Garoto de 10 anos cria jogo de videogame para avó cega

‘Quacky’s Quest’ é game criado por garoto de 10
anos para a avó cega (Foto: Divulgação)


Dylan Viale criou ‘Quacky’s Quest’, que usa os sons para guiar personagem.
Ele ganhou o primeiro lugar em feira da escola com a criação.

Um estudante da quinta série de uma escola na cidade de Martinez, nos Estados Unidos, criou um jogo de videogame que permite que sua avó cega possa se divertir com ele.

Dylan Viale, tem 10 anos, e usou uma versão gratuita do programa de criação de jogos eletrônicos chamado GameMaker, aprendeu a programar, a fazer o design das fases e até criar protótipos de suas invenções nos videogames, segundo o site “Kotaku”.

O objetivo foi compartilhar com a avó, Sherry, cega há anos, seu passatempo favorito, que é jogar videogame. Entre seus jogos favoritos estão “Need for Speed” e “Plants vs. Zombies”, títulos que não pode compartilhar com ela.

Com essa ideia, Dylan, segundo seu pai, Dino Viale, em entrevista ao “Kotaku”, desenvolveu um game apenas para ela. “Ele baixou o programa e leu sobre os conceitos básicos de se criar um jogo de videogame, aprendendo sobre o que há por trás dos objetos e sprites. Ele descobriu como criar um mundo em que as pessoas podem se divertir”.

Desenhando esquemas de fases no seu tempo livre, o garoto criou o game “Quacky’s Quest”, em que um pato deve andar por um labirinto coletando diamantes e evitando o contato com monstros. Para a sua avó poder jogar, o título possui uma série de efeitos sonoros que indica para onde o pato deve se locomover. “Dylan teve que criar pistas sonoras para cada movimento dentro do labirinto para indicar ao jogador com deficiência visual se ele está fazendo a coisa certa ou não”, afirmou o pai do menino.


Dylan Viale em foto para o site norte-americano 'Kotaku' (Foto: Reprodução)
Dylan Viale em foto para o site norte-americano ‘Kotaku’
(Foto: Reprodução)

“Ao coletar um diamante, o som é um “cha-ching” de caixa registradora; ao bater na parede, há um barulho estranho e profundo, disse o pai ao “Kotaku”. Ao errar o caminho, há aranhas que caem sobre o personagem, provocando um outro tipo de som, indicando ao jogador que é necessário mudar a direção.

Após um mês testando o jogo, ele colocou “Quacky’s Quest” na feira de ciências de sua escola, recebendo o prêmio de primeiro lugar. Segundo o pai de Dylan, desde a premiação, o menino tem distribuído cópias do jogo para amigos.

Do G1, em São Paulo
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Posted on 13/04/2012, in Ciência, Curiosidade, Entretenimento, Internacional. Bookmark the permalink. Deixe o seu comentário.

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