Daily Archives: 26/12/2012

Novo Acordo Ortográfico poderá ser adiado para 2016

A proposta de adiar a vigência do novo Acordo Ortográfico visa a alinhar o cronograma brasileiro com o de outros países e dar um maior prazo de adaptação às pessoas.

Índice

Prorrogação visa a alinhar cronograma brasileiro com o de outros países, como Portugal.

A vigência obrigatória do novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa poderá ser adiada por mais três anos, segundo proposta do Ministério das Relações Exteriores. A implementação integral da nova ortografia estava prevista para 1º de janeiro de 2013, contudo, o Governo Federal trabalha atualmente com a possibilidade de adiá-la para 1º de janeiro de 2016, prazo estabelecido também por Portugal.

Assinado em 1990 por sete nações da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) e adotado em 2008 pelos setores público e privado, o Acordo tem como objetivo unificar as regras do português escrito em todos os países que têm a língua portuguesa como idioma oficial. A reforma ortográfica também visa a melhorar o intercâmbio cultural, reduzir o custo econômico de produção e tradução de livros e facilitar a difusão bibliográfica nesses países.

Nesse sentido, a grafia de aproximadamente 0,5 das palavras em português teve alterações propostas, a exemplo de idéia, crêem e bilíngüe, que, com a obrigatoriedade do uso do novo Acordo Ortográfico, passaram a ser escritas sem o acento agudo, circunflexo e trema, respectivamente. Com o adiamento, tanto a ortografia atual quanto a prevista são aceitas, ou seja, a utilização das novas regras continua sendo opcional até que a reforma ortográfica entre em vigor.

Nos próximos dias, a minuta do decreto de adiamento, produzida pelo Itamaraty com o objetivo de alinhar o cronograma brasileiro com o de outros países e dar um prazo maior de adaptação das pessoas à nova ortografia, passará pela área jurídica da Casa Civil e seguirá para apreciação e assinatura da presidente Dilma Rousseff. Contudo, a prorrogação só será validada se o decreto presidencial for assinado nos próximos 10 dias. (BrasilEscola)

Quando menos é mais

Estadão: José Dirceu pode ser assassinado na cadeia, diz líder Sem Terra

jose-dirceu-ditaduraO líder sem-terra José Rainha Júnior disse nesta sexta-feira, 16, que o ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu, pode ser assassinado na prisão, caso venha a cumprir na cadeia parte da pena a que foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). “Dentro do presídio quem manda é o crime e ele, por tudo o que representa, vai ser um alvo fácil.” Condenado a 10 anos e dez meses de prisão, além de multa de R$ 676 mil, por ter sido considerado o “chefe” do esquema conhecido como mensalão, o ex-ministro terá de cumprir pelo menos um ano e onze meses em regime fechado. Para o ministro do STF Joaquim Barbosa, relator do processo, o réu deve ir para uma prisão comum.

O líder sem-terra, que foi banido do Movimento dos Sem-Terra (MST) em 2007 e formou seu próprio grupo, o MST da Base, acredita que isso equivale a condenar o ex-ministro à pena de morte. “O Zé (Dirceu) é um lutador que sobreviveu à ditadura militar, mas no nosso sistema carcerário, ele vai virar um troféu. Conheço como funciona o sistema e vai ser muito difícil ele sair com vida.” José Rainha permaneceu nove meses na prisão, após ser preso, em junho do ano passado, durante a Operação Desfalque da Polícia Federal, que investigava o desvio de recursos da reforma agrária. Ele, que já havia sido preso anteriormente por crimes relacionados à invasão de fazendas, passou por celas de cadeias públicas e de penitenciárias estaduais.

Na última prisão, quando se achava recolhido na Penitenciária de Presidente Venceslau, sua família recebeu uma carta revelando um plano para assassiná-lo. Ele foi transferido para São Paulo e incluído na lista de lideranças rurais ameaçadas de morte elaborada pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), ligada à Igreja Católica. “Lá dentro não há qualquer garantia de segurança, você se vê sendo morto a qualquer momento”, disse.

Mulher diz que foi agredida e enterrada viva a mando do marido

Maria Aparecida Lima dos Santos, de 25 anos, foi agredida e enterrada viva a mando de seu marido, após pegar uma carona

 com um conhecido no último sábado (22), em Itamaraju.

