderia ser presa por isso. Ela e os menores foram conduzidos à Delegacia Legal de Itaperuna e liberada após o registro de ocorrência.

Tabloide BR

Brasileira briga na Justiça contra o 30º homem mais rico do mundo

O bilionário George Soros – 30º homem mais rico do mundo, segundo ranking da Forbes – está em uma briga judicial com sua ex-namorada, a brasileira Adriana Ferreyr, informou o jornal The New York Post.

De acordo com a publicação, Ferreyr pede US$ 50 milhões em indenização por uma suposta agressão. Já o bilionário, de 80 anos, acusa a brasileira, de 27 anos, de difamação e agressão, já que ela teria jogado uma lâmpada nele durante uma discussão na cama.

Segundo os advogados de Soros, a brasileira teria perguntado sobre um apartamento avaliado em US$ 2 milhões que ele teria prometido à ela, mas ele informou que o havia dado para outra mulher. Após isso, Ferreyr pegou uma lâmpada e tentou atacá-lo, mas acabou se cortando, afirmaram os advogado à publicação. O bilionário também está processando a brasileira por difamação, já que alega que ela teria mentido para a polícia quando afirmou que ele a bateu.

Terra

Novidade: Japoneses criam carro robótico que dispensa ação do motorista

Pastor com oito mandados de prisão é preso em Caruaru

Policiais da Delegacia de Defraudações de João Pessoa prenderam na madrugada desta segunda-feira (11), o pastor Paulo Henrique Silva Freitas e sua esposa Jeane Santos Nunes, acusados de estelionatos. O casal foi preso na cidade de Caruaru, em Pernambuco, por força de 8 mandados de prisão. Eles foram presos na semana passada na Capital paraibana quando aplicam golpes da casa própria em bairros nobres de João Pessoa.

De acordo com o delegado Gustavo Carllito, a prisão do casal ocorreu novamente após a polícia paraibana ser informada de que Paulo Henrique e Jeane Santos estavam sendo procurados em outros estados.

“Eles foram presos na última quarta (6), em João Pessoa, e liberados na quinta (7). Como o sistema estava fora do ar, não conseguimos ter informações sobre a ficha criminal deles. Na sexta (8), o Infoseg voltou a funcionar, daí constatamos que o casal estava sendo procurado nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo”.

Ainda de acordo com o delegado, o setor de investigação da Polícia Civil começou a rastrear o casal e recebeu informação de que Paulo Henrique e Jeane Santos estavam em um ônibus que saiu de Campina Grande com destino a Salvador.

“De posse da informação, a gente montou uma operação e conseguimos interceptar o ônibus na cidade de Caruaru, em PE. Eles foram presos dentro do coletivo e não resistiram à prisão”, disse o policial civil.

Gustavo Carllito comentou que após serem soltos, os acusados de estelionato tentaram se esconder em várias cidades paraibanas. “Para despistar a polícia, o casal se escondeu em João Pessoa, Solânea e Campina Grande”.

O delegado informou que pelo menos 300 pessoas foram lesadas pelo trio, com a promessa de que pagando o valor referente ao cadastro na lista de espera, teriam a oportunidade de comprar uma casa no valor de R$ 50 mil, localizada em condomínios nos bairros do Bessa ou Altiplano.

Paulo Henrique e Jeane Santos estão presos na Central de Polícia em João Pessoa e serão apresentados à imprensa na manhã desta segunda-feira (11), durante entrevista coletiva.

Prisão

Na última quarta-feira (6), o casal foi preso em um escritório que supostamente funcionava como agência de turismo no Bairro dos Estados, onde o pastor estava acompanhado de um casal que também participava dos golpes. No local foram apreendidos documentos que podem comprovar a fraude.

portalcorreio.uol.com.br

O dia em que um alienado foi merecidamente humilhado

Assista abaixo o que ocorre quando uma pessoa (aluno de Oxford, diga-se) que se considera muito bem informada pela mídia tradicional encontra George Galloway

George Galloway é um político e ativista que merece ser ouvido.

Ele se opôs à Guerra do Iraque, e por isso foi expulso do Partido Trabalhista na era Blair, um premiê alinhado completamente com os Estados Unidos de Bush.

George Galloway venezuela oxford

O vídeo abaixo é parte de uma conversa de Galloway com estudantes de Oxford. Galloway faz um ponto extraordinário: como o “conhecimento limitado sobre tudo” embota a mente das pessoas e as faz vomitar preconceitos, mentiras e bobagens.

Um aluno de Oxford – e estamos falando de um dos mais nobres centros de ensino da humanidade – tenta colocar na parede Galloway e recebe uma resposta que jamais esquecerá.

Aplausos, de pé, para Galloway. Assista:

Banco do Brasil abre inscrições de concurso em 6 estados