Daily Archives: 28/12/2012

Montanhas uma chapa será lançada para concorrer a Presidência da Câmara Municipal e Dinho será Presidente

dinho-de-geraldo-55666Reuniram-se cinco vereadores ontem a noite e a reunião prolongou-se até a madrugada de hoje com os vereadores eleitos do município de Montanhas: Dinho, Fá, Itamar Zé Poscidônio e Fabiano, para formarem uma chapa para concorrer a presidência da Câmara Municipal e foi deliberada uma chapa onde na sua composição apresenta como Presidente o Vereador eleito DINHO e a Vereadora Fá, como Vice Presidente e os demais cargos distribuídos entre os outros três Vereadores eleitos conforme já mencionado acima.

Agora nesta manhã será protocolada a chapa na secretaria da casa Legislativa, caso ocorra a votação esperada no primeiro dia do ano de 2013, esse novo bloco obterá cinco (5) votos, elegendo, portanto Dinho como presidente da Câmara Municipal de Montanhas, dai o resultado de acordo com as informações totalizaria 5×4.

Os Vereadores eleitos que disputaria com a chapa concorrente seriam: Ronaldo Pedro, Marcleide, Da Luz e Wagner, não recebemos nenhuma informação de como seria essa composição para concorrer às eleições da Presidência da Casa Legislativa.

De qualquer forma sabe-se que a política de Montanhas a cada dia fica mais estranha e novos líderes estão surgindo e isso faz parte da democracia, vamos aguardar os acontecimentos e vivenciar os fatos, afinal liberdade e expressão republicana só faz bem para o convívio social.

Ricardo Motta não consegue mais segurar insatisfações

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Chega!

O presidente da Assembleia Legislativa, Ricardo Motta (PMN), chegou ao seu próprio limite e ao ao topo do jogo de cintura, possível, para segurar a insatisfação da bancada governista na Casa.

Hoje, a recusa da bancada em dar quórum para aprovação de duas matérias do interesse do governo, mostrou sem retoques que há um fosso entre a base parlamentar e a Governadoria.

Os governistas não aceitam mais consolos da boca para fora ou “acertos” internos assumidos por Ricardo em nome do governismo.

Queixam-se da falta de acesso à governadora, da ausência de um mínimo de respeito e do veto do governo a emendas parlamentares.

A crise se alastra.

“Fui perseguido por não assassinar José Dirceu”

Herwin de Barros, ex-policial e agente da CIA que prendeu o então líder estudantil num Congresso da UNE, revela que irá processar o Estado brasileiro. Diz que foi perseguido por não executar seu preso mais “perigoso”

Claudio Julio Tognolli, Brasil 247

Herwin de Barros, o homem que prendeu Zé Dirceu no Congresso da UNE, fazendo uso de um ancinho, vai processar o estado brasileiro. Quer ser ressarcido. Quer aposentadoria de agente especial da Polícia Civil de São Paulo. Por quê? “Porque eu tinha ordens emanadas da CIA, a central de inteligência dos EUA, para assassinar Zé Dirceu. Não cumpri isso. E fui execrado. Em abril de 1984 mudaram até o regimento interno da polícia de São Paulo para que eu pudesse ser afastado. Tudo porque me neguei a assassinar friamente Zé Dirceu”, confessou Erwin ao Brasil 247.

dirceu ditadura morte prisão

Fotos sem data do Arquivo Nacional mostram José Dirceu (dir.) na época da ditadura. Dirceu começou sua atuação política como líder estudantil e foi preso durante a ditadura militar (1964-1985), em 1968. Em 1969, era um dos 15 presos políticos que foram trocados pelo embaixador americano Charles Burke Elbrick

A este repórter Herwin de Barros contou a história da encomenda da morte de Zé Dirceu, pela primeira vez, em agosto de 1998. Eu e Marcelo Rubens Paiva fazíamos então uma capa do finado caderno Mais!, da Folha de S. Paulo, intitulado “A Companhia Secreta”. Eram documentos, obtidos por Paiva, e trazidos à luz pública pela barzilianista Marta Huggins, mostrando a participação da CIA no movimento militar de 1964. Erwin resolveu contar tudo, pela primeira vez em sua vida. Desde então, seguiram-se capas e capas de revistas sobre sua vida. Agora dr. Erwin quer desabafar mais.