Segundo relato à Polícia na manhã de segunda-feira (24), ao descer do carro, próximo ao trevo do Parque Nacional, teria sido agredida e torturada. Ela disse ainda que seu ex-marido, Valdir Reis de Jesus, de 44 anos, estava no local. Ele teria arrancado a blusa da doméstica e tentado enforcá-la com a peça de roupa. Ao perceber que ela estava desfalecida, cavou uma cova e a enterrou ainda viva. “Eu acordei com a minha face cheia de terra e graças a Deus eu consegui cavar e sair da minha cova”, disse ela.

Maria mostrou marcas das agressões, mas a evidência do enforcamento estava nos olhos, que estavam muito avermelhados. A vítima contou que, o marido fugiu ao notar que ela ainda estava viva. Em seguida, passou na casa dela e raptou seus dois filhos, sumindo sem deixar vestígio.

A Polícia Civil está investigando o caso e espalhando imagens do homem e das crianças na vizinhança. Quem tiver informações sobre elas ou sobre o paradeiro do agressor, deve ligar para os telefones 190, 197 ou Conselho Tutelar de Itamaraju (73) 3294–0853.

Retirada do Blog Voz do Povo, do meu amigo Damião, a quem aproveito a oportunidade para desejar toda Paz neste Natal e muita felicidade no ano que se renova e que 2013 seja de grandes realizações para todos os nossos leitores como também a nós que fazemos ecoar muitas notícias diariamente. Muita paz!

Dominguinhos apresenta melhora e tem sedação reduzida

ÍndiceInternado desde segunda-feira, 17, José Domingos de Moraes (71), o Dominguinhos, tem apresentado melhora. O cantor e compositor permanece internado no Centro de Terapia Intensiva (CTI) do Hospital Santa Joana, em Recife, Pernambuco, em tratamento de infecção respiratória e arritmia cardíaca.

Segundo boletim médico divulgado nesta terça-feira, 25, seus batimentos cardíacos estão estáveis com a ajuda de medicações e do marca-passo temporário. Sua sedação está sendo reduzida e ele ainda está em ventilação mecânica, sem complicações. A retirada da ventilação deve acontecer progressivamente, quando os efeitos sedativos desaparecerem.

equipe-medica

O sanfoneiro vem lutando contra uma neoplasia pulmonar há seis anos e tem diabetes. Em agosto de 2011, ele já havia cancelado shows por conta de seu estado de saúde. Na época, Dominguinhos foi internado no Hospital Sírio-Libanês, em SP, com falta de ar em decorrência do problema no coração que teve no início daquele ano, quando foi internado com princípio de infarto e foi submetido a um cateterismo e uma angioplastia.

Ney Júnior quer apurar compra de medicamentos vencidos em 2010 e 2011

A prioridade continua sendo pagar ao funcionalismo

Thaisa Galvão destaca em seu blog que caso volte à Prefeitura de Natal ainda hoje, como é provável, caso não haja interferência da Justiça, o vereador Ney Júnior já sabe qual será sua primeira missão. Vai tomar providências para apurar uma informação que chegou às suas mãos: a de que, na gestão municipal de 2010 e 2011, foi comprado lote de medicamentos vencidos pela Prefeitura de Natal. Repetindo o que ocorreu entre 2005 e 2008.

Outra medida do provável prefeito será apelar para o Exército para tentar fazer uma limpeza na cidade nos últimos 3 dias do ano.Para isso, tentará raspar o fundo da panela na Secretaria de planejamento, para ver se consegue pagar parte do que o Município deve à Urbana, suficiente para que seja feita uma força-tarefa de 3 dias.A prioridade continua sendo juntar moedas para pagar ao funcionalismo.

Com Blog de Currais Novos

Odetinha: conheça a história da menina de 9 anos que pode ser a primeira santa carioca

Prefeito eleito de Montanhas tem diplomação contestada

imagesDiplomado semana passada pela Justiça Eleitoral, o prefeito eleito de Montanhas, Algacir Antonio de Lima Januário (PSD) corre o risco de não tomar posse no próximo dia 1º. A atual prefeita Maria Eliete Bispo, mais conhecida como “Letinha” (PMDB), sua concorrente na última campanha, entrou com um recurso contra a diplomação.

O advogado Kennedy Diógenes, representante de Letinha na ação, explica que o recurso se baseia no fato de Algacir, após regular processo administrativo, ter sido demitido do cargo público de agente administrativo por abandono de serviço. “O processo administrativo que culminou com a demissão de Algacir Januário foi instaurado após a Secretaria de Administração do Município de Montanhas ter constatado que desde janeiro de 2009 o servidor, sem qualquer justificativa ou pedido de afastamento, deixou de comparecer ao trabalho, mesmo tendo se submetido ao recadastramento periódico dos servidores municipais em fevereiro de 2009, demonstrando assim seu interesse em continuar no exercício do cargo”, relata o advogado.

