Daily Archives: 15/04/2011

Trombada de Henrique com Temer?

Não acredito, mas vá lá a informação postada hoje cedo, no Radar on-line, pelo jornalista Lauro Jardim:

Henrique Eduardo Alves resiste à indicação do ex-deputado Rocha Loures para a presidência da Embratur.Alves quer um nome cuja indicação seja aprovada pela bancada do PMDB da Câmara. Loures é chefe da assessoria parlamentar de Michel Temer.

Uma viagem cara demais para Fabio Faria

Se pudesse voltar no tempo, apagar a história, o deputado federal Fábio Faria certamente o faria.
Hoje o Congresso em Foco publica uma longa reportagem para marcar os dois anos de descoberta da farra das passagens aéreas na Câmara, que começou com o parlamentar norte-rio-grandense.
Fábio usou a cota de passagens para pagar uma viagem de Adriana Galisteu, na época sua namorada, e a partir daí descobriu-se que a prática era comum entre os seus pares.
Foi um deus nos acuda, um bafafá interminável, mas no fim das contas poucos foram punidos.
Só o deputado potiguar ficou marcado e de vez em vez é lembrado por isso.

Cliquem aqui e leiam a história, graças à (boa) memória do repórter Eduardo Militão.

TSE define que norma anterior à Lei da Ficha Limpa continua valendo para tornar candidato inelegível

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu hoje (14), por unanimidade, que a Lei de Inelegibilidades de 1990, alterada pela Lei da Ficha Limpa, deve continuar sendo aplicada para barrar políticos enquadrados nos artigos anteriores à aprovação da nova lei.

Os ministros analisaram o caso de Rainel Barbosa Araújo (PMDB-TO), candidato a deputado federal nas últimas eleições. O registro do político foi negado porque ele teve contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas da União e pelo Tribunal de Contas do Estado do Tocantins quando era prefeito de Miracema.

A Lei de Inelegibilidades dizia que não poderiam se eleger os políticos que tivessem contas relativas ao exercício de cargos ou funções públicas rejeitadas por irregularidade insanável para eleições que se realizassem nos cinco anos seguintes a partir da data da decisão. A Lei da Ficha Limpa apenas aumentou esse prazo para oito anos.

A decisão cria precedente para que o tribunal se posicione da mesma forma sobre situações semelhantes que chegarem à Corte, o que pode ocorrer no caso do ex-governador Marcelo Miranda, candidato ao Senado em 2010. Seu caso está sendo analisado no STF pelo ministro Luiz Fux.

Agência Brasil

Famílias que dominam a política no RN são destaques em portal nacional

Dos 13 parlamentares que assumiram o mandato pelo Rio Grande do Norte na atual legislatura, oito são dos clãs Maia, Alves e Rosado. A informação é o destaque desta quarta-feira (05) no portal Congresso em Foco, que ressalta ainda que nenhuma bancada tem poder tão concentrado em núcleos familiares como a potiguar.

De acordo com o portal, apenas dois parlamentares – a deputada Fátima Bezerra (PT) e o senador Paulo Davim (PV), suplente em exercício – não são de família política. A reportagem cita os laços familiares entre o senador José Agripino (DEM-RN) e o deputado federal Felipe Maia, do senador licenciado Garibaldi Filho, com o pai Garibaldi Alves e o sobrinho Henrique Alves (PMDB), da deputada Sandra Rosado e o primo, o deputado Betinho Rosado (DEM).

Líder do PMN na Câmara, Fábio Faria também é citado pelo Congresso em Foco. Seu pai, Robinson Faria, foi presidente da Assembleia Legislativa por duas legislaturas e atualmente é vice-governador. Eles são parentes distantes da ex-governadora Wilma Faria (PSB). Outros três deputados potiguares têm berço político: Rogério Marinho (PSDB), neto do ex-deputado Djalma Marinho e filho do suplente de senador Valério Marinho; Paulo Wagner (PV), neto do ex-vereador de Areia Branca (RN) Euclides Leite Rebouças, e João Maia (PR), primo distante de Agripino e Felipe Maia, é irmão do deputado distrital Agaciel Maia (PTC), ex-diretor-geral do Senado.

Além da tradição política, as famílias Maia, Alves e Rosado têm em comum o controle de importantes veículos de comunicação, como rádios, TVs e jornais, e a preparação de herdeiros políticos na linha de sucessão, uma mostra de que seu poderio está longe de acabar.