“Minha vida toda fui perseguido por agentes de segurança, que queriam saber de que lado eu afinal estava. Ninguém acreditava que eu não estava de lado nenhum. Em 1975 o SNI plantou duas mulheres lindíssimas em cima de mim, uma negra e uma loira. Deram em cima de mim para simplesmente saber qual era a minha ligação com as esquersdas”, revela Erwin.

Corria o ano de 1985. Um vetusto e poderoso delegado de polícia civil de São Paulo impede a entrada do advogado de Herwin na sala, para defender seu cliente. O advogado, fugindo do estrépito de rabugices do delegado, retira-se e bate a porta. Lá dentro, o delegado dispara a Herrwin, varado de ódio: “Agora você vai ver o que é bom, ninguém mandou ter ficado ao lado dos terroristas”. Mas: como um homem nada fácil, que é Herwin, amante das navalhas e armas brancas, agente do Dops, treinado pela CIA, a Central de Inteligência dos EUA, poderia ser acusado de tamanha postura?

Paguei muito caro o preço por não ter torturado, espancado, ou levado armas automáticas para prender Zé Dirceu no Congresso da UNE de outubro de 1968”, confessa o hoje advogado Herwin de Barros.

Herwin é hoje consultor de estrelas do direito paulista como Paulo Sérgio Leite Fernandes, Ivo Galli, Orlando Maluf Haddad e Otávio Augusto Rossi Vieira. Tem duas filhas devotadas ao marketing. Herwin foi pai de santo por 30 anos. Ora é devoto da Igreja Renascer. Carrega os epítetos que lhe impuseram na polícia: chamam-no, ainda, pelos nomes dos tempos jubilosos de 40 anos atrás, Brucutu ou Peito de Aço.

Seu pai, o pernambucano Eufrásio Barros de Oliveira, estrela da polícia paulista, mas que foi amigo do cangaceiro Lampião em pessoa, fez de Herwin um atleta. Nadava, boxeava, fazia halterofilismo, jogava volley profissionalmente. Mas a passagem mais deleitável da biografia de Herwin de Barros continua sendo a do homem que abjurou da fé nas armas para prender José Dirceu –usando apenas um ancinho enferrujado e um pedaço de pau de 70 centímetros. Tudo isso em pleno XXX Congresso Nacional da UNE, em Ibiúna, interior de São Paulo, quando quase mil estudantes começaram a ver o sol nascer quadrado.

Herwin de Barros tem a voz rouquenha, de trovão. Ama as vulgatas de psiquiatria. Já foi um apaixonado pelas armas brancas, facas, navalhas, adagas, paus. Gosta de indicar como imobilizava bandidos empregando apenas uma navalha. “Ela vai na sua jugular, não dá tempo de você reagir”, demonstra. Seus relatos não são desinfetados de emoções: Herwin emana cenas de 40 anos atrás, sempre se mexendo, gesticulando, alterando o registro da voz. Tudo construído para chegar aos estrépitos da sua maior ventura. “Eu tinha ordens expressas de interrogar radicalmente, interrogar fisicamente, Zé Dirceu e os líderes do Congresso, o Ribas e o Travassos. Era uma ordem manifestamente ilegal: eu deveria cumpri-la para robustecer o flagrante, arrancar na porrada confissões do Zé Dirceu para poder enquadrar eles na Lei de Segurança Nacional. Mas não fiz isso. E por isso fui perseguido, muito, dentro da polícia. Se fizesse o que eles mandavam, as seqüelas que deixaria neles não os fariam sobreviver por muito tempo”.

Os percalços dos estudantes seriam de uma devastação de tragédia. Afinal Herwin de Barros foi criado, como refere, “combatendo os piores bichos da bandidagem”, nas delegacias mais caóticas da São Paulo dos anos 60. E Herwin nesse momento do relato é seqüestrado, quase psiquicamente, pelo resgate de um diálogo que teve com Zé Dirceu já preso em Ibiúna. “Ele deu aquele riso que chamo de um meio esgar irônico. Ele me perguntou se, como condutor do flagrante, eu não iria usar arma contra eles. Eu disse que não. Ele me respondeu que não acreditava em mim. Então eu disse “Zé Dirceu, a primeira coisa que vem na certidão de uma pessoa é se é homem, não se é macho. Eu sou homem, e de palavra”.