Kennedy Diógenes acrescenta que, de acordo com o artigo 148 do Regime Jurídico Único dos Servidores do Município de Montanhas/RN (Lei nº 332/2008), constitui falta punível com a penalidade de demissão o abandono do cargo por mais de 30 dias consecutivos. A ação também se sustenta no artigo 1º, I, “o” da Lei 64/90, uma inovação legal trazida pela Lei da Ficha Limpa, visando a tornar inelegíveis os que forem demitidos do serviço público em decorrência de processo administrativo ou judicial pelo prazo de oito anos, contado da decisão, salvo se o ato houver sido suspenso ou anulado pelo Poder Judiciário.

Fonte: Tribuna do Norte

O capitalismo num beco sem saída: uma visão marxista da atual crise

Manuel Raposo (Jornal “Mudar de Vida”, Portugal)

“O Capitalismo num Beco Sem Saída” é o expressivo título de um livro, publicado este ano nos EUA, que analisa a presente crise do capitalismo mundial de um ponto de vista marxista.

Centrado sobretudo na situação dos EUA, o livro mostra o significado da destruição de emprego e da sobreprodução numa era de alta tecnologia e grande produtividade do trabalho. Uma obra que, a partir da atualidade, aborda não apenas os aspectos econômicos da crise mas também os movimentos sociais e políticos que ela está a gerar.

O autor, o norte-americano Fred Goldstein, colabora no jornal Workers World e publicou em 2008 uma outra obra, Capitalismo de Baixos Salários, em que aponta os efeitos do novo imperialismo globalizado e de alta tecnologia na luta de classes nos EUA.

A exposição de O Capitalismo num Beco Sem Saída, ao qual se dedica esta recessão, assenta em três ou quatro dados decisivos para entender a atual crise, mas muito pouco falados pelas correntes de opinião dominantes. São eles, a nosso ver, os seguintes:

– Esta crise é de longa duração, estamos ainda nos seus primeiros estágios, e, pela sua natureza, não se compara aos normais altos e baixos da atividade econômica.

– Na sua raiz está uma quebra na taxa de acumulação do capital, o que faz dos aspectos financeiros uma decorrência e não uma causa dos problemas presentes.

– A crise estalou depois de décadas de grande progresso tecnológico, de aumento da produtividade do trabalho e da concorrência, o que desmente a ideia espalhada de falta de produção e de competitividade, e mostra, pelo contrário, que o sistema rompe pelas costuras em resultado da sua própria capacidade de produzir em larga escala.

– Nos casos em que se pode falar de alguma retomada económica após o colapso de 2008 (como nos EUA), essa retomada faz-se sem recuperação do emprego, destruído em números sem precedentes.

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IMPASSE

Daí, todo o sistema capitalista se encontrar num beco sem saída. Ou, como diz o autor: “O capitalismo chegou a um ponto em que nada de natureza econômica, só por si, poderá fazer o sistema avançar e crescer mais”.

A partir destas constatações, e fazendo comparações com as grandes crises mundiais de 1873-96 e de 1929-39 – das quais o capitalismo saiu sob o impulso da guerra (guerra americana-espanhola de 1898, guerras mundiais de 1914-18 e de 1939-45), enveredando pela expansão imperialista – a resposta do capitalismo mundial à sua crise de hoje aponta igualmente para a “destruição maciça de meios de produção e de infraestruturas”.

Com os cataclismos verificados desde 2008, o panorama da luta de classes também se altera. A tendência para lucrar a taxas cada vez menores, a incapacidade de recuperar, mesmo parcialmente, os níveis de emprego – traduzem-se numa quebra generalizada dos salários (um “capitalismo de baixos salários”). E, portanto, no dizer de Fred Goldstein, “a era das concessões deu lugar à época das devoluções” – como é bem patente, dizemos nós, do lado de cá do Atlântico, não apenas na redução dos salários como nos cortes dos apoios sociais, na crescente insegurança do emprego, no ataque aos direitos laborais e sindicais. Tudo aquilo, enfim, que na Europa do pós-guerra e no Portugal pós 25 de Abril era apresentado como um “ganho civilizacional”, supostamente irreversível.