Chegados em São Paulo, numa perua Willis, no Departamento de Ordem Política e Social, no largo General Osório, centro de São Paulo, Herwin de Barros entregou José Dirceu às autoridades. Manhosamente, inventou que ia se lavar da lama. Pulou a janela do Dops e foi para casa, fazendo atalho pela ferrovia. Só voltou ao trabalho três dias depois. “Só eu sei como fui repreendido por ter sumido. Mas não tinha como usar armas contra estudantes. Eles não eram terroristas que assaltavam bancos. Eram baderneiros”, explica Herwin.

Ele guarda daquela época um tributo impresso do qual se orgulha: o diploma de segurança de dignitários, assinado pelo general Adélio Barbosa de Lemos, então secretário da segurança pública de São Paulo. A data da chancela lustrosa do general é evocativa dos anos de chumbo. “Ele assinou o diploma em 14 de março de 1964, pouco antes da Revolução de 64, a qual já sabíamos que ia acontecer”. Em verdade os vocábulos “segurança de dignitários” eram eufemismos: o diploma era a notificação notarial de que Herwin de Barros tinha feito, com 40 homens escolhidos a dedo, um curso ministrado em São Paulo pela CIA, a Central de Inteligência dos EUA. “Quem deu o curso foi um septuagenário, de cabelos brancos, norte-americano, chamado Peter Costello. Era da CIA e formado na Escola das Américas”, explica.

Herwin de Barros sempre gostava de conversar com presos. Um senhor sessentão, chamado Aladino Félix, que se auto-intitulava “Sábado de Nótus” estava preso do Deops. Sem ser filiado a nenhuma facção, era acusado de terrorismo. “Ele era autoridade em Extra-Terrestres. Eu descia lá para falarmos de naves espaciais e essas coisas”. A paixão por conversar com quem prendeu não se esgotou em Herwin, jamais. Em 1998, num aeroporto de São Paulo, cercou o então deputado federal José Dirceu. Disparou uma exortação: “Se não me reconheceres contemporaneamente retirar-me hei, pois atitude de homem não se esquece”. Zé Dirceu não o reconheceu. “Então eu perguntei se não servia um ancinho pra ajudar ali”, caçoa Herwin. Dirceu convidou-o para um almoço em Brasília que jamais ocorreu. E sobre o Zé Dirceu de hoje? Herwin diz: “eu gosto dele, mas não afianço nada por ele”.

Caminhando para os 70 anos, Herwin de Barros ainda guarda uma cena pendente. Que jamais saberá a resposta a explicá-la. “Eu havia prendido Zé Dirceu. Comecei a ser seguido. Um dia entro no meu carro e vejo um envelope branco no banco. Abro. E leio “se você estiver do nosso lado, queime este envelope agora. Se não, apenas o guarde e depois se livre dele”. Era sinal inequívoco que Herwin estava sendo observado. Mas por quem? Bandidos ou mocinhos de então? “Até hoje eu não sei”, gargalha Herwin de Barros. Com toda essa vida incandescente, com tantos episódios abismais, Herwin confessa jamais ter temido a morte. “Quem não morre não vê Deus”.

Nomes de artistas que colaboraram com a ditadura são revelados em documento

Documentos da ditadura revelam nomes de colaboradores do regime no meio artístico. São citados Roberto Carlos, Agnaldo Timóteo, entre outros

roberto carlos ditadura militar

A relação do hoje ‘rei’ Roberto Carlos com generais foi sempre amistosa

MINISTÉRIO DO EXÉRCITO

GABINETE DO MINISTRO

CIE/GB

ENCAMINHAMENTO 71/s-103.2.cie

FUNDO “DIVISÃO DE CENSURA DE DIVERSÕES PÚBLICAS”, ARQUIVO NACIONAL,

COORDENAÇÃO REGIONAL DO ARQUIVO NACIONAL NO DISTRITO FEDERAL, SÉRIE

“CORRESPONDÊNCIA OFICIAL”, SUBSÉRIE “INFORMAÇÕES SIGILOSAS”, CAIXA ÚNICA

Acervo Arquivo Nacional – COREG

Durante a ditadura militar no Brasil, alguns artistas viraram colaboradores do regime – seja por simpatizarem com os governos militares ou por pura covardia – passando informações sobre o que acontecia no meio artístico e participando de atos realizados nos quarteis.