Esta crise mostra ainda ser diferente, sublinha Goldstein, por outra razão. “Todos os métodos tradicionais pelos quais o sistema foi estimulado [em situações anteriores] estão a ser aplicados, mas já não funcionam”. A prova está nos bilhões de dólares (e de euros) injetados sobretudo no sistema financeiro com o único efeito de arrastar a crise, mas sem sinais de uma retomada econômica.

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CARACOL

Mais: o fato de os negócios nos EUA marcharem a passo de caracol e de a Europa e o Japão estarem à beira do declínio, faz aumentar, mesmo nos bastidores do poder, o temor de um novo retrocesso econômico global.

Ora, uma crise de extensão mundial, que não se resume a uma quebra cíclica dos negócios nem tem à vista nenhuma verdadeira recuperação, assume então, parece-nos, um sentido histórico de fim de época.

Na verdade, afirma o autor, “o sistema do lucro entra num estágio no qual só consegue arrastar para trás a humanidade”. Então, “as massas da população hão-de chegar a um ponto em que não poderão continuar a seguir o mesmo caminho porque o capitalismo lhes bloqueia todas as vias de sobrevivência”. E, chegada a este ponto, “a humanidade só pode avançar limpando a estrada da sobrevivência, o que significa nada menos do que destruir o próprio capitalismo”.

As teses do livro de Fred Goldstein, conduzem-nos, com efeito, a uma questão a que os marxistas e o movimento comunista terão de prestar a maior atenção: com esta crise encerrou-se a época de expansão do capitalismo iniciada após a segunda grande guerra; e, consequentemente, estão a criar-se as condições para um novo ciclo de revoluções sociais à escala mundial.

Devem, portanto, em nossa opinião, ser lidas como sendo da maior atualidade as palavras de Karl Marx no balanço que fez à crise econômica de 1847. Refletindo sobre a recuperação do capitalismo nos anos de 1848 e 1849, uma vez vencidas as revoluções verificadas na Europa em 1848, dizia ele:

“Nesta prosperidade geral, em que as forças produtivas da sociedade burguesa se desenvolvem com toda a exuberância de que são capazes no quadro das relações burguesas, não se pode dar nenhuma verdadeira revolução. Uma tal revolução só é possível em períodos em que estes dois factores, as forças de produção modernas e as formas de produção burguesas, entram em conflito.”

E conclui Marx: “Uma nova revolução só será possível na sequência de uma nova crise. Mas aquela é tão certa como esta.”

Não é a crise que estamos a viver, afinal, a evidência do conflito entre as forças de produção modernas e as formas de produção burguesas?

Opinião: Ser ou não ser abstêmio: Eis a questão! – por Severino Melo

Para mim está resolvida a questão da direção de veículos automotores e utilização de bebida alcoólica concomitantemente.

O ebrio-poster

Foi surpresa quando descobri que o autor de “O Ébrio”, o saudoso tenor, Vicente Celestino, era abstêmio e conseguiu produzir uma música e um filme que arrancaram risos, choros e aplausos, a um alcoolista que tão bem soube representar, ainda que sem a vivência empírica, no dia a dia, dos trejeitos daqueles que fazem uso de certos compostos orgânicos derivados do etano, que apelidam de etanol, ou vulgarmente, álcool etílico.

Mas, enfim, o que é alcoolismo? Nada mais do que, o vício de ingerir bebidas alcoólicas e, consequentemente, a intoxicação decorrente desse vício. O álcool, por sua vez, é um líquido incolor, volátil, com cheiro e sabor típicos, obtido por fermentação de substâncias açucaradas ou amiláceas, ou ainda, por processos sintéticos, enfim, pode-se dizer, que é toda e ou qualquer bebida espirituosa. Apesar, do termo alcoólatra ter sido substituído por alcoolista, ainda assim, ele identifica, aquele que se entrega à prática quotidiana do uso do álcool. Portanto, alcoolizado é todo aquele que se encontra bêbedo (bêbado) ou embriagado, sendo variável o limite da tolerância orgânica.

O Estado Brasileiro ao tempo que é um bom cobrador identifica-se, também, como um péssimo pagador. Estradas em péssimo estado de conservação, apesar dos altos impostos recolhidos para a conservação, sem contar com os inúmeros pedágios já criados e a criarem-se; A fiscalização é capenga e cair numa blitz da “Lei Seca” é uma questão aleatória de “sorte ou de azar”, ou como queiram, de coincidência benéfica ou maléfica, pois na escolha por amostragem passam muitos embriagados; A lei seca em vez de carrear os recursos arrecadados para a rede hospitalar e para a melhoria do próprio trânsito, talvez, sirva, tal montante, apenas para pagar o imposto de renda dos senadores, que sobre os seus décimo quarto e décimo quinto salários, quis o Senado Federal não recolher na fonte, havendo de quitá-lo, em seu total, junto à Receita Federal do Brasil, com o dinheiro do povo; Ao que parece, muito pior do que haver ingerido pequena dosagem de álcool e dirigir, é jogar na estrada um veículo sem freio, com pneus “carecas” e outras irregularidades, para as quais hodiernamente estão “fechando os olhos”; Até o porte de arma, ficou irrelevante diante da avidez, na busca de motoristas que hajam ingerido, agora, qualquer quantidade de álcool.