No documento em anexo produzido pelo Centro de Informações do Exército (CIE), classificado como informe interno e confidencial, o CIE reclama que alguns veículos intitulados pelos militares de “imprensa marrom” (tal qual O Pasquim) estariam fazendo campanhas contra alguns artistas amigos e colaboradores da ditadura.

O informe difundido para outros órgãos da repressão política sugere que esses artistas “amigos da ditadura” sejam blindados, protegidos.

(Vídeo) Roberto Carlos mostra sua consideração ao ditador chileno Augusto Pinochet

No documento emitido pelo Centro de Informações do Exército são revelados alguns desses “colaboradores”, considerados pelos militares como amigos, aliados do regime. Segundo o documento, certos órgãos de imprensa estariam publicando matérias denegrindo a imagem de determinados artistas que se “uniram à revolução (sic) de 1964 no combate à subversão e outros que estiveram sempre dispostos a uma efetiva colaboração com o governo”.

São citados Wilson Simonal, Roberto Carlos, Agnaldo Timóteo, Clara Nunes, Wanderley Cardoso e Rosemary.

Clique nos links ao lado para ler os documentos. (Link 1 / Link 2)

Aluizio Palmar, Documentos Revelados.

Cansado de ser roubado, comerciante vai para trás das grades

11187936280003622710000Comerciante fica atrás das grades para se proteger dos ladrões

Cansado de ter seu estabelecimento roubado sucessivas vezes, um comerciante da cidade de Itaporanga, no Sertão paraibano, conhecido como Dama, 44 anos, resolveu tomar uma medida extrema: gradear toda a área em volta do pequeno comércio especializado na venda de bebidas, cigarros e balas e ficar detrás das grades. “A polícia prende, mas logo os ladrões estão soltos de novo e ainda ficam mangando da gente, então eu é que resolvi me prender”, explicou.

Dama resolveu colocar grades reforçadas em volta de todo o seu estabelecimento há cerca de 45 dias, depois de ter sido roubado pela quarta vez. Os ladrões entraram depois de arrombar o portão de ferro que dava acesso ao local e levaram bebidas e cigarros. Dessa vez os acusados foram presos e devolveram as mercadorias.

Entretanto, alguns dias depois estavam soltos e Dama disse que se sentiu completamente vulnerável. “Já entraram no meu comércio de todo jeito: por cima, por baixo e, desta última vez, pelo portão. Já foram quatro furtos e uma tentativa. Resolvi então me precaver”, disse Dama.

O comerciante acredita que com o reforço da grade ficará mais difícil alguém entrar em seu estabelecimento. “Se tentarem entrar pelo teto vão encontrar uma armadilha. Quem tiver curiosidade de saber o que é, é só subir no telhado e ver o que o espera”, anuncia.

Dama diz que as duas coisas que mais lhe assustam no mundo são pedido para vender fiado e ladrão. “Do fiado é mais fácil a gente se livrar com uma boa conversa, mas do ladrãos…”, completou.

População e Servidores públicos sem salários, protestam nas ruas e invadem prefeituras

Protesto em Sapé
Manifestantes protestam contra falta de salários

Servidores municipais de Sapé (Zona da Mata paraibana), Cajazeiras (no Alto Sertão) e Campina Grande (no Agreste do Estado) estão pagando o preço da derrota dos atuais prefeitos, nas eleições passadas. Muitos deles estão sem receber os vencimentos referentes a dezembro e não têm qualquer informação sobre o pagamento do décimo terceiro.

Funcionários públicos dessas três cidades foram às ruas para protestar contra o não pagamento dos direitos trabalhistas. No caso de Cajazeiras, a greve é dos profissionais que compõem o quadro do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e prejudica também a assistência de mais seis municípios daquela região.

Em Sapé, a secretária do sindicato dos Servidores Públicos Municipais, Nadja Romoaldo, revelou que os servidores ocuparam a Prefeitura e vão instalar tendas até que o problema seja solucionado. “Estamos na área externa e interna. Vamos ficar aqui até que alguém apareça para dá uma explicação sobre o descaso”, prometeu.

De acordo a sindicalista, o prefeito João da Utilar foi procurado, mas não foi localizado para se pronunciar a respeito do débito. “A gente procurou todos os secretários, mas eles disseram que não podem fazer nada. Só o prefeito para autorizar o pagamento. Nenhum dos seus auxiliares sabe sobre o paradeiro de João da Utilar”.
Tenda sendo armada em Sapé
Foto: Tenda sendo armada em Sapé
Créditos: Foto: rep. facebook

Na cidade de Campina Grande, os servidores da prefeitura fizeram protesto contra atrasos de três meses nos vencimentos, além do não pagamento do décimo terceiro salário. O protesto foi realizado na manhã desta quinta-feira (27), em frente ao prédio da Secretaria de Finanças. Os manifestantes fecharam o trânsito em uma das faixas da avenida Floriano Peixoto, no centro da cidade, provocando engarrafamentos por mais de duas horas.

Segundo o diretor do Sindicato dos Trabalhadores Públicos Municipais do Agreste da Borborema (Sintab), José Martins, os prestadores de serviço e os garis da Prefeitura de Campina Grande estão há três meses sem salários. Já o presidente do Sindicato dos Agentes de Trânsito e Transportes Públicos, Fábio Farias, informou que a categoria não recebeu o décimo terceiro salário.

O Portal Correio tentou entrar em contato com algum representante da Prefeitura de Campina Grande, inclusive com o prefeito Veneziano Vital do Rego, e o secretário de Comunicação, Carlos Magno. Os telefonemas não foram atendidos. Os celulares dão sinal de desligado.

No município de Cajazeiras o Samu parou as suas atividades nesta quarta-feira (26), por falta de pagamento dos servidores. Eles se queixam de dois meses de atraso.

A base do Samu de Cajazeiras além de prestar serviço à população da cidade, presta suporte a mais seis municípios paraibanos, que são eles: Bonito de Santa Fé, Bernardino Batista, São João do Rio do Peixe, São José de Piranhas, Triunfo e Uiraúna.

Com o fechamento da unidade de Cajazeiras, essas outras seis cidades também fecham e param os seus serviços, deixando a população na mão tendo que em caso de urgência solicitar os primeiros socorros dos Bombeiros através do 193.

Várias unidades de Saúde do município de Cajazeiras amanheceram com as portas fechadas.

Portal Correio

Educação aprova obrigatoriedade de hasteamento da bandeira em escolas

A Comissão de Educação e Cultura aprovou, no mês passado, proposta que obriga as escolas públicas e privadas de ensinos fundamental e médio a hastear a bandeira nacional pelo menos uma vez por semana.

Bandeira hasteamento escolas

O hasteamento deverá ser solene, com execução do hino nacional. A medida está prevista no Projeto de Lei 5319/09, do ex-senador e atual ministro da Educação Aloizio Mercadante.

Hoje, de acordo com a Lei 5.700/71, já é obrigatório o hasteamento semanal da bandeira. O projeto apenas especifica que as escolas de ensino fundamental e médio deverão cumprir a regra.

Substitutivo

A proposta foi aprovada na forma de um substitutivo que também determina a execução do hino nacional e do hino à bandeira uma vez por semana e no início de eventos promovidos por escolas públicas e privadas de ensinos fundamental e médio. Hoje, somente o hino nacional é obrigatório nas escolas de ensino fundamental.

“Acreditamos que isso cumprirá o objetivo de permitir que as crianças e adolescentes brasileiros conheçam importantes símbolos nacionais e, a partir deles, desenvolvam o sentimento de patriotismo e interesse cívico que tanto contribuem para o bom exercício da cidadania”, argumentou o relator, deputado Jorge Boeira (PSD-SC).

Tramitação

A proposta, que tramita de forma conclusiva, será analisada ainda pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

PL-5319/2009

Reportagem – Carolina Pompeu
Edição – Marcelo Westphalem

‘Agência Câmara Notícias’