A, já, famigerada “Lei Seca” deveria ser muito mais abrangente. O uso inveterado do álcool não só mata no trânsito. Mas, todos os dias, em todas as camadas sociais. A arrecadação do imposto recolhido com a venda das bebidas alcoólicas não compensa o malefício trazido pelo alto consumo. “Querem tapar o sol com uma peneira”. Bebidas alcoólicas e cigarro ainda são grandes fontes de renda para o Governo Federal, por conseguinte, continuarão sendo toleradas ainda que sejam drogas, que já há muito apelidaram de socialmente aceitas.

Decretei, irrevogavelmente, que doravante sou abstêmio. E desejo, ardentemente, que fechem todas as fábricas de bebidas alcoólicas do Brasil. Que a arrecadação com o imposto das mais variadas bebidas alcoólicas seja zero. E caso isso venha a ocorrer, certamente, não atenderei aos apelos do governo, quando disser, volte a beber, nós aumentamos o índice de álcool que seu sangue pode conter ao dirigir. Pois, se é conveniente ao governo querer arrecadar, aos abstêmios sobra aquela “musiquinha” de fim de ano: “Adeus ano velho, feliz ano novo, que tudo se realize no ano que vai nascer, muito dinheiro no bolso e saúde pra dar e vender”.

Severino Melo – Escritor / Advogado – artesão deste texto. severinomeloescreve@gmail.com – fone 99727818.

Morre aos 105 anos Dona Canô, mãe de Caetano Veloso e Maria Bethânia.

Claudionor Viana Teles Veloso, também conhecida como Dona Canô, mãe dos cantores Caetano Veloso e Maria Bethânia, morreu nesta terça-feira (25), dia de Natal. Ela tinha 105 anos e faleceu em casa, na cidade de Santo Amaro da Purificação, no Recôncavo Baiano.

dona canô

Dona Canô fo internadada no dia 15 de dezembro, no Hospital São Rafael, em Salvador, após sofrer uma isquemia cerebral transitória. Durante o tratamento, a matriarca da família Veloso apresentou uma discreta melhora no seu quadro de saúde erecebeu alta na tarde de sexta-feira (21). Os médicos recomendaram que ela continuasse o tratamento em casa.

A idosa teria pedido um vestido branco para deixar o hospital. Ela voltou para sua residência acompanhada da filha Mabel. Maria Bethânia acompanhou a locomoção da mãe em outro carro.

O aniversário de 105 anos de Dona Canô foi comemorado no dia 16 de setembro de 2012. A família reuniu amigos para a tradicional missa, que foi celebrada pelo padre Reginaldo Mazotti. A festa aconteceu em casa, no município de Santo Amaro. Regina Casé esteve entre os convidados.
No total, Dona Canô teve oito filhos. Clara, Roberto, Caetano, Bethânia, Rodrigo e Mabel era biológicos. Irene e Eunice foram adotadas. A sua filha adotiva, também conhecida como Nicinha, morreu de insuficiência respiratória em agosto de 2011, aos 83 anos.

Dona Canô ficou viúva em 1983, quando “Seu Zeca” faleceu aos 82 anos.

Brasileira que leiloou a virgindade, Catarina Migliorini, é capa da Playboy de janeiro.

Um japonês arrematou a grande noite com a catarinense por US$ 780 mil. Segundo o site da Playboy, ela contou que o ato seria consumado em pleno ar, mas tudo está aguardando decisão judicial para o acordo ser consumado.

Catarina Migliorini leiloou a virgindade

Na Austrália, a jovem filma o documentário Virgins Wanted, que narra toda a história do leilão. Em entrevista à apresentadora Ana Maria Braga, Catarina contou que viu a proposta do diretor australiano de produzir um documentário que abordava a virgindade. “Resolvi enviar um e-mail, por impulso. Não imaginei que ele fosse responder”, disse ela.

Deve ser a primeira vez na história que a Playboy mostra os encantos de uma virgem….